Ocorre no próximo dia 14, às 19h, através da plataforma Zoom, a plenária de lançamento do Plebiscito Popular no Rio Grande do Sul, organizado por centrais e entidades sindicais, entre elas o CPERS, e movimentos sociais.

A iniciativa aparece como resposta de mobilização e enfrentamento ao aprofundamento da política ultraliberal de privatização dos serviços públicos e de entrega do patrimônio aos grandes grupos privados transnacionais.

O alinhamento privatista dos governos federal, estadual e nas prefeituras das grandes cidades e muitos pequenos municípios podem deixar parcelas significativas da população sem serviços essenciais, como abastecimento de água, correios, saneamento, processamento de dados, agências bancárias, entre outros.

Atualmente, os governos estadual e federal se movimentam de forma orquestrada para se desfazerem de empresas estatais e bancos, apesar de muitos serem lucrativos. Estão na mira o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, os Correios, a Eletrobras, a Petrobras (Refap no RS), Trensurb, Banrisul, Corsan, Procergs, CEEE, Sulgás e CRM. E, em Porto Alegre, a Carris, a Procempa e o DMAE.

O governo Leite aprovou recentemente, na Assembleia Legislativa, a PEC 280/20 que retira a exigência de plebiscito para privatização da Corsan, do Banrisul e da Procergs. Também já anunciou à imprensa que pretende enviar, antes do recesso parlamentar, o projeto de lei que autoriza a privatização da Corsan.

Aproveitam-se da pandemia para “passar a boiada” sem o devido acompanhamento da sociedade, aprovando privatizações como moeda de troca para outros projetos.

No Rio Grande do Sul, a CEEE-D foi vendida a preço de banana em troca de votos para a retomada das aulas presenciais em meio à pandemia.

É neste cenário que a realização de um plebiscito popular se apresenta como melhor ferramenta para esclarecer a população gaúcha dos danos irreversíveis das privatizações.

Para participar da plenária de lançamento basta preencher o formulário de inscrição neste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe5OsrSi_o6PEtcry33wXd_l9KBev4hPIcsDlX-1albq5NoHw/viewform?usp=sf_link

O plebiscito

Ocorrerá no formato híbrido, através de votação online e em cédula para comunidades de periferias, quilombolas e rurais, assentamentos, entre outras.

Os locais de votação serão indicados pelos comitês populares de cada município. Escolas, associações de bairro, sindicatos, CTGs, igrejas e centros comunitários poderão ser utilizados.

O período de votação será de dez a 15 dias.

 

 

 

 

 

 

 

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Pesquisadores(as) da UNISC, IFRGS (Campus Bento Gonçalves), PUC (SP), Feevale e Metodista estão investigando a saúde mental de professores(as) na pandemia.

O levantamento, intitulado “As transformações  provocadas  pela  pandemia  do novo coronavírus no trabalho e na saúde mental dos docentes”, também tem o apoio de entidades como o CPERS, Procuradoria Regional do MPT da 2ª Região, Sindicatos do ABC, APEOESP, entre outras.

A partir da análise da situação em cada instituição, com dados comparativos e análise geral, o estudo busca compreender como a pandemia afetou as relações sociais, gerou impactos na saúde e adoecimento da categoria, e acentuou o processo de precarização das condições de trabalho.

“O levantamento identificará as transformações no trabalho docente, nas vivências e rotinas dos professores, bem como as mudanças nas relações sociais com a finalidade de investigar a situação de saúde mental”, destaca o professor Dr. Paulo Wunsch, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, do Campus de Bento Gonçalves (IFRS/BG).

O estudo também irá avaliar e levantar dados acerca de indicadores de sofrimento psicológico dos participantes, como depressão, ansiedade e estresse.

Além do professor Dr. Paulo, o trabalho é conduzido pelos professores(as) Dra. Carmem Regina Giongo (Feevale/UFRGS), Dra. Karine Vanessa Perez (UQAM/UNISC), Dr. Bruno Chapadeiro (UMESP), Dr. Gregório Grisa (IFRS/BG) e Ma. Ariana Celis Alcantara (PUC/SP).

Para a diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador do CPERS, Vera Lessês, a pesquisa será um importante instrumento para organizar a luta da categoria.

“É mais uma ferramenta à disposição dos nossos sócios e sócias, que servirá para avaliar quais as impressões que a pandemia trouxe e de que forma está afetando a saúde dos educadores, bem como o nível de adoecimento mental. É importante que possamos colaborar respondendo à pesquisa, que poderá nos ajudar, futuramente, na cobrança de ações e/ou políticas públicas por parte do Estado”, afirma a diretora Vera.

As informações serão utilizadas para dar visibilidade às carências e dificuldades dos professores(as) sobre as condições de trabalho e saúde mental em meio à pandemia. Você levará cerca de 15 minutos para responder à pesquisa e seu nome não será divulgado. Preencha e ajude a divulgar!

 

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A Comissão Eleitoral Estadual, no uso de suas atribuições, homologa os resultados finais dos Representantes 1/1000* que integrarão os Conselhos dos Núcleos e o Conselho Geral do CPERS na gestão 2021/2024.

*Informamos que em razão de um recurso impetrado no Núcleo de Alegrete, o representante 1/1000 deste Núcleo e os Representantes Estaduais de Aposentados ainda não foram homologados.

Os Representantes de Aposentados dos Núcleos e os Representantes Municipais ainda serão homologados pelas subcomissões eleitorais.

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Câmaras de Vereadores de diversas cidades gaúchas já aprovaram e enviaram ao Piratini e à Assembleia Legislativa moções de apoio à reposição salarial dos professores(as) e funcionários(as) de escola.

▶ Baixe o modelo de moção e envie aos vereadores(as) da sua cidade

A mobilização nas regiões, liderada pelos 42 Núcleos do CPERS, é uma das estratégias deliberadas pelo Conselho Geral do CPERS para pressionar o governo e as bancadas na Assembleia Legislativa por uma solução à situação de miséria da categoria.

São sete anos de salários congelados, agravados pelas recentes perdas de direitos, eliminação de vantagens, redução de adicionais e alterações na Previdência. As perdas inflacionárias chegam a quase metade do poder de compra desde o último reajuste, em novembro de 2014.

A hora é agora

Vamos para cima dos vereadores para exigir justiça e salário digno.

Baixe e imprima o modelo de moção, envie aos vereadores da sua cidade, converse e fale sobre a situação de miséria da categoria.

A hora é agora; se a Reforma Administrativa de Bolsonaro for aprovada ou o governo Leite assinar o Regime de Recuperação Fiscal, não haverá qualquer reposição por anos a fio.

Municípios que já aprovaram Moções:

Atualizado em 06/07

  1. Agudo
  2. André da Rocha
  3. Arroio dos Ratos
  4. Arroio Grande
  5. Bagé
  6. Barra do Guarita
  7. Barra do Quaraí
  8. Barra Funda
  9. Barracão
  10. Caçapava do Sul 
  11. Cachoeirinha
  12. Cacique Doble
  13. Caibaté
  14. Canguçu
  15. Canoas
  16. Capão Bonito do Sul
  17. Caraá
  18. Carazinho
  19. Carlos Gomes
  20. Caseiros
  21. Centenário
  22. Cerro Largo
  23. Chapada
  24. Crissiumal
  25. Derrubadas
  26. Dom Pedrito
  27. Encruzilhada do Sul
  28. Erechim
  29. Erval Seco
  30. Faxinal do Soturno
  31. Giruá
  32. Horizontina
  33. Humaitá
  34. Ibiaca
  35. Ibiraiaras
  36. Igrejinha
  37. Ijuí
  38. Lagoa Vermelha
  39. Lagoão
  40. Lavras do Sul
  41. Machadinho
  42. Manoel Viana
  43. Maximiliano de Almeida
  44. Nova Araça
  45. Nova Esperança do Sul
  46. Nova Palma
  47. Novo Hamburgo
  48. Paim Filho
  49. Palmeira das Missões
  50. Parobé
  51. Passo do Sobrado
  52. Passo Fundo
  53. Paulo Bento
  54. Porto Xavier
  55. Redentora
  56. Rio Pardo
  57. Riozinho
  58. Rolante
  59. Salto Jacuí
  60. Sananduva
  61. Sant’Ana do Livramento
  62. Santa Cruz do Sul
  63. Santa Rosa
  64. Santiago
  65. Santo Ângelo
  66. Santo Antônio da Patrulha
  67. Santo Augusto
  68. Santo Expedito do Sul
  69. São Francisco de Assis
  70. São Francisco de Paula
  71. São Gabriel
  72. São João da Urtiga
  73. São José das Missões
  74. São José do Herval
  75. São José do Ouro
  76. São Leopoldo
  77. São Miguel das Missões
  78. São Sepé
  79. São Valério do Sul
  80. Sapiranga
  81. Senador Salgado Filho
  82. Serafina Corrêa
  83. Soledade
  84. Tapes
  85. Taquara
  86. Tavares
  87. Tiradentes do Sul
  88. Três Cachoeiras
  89. Três Passos
  90. Tucunduva
  91. Tupanci do Sul
  92. Unistalda
  93. Vale Verde
  94. Vera Cruz
  95. Viamão
  96. Vista Gaúcha
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O Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPE Prev) publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (29), novas instruções normativas para regulamentar o processo de concessão da pensão por morte para dependentes.

> Acesse a publicação aqui

A Lei esclarece que os dependentes – elencados no artigo 11 da Lei Complementar nº 15.142/18 – poderão requerer o benefício a partir do preenchimento do formulário disponibilizado no site da Autarquia.

A partir de agora, as certidões públicas exigidas pelo Instituto podem ter seu conteúdo conferido de forma digital, garantido a segurança necessária ao processo de habilitação ao benefício.

O IPE Prev aceitará as certidões digitalizadas ou em cópias simples desde que tenham sido expedidas após 1° de março de 2021 e que a conferência de todo o seu conteúdo possa ser realizada através do seu selo digital e sua chave de autenticidade. 

Confira a seguir as novas orientações:

SOLICITAÇÃO POR E-MAIL:

– apenas para graus de cônjuge ou filho(a) menor

– desde que as certidões públicas tenham sido expedidas após 1° de março de 2021 e que a conferência de todo o seu conteúdo possa ser realizada através do seu selo digital e sua chave de autenticidade

SOLICITAÇÃO POR CORRESPONDÊNCIA:

– para todos os graus de dependência

– poderão ser aceitas cópias simples das certidões públicas desde que tenham sido expedidas após 1° de março de 2021 e que a conferência de todo o seu conteúdo possa ser realizada através do seu selo digital e sua chave de autenticidade

Informações IPE Prev

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O governo Eduardo Leite quer permitir que produtores rurais do Rio Grande do Sul utilizem agrotóxicos proibidos até mesmo em seus países de origem, modificando a histórica Lei Estadual nº 7.747, de 1982, que colocou o estado na vanguarda da legislação nacional sobre insumos químicos.

Trata-se do PL 260/2020, o PL do Veneno, que libera a importação de inúmeros compostos banidos há quatro décadas no estado, colocando em risco a segurança alimentar dos gaúchos e elevando o número de casos de intoxicação e doenças.

De tão nocivo, o projeto foi alvo de críticas da própria Secretaria Estadual da Saúde, que emitiu parecer técnico contrário ao texto.

Para o CPERS, a liberação dos venenos terá graves reflexos na qualidade da merenda escolar, colocando em risco a saúde e o desenvolvimento de centenas de milhares de jovens e crianças da escola pública.

Câncer, depressão, suicídio

A flexibilização indiscriminada do uso de agrotóxicos pode trazer de volta venenos como o Paraquat, utilizado como arma química na Guerra do Vietnã, banido há décadas da Europa e proibido também no Brasil.

O Paraquat é um dos agrotóxicos que provocaram intoxicações de agricultores da produção de tabaco no Vale do Rio Pardo, região com altos índices de depressão e suicídios associados ao manuseio de venenos nas lavouras.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) o Rio Grande do Sul está entre as maiores incidências do ranking de casos de câncer associados ao uso indiscriminado de agrotóxicos na agricultura.

O CPERS se soma às mais de 240 entidades, incluindo o Conselho Estadual da Saúde, que assinaram a carta aberta “Mais Vida, Menos Veneno”, condenando o Projeto de Lei e a forma atropelada com que o governo tenta aprová-lo, sem qualquer diálogo com a sociedade e à revelia do consenso científico a respeito do tema.

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Estruturas precárias, dificuldades com o acesso à internet, sobrecarga de trabalho e inexistência de auxílio aos educadores para suprir os gastos com o ensino remoto foram algumas das situações expostas durante a audiência pública Educação em Tempos de Pandemia, realizada nesta manhã, pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Proposta pelo deputado Jeferson Fernandes (PT), a iniciativa ouviu a direção do CPERS, educadores e representantes do Ministério Público e da Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

“Gostaria que a Seduc esclarecesse como está o processo do programa Internet para Todos. Queremos saber se o governo vai aderir. Temos professores que precisaram diminuir o rancho para poder pagar a internet que utilizam nas aulas”, indagou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

O auxílio tão necessário para suprir os gastos com internet e os equipamentos para o ensino remoto não é proporcionado aos educadores gaúchos, que já enfrentam quase sete anos sem reajuste salarial. “No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, os governos arcam com um adicional para os professores pagarem a Internet. O Estado podia seguir esses exemplos. Estamos pedindo audiência com o governo para discutir essa pauta”, afirmou Helenir.

O segundo vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, apresentou os dados preocupantes da pesquisa feita pelo sindicato sobre a situação da pandemia nas escolas.

De acordo com os dados obtidos, apenas 34,7% das escolas com casos positivos suspenderam as aulas após o diagnóstico, 70,7% afirmaram que a escola não oferece condições de segurança adequadas para a realização de aulas presenciais, 32,4% relataram que não há EPIs suficientes e adequados para a proteção da comunidade escolar e 78,2% responderam que o governo não fez um bom trabalho na orientação da comunidade escolar quanto aos protocolos de segurança sanitária.

Desde o início da pandemia, os funcionários de escola não foram liberados e seguiram cumprindo o trabalho presencial nas escolas. Muitos se contaminaram e outros tantos perderam a vida. Os professores, quando iniciaram os plantões, também passaram por isso.  Em nossa posse, nesta semana, iniciamos com uma homenagem aos colegas que partiram. A maioria dos que faleceram estavam em plantão nas escolas”, observou.

Consequências do descaso: sobrecarga de trabalho, evasão escolar, desmonte da educação

Heloisa Maria Womer, diretora do 10º núcleo do CPERS (Santa Rosa) expôs a preocupação com a saúde física e mental dos trabalhadores da educação. “Os educadores fazem o máximo que podem dentro de suas possibilidades. Os relatos que recebemos são de enorme sobrecarga de trabalho, pois trabalham na escola e em casa. A carga horária não está sendo respeitada. Vários colegas estão, inclusive, apresentando sintomas da síndrome de Bournout.”

Após denunciar a falta de estrutura das escolas, que seguem com laboratórios de informática e bibliotecas fechados, a diretora  do núcleo de Ijuí, Teresinha Mello, emocionou-se ao falar sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pela categoria. “Muitos não estão dando conta de manter suas despesas. Quando entregamos as cestas básicas para as famílias da comunidade escolar, ouvimos de vários colegas que a mesma cesta estava fazendo falta em suas casas. Somos apenas números, isso é muito triste.”

“Temos que ter internet com qualidade em todas as salas de aula para que os professores possam trabalhar com mais tranquilidade. Estão fazendo um trabalho triplo, com evidente sobrecarga e perda na qualidade de ensino”, frisou a deputada Sofia Cavedon (PT).

 

Evasão escolar preocupa

Além do exposto pelos colegas do sindicato, Joner Alencar Marchi Nascimento, diretor do núcleo de São Luiz Gonzaga, ressaltou a preocupação com a evasão escolar. “Muitos estudantes do ensino médio podem ir para o processo de evasão escolar, pois eles não têm acesso às atividades e às vezes não conseguimos entregar o material físico. Fazemos todo o processo, realizamos visita às comunidades, tirando dinheiro do próprio bolso para tentar fazer com que permaneçam”, afirmou.

A direção do CPERS já colocou para a Seduc a necessidade de ser realizado um plano de recuperação dos alunos que estão à margem do processo de ensino. “Temos que ter um plano de recuperação desses alunos e isso não se faz como uma prova de avaliação. Um planejamento de recuperação é muito mais eficiente. Já nos colocamos à disposição para discutir”, afirmou Helenir.

Liliane Giordani, diretora da Faculdade de Educação da UFRGS (Faced), destacou a importância das ações do projeto Reconecta. “Recuperamos equipamentos que são de lixo eletrônico. Muitas escolas foram beneficiadas. Nosso objetivo é ampliar essa iniciativa. Sugiro pensarmos em ações conjuntas, para que possamos diminuir um pouco esse abandono.”

Seduc reconhece problemas e afirma que está tomando providências

“Reconhecemos que temos diversos problemas a superar. Estamos com força-tarefa para recuperação dos estudantes, as buscas ativas ainda ocorrem, a formação dos educadores também segue. Para que possamos fazer um programa de aprofundamento de recuperação, precisamos saber quais as fragilidades dos estudantes, por isso a ação diagnóstica, da qual teremos o resultado nos próximos dias”, afirmou a coordenadora pedagógica da Seduc, Letícia Grigoletto, após ouvir os relatos.

Ela também colocou que foi adotado o Google Sala de Aula e feita a aquisição dos Chromebooks, que já deveriam ter sido entregues a todos os alunos.

“Medidas estão sendo tomadas e nenhuma escola será aberta sem a garantia de segurança aos professores e alunos. Com relação à internet, estamos tomando providências”, assegurou.

 

Ministério Público pede que direções informem dificuldades

“Temos acompanhado de perto todas essas questões, para que seja oferecida uma educação de qualidade e garantir o acesso ao direito à educação. Faço um reconhecimento público ao incansável trabalho dos professores”, colocou a promotora de Justiça do Ministério Público de Guaíba, Ana Luiza Leal.

Ela destacou a importância de levar ao conhecimento do Ministério Público as situações que não estão de acordo com o que preveem os protocolos de segurança, para que o órgão possa fiscalizar. “O MP se coloca à disposição da comunidade tanto para auxiliar na conversação com os gestores quanto para a fiscalização do cumprimento dos protocolos”, frisou.

 

Encaminhamentos

Ao final da audiência, o deputado Jeferson Fernandes afirmou que todas as denúncias colocadas na reunião serão formalizadas pela Comissão. “Junto ao Ministério Público, vamos encaminhar o que transgride regras sanitárias e algumas precauções. Com a Seduc, encaminharemos as situações de cada coordenadoria. Também falaremos com a UFRGS, para que o programa Reconecta tenha uma amplitude maior. Além de frisarmos a importância de a internet chegar a todos e todas”, afirmou.

“Organizaremos um relatório para ser entregue a cada uma dessas instâncias, o que foi exposto nessa audiência”, finalizou Sofia.

 

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A Assessoria Jurídica do CPERS, por meio do Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, comunica que professores e professoras que atuaram em sala de recursos nos últimos cinco anos têm direito a cobrar a Gratificação de Unidocência.

O prazo retroativo de cinco anos deve ser contabilizado a partir do ajuizamento da ação.

Aposentados(as) também podem assegurar a incorporação ou reaver valores não recebidos da Gratificação, dependendo de cada caso.

Se você se enquadra ou conhece alguém nesta situação, informe-se com o escritório pelo fone (51) 3073-7512 ou procure o núcleo da sua região e esclareça suas dúvidas a respeito.

Documentos e dados necessários para ajuizar: 

– Cópia do RG
– Contracheque atual
– Tela funcional
– ID e senha de acesso ao RHE

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Câmaras de Vereadores de diversas cidades gaúchas já aprovaram e enviaram ao Piratini e à Assembleia Legislativa moções de apoio à reposição salarial dos professores(as) e funcionários(as) de escola.

▶ Baixe o modelo de moção e envie aos vereadores(as) da sua cidade

A mobilização nas regiões, liderada pelos 42 Núcleos do CPERS, é uma das estratégias deliberadas pelo Conselho Geral do CPERS para pressionar o governo e as bancadas na Assembleia Legislativa por uma solução à situação de miséria da categoria.

São sete anos de salários congelados, agravados pelas recentes perdas de direitos, eliminação de vantagens, redução de adicionais e alterações na Previdência. As perdas inflacionárias chegam a quase metade do poder de compra desde o último reajuste, em novembro de 2014.

A hora é agora

Vamos para cima dos vereadores para exigir justiça e salário digno.

Baixe e imprima o modelo de moção, envie aos vereadores da sua cidade, converse e fale sobre a situação de miséria da categoria.

A hora é agora; se a Reforma Administrativa de Bolsonaro for aprovada ou o governo Leite assinar o Regime de Recuperação Fiscal, não haverá qualquer reposição por anos a fio.

Municípios que já aprovaram Moções:

Atualizado em 25/06

1. Arroio Grande
2. Bagé
3. Barra do Quaraí
4. Barra Funda
5. Barracão
6. Cacique Doble
7. Caibaté
8. Canoas
9. Caraá
10. Carlos Gomes
11. Cerro Largo
12. Chapada
13. Encruzilhada do Sul
14. Erechim
15. Faxinal do Soturno
16. Giruá
17. Horizontina
18. Ijuí
19. Lagoa Vermelha
20. Lavras do Sul
21. Maximiliano de Almeida
22. Nova Esperança do Sul
23. Nova Palma
24. Paim Filho
25. Palmeira das Missões
26. Parobé
27. Paulo Bento
28. Redentora
29. Rio Pardo
30. Riozinho
31. Rolante
32. Sananduva
33. Sant’Ana do Livramento
34. Santa Cruz do Sul
35. Santiago
36. Santo Ângelo
37. Santo Antônio da Patrulha
38. São Francisco de Assis
39. São Gabriel
40. São João da Urtiga
41. São José do Ouro
42. São Sepé
43. São Valério do Sul
44. Senador Salgado Filho
45. Soledade
46. Tapes
47. Taquara
48. Tavares
49. Três Cachoeiras
50. Tucunduva
51. Unistalda
52. Vale Verde
53. Vera Cruz
54. Viamão
55. Vista Gaúcha

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  1. AJURICABA
  2. ALECRIM
  3. ALEGRIA
  4. ALMIRANTE TAMANDARE DO SUL
  5. ALVORADA
  6. AMETISTA DO SUL
  7. ANTA GORDA
  8. ARROIO DO SAL
  9. ARROIO DO TIGRE
  10. ARROIO GRANDE
  11. AUGUSTO PESTANA
  12. BARAO
  13. BARRA DO GUARITA
  14. BARRA DO QUARAI
  15. BARRACAO
  16. BOA VISTA DO BURICA
  17. BOM JESUS
  18. BOSSOROCA
  19. BROCHIER
  20. CACHOEIRINHA
  21. CACIQUE DOBLE
  22. CAIBATE
  23. CAICARA
  24. CAMBARA DO SUL
  25. CAMPINA DAS MISSOES
  26. CAMPO BOM
  27. CAMPO NOVO
  28. CANDELARIA
  29. CANDIDO GODOI
  30. CANGUCU
  31. CAPAO BONITO DO SUL
  32. CAPAO DO LEAO
  33. CATUIPE
  34. CERRITO
  35. CERRO BRANCO
  36. CHIAPETTA
  37. CHUI
  38. CIDREIRA
  39. CONSTANTINA
  40. CRISTAL DO SUL
  41. DERRUBADAS
  42. DOIS IRMAOS
  43. DOIS IRMAOS DAS MISSOES
  44. DOIS LAJEADOS
  45. DOM PEDRITO
  46. DOUTOR MAURICIO CARDOSO
  47. ENCRUZILHADA DO SUL
  48. ENTRE-IJUIS
  49. ERVAL SECO
  50. ESPERANCA DO SUL
  51. ESTANCIA VELHA
  52. ESTEIO
  53. EUGENIO DE CASTRO
  54. FARROUPILHA
  55. FELIZ
  56. FLORES DA CUNHA
  57. GIRUA
  58. GRAMADO XAVIER
  59. GUARANI DAS MISSOES
  60. HERVEIRAS
  61. HORIZONTINA
  62. HUMAITA
  63. IBIACA
  64. INDEPENDENCIA
  65. IRAI
  66. JABOTICABA
  67. JOIA
  68. LAGOA BONITA DO SUL
  69. LAJEADO DO BUGRE
  70. LIBERATO SALZANO
  71. MACHADINHO
  72. MANOEL VIANA
  73. MATO QUEIMADO
  74. MIRAGUAI
  75. MONTAURI
  76. MORRINHOS DO SUL
  77. MORRO REDONDO
  78. NAO-ME-TOQUE
  79. NOVA HARTZ
  80. NOVA RAMADA
  81. NOVA SANTA RITA
  82. NOVO HAMBURGO
  83. NOVO MACHADO
  84. NOVO TIRADENTES
  85. PALMARES DO SUL
  86. PALMITINHO
  87. PANAMBI
  88. PANTANO GRANDE
  89. PARAISO DO SUL
  90. PAROBE
  91. PEDRO OSORIO
  92. PINHEIRINHO DO VALE
  93. PINHEIRO MACHADO
  94. PLANALTO
  95. PORTAO
  96. PORTO LUCENA
  97. PORTO MAUA
  98. PORTO VERA CRUZ
  99. PORTO XAVIER
  100. PUTINGA
  101. QUARAI
  102. QUARAI
  103. REDENTORA
  104. RIO PARDO
  105. RIOZINHO
  106. RODEIO BONITO
  107. ROLADOR
  108. ROQUE GONZALES
  109. ROSARIO DO SUL
  110. SALVADOR DAS MISSOES
  111. SANANDUVA
  112. SANTA BARBARA DO SUL
  113. SANTA MARGARIDA DO SUL
  114. SANTA MARIA DO HERVAL
  115. SANTA VITORIA DO PALMAR
  116. SANTO ANTONIO DAS MISSOES
  117. SAO FRANCISCO DE ASSIS
  118. SAO FRANCISCO DE PAULA
  119. SAO JOSE DAS MISSOES
  120. SAO JOSE DO INHACORA
  121. SAO JOSE DO NORTE
  122. SAO JOSE DO OURO
  123. SAO LOURENCO DO SUL
  124. SAO MARCOS
  125. SAO MIGUEL DAS MISSOES
  126. SAO NICOLAU
  127. SAO PAULO DAS MISSOES
  128. SAO PEDRO DO BUTIA
  129. SAO SEBASTIAO DO CAI
  130. SAO VALENTIM DO SUL
  131. SAO VALERIO DO SUL
  132. SAPIRANGA
  133. SAPUCAIA DO SUL
  134. SEBERI
  135. SEGREDO
  136. SENADOR SALGADO FILHO
  137. SERAFINA CORREA
  138. SETE DE SETEMBRO
  139. SOBRADINHO
  140. TAQUARUCU DO SUL
  141. TAVARES
  142. TENENTE PORTELA
  143. TIRADENTES DO SUL
  144. TORRES
  145. TRAMANDAI
  146. TRIUNFO
  147. TUCUNDUVA
  148. TUPARENDI
  149. UBIRETAMA
  150. UNIAO DA SERRA
  151. VALE DO SOL
  152. VALE REAL
  153. VENANCIO AIRES
  154. VERA CRUZ
  155. VIAMAO
  156. VICENTE DUTRA
  157. VILA NOVA DO SUL
  158. VISTA ALEGRE
  159. VISTA ALEGRE DO PRATA
  160. XANGRI-LA
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