Durante a vigília desta terça-feira (14), o CPERS recepcionou o governador Eduardo Leite ao som das sinetas da educação.  Leite, que entregou na Assembleia Legislativa a Lei Orçamentária Anual (LOA), foi cobrado pela direção do sindicato pela situação de miserabilidade da categoria.

“Nós precisamos de reposição salarial. Vamos fechar sete anos sem valorização da categoria. Tudo está subindo. Hoje o nosso salário basicamente serve para alimentação. Temos casos de professores com luz cortada e sem recursos para pagar o aluguel. A situação da educação pública é caótica, não podemos mais esperar”, reivindicou a presidente do sindicato Helenir Aguiar Schürer.

Helenir afirma que a categoria conta com a mobilização dos deputados e deputadas para a defesa da pauta da educação no orçamento. “A pandemia trouxe muitas discussões sobre a importância do setor, mas sem investimentos e valorização das trabalhadoras e trabalhadores essa conta não fecha”, afirmou.

O sindicato tem reunião agendada para o dia 17 de setembro às 14h com o Grupo de Assessoramento Especial (GAE), Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Casa Civil.

O governador assumiu o compromisso de seguir a mesa de negociação e receber o sindicato após a audiência da próxima sexta-feira.

Acompanhe o vídeo: 

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Está na pauta de sessão da Assembleia Legislativa, desta terça-feira (14), a apreciação do projeto de renovação da dívida do Estado com a União. 

Trata-se do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que prevê a suspensão temporária do pagamento integral das prestações da dívida com a União — bem como dos limites e penalidades previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) — mas sem nenhum tipo de desconto em termos de juros e correção monetária. Em troca, o Estado se compromete a adotar um Plano de Recuperação Fiscal, contendo medidas de arrocho de despesas que limitam sobremaneira sua capacidade de ação.

Vendido com um viés de salvação pelo governo Leite (PSDB), na prática, o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) permitirá o congelamento de investimentos em educação, segurança, saúde, assistência e todas as demais áreas de atuação do poder público, condenando o estado ao subdesenvolvimento por dez anos.

Para aprovação do texto final do projeto, o governo precisa homologar outros dois projetos, o PLC 246/21, que altera a Lei Complementar nº 15.138, que dispõe sobre o Regime de Recuperação Fiscal do Estado do Rio Grande do Sul, e a PEC do Teto de Gastos, que estabelece limite dos gastos no Estado, assim como já ocorre em nível federal.

Por 9 votos a 2, os integrantes da Comissão Especial  aprovaram o relatório final do deputado Carlos Búrigo (MDB) e recomendaram que o RS faça a adesão do RRF o mais rápido possível. Os dois votos contrários foram dos parlamentares Sofia Cavedon (PT) e Fernando Marroni (PT). 

Rio de Janeiro implantou o Plano de Recuperação Fiscal, e não conseguiu restabelecer equilíbrio das finanças públicas

O primeiro estado — e único até o presente momento — a adotar o RRF, ainda em 2017, foi o Rio de Janeiro. 

Mesmo com alteração das regras de concessão de pensões, aumento da contribuição previdenciária e a alienação de imóveis do Rioprevidência, revisão de incentivos fiscais, aumento de alíquotas tributárias e revisão do preço mínimo do petróleo e gás, para fins de cálculo de royalties, o estado não conseguiu restabelecer o almejado equilíbrio das finanças públicas.

Segundo informações Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o estado não pratica o reajuste dos seus servidores desde julho de 2014 e também não tem realizado concursos públicos para reposição dos seus quadros, o que compromete a prestação do serviço público estadual.

Confira a íntegra da análise do Dieese aqui.

No estudo do Dieese também há um resumo com os impactos caso o RRF seja aprovado no RS e uma lista com 14 motivos do porque o Rio Grande do Sul não deve aderir ao Regime, que você pode conferir abaixo: 

Por que o Rio Grande do Sul não deve aderir ao RRF?

1) Boa parte das vedações recaem sobre os servidores públicos, o serviço público e, consequentemente, a sociedade. A proibição de realização de concurso público e de contratação de pessoal implicará, no longo prazo, na impossibilidade de atender a demanda da população de maneira correta, além da sobrecarga de trabalho dos servidores. Soma-se a isso o fato de que esses servidores sobrecarregados não poderão ter reajuste salarial e nem melhoria nas suas respectivas carreiras, o que pode levar, por exemplo, ao aumento da saída de trabalhadores do serviço público.

2) O fato de que a concessão ou a ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária se aplica apenas às futuras concessões. Isso é negativo sob dois pontos de vista: o primeiro é que podem ser perdidas oportunidades interessantes de estímulos a setores econômicos que poderiam gerar emprego e renda para a sociedade; e o segundo é que ao não se tratar das concessões de benefícios já existentes perde-se a oportunidade de realizar uma avaliação daquelas, a fim de mensurar os benefícios obtidos pela sociedade em decorrência das renúncias de receita. O Rio grande do Sul concede em torno de 20,1 bilhões por ano em renúncias. Considerando somente o ICMS — que há influência legislativa, representa 9,8 bilhões., o que equivale a 21,3% do que poderia ser arrecadado — o dobro do que é concedido em São Paulo, por exemplo. De 2014 a 2019 essas renúncias 20,1%, enquanto a maior parte dos servidores não tiveram nenhuma reposição inflacionária. 

3) Ao longo da vigência do Plano de Recuperação Fiscal, de acordo com a LC-178, o ente terá algumas prerrogativas: (a) o contrato de refinanciamento da dívida deverá prever que o estado vinculará em garantia à União as receitas de ICMS, IPVA , ITCD, IRPF e transferências, além de definir o prazo no qual deverá ser apresentada comprovação do pedido de desistência pelo estado das ações judiciais que discutam dívidas ou contratos de refinanciamento de dívidas pela União administrados pela Secretaria do Tesouro Nacional ou a execução de garantias e contragarantias pela União em face do respectivo ente federado. Essa vinculação é uma clara violação à autonomia dos entes, além de poder trazer graves consequências para o funcionamento da máquina pública.

4) No que se refere as privatizações realizadas pelo governo gaúcho, vale registrar que a gestão privada (financeirizada) de serviços públicos, norteada pela busca da maximização do lucro e distribuição de dividendos para os acionistas, não é compatível com o atendimento das necessidades da população. Em outros países, muitas empresas prestadoras de serviços públicos que foram privatizadas durante a onda neoliberal da década de 1980 têm sido reestatizadas, conforme estudo do Instituto Transnacional. Entre as principais justificativas para a retomada dos serviços pelo poder público estão justamente o aumento de tarifas e a precarização dos serviços pós-privatização, além de demandas por maior participação e controle social.

5) Na medida em que ficam vedadas as contratações de servidores públicos e a realização de concurso público, a sociedade gaúcha pode ficar por nove anos sem a ampliação e melhoria dos serviços públicos a ela prestados. Isso em um cenário no qual, segundo dados do Portal de transparência do Rio Grande do Sul, o número de servidores ativos do Poder Executivo Estadual passou de 153.040 em 2015 para 122.852 em 2021, uma redução de -19,7%. Em determinadas áreas a situação é ainda crítica, como na educação, em que a redução de servidores, nesse período chegou a — 25,6%. Sendo que de 2015 a 2020 a população do estado teve crescimento de 2,2%, de acordo com dados da estimativa de população do IBGE. Dessa forma, o concurso público apenas para reposição de vacância não é suficiente para atender à população, pois o crescimento populacional, ainda que em patamares inferiores, ainda é positivo.

6) Uma das condições para ingressar é a aprovação do Teto de gastos no estado. Regra Fiscal que consiste em determinar que as despesas primárias (Pessoal, Custeio, Investimentos e inversões) não poderão variar acima do IPCA/IBGE, ou da variação da RCL, o que for menor. Dessa forma, caso a variação da RCL seja menor que a variação do IPCA a perda de poder de compra estará concretizada. Hoje os servidores já acumulam perdas salariais que montam em percentual superior a 46%. O governo, com a adesão, atesta que reduziu praticamente pela metade os salários dos trabalhadores, e que não pretende corrigir isso – saldar essa dívida -, podendo ainda ser agravada. 

7) Além disso, se o padrão acima for mantido nos próximos nove anos – crescimento populacional e queda do número de servidores – e considerando ainda o aumento da demanda por serviços públicos decorrente da pandemia e seus desdobramentos e o consequente empobrecimento da população, teremos uma situação na qual os servidores que permanecerem no serviço público ficarão ainda mais sobrecarregados diante da ausência de novos concursos para a ampliação dos quadros.

8) O dispositivo (de teto de gastos) que proíbe ampliação de despesa obrigatória além da inflação é muito semelhante ao mecanismo criado pela EC 95/2016 e os resultados desse mecanismo já são conhecidos: a impossibilidade de ampliação dos investimentos e dos gastos nas áreas sociais, com graves consequências para a sociedade, em especial para os mais pobres, que são os maiores demandantes dos serviços públicos.

9) O governo precisa apresentar projeções de receitas e despesas para os próximos anos. Muitas premissas serão utilizadas para demonstrar o tal equilíbrio perseguido, que estão sendo construídas pela equipe da Secretaria da Fazenda do estado em conjunto com o Tesouro Nacional, as quais, pelo desdobramento até o presente momento, não serão conhecidas antes da aprovação do plano. Nessa esteira vale lembrar, que o governo no último ano, estimou na Lei de Orçamento um déficit seis vezes maior do que o realizado.

10) Mesmo a economia global enfrentando um dos piores momentos com a pandemia de covid-19, o Rio Grande do Sul tem conseguido manter uma arrecadação estável e até maior do que a do ano passado. O Resultado Primário no ano de 2020 foi positivo em 2,35 bilhões (3,65 bilhões acima do orçado); E superávit de R$ 2,8 bilhões no primeiro semestre de 2021, destacando-se a alta na arrecadação do ICMS que contribuiu – com crescimento nominal de 27,9% em relação a 2020. A tendência é que o cenário melhore, já que a campanha vacinal mantendo a recuperação da economia e da arrecadação de impostos. Por outro lado, a despesa total no estado, no primeiro semestre de 2021, cresceu apenas 0,6%. E se considerado apenas as despesas com pessoal e encargos (excluídos os repasses intraorçamentários, isto é, no âmbito do próprio governo) caíram 144 milhões, e isso mesmo em cenário pandêmico.

11) Um dos riscos da adesão ao RRF é aumentar a dívida porque mensalmente serão acrescidos encargos que serão adicionados ao saldo devedor, e o estado estaria privado de qualquer contestação da dívida na Justiça, no caso de refinanciamento. Até hoje, só o Rio de Janeiro aderiu à medida e, como o estado está com dificuldades de cumprir as contrapartidas, corre o risco de ter o acordo revogado e de ser obrigado a pagar imediatamente aos cofres da União tudo o que foi dispensado de desembolsar desde 2017. Seria o mesmo risco de cair a liminar que o RS tem hoje. Nesse aspecto há divergência de interpretações. Embora alguns procuradores indiquem que se o estado ingressa no RRF com liminar vigente, não pode caracterizar esse período em que a liminar esteve vigente como inadimplência, mas se a liminar não estiver mais vigente configura-se como inadimplência, contudo são interpretações a legislação (do RRF) não é transparente nesse nível de hipóteses.

12) A soberania do estado também ficará em risco, pois ele será submetido não apenas ao Teto de Gastos, mas às decisões do Conselho de Supervisão do Regime de Recuperação Fiscal, que passaria a ter mais superpoderes de fiscalização — ferindo a Autonomia Federativa.

13) O endividamento do Estado ocorreu com anuência da União — pode ser caracterizado como uma política de Estado. Contudo, o regime impõe uma série de vedações e obrigações.

14) O montante da dívida ainda é objeto de discussão jurídico-pericial, tanto que existe liminar vigente. A maior parte da dívida do Rio Grande do Sul é com a União, sendo oportuno lembrar que há uma relação direta entre o endividamento do estado e a redução ou aumento de ativos da União.

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O governo Eduardo Leite (PSDB) falta com a transparência no monitoramento de casos de Covid-19 e a real situação da estrutura das escolas estaduais gaúchas.

Diante dessa realidade, o CPERS quer ouvir quem está no chão da escola e vive diariamente a realidade da educação pública.

Educadores(as), estudantes, mães, pais e responsáveis, nos ajudem a traçar um panorama da realidade da rede estadual neste período conturbado e orientar a luta do Sindicato.

As informações serão utilizadas para dar visibilidade às carências e dificuldades das escolas e seu nome não será divulgado.

Preencha, divulgue e ajude o CPERS a defender a sua escola!

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A professora de matemática Lia Figas, leciona há 10 anos na rede estadual e está lançando seu segundo livro infantil “O segredo da figueira” de forma independente.

O livro  “O segredo da figueira” é o segunda obra lançada pelo projeto Dobrando Histórias.  Na publicação, os autores Lia Figas e Will Fraga buscam através da arte de contar histórias desenvolver na criança habilidades motoras dentro do universo da leitura, que além de favorecer a aprendizagem em várias áreas do conhecimento, abordam também situações do cotidiano da criança.

A pré-venda do livro é voltada a ajudar bibliotecas comunitárias e projetos sociais. A cada 500 reais arrecadados, o projeto Dobrando Histórias, irá doar kits de livros para bibliotecas comunitárias e projetos sociais.

“Não é simplesmente a pré-venda de um livro, estou ciente do meu papel como escritora e educadora, em promover o incentivo à leitura e fazer com que os livros cheguem nas mãos de quem não tem como adquirir”, diz a escritora Lia.

As bibliotecas comunitárias apoiadas serão: Biblioteca Comunitária Infantil Dilan Camargo de Canoas, Biblioteca Circular de Esteio, Biblioteca do coletivo Preta Velha de Porto Alegre, Biblioflor de Porto Alegre, Biblioteca Comunitária do Arvoredo de Porto Alegre e o Projeto Casinha de Livros da Bahia.

Como faço para doar?

Para ajudar o projeto é fácil, basta ENTRAR AQUI, tudo feito de forma online e segura. Os valores para a doação variam, dando a possibilidade de cada um ajudar do jeito que pode.

Para doar R$ 35,00 (trinta e cinco)
1. Seu nome vai estar no livro em forma de agradecimento.
2. Você vai ganhar um exemplar do livro, autografado. Entregue na sua casa e com frete grátis.
E estará contribuindo para que nossos livros cheguem nas bibliotecas comunitárias.

Sobre o projeto:

O Projeto Dobrando Histórias de Lia Figas e Willian Fraga busca despertar a imaginação e a criatividade da criança.
Através da arte de criar histórias dobrando papel, as crianças são atraídas ao mundo da leitura e estimuladas a desenvolver habilidades manuais, possibilitando, assim, um universo maior na sua forma de pensar. Em 2020 o projeto lançou seu primeiro livro: “A menina dos dedos mágicos” Agora em 2021, lança seu segundo livro: “O segredo da figueira”.

Conheça a equipe que participa deste projeto:

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Atenção categoria: mais um descaso do governo Leite (PSDB) com a vida dos educadores(as) está em curso.

Não satisfeito em confiscar o salário de professores(as) e funcionários(as) de escolas, agora Eduardo Leite (PSDB) pretende novamente meter a mão no nosso bolso aumentando a contribuição para o IPE Saúde.

A intenção foi apresentada em reunião do Conselho de Administração do instituto, realizada na última quinta-feira (9). Na ocasião, o presidente Júlio César Viero Ruivo trouxe para o colegiado a proposta do executivo de elevar de 3,1% para 3,6% a contribuição ou implementar a cobrança dos dependentes.

Não aceitaremos política de morte! Há sete anos sem reajuste, educadores (as) estão escolhendo entre comer e pagar as contas. No entanto, seguem contribuindo com o IPE Saúde, buscando o direito a um plano de saúde qualificado, público e solidário.

Mas o governador Eduardo Leite (PSDB) faz questão aprofundar seu pacote de maldades: sucateia o atendimento, fecha agências e escritórios no interior do estado e ainda quer que o usuário pague mais.

Precisamos de uma política pública que ofereça serviço de qualidade para os nossos associados(as) que estão em condições de miserabilidade.

Se as péssimas gestões dos governos Sartori (MDB) e Leite (PSDB) deixaram o instituto com problemas financeiros, reivindicamos AUDITORIA DE CONTAS. Basta de retirar recursos e direitos dos servidores(as)!

Vamos nos mobilizar contra o reajuste do IPE Saúde! Está na hora do Estado se responsabilizar pelo nosso instituto e pela vida dos trabalhadores(as)!

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Nesta sexta-feira (10), a diretoria do CPERS realizou agenda na Secretaria da Educação para detalhar o calendário do processo para a eleição dos diretores e vice-diretores das escolas públicas estaduais.


A comitiva foi recebida pela assessora técnica da Seduc, Itanajara Silva, que está coordenando o cronograma do pleito. 

O CPERS destaca a importância da categoria estar atenta ao calendário e alerta a comunidade escolar para os prazos: todas as escolas devem publicar hoje mesmo nas suas redes sociais, páginas de facebook ou whatsapp, comunicado sobre data da realização das assembleias gerais para definição das comissões eleitorais. 

As assembleias podem ser realizadas até 15/9, data em que deve ser instalada a Comissão Eleitoral: Escola, Regional e Estadual, conforme previsto por lei.   

Cada instituição tem até o dia 18 de outubro para divulgar o edital de eleição, com as regras do pleito, iniciando o período de inscrição das chapas, que será entre 19 de outubro e 2 de novembro.

O pleito ocorrerá simultaneamente em todas as escolas nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro deste ano.

Na ocasião, o CPERS também entregou à Seduc os nomes indicados para compor a Comissão Estadual da eleição. Representarão o sindicato o professor Edson Garcia, no segmento Magistério, e a agente educacional Sônia Solange dos Santos Viana, no segmento Servidores de Escola.  

Portaria 203/2021

A portaria 203/2021, publicada recentemente pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), estabelece os procedimentos e as orientações para a realização do processo de indicação para as funções de diretor e vice-diretor das escolas.

> Confira a íntegra da portaria e o calendário oficial 

Nos próximos dias, o sindicato irá lançar uma cartilha para informar e mobilizar a categoria sobre a Gestão Democrática e a importância das eleições de diretores e vice-diretores que de fato defendam os interesses da comunidade e uma educação pública de qualidade para todas e todos.

> Veja aqui a Lei de Gestão Democrática 

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Lutar por igualdade e justiça hoje é tão atual quanto há 200 anos quando Anita Garibaldi juntou-se à Revolução Farroupilha para defender seus ideais. O paralelo entre os enfrentamentos vividos pelas mulheres ao longo dos tempos é o foco do Projeto Cultural Novas Anitas, apresentado pelo DTG Morro da Tapera em mais uma edição virtual dos Festejos Farroupilhas. A programação – organizada pela Associação dos Servidores da Justiça do Rio Grande do Sul (ASJ) – começa no dia 13 e vai até 17 de setembro pelos canais de YouTube, Facebook e Instagram da entidade.

O ponto alto da programação será a live “Novas Anitas”, que irá reunir no dia 16 de setembro a vice-presidente nacional do PDT e presidente da Ação da Mulher Trabalhista, Miguelina Vecchio, a presidente do CPERS, Helenir Schurer, e a voluntária e alfabetizadora de mulheres adultas Denise Mendes para um bate-papo sobre empoderamento feminino e a atuação da mulher na sociedade gaúcha. “Nosso objetivo com esse projeto é mostrar que a luta está apenas começando e que não são apenas as grandes mártires que escrevem essa história. Estamos aqui para dizer que a história do empoderamento feminino se escreve todo dia. E é feita por mulheres como nós”, afirma a 2ª secretária da ASJ e mediadora do debate, Marisa Comin.

Em celebração ao projeto, foi lançada a cartilha “Novas Anitas”. Baixe aqui o material na íntegra

A Semana Farroupilha da ASJ ainda conta com concurso cultural voltado para crianças e adolescentes que terá como grande prêmio um Notebook. Vence quem acertar mais questões de um quiz on-line sobre Anita Garibaldi. O questionário ficará aberto até o dia 20 de setembro e os resultados serão divulgados pela entidade nos canais de comunicação no dia 22/9. Em eventual empate, o prêmio será sorteado entre os vencedores.

Acompanhe a programação completa:
13/9 – Quiz Anita Garibaldi no Instagram e Facebook da ASJ
14/9, às 15h – Live teatral “Anita uma mulher à frente do seu tempo” no YouTube da ASJ
15/9 – Dicas na dramaturgia e na literatura sobre Anita Garibaldi no Instagram e Facebook da ASJ
16/9, às 19h – Live “As Novas Anitas” no YouTube da ASJ
17/9  –   Vídeo institucional DTG Morro da Tapera

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O CPERS apoia a campanha Setembro Amarelo, que visa conscientizar as pessoas quanto a prevenção ao suicídio, através da valorização da vida.

Em 2003 a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu  o dia 10 de setembro, como o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio.

Os anos de 2020 e 2021 têm sido complexos para a saúde mental e emocional das pessoas no mundo todo. Com base nessa realidade, o IASP – Associação Internacional de Prevenção do Suicídio, sugeriu como tema para o 10 de setembro, a frase “criando esperança por meio da ação”. A frase serviu de inspiração ao CVV, que ao longo dos 30 dias que marcam o Setembro Amarelo, vai promover ações com esse conceito.

No mundo, as notificações apontam para um suicídio a cada 40 segundos. No Brasil, a cada 46 minutos uma pessoa tira a própria vida. São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil, quase 6% da população. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens.

Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e do abuso de substâncias. Com esses números, o suicídio encontra-se entre as três principais causas de morte em indivíduos com idade entre 15 e 29 anos no mundo.

Falar é a Melhor Solução!

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias.

O atendimento é feito pelo número 188, é o primeiro número sem custo de ligação para prevenção do suicídio.

A Origem do Setembro Amarelo

O Setembro Amarelo e todo esse movimento de conscientização contra suicídio começou com a história de Mike Emme, nos Estados Unidos. O jovem era conhecido por sua personalidade carinhosa e habilidade mecânica, tendo como sua marca um Mustang 68 que ele mesmo restaurou e pintou de amarelo.

Porém, em 1994, Mike cometeu suicídio, com apenas 17 anos. Infelizmente nem a família, nem os amigos de Mike, perceberam os sinais de que ele pretendia tirar sua própria vida.

No funeral, os amigos montaram uma cesta de cartões e fitas amarelas com a mensagem: “Se precisar, peça ajuda”. A ação ganhou grandes proporções e expandiu-se pelo país.

Diversos jovens passaram a utilizar cartões amarelos para pedir ajuda a pessoas próximas. A fita amarela foi escolhida como símbolo do programa que incentiva aqueles que têm pensamentos suicidas a buscarem ajuda.

 

Fonte:
Organização Mundial da Saúde(OMS)
Centro de Valorização da Vida (CVV)

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A quinta-feira (9) amanheceu com o som das sinetas do CPERS ecoando no Palácio Piratini. A manifestação reivindicou a abertura da mesa de negociação com o governo para tratar da reposição salarial da categoria. Após a pressão, a audiência ficou agendada para o próximo dia 17.

Representantes da direção central do sindicato foram recebidos pelo Secretário-chefe da Casa Civil Adjunto, Bruno Freitas, que informou que reunião será com representantes do Grupo de Assessoramento Especial (GAE), Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Casa Civil.

“Há mais de um mês estávamos aguardando que o governo marcasse a nossa mesa de negociação. Como não houve esse movimento, hoje viemos aqui exigir essa agenda. A categoria não pode mais esperar. Já são sete anos sem nenhum centavo de reajuste. Nosso salário não cobre os custos com alimentação, contas de gás, luz, medicações”, destacou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

O vice-presidente do sindicato, Alex Saratt, observa que a audiência já havia sido acordada com o governo em reunião realizada anteriormente com a Casa Civil. Porém, como não foi dado prosseguimento, a entidade decidiu pressionar.  “Expressamos a urgência de nos reunirmos com o executivo. Deixamos claro que não se trata de uma reapresentação da nossa reivindicação, mas sim que se faça uma negociação de fato e que o governo apresente índices que contemplem a categoria”, afirmou.

Freitas afirmou que atualmente o governo está construindo a proposta orçamentária do estado. “Esse ano, há uma lei federal que impede qualquer reposição salarial. Mas é um momento de construir o cenário futuro através da lei orçamentária do ano que vem”, observou.

Na audiência, além das consequências do salário congelado, o sindicato apresentará outras questões que agravam a situação dos educadores como o congelamento do auxílio refeição, a redução dos adicionais que integram os salários e a falta de reposição pelos gastos extras impostos durante o trabalho remoto.

 

 

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Nesta quarta-feira (8), dois projetos que tratam do pedido de suspensão do novo Ensino Médio, imposto sem qualquer diálogo com as comunidades escolares, foram protocolados na Câmara dos Deputados.

Trata-se do PL 3079/21, que se refere ao pedido de suspensão de sua implementação, e o PDL 611/21, da interrupção do cronograma definido pelo MEC por meio da Portaria 521/21.

O pedido será tramitado e, caso ambos os documentos sejam aprovados, a implementação do novo Ensino Médio – que seria a partir de 2022 – fica suspensa, de modo que “os entes federados possam regulamentar suas normativas em situação de tranquilidade (superada a pandemia)”.

Diz o PL: “Observa-se que, em todo Brasil, a participação da comunidade escolar foi e tem sido bastante prejudicada. O debate subsequente sobre a oferta e a distribuição dos itinerários formativos deverá ser ainda mais delicado, pois requer assegurar, da forma mais ampla possível, o direito à educação de nossos jovens. O longo período sem atividades presenciais impediu a realização de discussões no interior das escolas, como exige as mudanças profundas previstas na Lei nº 13.415/17. O quadro atual é de desinformação generalizada entre profissionais da educação e estudantes”.

Imposta de maneira autoritária e aos atropelos ainda no governo Temer, a Reforma do Ensino Médio faz parte de um projeto maior que tem o  objetivo de implementar uma perspectiva privatista e de mercado à educação – aprofundando as desigualdades educacionais. 

“Entre os inúmeros prejuízos que a Reforma pode causar à educação pública está a simplificação da formação dos estudantes, incentivo à desprofissionalização e aprofundamento do desprestígio da carreira docente, além do rebaixamento do ensino técnico-profissional”, explica a diretora da Comissão de Educação do CPERS, Rosane Zan.

A professora expõe que é importante impedir que os monopólios de oferta de plataformas, tecnologias e conteúdos prontos tomem o espaço escolar. 

Se a solicitação de suspensão do novo Ensino Médio for aprovada na Câmara, as comunidades escolares terão mais fôlego para discuti-la no chão da escola.

“O pedido de suspensão da implementação da Reforma do Ensino Médio é muito importante porque vai dar mais tempo de debate com os profissionais da educação e estudantes que produzem o fazer pedagógico no chão da escola”, destaca a diretora Rosane.

Vale lembrar que a situação no estado não é diferente. Sem sequer ouvir as comunidades escolares, a segunda versão do Referencial Curricular Gaúcho do Ensino Médio – em análise às pressas no Conselho Estadual de Educação (CEEd) – desrespeita a gestão democrática e a autonomia das escolas.

A desmobilização das comunidades escolares por conta da Covid-19 foi providencial para que o governo Leite (PSDB) acelerasse a implantação de políticas que, em outro contexto, exigiram debates amplos e tomadas de decisão em vários níveis, sobretudo nas escolas.

“É inaceitável que em meio a uma aguda crise sanitária não se dê mais tempo de liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento e o saber”, conclui Rosane.

Leia também:

> Referencial Curricular Gaúcho do Ensino Médio fere autonomia escolar e ameaça qualidade da educação

 

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