No Dia do Servidor Público, 28 de outubro (quinta-feira) às 17h, o CPERS junto à Frente dos Servidores Públicos (FSP) realiza Ato Público, em frente ao Palácio do Piratini.

Todos(as) professores(as) e funcionários(as) de escola dos 42 núcleos do Sindicato estão convidados para participar da atividade em defesa dos serviços públicos e contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC32) – Reforma Administrativa encaminhada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pelo ministro da economia, Paulo Guedes.

Se aprovada, a proposta será devastadora para o funcionalismo público e para a população que depende dos serviços essenciais, como educação e saúde.

“No Dia do Servidor Público, vamos às ruas defender aqueles que têm menores condições financeiras para acessar a saúde, a educação e aos serviços básicos e lutar contra os ataques aos serviços públicos de Bolsonaro e Leite. Dia 28, às 17h todos(as) em frente ao Piratini”, conclama a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Representantes da Direção Central, junto aos demais servidores, estão na terceira semana de pressão aos deputados  para barrar a PEC 32 que pode ser votada a qualquer momento.

Educador(a): para participar da mobilização em Porto Alegre basta contatar o seu núcleo!

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Em época de eleição todo político promete educação, saúde, emprego e segurança pública. Agora, depois de eleitos, os deputados aliados de Bolsonaro querem passar a proposta de Reforma Administrativa, que significa a destruição destes serviços. Eles são engraxados por R$18 bilhões de “emendas parlamentares” do orçamento secreto do governo federal. O único jeito deles ‘‘mudarem de ideia’’ é a pressão popular.

A direção do CPERS está mobilizada, do Rio Grande do Sul ao Distrito Federal, para barrar a PEC 32! Na manhã desta terça-feira, (26), comitivas do Sindicato estavam presentes nos aeroportos de Porto Alegre e Brasília, para recepcionar os parlamentares e dizer: quem votar contra os serviços públicos não volta.

“Atualmente, o governo federal busca aprovar o seu projeto de Reforma Administrativa, a PEC 32/2020.  O Ministro da Economia, Paulo Guedes, joga todas as suas forças em uma proposta que não reduz a despesa pública e não diminui impostos, mas tira a estabilidade do servidor e abre caminho para privatizações e apadrinhamento político em cargos públicos. Não aceitaremos este retrocesso que atinge a população que mais precisa”, avalia a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Na próxima quarta-feira (27), acontecerá Ato na Câmara dos Deputados em alusão ao Dia do Servidor  e contra a PEC 32. Em Porto Alegre, a manifestação está marcada para o dia 28 às 17h.

CONHEÇA 10 RAZÕES PARA AGIR CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA (PEC 32)

1. O FIM DO SUS
No lugar de um sistema de saúde universal que salva vidas, o governo quer implantar vale-saúde­ e planos de quinta categoria, deixando o povo na mão.

2. PRIVILÉGIOS DA ALTA CÚPULA DO ESTADO MANTIDOS
A maioria dos servidores tem salário médio de R$ 2,8 mil e são os mais atingidos. Estão de fora juízes, parlamentares e militares.

3. ­­PIORA NO ATENDIMENTO À POPULAÇÃO
O Brasil tem poucos servidores públicos em relação à sua população: são 5,6% enquanto a média­ dos países ricos incluindo EUA, França e Alemanha é de 10%.

4. FIM DA ESCOLA PÚBLICA
Além de educar as crianças, a Escola Pública tem uma rede de proteção­ alimentar, parte fundamental da política de assistência social.

5. AUMENTO DO DESEMPREGO
O investimento em assistência social e serviços públicos gera renda e empregos no setor privado. Sem isso, o desemprego aumenta.

6. ACABA COM A VACINAÇÃO PÚBLICA E GRATUITA
As vacinas contra a Covid-19 só existem porque a Fiocruz e o Instituto Butantan são órgãos do Estado. E porque o SUS é público e está presente em todo o país.

7. FIM DOS CONCURSOS, VOLTA DO APADRINHAMENTO
O concurso público é o que garante a contratação e trabalhadores sem nenhum tipo de influência política, filosófica, ou religiosa. Sem isso é a volta dos ‘’trens da alegria’’.

8. AUMENTO DA DESIGUALDADE SOCIAL
Menos serviço público é mais injustiça porque são os mais pobres que mais necessitam.

9. FACILITA A CORRUPÇÃO E AS MAMATAS
Pois acaba com a estabilidade dos servidores públicos, que ficam submissos aos desmandos de governos de plantão.

10. MAIS DESMATAMENTO, SÊCAS, QUEIMADAS, MATANÇAS DOS ANIMAIS
O governo quer desmantelar órgãos ambientais que protegem a agricultura e a vida como o IBAMA e o ICMBIO

Para ter serviços públicos gratuitos e de qualidade junte-se nesta luta! Acesse o site Na Pressão e contate os deputados federais do Rio Grande do Sul!

#PEC32NÃO

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O CPERS Sindicato vem por meio deste exigir atitudes concretas da Prefeitura Municipal e manifestação oficial do prefeito Sebastião Melo, quanto aos atos violentos e antidemocráticos ocorridos na tarde da última quarta-feira (20), durante a votação do veto ao Passaporte Vacinal no município de Porto Alegre.

Na ocasião, o grupo de manifestantes antivacina cometeu graves crimes dentro do Plenário Otávio Rocha:

1- Ostentação de cartaz com apologia ao Nazismo;

2- Agressões físicas a vereadores(as) e assessorias;

3- Discurso fundamentando o racismo estrutural, chamando uma vereadora de empregada doméstica e outra vereadora de “lixo”. As duas parlamentares são mulheres negras, configurando crime de racismo.

Recentemente, durante a vigília do Sindicato na Praça da Matriz, educadores haviam sido interpelados com agressividade por integrantes do mesmo Movimento.

É inaceitável que após 606 mil vidas perdidas para a Covid-19 no Brasil, a obrigação do passaporte vacinal ainda seja pauta de discussão. E da mesma gravidade, em um país que enfrenta uma realidade de extrema violência com a população negra, que se presencie episódios de racismo explícito no legislativo municipal.

A Câmara de Vereadores(as) e a Prefeitura não podem tolerar a apologia ao ódio. O Legislativo deve fornecer todas as gravações que permitam à Polícia e ao Ministério Público a identificação dos criminosos para os devidos processos de responsabilidade penal.

Atos violentos, racistas e fascistas devem ser combatidos firmemente, evitando qualquer forma de cumplicidade. Reivindicamos que sejam tomadas as devidas providências, no sentido de punir os agressores.

Vacina salva vidas! Racismo é crime!

 

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Na semana em que se celebra o Dia do Servidor Público, conversaremos sobre as lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores(as) públicos e os constantes ataques dos atuais governos a essa categoria.
A mediação será da presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.
Convidados(as):
– Heleno Araújo, presidente da CNTE;
– Marcelo Carlini, diretor do Sintrajufe;
– Anelise Manganelli, economista do Dieese.
Acompanhe ao vivo em nossas redes e participe!
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O CPERS presta total solidariedade aos vereadores e vereadoras da Câmara Municipal de Porto Alegre, que no último dia 20 sofreram ataques violentos por um grupo de manifestantes antivacina.

Após invadirem o plenário da Casa, durante sessão que votaria o veto do prefeito Sebastião Melo (MDB) ao passaporte vacinal, obrigatório no Estado;  uma sucessão de ofensas discriminatórias, machistas e racistas foram deferidas contra os parlamentares, especialmente aos que compõem a bancada negra. Além das ofensas verbais, houve violência física e grande tumulto.

É inadmissível que atitudes como esta ocorram e passem impunemente. É preciso denunciar e desmascarar os agressores, além de exigir as devidas punições. É urgente tornarmos a luta antirracista uma tarefa cotidiana de todos.

Racismo, discriminação e apologia ao nazismo são apenas alguns dos crimes nos quais o grupo de manifestantes pode ser enquadrado.

Repudiamos os atos de extrema violência realizados na Câmara Municipal e prestamos nosso apoio a cada um dos vereadores e vereadoras que sofreram as agressões.

A Mesa Diretora da Câmara de Vereadores(as) não pode tolerar a apologia ao ódio. O Legislativo deve fornecer todas as gravações que permitam à Polícia e ao Ministério Público a identificação dos criminosos para os devidos processos de responsabilidade penal.

Seguiremos nos somando à luta pelo respeito à democracia, por uma sociedade mais justa e igualitária e por vacina para todos e todas.

 

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O Comando “Fora Bolsonaro – Impeachment já!” repudia as práticas criminosas que ocorreram no parlamento municipal e exige providências legais para a punição dos(as) agressores(as) e medidas para que não se repitam situações que atacam às instituições do Estado, vereadores(as) e o Estado Democrático de direito.

Negacionistas, incitados(as) e convocados por vereadores(as) da base do Prefeito, vieram a Câmara Municipal de Porto Alegre no dia 20/10/2021 protestar pela manutenção do veto ao passaporte vacinal. Mas transformaram o direito democrático de protesto numa sucessão de crimes: violência física, racismo e apologia ao nazismo.

O prefeito, que já tentou distribuir kit covid para a população, antes da vigência do decreto estadual que exige o passaporte da vacina para ingressar em locais de grande circulação, vetou a exigência da comprovação de vacinação para ingresso em locais de grande circulação. E mesmo com um decreto em vigor para todo o RS, o prefeito manteve o tensionamento de votar o veto, como se Porto Alegre fosse uma ilha e não tivesse que cumprir o que vale para o resto do Estado.

O prefeito Sebastião Melo vai cumprir o decreto do passaporte vacinal ? A cidade de Porto Alegre quer saber se o seu governante defende ou não a vida da sua população.

Durante o debate sobre o veto do prefeito Melo, manifestantes verberaram o ódio dos que negam a vacina e minimizam as mais de 600 mil mortes por Covid-19 no Brasil – que deixaram mais de 110 mil crianças e adolescentes órfãos -; que defendem o Kit Covid e a imunidade de rebanho.

Esse grupo cometeu graves crimes dentro do Plenário Otávio Rocha:
1- Ostentação de cartaz com apologia ao Nazismo;
2- Agressões físicas a vereadores(as) e assessorias;
3- Discurso fundamentado o racismo estrutural chamando uma vereadora de empregada doméstica e a outra vereadora de lixo. As duas parlamentares são mulheres negras, configurando crime de racismo.

As falas revelam o racismo e o preconceito e discriminação com a classe das trabalhadoras domésticas, que durante toda a pandemia não deixaram de trabalhar e garantir a prestação de serviços em milhares de lares gaúchos.

É inadmissível que a Câmara de Vereadores(as) autorize a apologia ao ódio. As práticas criminosas cometidas pelo grupo bolsonarista que invadiu o Legislativo Municipal são inaceitáveis. Vereadores que tenham estimulado ou apoiado tais práticas precisam responder perante a Comissão de Ética.

O Legislativo deve fornecer todas as gravações que permitam à Polícia e ao Ministério Público a identificação dos criminosos para os devidos processos de responsabilidade penal.

Fora Bolsonaro impeachment já!
Fascistas, racistas, machistas não passarão!

Porto Alegre, 22/10/2021

Assinam as entidades, Centrais Sindicais, partidos e movimentos sociais que compõe este comando
Afronte
ASERGHC
ASSUFRGS
CTB/RS
CUT/RS
Centro Acadêmico de Políticas Públicas (CAPP)
Coletivo Alicerce
Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro
Coletivo Juntos
Coletivo Outros Outubros Virão
Coluna Vermelha do Inter
CONAM
CPERS Sindicato
CSP Conlutas
DCE UFRGS
Elo Nacional de Mulheres da Rede Sustentabilidade
Executiva Nacional do PDT
Fórum Sindical e Popular
Frente Brasil Popular RS
Frente Nacional de Mulheres na Política
Frente Povo Sem Medo
Grêmio Antifascista
Grupo Desobedeça LGBTI
Intersindical Central da Classe Trabalhadora
Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora
Kizomba
Levante Popular da Juventude
Liderança da Bancada do PDT na Assembleia Legislativa
MMM/RS
Movimento Luta de Classes (MLC)
Movimento de luta nós bairros, vilas e favelas – MLB
Movimento de Mulheres Olga Benário
MNLM
Movimento Fé e Política RS
MPA
MST/RS
MTST
OCUPE – Juventude Socialista
Parada Livre de Porto Alegre
Parada de Luta LGBTI de Porto Alegre
PCB
PCdoB/RS
PDT/POA
PSOL/RS
PT/RS
PT/POA
REDE Sustentabilidade POA
Resistência/PSOL
SindiCaixa
Sindisaude-RS
SindisprevRS
SindSepe/RS
Sintergs
Somos – Comunicação, Saúde e Sexualidade
Subverta RS – PSOL
UBES
UBM
UCB
UEE/RS
UJS
UNE/RS
UNEGRO
Unidade Popular pelo Socialismo
UPS (Unidade Popular e Sindical)/RS

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Em mais uma prova do total desconhecimento da realidade das escolas estaduais e do autoritarismo do governo Leite (PSDB), o Conselho Estadual de Educação (CEEd) – composto em sua maioria por representantes do Estado – aprovou, na última quarta-feira (20), o parecer que institui o Referencial Curricular Gaúcho para o Ensino Médio (RCGEM).

Com a aprovação, a partir de 2022, o RCGEM passará a nortear a etapa final da educação básica e suas modalidades nas instituições dos Sistemas Estadual e Municipais de Ensino do RS.

Elaborado sem o envolvimento da comunidade escolar e repleto de elementos que aceleram a mercantilização do ensino e facilitam a entrada de agentes privados nas instituições públicas, o projeto ainda suprime componentes clássicos dos currículos.

A pandemia aprofundou problemas que há anos assolam o ensino público no Brasil. Criar mais uma ruptura pedagógica através do RCGEM, sobrecarregando educadores(as) e direções, é desumano e insensível.

Qualquer currículo que não seja debatido no chão da escola, que desrespeite a gestão democrática e a autonomia dos educadores(as) para desenvolver seus projetos pedagógicos coloca em risco a perspectiva de uma educação universal, laica, de qualidade e socialmente referenciada.

O CPERS segue na resistência contra a forma abrupta de implantação do RCGEM, através do PDL 611/21 da Deputada Rosa Neide (PT-MT), que pede a suspensão da implementação do novo Ensino Médio em todo o Brasil.

O descompasso na regulamentação curricular não é bom para a organização da etapa final da educação básica, sobretudo porque interfere no acesso dos estudantes no ensino superior, podendo prejudicar o desempenho de muitos jovens no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM e nos vestibulares.

O Sindicato é contra à implementação deste projeto, reivindicando o adiamento da implementação do novo Ensino Médio – que seria a partir de 2022 – para que os entes federados possam regulamentar suas normativas em situação de tranquilidade (superada a pandemia), propiciando aos sistemas de ensino mais tempo para se planejar.

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O CPERS participou, nesta quinta-feira (21), da audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa sobre o reajuste do salário mínimo regional do Rio Grande do Sul. A entidade expôs seu repúdio aos irrisórios 2,73% de aumento proposto pelo governo, após dois anos sem reajuste.

Hoje, o valor do piso regional é de R$ 1.237,15. Se o texto do Executivo for aprovado, o salário, em sua primeira faixa, passará de R$ 1.237,15 para R$ 1.270,92 – uma diferença de apenas R$ 33,77.

O sindicato defende o índice de 10,3% colocado pelas centrais sindicais e que, conforme o Dieese, corresponde à variação do INPC em 2019 e 2020.

Antes da audiência ter início, assim como fazem todas as semanas desde julho, representantes do CPERS, estavam na Praça da Matriz reivindicando o justo aumento de 47,82% para a categoria, que está há sete anos está sem aumento. No mesmo momento, as centrais protestavam pelo reajuste de 10,3% para o mínimo regional.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou, durante a audiência, que para os funcionários de escola que recebem o salário base (R$ 620,72) terem aumento real em seus salários, é necessário que o governo conceda 10,73% de reajuste. “Mesmo que o governador conceda os 47,82%, os nossos funcionários de escola ainda estariam recebendo abaixo do salário mínimo e do piso regional”, explicou.

Ela também lamentou o alinhamento das políticas do governo Leite com Bolsonaro. “O objetivo deles é o mesmo, enriquecer cada vez mais os quem têm muito e empobrecer ainda mais os trabalhadores.”

Helenir destacou ainda a união com as centrais sindicais para denunciar os parlamentares que se colocarem contra os trabalhadores. “Vamos fazer a pressão em cima dos deputados e alertar: quem não votar a favor dos 10.3% não volta. Vamos visitá-los em suas bases e cobrar.”

Indignidade: 2,73%

Presidente da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo, o deputado Zé Nunes (PT), conduziu a organização do debate. Em sua fala de abertura relatou que a reunião realizada entre as centrais sindicais e as entidades empresariais, nessa quarta-feira (20), não obteve os resultados esperados. “É lamentável o que vemos no Rio Grande do Sul. Negam aos trabalhadores a condição mínima de ter o reajuste da inflação e isso diante de todos os desafios e dificuldades de uma pandemia”, ponderou.

O proponente da audiência, deputado Fernando Mainardi (PT), classificou como uma indignidade o percentual de aumento proposto pelo governador. “A ideia de terminar com o piso regional nos dá a entender que um dia poderemos ter o fim do salário mínimo. Somente este ano a inflação já foi superior aos 10% e a cesta básica cresceu mais de 30%. E o governador propõe apenas 2,73%. Está fazendo o mesmo que faz com os educadores, que estão a sete anos sem reajuste”, frisou.

Mainardi deve apresentar parecer com uma emenda para tentar garantir o reajuste de 10,3%.

Exemplo do Paraná

Suélen Glinski Rodrigues dos Santos, chefe do Departamento Estadual do Trabalho e de Estímulo a Geração de Renda do Paraná (DET-SEJUF) e presidente do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER-SEJUF) falou sobre a criação, em 2011, do piso salarial estadual do estado.

Segundo ela, foi construído um grupo de Trabalho Tripartite para a valorização do Piso Salarial para facilitar as negociações. Por meio de um acordo ente os trabalhadores e o governo, o piso mínimo regional do Paraná foi reajustado para os anos de 2014 e 2015. Também foi aprovada a previsão para os anos seguintes, até 2020.

“Desde 2017, a data base do nosso piso salarial vendo sendo reajustado pelo mesmo percentual aplicado para o reajuste pelo salário mínimo nacional. Hoje, devido a pandemia, consideramos o valor do salário mínimo nacional acrescido de 0,55% . Basicamente damos 6% de aumento”, explicou.

“É uma política importante de emprego e renda, que foi construída ao longo dos anos. Sempre nos preocupamos em, além de dar a reposição da inflação, conceder o aumento real, que também impacta na economia e nas negociações da data base”, enfatizou.

10.3% é o mínimo

Ricardo Franzoi, diretor técnico do Dieese, observou que o governo tem utilizado as mesmas falsas justificativas que as entidades empresariais usaram na época da implantação do piso regional no Estado, em 2001.

Segundo ele, os argumentos do governo para propor o reajuste de 2,73% são os de que não querem destruir a economia e nem diminuir a competitividade do Estado, além de afirmarem que a majoração excessiva do piso causaria aumento do desemprego e da informalidade. “Esses argumentos não condizem com a realidade, pois a taxa de desemprego caiu, a informalidade diminuiu e a inflação não subiu mais de 4 ou 5%.

Franzoi também ressaltou que é inadmissível o Executivo falar em equilíbrio fiscal quando aprova a reforma administrativa e as privatizações, que são demandas das entidades empresariais, e concede apenas 2,73% para os trabalhadores. “Há também as renúncias fiscais, que somam mais de R$ 20 bilhões por ano”, acrescentou.

Pressão aos deputados

“Esse percentual é miserável. Conceder os 10.3% é o mínimo. Precisamos criar uma política permanente para o piso regional. Esta é uma necessidade que se impõe, pois o trabalhador é essencial e insubstituível”, observou Nelson Wild, da Fetag.

Para Antônio Güntzel, da CUT, o justo aumento do piso regional é um desafio que deve ser enfrentado de maneira unitária. “Esse modelo de gestão, financiado por boa parte dos empresários, significa a concentração de renda para eles e a pobreza para nós. Basta ver a quantidade de pessoas morando nas ruas. Precisamos fazer pressão aos deputados.”

Guimar Vidor, presidente da CTB, pontuou que o salário mínimo regional é destinado exatamente aos trabalhadores que não têm acordos seletivos e sentenças normativas, por exemplo. Ou seja, aos que menos ganham e mais precisam. “O governo teve a capacidade de apresentar 2,73%, após dois anos sem reajuste. Essa proposta é imoral porque tira a comida da mesa do trabalhador. Ano que vem vai ter eleição e nós vamos marcar na paleta esses deputados que falam uma coisa e fazem outra”, conclamou.

“De 40% a 60% dos trabalhadores dependem do mínimo regional. Sempre dissemos: saúde não quebra, não desemprega. Reconhecer o mínimo regional é atender grande parte dos trabalhadores da saúde que atendem em setores como a higienização, a alimentação e a segurança, que não pararam nessa pandemia”, ressaltou Júlio Cesar Jesien, presidente do Sindisaúde.

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O CPERS Sindicato torna público o seu repúdio ao fato ocorrido na tarde desta quarta-feira (20), durante a votação do veto do prefeito Melo ao Passaporte Vacinal na cidade.

Um grupo contrário ao passaporte vacinal interrompeu a sessão da Câmara Municipal de Porto Alegre, causando confusão generalizada e praticando atos de violência. Entre os participantes, indivíduos carregavam referências ao nazismo e dirigiram palavras agressivas e racistas contra a bancada negra.

É inaceitável que após 604 mil vidas perdidas para a Covid-19 no Brasil, a obrigação do passaporte vacinal ainda seja pauta de discussão. E da mesma gravidade, em um país que enfrenta uma realidade de extrema violência com a população negra, que se presencie episódios de racismo explícito no legislativo municipal.

Recentemente, durante vigília do Sindicato, educadores haviam sido interpelados com agressividade por integrantes do mesmo movimento.

Atos violentos, racistas e fascistas como os de hoje devem ser combatidos firmemente, evitando qualquer forma de cumplicidade. Infelizmente ainda temos representantes políticos que insistem em corroborar com atitudes desprezíveis como esta.

Vacina salva vidas! Racismo é crime! Exigimos que sejam tomadas as devidas providências, no sentido de punir os agressores, que podem ser identificados pelas imagens publicadas na imprensa e câmeras de segurança internas do prédio.

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O CPERS segue mobilizado, nas ruas e nas redes, em defesa dos serviços públicos, dos servidores(as) e direitos da população.

A direção do Sindicato está em Brasília para mais uma semana de pressão nos deputados(as) a favor da PEC 32 ou que ainda não declaram voto.

Você também pode ajudar na pressão mandando mensagens aos(às) deputados(as) gaúchos(as) para que digam NÃO à PEC da destruição e da privatização.

Clique nos links e deixe o recado: #VotouPEC32NãoVolta!

ALCEU MOREIRA (MDB)

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MÁRCIO BIOLCHI (MDB)

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MARCEL VAN HATTEM (Novo)

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GIOVANI CHERINI (PL)

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LUCAS REDECKER (PSDB)

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MARCELO BRUM (PSL)

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CARLOS GOMES (REPUBLICANOS)

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GIOVANI FELTES (MDB)

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OSMAR TERRA (MDB)

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MARLON SANTOS (PDT)

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AFONSO HAMM (PP)

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COVATTI FILHO (PP)

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JERÔNIMO GOERGEN (PP)

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PEDRO WESTPHALEN (PP)

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LIZIANE BAYER (PSB)

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PAULO VICENTE CALEFFI (PSD)

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DANIEL TRZECIAK (PSDB)

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AFONSO MOTTA (PDT)

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POMPEO DE MATTOS (PDT)

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HEITOR SCHUCH (PSB)

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FERNANDA MELCHIONNA (PSOL)

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BOHN GASS (PT)

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HENRIQUE FONTANA (PT)

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MARCON (PT)

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MARIA DO ROSÁRIO (PT)

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PAULO PIMENTA (PT)

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