Na manhã desta terça-feira (7), a direção do CPERS esteve na Assembleia Legislativa reivindicando aos deputados um destaque na emenda 210, do sindicato, que prevê a reposição salarial de 47,82% no salário de professores e funcionários de escola, ativos e inativos na LOA 2022, que pode ser votada ainda hoje.

“Mais do que nunca precisamos pressionar os deputados para que nos apoiem. Aqueles que defendem a educação pública estarão conosco e irão pedir destaque para que a nossa proposta de reposição salarial dos educadores(as) seja reavaliada”, afirma a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.

A emenda foi protocolada no projeto de lei do orçamento de 2022, mas foi rejeitada pelo relator do projeto na Comissão de Finanças.

LOA prevê menor investimento em educação

Segundo análise do DIEESE, na LOA de 2022 o Executivo estima um crescimento de 6,9% na arrecadação e maior receita em comparação a 2021, no entanto, o investimento em educação diminui 0,3% da sua fatia no orçamento e a previsão de gastos com pessoal também cai 3,3%. Para os altos salários do TJ, MP e Assembleia Legislativa, o governo do Estado prevê dotação de aumento.

Pressione os deputados(as) gaúchos(as) para que apreciem em destaque a emenda 210, do CPERS, à LOA 2022 e para que apoiem eventual requerimento em defesa da reposição salarial dos educadores(as) gaúchos(as).

Clique nos links e deixe o recado: quem apoia a educação, apoia a emenda por #ReposiçãoJá!

⏭️ MDB

▶️ Beto Fantinel – beto.fantinel@al.rs.gov.br
▶️ Carlos Búrigo – https://bit.ly/31cT104
▶️ Clair Kuhn – https://bit.ly/318DMFH
▶️ Gabriel Souza – https://bit.ly/3cZidcZ
▶️ Gilberto Capoani – gilbertocapoani@al.rs.gov.br
▶️ Patrícia Alba – https://bit.ly/32BVX6V
▶️ Tiago Simon – https://bit.ly/3G1dwvP
▶️ Vilmar Zanchin – zanchin@al.rs.gov.br

⏭️ PP

▶️ Adolfo Brito – ajbrito@al.rs.gov.br
▶️ Ernani Polo – https://bit.ly/3pgwpEm
▶️ Frederico Antunes – https://bit.ly/32BWUMx
▶️ Issur Koch – https://bit.ly/3I5ty9w
▶️ Marcus Vinícius – marcus.vinicius@al.rs.gov.br
▶️ Sérgio Turra – https://bit.ly/3E68hKy

⏭️ PSL

▶️ Capitão Macedo – https://bit.ly/3llgaV9
▶️ Ruy Irigaray – https://bit.ly/3pd9MjQ
▶️ Tenente Coronel Zucco – https://bit.ly/3pcMH0K
▶️ Vilmar Lourenço – https://bit.ly/3D1Col5

⏭️ PSDB

▶️ Faisal Karam – faisal.karam@al.rs.gov.br
▶️ Mateus Wesp – https://bit.ly/3li29Yo
▶️ Pedro Pereira – gab.pedropereira@al.rs.gov.br
▶️ Zilá Breitenbach – https://bit.ly/31aXYGq

⏭️ PSB

▶️ Dalciso Oliveira – https://bit.ly/3d1BD0I
▶️ Elton Weber – https://bit.ly/32ygLw8
▶️ Franciane Bayer – https://bit.ly/3CXy724

⏭️ PTB

▶️ Aloísio Classmann – deputadoclassmann@gmail.com
▶️ Dirceu Franciscon – https://bit.ly/3xwRbTC
▶️ Elizandro Sabino – elizandrosabino@gmail.com
▶️ Kelly Moraes – kelly.moraes@al.rs.gov.br
▶️ Luís Augusto Lara – luisaugusto.lara@al.rs.gov.br

⏭️ Novo

▶️ Fábio Ostermann – https://bit.ly/3FXCgF7
▶️ Giuseppe Riesgo – https://bit.ly/3cZKIr1

⏭️ PL

▶️ Airton Lima – airton.lima@al.rs.gov.br
▶️ Paparico Bacchi – https://bit.ly/3o2YAan

⏭️ DEM

▶️ Dr. Thiago Duarte – dr.thiago@al.rs.gov.br
▶️ Eric Lins – https://bit.ly/3FWdKnY

⏭️ Republicanos

▶️ Fran Somensi – https://bit.ly/3o2lnCW
▶️ Sergio Peres – https://bit.ly/3I0P7bn

⏭️ PSD

▶️ Gaúcho da Geral – https://bit.ly/3D3jNFa

⏭️ SOLIDARIEDADE

▶️ Neri o Carteiro – https://bit.ly/3I0vb8B

⏭️ PV

▶️ Rodrigo Maroni – rodrigo.maroni@al.rs.gov.br

⏭️ CIDADANIA

▶️ Any Ortiz – https://bit.ly/3p8JO0T

⏭️ PDT

▶️ Eduardo Loureiro – eduardo.loureiro@al.rs.gov.br
▶️ Gerson Burmann – gerson.burmann@al.rs.gov.br
▶️ Juliana Brizola – mandato@julianabrizola.com.br
▶️ Luiz Marenco – luiz.marenco@al.rs.gov.br

⏭️ PSOL

▶️ Luciana Genro – https://bit.ly/3o3QFtj

⏭️ PT

▶️ Edegar Pretto – https://bit.ly/3cXCNdR
▶️ Fernando Marroni – https://bit.ly/2ZxfFzA
▶️ Jeferson Fernandes – https://bit.ly/32y3d3I
▶️ Luiz Fernando Mainardi – https://bit.ly/31ctB2l
▶️ Pepe Vargas – https://bit.ly/3xAWzp5
▶️ Sofia Cavedon – https://bit.ly/3lijVuH
▶️ Valdeci Oliveira – https://bit.ly/3D1KkCL
▶️ Zé Nunes – https://bit.ly/2ZCSHHw

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Na manhã desta sexta-feira (3), ocorreu a Audiência Pública “A retomada das obras do Instituto de Educação – Projeto da Comunidade Escolar X Projeto do Governo Estadual”. O evento, promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Tecnologia da Assembleia Legislativa, aconteceu às 9h30, no Teatro Dante Barone.

O encontro tratou sobre a situação do Instituto de Educação General Flores da Cunha (IE) que está desde 2018 com as suas obras de recuperação e restauro paradas.  Atualmente, os 1.200 estudantes estão sendo atendidos em quatro unidades.

Proponente da iniciativa, a deputada Sofia Cavedon fez um breve resgate de tudo que a escola vem enfrentando desde o início do restauro, ressaltando a o descaso do governo Eduardo Leite (PSDB) com a instituição. “Isso é um descaso, desrespeito profundo com o IE, com a educação pública estadual e com toda comunidade escolar”, afirmou Sofia.

O vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, destacou o apoio do Sindicato na luta com a escola para retomar aquilo que é seu.

“A retomada das obras é urgente, são cinco anos já de espera, não são 5 dias, ou 5 meses. Governador Eduardo Leite, demorou! Se não for agora, teremos que usar outros meios. O IE tem uma história que está enraizada na sua comunidade escolar, e temos que deixar claro para o governador que ainda existe gestão democrática e autonomia nas escolas para decidir o seu futuro. Vocês não estão sozinhos nessa luta. O IE fica”, destacou Alex.

Alex também relatou as denúncias da Caravana do CPERS que percorreu todo Rio Grande do Sul de 11 a 26 de novembro e visitou 60 municípios e 186 escolas. “Ontem em uma coletiva de imprensa apresentamos um contundente dossiê sobre as condições de abandono que se encontram as nossas escolas estaduais”, frisou.

O IE é nosso!

A equipe diretiva da escola, professores, estudantes, mães e representantes da comunidades escolar falaram na audiência e expuseram a indignação e repulsa pelo governo do estado, que além de parar as obras da instituição por falta de pagamento para a empresa responsável, ainda anunciou um projeto para construir um museu privado, nos moldes do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro, e de um centro tecnológico de formação de professores(as) dentro da escola.

Alessandra Lemes da Rosa, diretora da instituição fez um longo apanhando do restauro da escola ressaltando a grande luta que travam para voltarem ao prédio do IE, com o projeto original da escola que foi feito pedagogicamente juntamente com a comunidade escolar.

 

“Esse ano completamos cinco anos fora da nossa instituição, ano esse que a escola completa 152 anos. Esperamos que possamos voltar em breve, pois esse projeto de restauro foi pensado para atender uma escola. Nós queremos nosso prédio de volta e continuaremos lutando para isso”, afirmou Alessandra.

A vice-diretora, Heloiza Rabeno destacou que a proposta do governo de colocar um museu dentro de uma escola, mostra que ele não conhece o chão da escola pública e não sabe como é a sua realidade.

“Eduardo Leite nunca nos perguntou nada, nunca consultou a comunidade escolar”, destacou a vice-diretora.

Heloiza também entregou a deputada Sofia o abaixo-assinado com 10 mil assinaturas. O documento proposto pelo Movimento em Defesa do IE exige do governo a garantia da continuidade do restauro e o retorno da comunidade escolar para o prédio histórico do Instituto.

A professora e mãe de aluno, Adriana Farina Marcon destacou que a luta pelas reformas do IE acontece desde 2011, mas que o movimento ganhou mais força este ano quando o governador anunciou os novos rumos que pretende para este patrimônio da educação?

“Não tem condições de funcionar um museu e um centro de treinamento dentro da escola. Como vai ficar a atenção para as nossas crianças? Eu gostaria muito que o governador repensasse em todo esse descaso com as escolas públicas estaduais e retomasse as obras do IE imediatamente”, concluiu.

“Quero colocar aqui a nossa indignação, como pais, mães membros da comunidade escolar. Queremos a retomada da escola em sua integralidade. Queremos um retorno já. Não pode faltar ninguém dentro da nossa escola”, apontou Luciana Assis Brasil, presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM).

“A secretária desconhecia que tinha uma comunidade escolar dentro da escola. E continua nos tratando do mesmo jeito, como se ali não existisse ninguém. Nós estamos perdendo nossos estudantes que estão tendo aula em salas minúsculas e espaços insalubres. Tem que valorizar os professores e a escola pública no presente. Se pedimos o restauro é porque o teto da escola estava desabando na cabeça dos nossos estudantes”, desabafou Ceniriani Vargas da Silva, presidente do Conselho Escolar.

Os alunos Marina Alburquerque e Fredericco Restori destacaram todo carinho pela instituição e ressaltaram o descaso do governo.

“Não precisamos de museu, precisamos da obra concluída e do nosso prédio localizado na Av. Osvaldo Aranha. Podemos ter a infraestrutura que a escola precisa, basta que façam o projeto que foi feito junto com a comunidade escolar”, observou Marina.

“O governador não tem nenhum cuidado com a nossa escola, com a educação pública, para ele o que importa é o lucro. Eu lembro da Helenir falando em uma reunião do suicídio de diversos professores pela falta da valorização. O abandono do nosso prédio representa o abandono da educação pública. O IE existe, nós estamos aqui, e se precisar nós ocupamos esse espaço, que é nosso”, ressaltou Fredericco.

“Estou aqui pela minha filha, netos, bisnetos e pelos filhos daqueles que vão precisar da escola pública. Todos precisamos de educação. O prédio na Osvaldo Aranha é um lindo prédio que o governador descobriu, mas ele já é nosso, estudantes, pais, mães, educadores, ex-alunos e alunos, da comunidades escolar. Eu clamo ao Sr.  governador que venha para o lado da educação”, afirmou Tatiana Gomes, ex-aluna do curso do magistério e mãe da estudante Laura Gomes.

“Quando entrei naquele prédio mal sabia que se tornaria a minha segunda casa e minha família”, destacou a estudante Laura muito emocionada.

Maria da Graça Ghiggi, integrante da Comissão do Restauro do Instituto e mãe de ex-alunos destacou que o projeto do governador irá roubar boa parte da escola.

“O projeto retira muito espaço de escola, de salas de aula. Nós não queremos a escola do futuro, nós queremos a escola do agora. O projeto do governo não prevê uma escola integral. Esse projeto que o governo quer é marketing”, concluiu.

O que diz a Seduc

O diretor-geral da Seduc, Guilherme Daltrozzo Corte e o engenheiro civil da Secretaria de Obras do Estado, Ricardo Todeschini, afirmaram durante a audiência que as obras serão retomadas ainda na primeira quinzena de janeiro, dia 15.

“Acredito que na primeira semana estamos todos mobilizados para a retomada das obras”, concluiu Guilherme.

Ao final da reunião, a comunidade escolar reivindicou representação na discussão sobre o projeto que o  Executivo gaúcho quer implementar no Instituto de Educação.

Uma comitiva do Movimento em Defesa do IE, juntamente com a deputada Sofia Cavedon e a direção do CPERS Sindicato,  foram ao Palácio Piratini entregar o abaixo-assinado na Casa Civil, mas infelizmente não foram recebidos.

Um dos encaminhamentos da audiência pública foi um encontro com a secretária de educação, Raquel Teixeira e o Movimento em Defesa do IE.

 

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Durante três semanas, entre os dias 11 e 26 de novembro, o CPERS esteve na estrada com a Caravana da Educação, que apurou as condições materiais e humanas das escolas estaduais e mobilizou a categoria para a luta por respeito e valorização. Na manhã desta quinta-feira (2), os dados foram apresentados em Coletiva de Imprensa, realizada na sede do sindicato.

Foram 60 municípios e 186 escolas visitadas, totalizando 17.800 quilômetros percorridos. A iniciativa, que encerrou na última sexta-feira (26), evidenciou o abandono da rede estadual de ensino e dos trabalhadores(as) em educação.

Desmascarando o discurso do governador Eduardo Leite (PSDB), o Sindicato constatou o óbvio: a educação não é prioridade para a atual gestão do Executivo gaúcho.

Atualmente, o percentual aplicado em manutenção e desenvolvimento de ensino não passa de 27%, se retirados os aposentados(as), como fazem os outros estados, não chega a 16%, quando a Constituição prevê 35%.

Os dirigentes do CPERS fizeram o que em três anos o governo do Estado nega-se a fazer: ir ao chão da escola e conhecer a realidade de cada instituição e região, dialogando com a comunidade escolar e com a sociedade e documentando o projeto em curso de destruição da educação pública.

A Caravana evidencia em imagens e depoimentos o que os educadores(as) já conhecem: falta o básico em inúmeras escolas estaduais gaúchas. Aulas na penumbra, teto prestes a desabar, risco de curto-circuito, muros desabando, mofo, infiltrações e insegurança.

Neste cenário de negligência, estão educadores(as) deixados na miséria devido aos sete anos sem reajuste salarial e à retirada de direitos como o adicional de local de exercício, descontos dos dias recuperados da greve e do vale-transporte.

Para o último ano do governo, o Executivo anuncia investimentos que se mostram insuficientes e também não abrangem a valorização salarial dos profissionais. A falta de recursos humanos também é um problema grave e uma consequência do desmonte dos serviços públicos implementado nas últimas gestões estaduais.

“Após ter toda a pandemia para promover melhorias e resolver problemas, o governo anunciou tardiamente investimentos em 56 “escolas modelos”, enquanto somente em um universo de 186 escolas visitadas pela nossa caravana, constatamos problemas graves de estrutura ou recursos humanos em 58 instituições”, expõe a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

A presidente lembra, que segundo o censo escolar de 2020, o Rio Grande do Sul conta com 2.410 escolas da rede pública estadual.

“Se fossemos visitar todas as escolas, com certeza encontraríamos o mesmo cenário de abandono. Entre o sucateamento das instituições e o corte de direitos e arrocho salarial dos educadores, quem perde com este projeto de desmonte são as famílias gaúchas, os contribuintes que têm direito de acessar um serviço público de qualidade”, declara.

Números #CaravanaCPERS

  • 9 Regiões funcionais do RS
  • 800 km percorridos
  • 60 cidades
  • 186 escolas visitadas
  • 58 das escolas visitadas com problemas graves estruturais ou de RH
  • 21 escolas com falta de educadores(as)
  • 12 escolas com problemas de infiltração
  • 13 escolas com problemas na rede elétrica
  • 5 escolas sem luz
  • 1 escola sem água
  • 8 escolas com prédios ou pavilhões interditados
  • 7 escolas com muro desmoronando ou já desabado
  • 6 escolas com telhado quebrado com ameaça de desabar
  • 8 escolas com salas de aulas interditadas
  • 7 anos sem reposição salarial

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Em audiência pública da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado, realizada na manhã desta quinta-feira (2), representantes de diversas categorias do funcionalismo voltaram a reclamar de atrasos na concessão de aposentadorias. O encontro, que ocorreu em ambiente virtual, foi proposto pela deputada Sofia Cavedon (PT).

Segundo o 2º vice-presidente do Cpers-Sindicato, Edson Garcia, as mudanças no sistema previdenciário gaúcho geraram um grande número de pedidos de aposentadoria em 2020, e o IPE/Prev acabou atrasando a análise dos processos em mais de um ano. “Houve casos de colegas, que morreram esperando pelo benefício a que tinham direito”, revelou.
O vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul, Rogério Viana, se somou às queixas. Segundo ele, a aposentadoria “leva tempo para sair e, quando o trabalhador recebe, os valores estão defasados”. Ele criticou a política do governo Leite para o funcionalismo e acusou o Executivo de “produzir superávit em cima de direitos dos servidores”.
O diretor-presidente do IPE/Prev,  José Guilherme Kliemann, reconheceu que ocorreram atrasos, devido ao grande número de pedidos decorrentes da reforma previdenciária. Segundo Kliemann, o IPE tem a meta de analisar as solicitações e publicar as concessões no máximo em 60 dias. Para isso, está contratando emergencialmente 25 servidores e pretende realizar concurso público para 72 cargos na primeira quinzena de fevereiro de 2022.
Edson Garcia, que também é conselheiro do instituto, afirmou que os benefícios ainda continuam demorando para entrar em vigência. Outro problema apontado pelo líder sindical é que alguns servidores encaminham pedido para aposentadoria de 40 horas e só recebem para 20h. “Os vencimentos relativos ao outro período só vêm seis ou sete meses depois, gerando uma redução drástica de salário”, apontou.
A gerente de Benefícios do IPE, Cínara Regina Francisco, trouxe alguns pontos relacionados ao formulário, considerado confuso. Ela admitiu que não há como informar a opção legal mais favorável ao beneficiário, pois para isso o sistema teria que realizar simulações, o que ainda não está sendo feito. Segundo ela, o IPE deverá buscar uma solução para o problema no próximo período.
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O governo Leite retirou direitos, confiscou o salário dos aposentados e não concede a reposição da inflação. Tudo isso resulta na DIMINUIÇÃO do salário, enquanto a sobrecarga de trabalho só aumenta! O resultado? O adoecimento físico e mental dos educadores(as) gaúchos.

Chega de crueldade com os trabalhadores(as)! Queremos valorização, respeito e salário digno.

Leia o depoimento da professora Chirlene Oliveira

“Gente, já fez 3 anos, e ainda teremos mais um ano sob o domínio cruel do governo PSDB – Eduardo Leite! Quem aqui, não está atormentado e doente?

São tantas as atrocidades cometidas aos profissionais da educação que nem tenho como listá-las!
Tenho medo de verificar meu contracheque, descontos misteriosos, recebendo por 20h desde que aposentei em Julho/21. Governo das maldades com alvo certo, é arbitrário e ditatorial…

Resolvi combater o medo e abri minha folha no portal. Resultado…

Gastrite avançou tanto que fui parar no HPS, mal conseguia andar tamanha a dor no estômago! As dívidas batendo à porta e nada sobra para saldar alguma coisa! Entrei às 22h e saí às 7h da manhã ( duas doses de analgésicos e morfina na veia). Fiz tomografia e exame de sangue, o médico constatou gastrite aguda de cunho emocional. Fiquei me perguntando quando em 30 anos de profissão isso havia acontecido? Me veio a resposta: apenas durante esses três anos de inferno e de lutas contra o que está posto por nosso algoz!

Jamais voto em alguém que não me representa, e assim, no segundo turno anulei meu voto, pois pensava que tudo daria errado nas duas opções que tínhamos no segundo cenário eleitoral para 2019, e eu não me sentiria culpada por qualquer desses atos cruéis que eu sabia, aconteceriam! Mas a maioria da categoria num ranço inexplicável contra partidos que sempre nos defenderam, votaram em massa no PSDB sob o álibi de que não teria escolha!

Penso que qualquer cidadão alienado, sem noção de projeto político de governança, podia escolher tanto o MDB quanto o PSDB, mas servidor público que vive na carne as consequências, estes, jamais!!

Agora está aí a nossa colheita feita pela péssima escolha na urna!

Sinceramente, acho que essa revolta é a única coisa que aumenta cada vez mais, quisera eu trocar tudo isso pelo aumento de salário digno e valorização dos profissionais da educação!

Mas se os próprios profissionais não se valorizam na hora do voto, o jeito é correr e pedir morfina no HPS ( ao menos fui isenta de qualquer pagamento) porque se eu tivesse que pagar pelo atendimento e medicação, acho que não estaria em condições físicas o suficiente para estar desabafando aqui!

Ano que vem teremos encontro com a urna novamente…” 

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Nesta sexta-feira (3), ocorre a Audiência Pública “A retomada das obras do Instituto de Educação – Projeto da Comunidade Escolar X Projeto do Governo Estadual”. O encontro, promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Tecnologia da Assembleia Legislativa, acontece às 9h30, no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa.

O evento também será transmitido ao vivo pelo canal do Youtube da Assembleia Legislativa. O CPERS também fará a retransmissão na fanpage no Facebook.

O Movimento em Defesa do IE, organizado por educadores(as), pais, mães, responsáveis, amigos e entidades apoiadoras do Instituto, produziu uma carta explicando o porquê da audiência e a importância de todos participarem da atividade.

Leia o documento na íntegra:

O porquê da audiência pública 

Em 2012, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) contratou uma empresa mediante processo licitatório para execução do projeto de restauro do Instituto de Educação General Flores da Cunha – IE em que recursos públicos foram investidos. Paralelamente, juntaram-se à esta equipe, profissionais da Secretaria de Obras e Habitação – SOP, da Seduc e da comunidade escolar para a construção e aprovação desse projeto.

O projeto contratado contemplou a qualificação integral da instituição como escola e, acima de tudo, pública. Em 2014, a Seduc aprovou o projeto de restauração do IE e encaminhou a licitação para a execução da obra.

Entretanto, o governo lançou uma nova proposta para o prédio da Osvaldo Aranha, desrespeitando o tombamento do prédio pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) justificado pelo seu conjunto histórico-arquitetônico e de referencial urbano da cidade, além da importância de preservar o bem cultural que o Instituto de Educação representa.

O governador Eduardo Leite, numa atitude unilateral, sinaliza seu desapreço pela educação, pela história da escola, pela sociedade porto-alegrense e gaúcha e pelos profissionais e técnicos envolvidos nesse processo de restauro.

Apesar de toda a articulação da comissão do restauro, do Círculo de Pais e Mestres (CPM) e do Conselho Escolar (CE) e de tentativas frustradas para dialogar com os responsáveis por esse redirecionamento do projeto original da obra de restauro do IE, foi criado um movimento em defesa da instituição com representantes e defensores da educação: UFRGS/FACED, CPERS, ex-alunas, CUT, deputados, vereadores, entre outros apoiadores, a fim de fortalecer e defender o espaço do prédio de uma escola pública.

Assim, a Comissão da Educação e o Movimento em Defesa do IE conclamam toda a comunidade escolar e local a participar da audiência pública, nesta sexta-feira, 03/12, às 9h30, no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, em que convidados discorrerão sobre a retomada das obras do Instituto e qual projeto promoverá o retorno da comunidade escolar para sua sede original.

A audiência pública tem o objetivo de dar voz para a sociedade e fazer a interlocução com o governo, tendo a Assembleia Legislativa como mediador. Da audiência pública são tiradas propostas e compromissos que são encaminhados ao governo pela comissão promotora.

Portanto, a presença e a participação de todos que acreditam na educação é fundamental para a defesa do retorno dessa escola à sua sede original, ocupando o seu espaço integral, garantindo as condições para uma escola pública de referência.

Movimento em Defesa do Instituto de Educação

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O CPERS manifesta sua contrariedade e indignação pela aprovação do projeto de lei da prefeitura de Porto Alegre que reduz as isenções das tarifas de ônibus na capital. Com isso, os professores, que até então pagavam meia passagem no município, passam a custear o valor integral.

A proposição do prefeito Sebastião Melo (MDB) atinge fortemente os educadores, que já enfrentam severas dificuldades para sobreviver devido aos sete anos sem reposição salarial e todos os ataques do governo Eduardo Leite (PSDB). Somente da rede estadual, são 6.082 professores que poderão perder este benefício.

Melo, inclusive, apoiou, como deputado estadual e segue agora como prefeito, as políticas do governador que atacam a educação.

Fora o aumento da cesta básica, da energia elétrica e do gás, inúmeros professores viram seus salários minguar ainda mais com a retirada do local de exercício (antigo Difícil Acesso). Agora, sem a meia passagem, como farão para subsidiar o valor total, sendo que muitos precisam de duas conduções para chegar à escola?

O prefeito e os 24 vereadores que votaram a favor da proposta demonstram desconhecer e ignorar propositalmente a realidade dos educadores gaúchos. E ampliam ainda mais as adversidades diárias enfrentadas pela categoria.

Através de decisões lamentáveis como a retirada da meia passagem, Melo valida o desmonte da educação pública, orquestrado por Leite. Os gestores estão alinhados na implementação de um projeto de Estado Mínimo, que governa em benefício do lucro dos grandes empresários.

A retirada da meia passagem para educadores(as) é vergonhosa e violenta. Seguiremos lutando para denunciar e combater a destruição dos serviços públicos e a retirada de direitos da população que mais necessita.

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Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro ocorre simultaneamente a votação de diretores nas escolas estaduais do Rio Grande do Sul.

O CPERS destaca a importância da participação dos professores(as), funcionários(as) de escola, estudantes, pais, mães e toda comunidade escolar nesse processo democrático para fazer valer na prática o que já conquistamos como um direito: a gestão democrática das escolas.

A gestão democrática foi um direito conquistado através de muita luta e que passou a valer a partir de 1995, com a Lei Estadual n.º 10.576/95, fruto de muita mobilização. A conquista e aprovação da Lei não garante, no entanto, a efetivação da Gestão Democrática. Desde então, segue uma luta para que esta se torne uma prática interiorizada nas escolas.

Baixe aqui a Cartilha da Escola Democrática.

A importância das eleições de diretores nas escolas

É fundamental conhecer propostas, avaliar o passado e as projeções e, ao final, definir os representantes que tenham compromisso com a comunidade escolar e com a educação pública de qualidade e laica para todos e todas.

“É muito importante que as comunidades escolares constituídas de pais, mães, responsáveis, alunos, professores(as), funcionários(as) não deixem de escolher quem será a sua direção, que estará à frente da sua linha de atuação. Não podemos permitir que o governo faça essa escolha e esse encaminhamento, ainda mais nesse momento de tantas perdas que estamos vivendo”, destaca o 2º vice-presidente e membro da Comissão Estadual de Eleição de Diretores, Edson Garcia.

É imprescindível que estejamos a frente dos processos para poder defender aquilo que a gente mais preza que é escola pública com uma educação laica, de qualidade, emancipadora que realmente dê possibilidades de todas e todos sonharem com um futuro.

Participe! Mobilize sua comunidade! E vamos juntos construir um futuro melhor para todos!

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Durante três semanas, o CPERS esteve na estrada com a Caravana por #ReposiçãoJá. Foram mais de 50 cidades e centenas de escolas visitadas. A iniciativa, que encerrou nesta sexta-feira (26), evidenciou o abandono das escolas e a extrema desvalorização da categoria.

Desmascarando o discurso de Eduardo Leite (PSDB) – que é muito distante da realidade -, o Sindicato constatou o óbvio: a educação não é e, pelo jeito, nunca será prioridade para o governador.

Os dirigentes do CPERS fizeram o que o Executivo nega-se a fazer: ir ao chão da escola e conhecer a realidade de cada instituição e região.

“Nos dividimos em oito equipes e abrangemos os 42 núcleos do sindicato. Conversamos com a categoria sobre a questão salarial e os desafios que temos pela frente, preparando uma reação forte para o desmando que, infelizmente, o governo ainda tem em relação aos nossos salários e também à manutenção das escolas”, asseverou Helenir.

Muito mais do que cinco: centenas de escolas aguardam por obras e melhorias

A Caravana também denunciou a fragilidade estrutural da maioria das escolas visitadas; escancarou o verdadeiro retrato do abandono.

Nesta sexta-feira (26), a Caravana visitou as regiões de Cachoeira do Sul (4º núcleo), Carazinho (37º núcleo), Cerro Largo (36º núcleo), Osório (13º núcleo), Porto Alegre (38º e 39º núcleos), Pelotas (24º núcleo) e Santo Ângelo (9º núcleo).

Santo Ângelo

Junto com o diretor Leonardo Preto Echevarria, a presidente Helenir esteve em escolas de Santo Ângelo, onde encontrou diversos problemas. O pedido de permuta do prédio do Colégio Estadual das Missões pelo da EE Tiradentes foi uma das situações verificadas.

“Há um movimento para retirar a comunidade de sua escola e cedê-la para outra. Queremos dizer para o governador: não mexa na escola Missões, pois é uma instituição bem estruturada, com as condições necessárias para desenvolver uma educação de qualidade e que a comunidade de Santo Ângelo merece”, ressaltou Helenir.

Na ETE Entre-Ijuís, os dirigentes conversaram com a supervisora Taciana Gubert Müller, que relatou o perigo que a fiação elétrica da escola representa. “Precisamos da reforma na rede elétrica em nosso primeiro prédio que tem 57 anos. Tem climatizadores que não podem ser ligados porque a fiação é antiga e há perigo de curto circuito.”

A instituição também necessita de funcionário(a) e bibliotecário(a).

Terra de Areia

Mais de 20 arrombamentos, salas de aula interditadas e fiação elétrica danificada. Esta foi a situação encontrada pelos diretores Alda Souza e Cássio Ritter na EEEB Professora Erica Marques.

Há mais de três anos, a escola está com obras inacabadas que se deterioram com o tempo. O CPERS já denunciou a situação da instituição há meses, mas nada mudou.

Um salão de festas foi alugado próximo da instituição para acomodar estudantes e educadores(as).

Parte da escola – incluindo refeitório, sala de professores(as) e de aula – funciona no local e outra, no prédio em obras, com esgoto no pátio que gera odor forte.

As obras, que deveriam iniciar em dezembro, ainda estão paradas graças à extensa burocracia do governo. Ainda falta assinatura de contrato com a empresa.

“A gente se revolta muito, porque fazemos de tudo por essa escola e por esses alunos. É muito triste ver o que está acontecendo aqui. Temos 68 anos de história e estamos nessa situação”, lamentou a diretora Vivian Vieira.

“Gostaríamos muito que o senhor governador viesse conhecer a escola para ver a nossa realidade. Muitas pessoas precisam dessa escola para ter um futuro digno”, completou.

“É de muita importância a nossa Caravana, pois a gente pode constatar in loco o descaso do governo com a educação”, salientou a diretora Alda.

Cássio ressaltou o descaso do governo com todo o contexto da escola. “A diretora e os educadores se viram para trabalhar em dois prédios que ficam bem longe um do outro. Não há condições mínimas. Isso é inadmissível. E o governador ainda quer ser presidente. Basta de descaso!”, observou Cássio.

Porto Alegre

A ETE Irmão Pedro está com as duas quadras de esporte interditadas. Com fissuras no chão, o espaço coloca em risco os estudantes, que estão sem aula de Educação Física desde o retorno das aulas presenciais.

A resposta da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) é de que a escola deve usar a verba permanente para a manutenção.

“Eu não posso utilizar esta verba para a obra da quadra. Vou levar o oficio e as fotos da quadra na Seduc e deixar bem claro que vou invadir a rubrica. Talvez assim façam alguma coisa. Desse jeito a quadra não pode ficar”, afirma o diretor Cristian Rascme.

Também falta monitor, supervisor e funcionário de limpeza na instituição.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, salientou a incoerência do Executivo ao selecionar apenas algumas das mais de 2 mil instituições estaduais para reformar. “Enquanto o governo promete melhorias em 56 escolas, com um projeto imaginário, se esquece que temos mais de 2.400 escolas no estado e muitas precisam urgentemente de reparos.”

Cerro Largo

EEEM Coronel Antonio Fioravante, EEEB Eugênio Frantz e IEE São Francisco Xavier receberam a visita das diretoras Suzana Lauermann e Glaci Weber.

Suzana avalia que a caravana cumpriu seu papel. “Visitamos muitas escolas e conversamos com os colegas. O sentimento de revolta na categoria é muito forte, mas também temos a consciência de que precisamos nos organizar para enfrentar os governos no próximo ano”, frisou.

 Pelotas

A diretora Carla Cassais esteve em escolas da região de Pelotas junto com o diretor do 24º Núcleo, Mauro Rogério Amaral.

Foram visitadas as escolas EEEF Parque do Obelisco, Colégio Estadual Félix da Cunha, EEEB Osmar da Rocha Grafulha (CIEP) e EEEF Parque do Obelisco, Instituto Estadual de Educação Assis Brasil.

A EEEF Parque do Obelisco convive há mais de três anos com ausência do muro da escola. “O muro caiu há anos, o governo está ciente e nada faz”, ressalta Carla.

Outra instituição que está com sérios problemas de estrutura é o CE Félix da Cunha. “É um prédio histórico, uma casa antiga que está muito deteriorada. Há pelo menos dois anos, espera providências do governo”, lamenta a diretora.

Carazinho

Na região de Carazinho, a Caravana do CPERS visitou oito escolas em dois municípios da região.

As diretoras Rosane Zan e Vera Lessês foram acompanhadas pela diretora do 37° Núcleo, Adelia Menezes dos Santos, secretária Marines da Rocha, representante de aposentados, Ana Martins de Ávila, e diretora Jocelene Trentini Rebeschini.

O grupo visitou as escolas IEE Carazinho, EEEM Cônego J. Batista Sorg, EEEF Manuel Arruda Câmara, EEEF Carlinda de Britto, a Escola Indígena Kame Mre Kanhkre e a EEEB Érico Verissimo, em Carazinho; e o CE Blau Nunes e a EEEF 19 de Novembro, em Santa Bárbara do Sul.

Apenas um professor da escola indígena Kame Mre Kanhkre atende a 14 alunos da 1ª a 5ª série, de forma multisseriada.

A escola aguarda recursos para a finalização de uma obra e no momento não possui janelas ou portas, iluminação e móveis para a instalação da biblioteca. A construção do prédio, localizado na entrada da propriedade, é cercada de casas de madeira improvisadas.

Cachoeira do Sul

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, e a diretora Juçara Borges estiveram conferindo a situação das escolas EEEM Érico Veríssimo e EEEF Francisco Manoel, em Restinga Seca, e a EEEM Afonso Pena, em Paraíso do Sul. Além disso,  dialogaram com a categoria sobre a urgente valorização dos educadores(as), acompanhados das diretoras do 4º núcleo, Dina Marilú Machado Almeida e Cristiane Skolaude Correa.

“A caravana evidenciou que a frase que nós temos repetido “a educação não pode mais esperar” nunca fez tanto sentido. Não podemos admitir alunos estudando sem luz, salas de aulas interditadas por falta de estrutura, sobrecarga de trabalho dos educadores e sete anos sem reposição salarial, sem nenhuma resolução por parte do governo”, ressaltou Alex.

 

 

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