Em greve desde o ultimo dia sete de março, as professoras e professores da rede municipal de ensino de Recife, representados pelo Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife – SIMPERE, decidiram que somente a luta e a mobilização da categoria garantirão o pagamento do reajuste do seu piso salarial. Previsto e indicado em lei federal, o reajuste do piso nacional do magistério público ficou estabelecido em 33,23% para o ano de 2022.

O prefeito de Recife João Campos (PSB) chegou a se negar a conversar com o sindicato e os(as) trabalhadores(as) para negociar, recuando só depois de a Justiça ter declarado que a greve é, sim, legal. Os(as) professores(as) da capital pernambucana só exigem o devido cumprimento da lei e se o prefeito realmente valoriza a educação, o seu governo não pode se furtar a fazer o pagamento do piso.

A proposta apresentada pelo governo municipal comandado pelo prefeito João Campos não contemplou sequer um terço do valor legalmente devido aos/às profissionais do magistério do município. Como dizer em campanha ou em atos públicos que é favorável à valorização profissional dos(as) professores(as) se o prefeito se nega a pagar a eles/as o que lhes é devido?

O piso salarial é direito dos(as) trabalhadores(as) do magistério do Recife e disso não vamos abrir mão. O prejuízo a mais de 95 mil estudantes de 325 escolas e creches da cidade será cobrado a quem de direito. Pague o piso, prefeito João Campos! A educação conta com sua sensibilidade para pôr fim a uma greve que, já vitoriosa, conseguiu parar mais de 90% da categoria. Valorizar a educação é remunerar bem os(as) seus(uas) profissionais!

Brasília, 14 de março de 2022
Direção Executiva da CNTE

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Os atendimentos presenciais e as perícias médicas do IPE Saúde serão retomados a partir desta segunda-feira (14), em Porto Alegre, mas somente com horário agendado. O agendamento está disponível para todos os serviços, que também continuarão sendo prestados de forma online, via Atendimento Digital. É de responsabilidade do usuário conferir os documentos necessários para a prestação do atendimento conforme o serviço desejado. O agendamento pode ser feito a partir deste link.

As perícias médicas também serão retomadas na modalidade presencial, igualmente com agendamento – neste caso, é preciso agendar clicando aqui. É importante destacar que o resultado da perícia médica presencial deve ser consultado 24 horas após o atendimento, no site do IPE Saúde, no Menu Mais Serviços ao Segurado – Consulta Situação de Perícia Médica, ou diretamente neste link.

O atendimento presencial será prestado de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, na sede da Capital, que fica na Av. Borges de Medeiros, 1945. Contudo, em função da reforma para a modernização do edifício, o acesso ao prédio deve ocorrer pela Rua Dr. Vicente de Paula Dutra (nos fundos do edifício).

No interior do estado, o atendimento presencial acontece através do Programa Facilitadores, que prevê parcerias com as prefeituras. Para verificar horários e locais, clique aqui.

Dependentes estudantes

Usuários que são dependentes estudantes devem fazer a sua renovação semestral online, diretamente no site – o prazo para a renovação no primeiro semestre encerra no dia 31de março. Para os que já estão na condição de dependente estudante, o link da renovação é este. Quem vai aderir pela primeira vez à nova modalidade, deve clicar aqui.

Informações IPE Saúde 

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Após quatro anos, a família da vereadora Marielle Franco e a do motorista Anderson Gomes estão à espera de respostas sobre a motivação e os mandantes do assassinato ocorrido no dia 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro.

A contagem de tempo está no site do Instituto Marielle Franco e também nas redes sociais de pessoas públicas, como a jornalista Eliane Brum e a cartunista Laerte, com o intuito de não deixar que o caso seja esquecido pela Justiça do Rio de Janeiro.

Em 12 de março de 2019 ocorreu a prisão do sargento reformado da Polícia Ronnie Lessa e do ex-PM Élcio Vieira de Queiroz. A denúncia contra eles foi aceita pelo Tribunal de Justiça do Rio naquele mês. Ronnie Lessa foi apontado como o autor dos disparos e Élcio como o condutor do veículo.

O TJ negou o recurso pedido pela defesa dos acusados em fevereiro do ano passado e, com isso, os dois serão submetidos a júri popular. A data ainda não foi definida. Eles negam participação no crime.

Quem mandou matar Marielle? 

Ainda não se sabe por que e quem mandou matar Marielle. A força-tarefa do Ministério Público tenta desvendar quem foi o mandante do crime. Em agosto do ano passado, investigações deram conta de uma ligação de Ronnie Lessa com o ex-vereador do Rio, Cristiano Girão.

O parlamentar foi preso preventivamente em 2021, sob a acusação de ter participado com Lessa de um duplo homicídio — supostamente de um miliciano rival e da esposa — praticado em 2014 na zona oeste do Rio. O MP na ocasião pontuou que a prisão não tinha relação com o caso Marielle e Anderson.

Queremos Justiça!

“Mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré”, como se apresentava, Marielle foi eleita a quinta vereadora mais votada da cidade em 2016. Reconhecida pela luta em defesa dos direitos humanos, das mulheres, da população negra, LGBT e das favelas, Marielle também se identificava com pautas ligadas à cidade.

O assassinato da parlamentar em exercício colocou seu nome e, agora, legado, em projeção nacional e internacional. “Marielle Presente” e “Não seremos silenciadas” ecoou pelas ruas de todo o Brasil e continuará até que o caso tenha realmente um final.

O CPERS, através do Departamento de Gênero e Diversidade, exige uma investigação rigorosa para que o assassinato da vereadora não seja mais um caso impune, sem resposta.  Marielle não será mais um número na violência contra a mulher.

Seguiremos na luta até que todas as mulheres sejam livres!

Marielle estará sempre viva no coração dos que lutam!

Marielle Franco, presente!

Foto: Bernardo Guerreiro/Veja

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Desde o último dia nove, os(as) educadores(as) da educação básica de Minas Gerais estão em greve. Com os salários congelados há cinco anos, a categoria decidiu cruzar os braços para exigir a justa reposição salarial.

O índice de reajuste pela inflação já chega a 56,62%. O governador Romeu Zema (Novo) apresentou a proposta de apenas 10,06%.

Neste ano, o Piso Salarial Profissional Nacional foi reajustado em 33,24%, chegando ao valor de R$ 3.845,63. Atualmente, o vencimento básico de um professor(a) em Minas Gerais é de R$ 1.982,54.

Pressionado, Zema judicializou a greve. A justiça determinou que os(as) servidores(as) suspendam a greve, além de obrigar o retorno imediato ao trabalho sob pena de multa diária no valor de R$ 100 mil ao SindUTE/MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais), sem determinar audiência de mediação.

Em nota, o sindicato já afirmou que recorrerá da decisão, solicitando, entre outras questões, que seja determinada audiência entre o governo do estado e o sindicato.

O CPERS solidariza-se a justa luta dos(as) educadores(as) mineiros. A valorização profissional é, mais do que nunca, urgente e necessária.

O sindicato também expõe seu repúdio a atitude do governador, que ao invés de priorizar o diálogo com a categoria, recorreu à justiça para penalizar ainda mais os educadores(as).

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Filhos e enteados de segurados com idade entre 18 e 24 anos incompletos podem ser dependentes do IPE Saúde, mas precisam realizar a renovação semestral para garantir a manutenção do benefício. Para isso, é necessário que sejam solteiros e sem união estável. O benefício estende-se para o tutelado e o menor sob guarda, nas mesmas condições, desde que comprovada dependência econômica do segurado.

Pré-requisitos:

Para ser enquadrado como dependente estudante, o beneficiário deve estar:

1) Enquadrado nos seguintes graus de dependência:

  • Filho(a) estudante – de 18 a 24 anos
  • Enteado(a) estudante – de 18 a 24 anos
  • Ex-tutelado(a) estudante – de 18 a 24 anos
  • Ex-menor sob guarda – de 18 a 24 anos

2) Ser solteiro, sem união estável

3) Matriculado em ensino regular, sendo aceitos os seguintes cursos:

  • Ensino fundamental
  • Ensino médio, inclusive EJA e médio-técnico
  • Ensino superior, presencial ou EAD, em instituição no Brasil ou no exterior
  • Pós-médio técnico, com 600 horas/aula ou mais, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEED)
  • Pós-graduação ou extensão, presencial ou EAD

Observação:

Não são aceitos comprovantes de matrícula em cursos preparatórios, como pré-vestibular, nem em cursos profissionalizantes.

Forma de solicitação:

Clique aqui para preenchimento de formulário e envio de documentos digitalizados diretamente no site do IPE Saúde.

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Mais uma semana de luta concluída com a #CaravanaDaVerdade percorrendo 100 escolas em regiões de oito núcleos do CPERS. Nesta sexta (11), o Sindicato desembarcou em Três Passos (27º) e Passo Fundo (7º), encerrando a agenda de mobilizações da terceira semana para denunciar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB).

Percorrendo escolas e rádios, representantes da Direção Central e dos núcleos escancaram a verdade que o governo tenta mascarar: instituições de ensino na escuridão total ou com sérios problemas elétricos e de estrutura; educadores(as) na miséria e exaustos.



Em visita à EEEM Lucille Fragoso Albuquerque, de Passo Fundo (7º), selecionada para ser escola padrão no programa Avançar na Educação, do governo Leite, educadores(as) e alunos(as) sofrem com sérios problemas elétricos.

Desde maio de 2019, os 370 alunos(as) da instituição tiveram que ser transferidos para um antigo prédio do Senai, que estava desativado. O local adaptado, que fica a 1Km da sede da escola, está muito longe de uma estrutura adequada de ensino. Pior: é praticamente um depósito.

Para complicar ainda mais a situação, a EEEM Lucille Fragoso Albuquerque também foi alvo de vândalos e não há dinheiro para os reparos.

A direção da escola está constantemente em contato com a 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Mas não obtém sequer uma resposta concreta de quando as obras serão retomadas e nem quando receberá os investimentos do programa de Leite – que, ao invés de resolver os reais problemas das escolas, não passa de promessas vazias e marketing para se promover politicamente.



“Esta semana, a Seduc nos disse que vai verificar onde o projeto parou. É extremamente triste ver que a promessa de nos tornarmos uma escola padrão ficou parada. Essa situação é inadmissível”, desabafou a diretora da escola, Solange Aparecida Rocha Martins.



Já na EEEF Maurício Sirotsky Sobrinho, de Passo Fundo, além não ter sede própria e as aulas funcionarem em prédio alugado há 30 anos, também sofre com a falta de funcionários(as): dois professores(as) de matemática e um coordenador pedagógico.

Mobilização em todos os cantos do RS

Por onde a #CaravanaDaVerdade passa, fica claro para os gaúchos(as)  o descaso de Eduardo Leite (PSDB) com os educadores(as) e a educação, com o falso reajuste de 32%, exclusão de funcionários(as) e aposentados(as) sem paridade na valorização salarial, imposição do novo Ensino Médio, entre outros ataques.

“A sociedade tem cada vez mais certeza da incompetência do Eduardo Leite. É mais uma semana de escolas com problemas estruturais e educadores cada vez mais desgastados. Esse é um ano eleitoral e é a nossa oportunidade de resistir e acabar com o projeto desse governo que quer destruir com a educação pública”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

“Concluímos mais uma semana de Caravana com o sentimento de dever cumprido, percebendo que a categoria denuncia as maldades do governo e a política salarial excludente, que mantém a categoria na miséria e com políticas pedagógicas que precarizam a educação e aumentam o desemprego, como o novo Ensino Médio, que só serve aos interesses da iniciativa privada”, destacou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt.

Para a secretária-geral, Suzana Lauermann, a Caravana está mobilizando os educadores(as) em todos os cantos do Rio Grande do Sul para resistir à política cruel de Eduardo Leite (PSDB).

“Estamos levando a contradição do governo para a categoria, o que está fazendo com que os educadores se dêem conta da estratégia do governo de nos dividir e nos separar. Professores e funcionários, da ativa e aposentados, estão se sentindo fortificados para lutar contra a política mentirosa Leite”

1º de abril: dia de Eduardo Leite, o mentiroso

Após cumprir a agenda de mobilizações em todos os 42 núcleos do CPERS com a #CaravanaDaVerdade, no dia 1º de abril, Dia da Mentira, o Sindicato fará uma grande Assembleia Geral coroando Leite como o maior mentiroso que a história do RS já viu.

“Vamos fazer uma grande homenagem ao governador Eduardo Leite. O dia 1º de abril, será o dia de Eduardo Leite, o mentiroso. Nossa Assembleia Geral vai coroar Leite como o maior mentiroso e inimigo da educação no RS”, afirmou a diretora Vera Lessês.

Na próxima semana, a #CaravanaDaVerdade passa por cidades que abrangem os núcleos de São Gabriel, Bagé, Rio Grande, Pelotas, Erechim, Lagoa Vermelha, Vacaria, Guaporé, Estrela, Bento Gonçalves e Caxias do Sul. Clique aqui para conferir o roteiro completo e acompanhe as nossas redes para mais informações!

Escolas visitadas nesta sexta (11):

>> Região de Três Passos (27°)

Escola Técnica Celeiro (ETEC), Bom Progresso
– EEEM Rocha Pombo, Crissiumal
– EEEM Ponche Verde, Crissiumal
– IEE Maria Cristina (CIEP), Humaitá
– EEEM Águia de Haia, Três Passos
– EEEM Sepé Tiaraju, Tenente Portela
– EEEM João Leopoldo Vogt, Barra do Guarita
– EEEM Érico Veríssimo, Vista Gaúcha
– EEEB Professora Cleia Salete Dalberto,Tenente Portela
– EEEM São Francisco de Sales, Campo Novo
– EEEM Santo Augusto, Santo Augusto
– EEEF Francisco Andrighetto, Santo Augusto
– Escola Ciep

>> Escolas de Passo Fundo (7°)

-EEEF Jerônimo Coelho, Passo Fundo
-EEEM Lucille Fragoso Albuquerque, Passo Fundo
-EEEM General Prestes Guimarães, Passo Fundo
-EEEF Coronel Gervásio Lucas Annes, Passo Fundo
-EEEM Professora Eulina Braga, Passo Fundo
-EEEB Monteiro Lobato, Passo Fundo
-CE Gomercindo dos Reis, Passo Fundo
-EEEF Maurício Sirotsky Sobrinho, Passo Fundo
-EEEM Maria Dolores Freitas Barros, Passo Fundo
-EEEM Mário Quintana, Passo Fundo
-EEEF Wolmar Antônio Salton, Passo Fundo
-EEEF Anna Willig, Passo Fundo
– EEEF Irmã Maria Margarida, Passo Fundo

 

   


     

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Com sérios problemas elétricos há três anos, a EEEM Lucille Fragoso Albuquerque, de Passo Fundo, é mais um retrato do abandono e desrespeito de Eduardo Leite (PSDB) com a educação pública gaúcha.

A #CaravanaDaVerdade visitou, nesta sexta (11), a escola e constatou de perto a incompetência do governo em resolver problemas básicos. Interditada desde maio de 2019, os 370 alunos da instituição tiveram que ser transferidos para um antigo prédio do Senai, que estava desativado.

O local adaptado, que fica a 1Km da sede da escola, está muito longe de uma estrutura adequada de ensino. Pior: é praticamente um depósito.

A biblioteca, improvisada, funciona onde era uma sala de curso de mecânica, que exala forte cheiro de fuligem, prejudicando a concentração e aprendizagem dos alunos(as).

Outro problema enfrentado diariamente pelos educadores(as) e estudantes é a falta de luz, que cai a todo momento; o governo prometeu reformar o prédio, mas até agora nada foi feito.

Para resolver o drama enfrentado pela escola, seria necessário cerca de R$ 150 mil. Porém, após vândalos invadirem e depredarem o local – quebrando vidros e bagunçando o prédio administrativo -, o dinheiro é insuficiente.

“Agora, são necessários mais de R$ 200 mil só para reestruturar o que foi vandalizado, mais o valor da rede elétrica”, destaca a diretora escola, Solange Aparecida Rocha Martins.

As promessas vazias de Eduardo Leite com o Avançar na Educação

Contraditoriamente, a EEEM Lucille Fragoso Albuquerque é uma das escolas escolhidas pelo Avançar na Educação, programa de Eduardo Leite (PSDB) que contempla um plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão para “escolas padrão” da rede estadual.

De acordo com o marketing do governo, as instituições receberiam reformulação de espaços, internet de alta velocidade e conectividade, salas de leitura e recursos, acessibilidade, e a padronização de espaços de convivência, como áreas esportivas, refeitórios, salas de professores(as) e cozinha.

Mas, até agora, tudo não passa de promessa. A direção da escola está constantemente em contato com a 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), mas não obtém sequer uma resposta concreta de quando as obras serão retomadas.

“Esta semana, a Seduc nos disse que vai verificar onde o projeto parou. É extremamente triste ver que a promessa de nos tornarmos uma escola padrão ficou parada. Essa situação é inadmissível”, desabafa a diretora Solange.

 

“É muito triste porque a gente sofre junto com os colegas e os alunos. Estamos fazendo tudo que podemos. Estoura lâmpada, a gente repõe e assim vamos”, frisa a monitora Helena Bogóis.

O CPERS irá acompanhar de perto a situação da escola e cobrar da Seduc a urgência da resolução do problema para que tão logo os estudantes e professores(as) possam voltar à sede da instituição.

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Na passagem de janeiro para fevereiro, o valor da cesta básica em Porto Alegre registrou alta de 3,40%, passando a custar R$ 695,91.

Os preços da cesta básica, mais uma vez, subiram em todas as 17 capitais; Porto Alegre é a quarta mais cara do país, atrás de São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro, aponta levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado na última quarta (9).

>> Leia a íntegra do levantamento do Dieese aqui

A alta no valor dos alimentos teve variações que oscilaram entre 10%, em Porto Alegre, e 23%, em Campo Grande.

Dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais previstos, 12 ficaram mais caros: a batata (29,23%), o feijão (6,66%), o tomate (6,36%), o café (4,86%), o leite (2,66%), a carne (2,32%), a manteiga (1,90%), o pão (1,86%), a farinha de trigo (1,62%), o óleo de soja (0,56%), o arroz (0,48%) e o açúcar (0,45%). O único item que teve queda de preço foi a banana (-1,21%).

Em 12 meses, dez itens tiveram aumento nos preços; as maiores altas foram verificadas no café (64,70%), açúcar (49,17%), tomate (16,91%), farinha de trigo (15,75%) e carne (15,53%). O arroz (-25,93%), a banana (-11,75%) e a batata (-6,67%) ficaram mais baratos.

Aumento em todas as capitais

Em fevereiro, o valor do conjunto dos alimentos básicos aumentou em todas as capitais onde o Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As altas mais expressivas ocorreram em Porto Alegre (3,40%), Campo Grande (2,78%), Goiânia (2,59%) e Curitiba (2,57%).

Salário minimo x Cesta Básica

Com base na cesta mais cara de fevereiro, o Dieese calculou em R$ 6.012,18 o salário mínimo necessário para as despesas básicas de uma família com quatro integrantes. Esse valor corresponde a 4,96 vezes o mínimo oficial de R$ 1.212. A proporção aumentou ligeiramente em relação a janeiro (4,95 vezes) e está pouco abaixo da verificada em fevereiro de 2021 (4,98).

Em fevereiro de 2021, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.375,05, ou 4,89 vezes o mínimo vigente na época, de R$ 1.100,00.

Também aumentou a parcela necessária da renda para comprar os produtos. Quem ganha salário mínimo compromete 56,11% da renda líquida com a cesta básica, mais do que em janeiro (55,20%) e do que há um ano (54,23).

 

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A #CaravanaDaVerdade segue firme e forte em seu giro ao encontro dos educadores(as) gaúchos.

Nesta quinta-feira (10), o CPERS percorreu escolas da região de Três de Maio (35º) e Carazinho (37º) para desmascarar o falso reajuste de 32% de Eduardo Leite (PSDB), exigir respeito e salário digno para toda a categoria e escancarar os ataques do governo com a educação pública.

Além de debater, mobilizar e ouvir os educadores(as), dirigentes do Sindicato, acompanhados por representantes dos núcleos, denunciaram as mentiras de Leite para a sociedade em rádios locais.

“Muita gente dizendo ‘mas vocês ganharam 32% e seguem reclamando?’ A sociedade precisa conhecer as mentiras de Eduardo Leite. Além de não conceder reajuste linear para toda a categoria, o governador excluiu do projeto de reajuste funcionários e aposentados sem paridade. Chega de fazer marketing mentindo que concedeu 32% de reajuste quando a categoria está na miséria!”, denunciou a presidente Helenir Aguiar Schürer, durante entrevista para a Rádio Colonial, em Três de Maio.

Em visita à EEEB Barão do Rio Branco, em Boa Vista do Buricá, a tesoureira Rosane Zan destacou que a Caravana alerta também para outros ataques além do saque ao salário dos educadores(as).

“Além da nossa questão salarial, estamos alertando também sobre a reforma do Ensino Médio, a militarização e o projeto em curso de sucateamento da educação pública”, explicou.

Novo Ensino Médio e os prejuízos para a educação

O novo Ensino Médio está sendo implantado de qualquer jeito em escolas piloto do Rio Grande do Sul. Não há formação e nem respeito com os educadores(as) e os alunos(as). 

“Eu me sinto uma cobaia que está em meio a um experimento. Só nos jogaram esse novo Ensino Médio e estamos sem entender nada. Não sabemos nem o que estudar. Meu sonho é cursar Artes Cênicas em uma faculdade federal e agora retiraram a disciplina de Artes. Fiquei muito decepcionada”, desabafa a estudante do primeiro ano, Ana Paula Oliveira, da EEEM Érico Veríssimo, de Carazinho.

Os professores(as) têm que se virar como podem para dar conta desta nova perspectiva de ensino. No fim, quem perde é a própria sociedade, com o aprofundamento do desmonte em um viés privatista e de mercado que amplia as desigualdades educacionais.

 

“Como professora de uma escola piloto do novo Ensino Médio percebemos claramente a falta de formação dos professores. Não tínhamos nenhum norte”, enfatizou a professora de português, Jocelene Trentini Rebeschini, da EEEM Ernesta Nunes, de Carazinho.

Encontro com aposentados debate direitos e a luta

Na agenda do dia, os núcleos de Três de Maio (35º) e Carazinho (37º) realizaram encontros com aposentados(as) para debater sobre o confisco do salário e cerrar fileiras em defesa da educação.

Vale destacar que a ação do CPERS junto a outras entidades, que questiona a constitucionalidade do desconto previdenciário dos aposentados(as), segue na Justiça. Em janeiro, ocorreria o julgamento, pelo TJRS, mas a tramitação da ação foi suspensa pelo STF, a pedido do governador, e acolhida pelo ministro Alexandre de Moraes.

“Esse sindicato nos enriquece, nos dignifica, porque a luta do CPERS é pela dignidade humana, pelo respeito. Pelo respeito de não só nós educadores, mas aos alunos, aos pais que também são trabalhadores e precisam de uma escola pública de qualidade”, afirmou Noeli Lutz Machado, aposentada que atuou há 30 anos no magistério, durante a plenária do núcleo de Carazinho (37º).

Para o 1º vice-presidente, Alex Saratt, a Caravana é extremamente produtiva não apenas para desmascarar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB) e Bolsonaro (PL), mas também para mobilizar a categoria para derrotar governos que massacram os trabalhadores(as).

“Saímos fortalecidos para a luta com a receptividade e o entendimento da categoria quanto às mentiras de Leite e às políticas do governo Bolsonaro. Dentro desse espírito, vamos construir e fortalecer essas resistências a essas políticas e alcançar a vitória”, asseverou Alex.

A #CaravanaDaVerdade também contou com a presença dos diretores Cássio Ritter, Vera Lessês e Glaci Weber, e a secretária-geral Suzana Lauermann. 

Amanhã, o CPERS percorre cidades que abrangem os núcleos de Três Passos (27º) e Passo Fundo (7º). Clique aqui para conferir o roteiro completo e acompanhe as nossas redes para mais informações!

Escolas visitadas nesta quarta-feira (9):

>> Região de Três de Maio (35º)
IEE Cardeal Pacelli, Três de Maio
EEEB Barão do Rio Branco, Boa Vista do Buricá
EEEB São Martinho, São Martinho
EEEB Amélio Fagundes, Independência
EEEF Senador Senador Alberto Pasqualini, Três de Maio
EEEM Castelo Branco, Três de Maio

>> Região de Carazinho (37º)

EEEM Marquês de Caravelas, Carazinho
EEEM Cônego João Batista Sorg, Carazinho
EEEF Princesa Isabel
EEEF Dr. Alfredo D’More, Carazinho
EEEF Carlinda de Britto, Carazinho
EEEB Érico Veríssimo, Carazinho
EEEM Ernesta Nunes, Carazinho
EEEM Paulo Fronti, Carazinho
EEPROCAR, Carazinho
EEEM Armindo Edwino Schwengber, Colorado
IEE São Francisco Solano, Não Me Toque
EEEB Alfredo Ferrari, Saldanha Marinho

 

           

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O Estado prorrogou o prazo de adesão à 8ª Rodada Conciliatória de Precatórios, que venceria nesta sexta-feira (11). O Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, assessoria jurídica do CPERS, receberá pedidos de conciliação até o dia 30 de março.

Sócios(as) interessados devem preencher o formulário constante neste link. Podem aderir todos os credores de precatórios incluídos até o orçamento de 2022, considerados pré-habilitados e com saldo, sem conversão em RPV, com a titularidade regular e pesquisa negativa de óbito.

Informações: Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado

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