A Ouvidoria própria do IPE Saúde, instituída no dia 16 de maio, está disponibilizando um número de telefone direto para contato: o (51) 3288.1538. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h.

Além deste canal, também é possível fazer registros, a qualquer tempo, pelo canal digital – para acessar, clique aqui.

Vale lembrar que a Ouvidoria deve ser acionada para recebimento de reclamações, sugestões e elogios. Demandas relacionadas a atendimento devem ser direcionadas aos devidos canais – por telefone, de forma digital ou presencial.

Confira os canais de atendimento neste link.

Fonte: Ascom IPE Saúde

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Nem as baixas temperaturas desta quarta-feira (29) impediram que centenas de educadores(as) participassem do Encontro Regional dos Aposentados(as), em Arroio do Tigre, região do 4º núcleo do CPERS (Cachoeira do Sul).

O Clube 25 de julho sediou as atividades que ocorreram ao longo do dia, entre elas, orientações da assessoria jurídica do Sindicato, análise da conjuntura política, questões sobre a vida funcional dos educadores(as) e palestra com a psicóloga Aline Garziera.

Participaram das atividades aposentados(as) das cidades de Estrela Velha, Ibarama, Sobradinho, Segredo, Passa Sete, Arroio do Tigre e Cachoeira do Sul.

Os Encontros são uma iniciativa do Departamento dos Aposentados(as) do Sindicato e visam levar informações de interesse desta parcela significativa da categoria, bem como proporcionar momentos de confraternização. “Essas ocasiões são importantíssimas para estarmos unidos e reforçarmos a importância da nossa luta contra o desrespeito dos governos com os aposentados. Não podemos admitir que além de não termos reajuste, ainda voltem a nos descontar a previdência”, frisou a diretora do Departamento, Glaci Weber.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, abordou as consequências dos ataques do governo aos direitos dos educadores(as) e à educação pública. “O que temos constatado desde o início desses governos que aí estão é um brutal ataque aos nossos direitos historicamente conquistados. Neste ano teremos a chance de mudar essa realidade. Precisamos estar atentos àqueles que de fato estão ao nosso lado na luta.”

O sucateamento do IPE Saúde foi abordado pela diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do CPERS no Conselho de Administração da entidade, Vera Lessês. “Se os governos Sartori e Leite tivessem dado a inflação anual como reposição salarial, esta crise do IPE Saúde seria menor do que é hoje. É sabido que a inflação médica e hospitalar é muito superior do que a inflação do nosso cotidiano. Estamos pressionando para que o Estado encontre saída para sanear o déficit atual do IPE Saúde.”

Na ocasião, educadoras que integram a Associação dos Professores(as) de Arroio do Tigre agradeceram o CPERS pelas explicações e esclarecimentos proporcionados pelo Encontro.

A diretora do Departamento dos Funcionários(as) de Escola do Sindicato, Juçara Borges, o vice-diretor do 4º Núcleo, Jucemar Gonçalves da Costa, e representante do núcleo, Eglia Marion Pedroso Lemos, também participaram do Encontro.

Os Encontros Regionais são uma preparação para a etapa estadual do Encontro dos Aposentados(as), que ocorrerá em agosto deste ano.

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Devido aos diversos relatos recebidos sobre possíveis problemas no lançamento do desconto do Imposto de Renda na atual folha e a falta de esclarecimentos por parte do governo, o CPERS vem a público informar que, por lei, o desconto do Imposto de Renda é feito com base no somatório de todos os valores pagos a um CPF durante o mês.

Como em junho os educadores(as) tiveram duas folhas, em razão da RPM suplementar lançada no dia 1º, foram somadas todas as matrículas e as duas folhas pagas dentro do mês de junho.

Para verificar o seu percentual é preciso somar todas as matrículas mais o valor da RPM.

Novamente, os educadores(as) pagam pela desorganização e a morosidade do governo Leite/Ranolfo (PSDB).

▶ Dúvidas sobre os valores e a organização do contracheque devem ser enviadas para o e-mail disponibilizado pela Fazenda: atendimento.dgf.te@sefaz.rs.gov.br

▶ O Serviço de Atendimento aos Sócios (SAS) do CPERS também está disponível para auxiliar com questões funcionais pelo WhatsApp (51) 9569.0465 ou (51) 9663 5699, de segunda a quinta, das 9h às 17h

▶ Você também pode entrar em contato com o seu núcleo para solicitar informações. Confira os contatos aqui.

Confira, abaixo, a tabela da Receita Federal para cálculo do Imposto de Renda:

Deduções: R$ 189,59 por dependente, R$ 1.903,98 por aposentadoria ou pensão paga por previdência pública ou privada a segurado com 65 anos ou mais. Pensão alimentícia integral. Contribuição para o INSS. Sobre o resultado aplique a alíquota e subtraia a parcela a reduzir.

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🚨 CHEGA DE DESCASO COM A EDUCAÇÃO E OS EDUCADORES(AS) 🚨 

No próximo dia 5 (terça-feira), professores(as) e funcionários(as) de escola – da ativa e aposentados(as) – têm compromisso marcado com a luta.

Vamos realizar um grande Ato Estadual em Porto Alegre contra os desmandos dos governos federal e estadual, por valorização e respeito.

▶️ Chega de confisco dos salários dos aposentados(as)!

▶️ Chega de corrupção na Seduc e no MEC!

Vamos lutar por:

▶️ Valorização salarial para todos(as) os trabalhadores da educação;

▶️ Aumento do Salário Mínimo Regional;

▶️ Atualização dos valores do vale-refeição e vale-transporte;

▶️ Contra a PEC 274;

▶️ Pagamento dos dias de greve;

▶️ Em defesa do IPE Saúde público e de qualidade.

A concentração será às 9h, em frente à sede do CPERS, e seguiremos em caminhada até o Palácio Piratini.

🤝🏾 Contate o seu núcleo do CPERS e mobilize-se! #Dia5VaiTerLuta

1º – Caxias do Sul – 54.3223.2431
2º – Santa Maria – 55.3221.7262
3º – Guaporé- 54.3443.1232
4º – Cachoeira do Sul – 51.3722.3985
5º – Montenegro – 51.3632 2654
6º – Rio Grande – 53.3232.8685
7º – Passo Fundo – 54.3313.2247
8º – Estrela – 51.3712.1798
9º – Santo ngelo – 55.3312.3755
10º – Santa Rosa – 55.3512.1564
11º – Cruz Alta – 55.3322.3184
12º – Bento Gonçalves – 54.3452.4775
13º – Osório – 51.3663.1886
14º – São Leopoldo – 51.3592.4968
15º – Erechim – 54.3522.1637
16º- São Borja – 55.3431.2647
17º – Bagé – 53.3242.4122
18º – Santa Cruz do Sul – 51.3713.1588
19º – Alegrete – 55.3422.2944
20º – Canoas – 51.3476.2656
21º – Uruguaiana – 55.3412.2734
22º – Gravataí – 51.3488.3712
23º – Santana do Livramento – 55.3242.3654
24º – Pelotas – 53.3225.2166
25º – Lagoa Vermelha – 54.3358.2559
26º – Frederico Westphalen – 55.3744.3441
27º – Três Passos – 55.3522.1917
28º – Soledade – 54.3381.1130
29º – Santiago – 55.3251.2602
30º – Vacaria – 54.3231.2308
31º – Ijuí – 55.3332.9711
32º – Taquara – 51.3542.1489
33º – São Luiz Gonzaga – 55.3352.2859
34º – Guaíba – 51.3480.3022
35º – Três de Maio – 55.3535.1942
36º – Cerro Largo – 55.98453.7847
37º – Carazinho – 54.3331.3551
38º – Porto Alegre – 51.3227.4143 / 3062.4146
39º – Porto Alegre – 51.3221.2380
40º – Palmeira das Missões – 55.3742.1373
41º – São Gabriel – 55.3232.5860
42º – Camaquã – 51.3671.5081

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A reforma do Ensino Médio é um dos piores retrocessos da história do Brasil que pode produzir o aumento da desigualdade entre estudantes mais ricos e mais pobres. O grande prejuízo é aprofundar o abismo que existe entre as escolas. A opinião é de Fernando Cássio, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), em entrevista, nesta segunda-feira (27), ao portal da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

“A reforma, que promete fazer uma revolução, na prática significa que você vai diminuir o conteúdo da escola dos alunos mais pobres, então a implantação da reforma é um atraso”, diz Cássio.

O pesquisador de políticas educacionais e professor da UFABC rebate ponto a ponto das informações do Ministério da Educação sobre o chamado Novo Ensino Médio (NEM), que prevê uma nova organização curricular “mais flexível”, oferece “oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes” e “aproxima as escolas à realidade dos estudantes de hoje, considerando as novas demandas e complexidades do mundo do trabalho e da vida em sociedade”.

“A reforma do Ensino Médio é uma política de reforma de currículo. Ela promete fazer uma série de promessas para os estudantes do país, como acessibilidade curricular, qualificação profissional, expansão de jornada escolas, etc. Porém, ela não está acompanhada por uma série de políticas que criariam as condições materiais para realizar essas promessas”, afirma o professor, que ressalta: “Não inclui, por exemplo, a valorização profissional, carreira, condições do trabalho do professor, infraestrutura escolar, a permanência de estudantes mais pobres, então na prática essa reforma pode produzir o aumento da desigualdade entre estudantes mais ricos e mais pobres”.

Futuro dos trabalhadores

A partir de janeiro deste ano, e gradualmente até 2024, começou a ser aplicada em todo o país a reforma do Ensino Médio, aprovada pelo então presidente, Michel Temer (MDB), que aprovou mais duas reformas que que jogaram o país na informalidade e no desemprego: a reforma da Previdência e Trabalhista.

“Temos que ter cuidado porque a gente fala muito da reforma da Previdência e da reforma Trabalhista e deixamos de lado a reforma do Ensino Médio, e ela tem tudo a ver com isso. Porque é a reforma do Ensino Médio que é responsável por formar futuros trabalhadores”, afirma Cássio.

Na prática, a reforma do Ensino Médio traz aos alunos formações precárias com cursos de curta duração e aulas por vídeo conferência. No Paraná, por exemplo, professores contratados de universidade levam os alunos para assistir televisão. Já no estado de São Paulo houve contratação de professores de escolas técnicas privadas para dar curso apostilado.

Para Cássio, aula sem laboratório, sem sala de aula, sem carga horária, é, portanto, uma qualificação profissional sem qualidade. “Os alunos estão trocando aula de física, matemática, geografia, ciências e sociologia por esses itinerários formativos de baixíssima qualidade”.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) , em carta aberta, se posicionou pela revogação da Reforma do Ensino Médio (Lei 13.415/2017)”. O documento foi publicado no dia 8 de junho e apresenta 10 razões que evidenciam o caráter antidemocrático desta Reforma, que é um projeto de educação avesso à equidade e ao combate das desigualdades sociais e educacionais.

A entidade também vai promover a Jornada de Formação e Debate sobre o “Novo Ensino Médio” que será realizada no próximo dia 28 de junho (terça-feira) às 19h, online pela plataforma Zoom, direcionado para os secretários de assuntos educacionais e interessados/as pelo tema, que pertençam aos sindicatos filiados à CNTE.

Fonte: CNTE

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A partir deste domingo (1°), Dia do Trabalhador, a Uniodonto – maior operadora de planos odontológicos do sul do país – chega para cuidar da saúde bucal de milhares de professores(as) e funcionários(as) de escola associados(as) ao CPERS.

A parceria, firmada no mês de março, agora está disponível garantindo valor diferenciado nos planos de assistência odontológica especial da Uniodonto, em todo o território nacional.

O plano, sem coparticipação, é acessível para associados(as) e seus familiares, mediante contribuição mensal individual – pago para cada dependente – e cobre consultas, exames, extrações, limpezas, tratamentos e muito mais.

O pagamento pode ser feito em 4x no boleto ou até 12x no cartão de crédito (com juros).

Vamos cuidar da saúde bucal? Confira abaixo como aderir ao plano!

>> Clique aqui para conferir o manual de usuário do associado do CPERS
>> Para aderir ao plano clique aqui
>> Para mais informações clique aqui ou ligue (51) 3024.3090 / (51) 99668.1150.

Ainda não é sócio(a) do CPERS? É possível se filiar 100% online. e siga o passo a passo. É fácil, rápido e seguro!

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Neste 28 de junho é celebrado o Dia do Orgulho LGBTQIA+. A data é comemorada mundialmente e tem como origem um episódio ocorrido em 1969, na cidade de Nova York, mais precisamente no bar “Stonewall Inn”, que nos anos de 1960 era um dos mais conhecidos redutos gay da cidade.

Importante lembrar que, até 1962, não ser heterossexual era crime nos Estados Unidos. Nas ruas de Nova York, quem não vestisse pelo menos três peças de roupa “apropriadas ao seu gênero” poderia ser preso. E meias não contavam. Não à toa, muitas drag queens aboliram o uso de saltos altos para poder correr melhor da polícia quando necessário.

Apesar de já existirem algumas movimentações da comunidade LGBTQIA+, a Revolta de Stonewall se tornou o marco mais representativo das lutas pelos direitos dessa população. Naquele ano, há mais de cinco décadas, os frequentadores do bar decidiram se rebelar contra a opressão policial, que frequentemente assolava o público do lugar. Foi assim, que pela primeira vez na história da humanidade, a comunidade LGBTQIA+ encurralou a polícia, que até então sempre havia a encurralado.

Se antes, viver em guetos era uma forma de proteção, depois do dia 28 de junho de 1969, mostrar-se passou a ser a forma mais eficaz de se defender. Em 1970, mais de dez mil pessoas se reuniram para comemorar um ano da revolta de Stonewall, dando início ao que conhecemos hoje como sendo às Paradas LGBTQIA+, que acontecem nos mais diversos lugares do mundo, com multidões nas ruas levantando a bandeira do arco-íris (símbolo desse orgulho).

Quando a revolta de Stonewall aconteceu, o Brasil passava por um dos piores momentos da Ditadura Militar. Menos de um ano antes, em dezembro de 1968, havia sido outorgado o Ato Institucional n.º 5, que retirava uma série de liberdades civis, de direitos individuais e fez aumentar a censura. Apesar de todo esse cenário, curiosamente o Brasil, país onde mais ocorrem crimes de ódio contra LGBTQIA+ no mundo atualmente, foi a primeira nação das Américas a descriminalizar a homossexualidade.

A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, uma das maiores do mundo, começou somente em 1997, sendo hoje o evento que mais reúne turistas na capital paulista (e o segundo do Brasil, perdendo somente para o carnaval carioca). No Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a primeira Parada Livre aconteceu em 1998.

É preciso destacar que Stonewall foi o grande levante de uma população em revolta, após ser violentada ao limite, em nome de duas coisas que não só devem ser vistas como direitos essenciais, mas também como premissas fundamentais de qualquer sociedade justa: o direito das pessoas serem quem quiserem ser, e ainda o amor, seja ele como for!

Não esqueçamos nunca dos que começaram essa luta! Se hoje em dia a comunidade LGBTQIA+ tem um mínimo de liberdade, apoio e direitos garantidos, com certeza muitas pessoas sacrificaram suas vidas para que hoje se possa lutar, ainda que pelo mínimo já conquistado. Que o exemplo dos antepassados sirva de estímulo para seguirmos adiante!

Que mesmo em tempos tão difíceis e de tanta luta, a gente ainda consiga celebrar o amor!

O CPERS, por meio do seu Departamento de Gênero e Diversidade, apoia o movimento LGBTQIA+ e celebra também esse orgulho de ser quem se é. O amor vencerá!

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Na última semana o Estado deu início à segunda etapa do acordo de conciliação de precatórios.

Quem não aderiu no primeiro chamamento, mas tem interesse em conciliar, deve preencher o formulário disponibilizado pela assessoria jurídico do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, clicando aqui!

O prazo para a solicitação vai até 07 de julho.

Podem aderir todos os clientes com precatórios expedidos até o orçamento de 2022. Quem já assinou o documento na primeira etapa não precisa preencher novamente.

Para mais informações, contate o escritório pelo número (51) 3073.7512

Leia também:

> Precatórios: golpistas tentam roubar clientes com golpe via WhatsApp

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A PEC 274/2019, de autoria do deputado Eric Lins (PL), pode ser votada nesta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa, e representa mais um ataque à educação pública gaúcha.

Confira, abaixo, alguns dos principais prejuízos – caso a PEC seja aprovada e clique nos links para pressionar os deputados(as) para que digam #NãoàPEC274!

Descontinuidade do ensino, terceirizações e voucherização

Sem qualquer fundamentação pedagógica e debate com as comunidades escolares, a PEC 274 promove a fragmentação e a descontinuidade da aprendizagem dos alunos(as), tornando o Ensino Fundamental completo facultativo nas escolas ao alterar a redação do art. 216 da Constituição Estadual; também abre brechas para as terceirizações de escolas, como aconteceu nas redes municipais, e para a voucherização de estudantes com vagas nas privadas.

A oferta do Ensino Fundamental completo pelas escolas estaduais precisa ser planejada e executada de forma coesa, como dispõe na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e que obviamente faz muito mais sentido se ocorrer dentro de uma mesma unidade administrativa.

Risco de disputa aos recursos do Fundeb

Um dos principais problemas apontados é a possível disputa entre as escolas pelos estudantes sobre a distribuição do Fundeb, depositados em uma conta e distribuídos de acordo com o número de alunos(as).

O Fundeb não pode ser visto como instrumento de “disputa” de recursos se o objetivo maior, a finalidade comum, for a universalização da educação básica e a qualidade da educação, o que pode haver uso ineficiente do recurso.

Aumento da evasão escolar e insegurança sobre o futuro das unidades escolares

A Proposta também pode fomentar a evasão escolar, já que desconsidera as dificuldades a serem enfrentadas pelas famílias de estudantes, sobretudo em escolas do campo, além de ignorar exigências do Conselho de Educação.

Pior: com a alteração, haverá ainda maior insegurança sobre o futuro das unidades escolares, já ameaçadas pelo movimento de municipalização levado a cabo pelos governos Sartori (MDB) e Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB).

Também tirará da esfera municipal qualquer ingerência da decisão sobre a localidade das escolas centrais com Ensino Fundamental completo, afastando a comunidade escolar e prejudicando todo o processo de aprendizado dos alunos(as), que ficam sujeitos a diferentes métodos e precisam passar por novos processos de socialização. 

Escolas do campo ficariam mais desprotegidas

A PEC 274 terá consequências sistêmicas, educativas e sociais incalculáveis. Trata-se de um retrocesso que não se aplicaria apenas nas zonas urbanas, mas se estenderia à zona rural, que ficaria num vácuo: sem regulamentação, sem exigências, sem proteção ou segurança quanto à qualidade de sua oferta.

Pressione os deputados(as) para que rejeitem a PEC 274

É fundamental discutir a garantia da manutenção das escolas, promover o debate junto às comunidades escolares, além de salário e condições dignas de trabalho aos educadores(as).

Os deputados(as) precisam honrar seu compromisso com os gaúchos(as) e valorizar, de fato, o ensino público. Lembre-se: neste ano eleitoral, fique de olho em quem defende a educação e os educadores(as).

É preciso unidade para resistir a mais esse ataque ao ensino público! #NãoàPEC274!

>> Clique nos links e deixe o recado: deputado(a) que defende a educação, diz #NãoàPEC274!

 

➡️ MDB

Beto Fantinel – beto.fantinel@al.rs.gov.br

Carlos Búrigo – https://cutt.ly/DKv78Pl 

Gabriel Souza – https://cutt.ly/xKv5fzr 

Gilberto Capoani – https://cutt.ly/MKv5IUI 

Juvir Costella – juvir.costella@al.rs.gov.br

Patrícia Alba – https://cutt.ly/fKv59FV 

Tiago Simon – https://cutt.ly/pKv6tKQ 

Vilmar Zanchin – https://cutt.ly/fKv6hUj  

 

➡️ PP

Adolfo Brito – https://cutt.ly/8KbraLn 

Ernani Polo – https://cutt.ly/wKbrk7C 

Frederico Antunes – https://cutt.ly/vKbrmmJ 

Issur Koch – professor.issurkoch@al.rs.gov.br

Sérgio Turra – sergio.turra@al.rs.gov.br

Silvana Covatti – https://cutt.ly/2KS16JA  

Vilmar Lourenço –  vilmar.lourenco@al.rs.gov.br

 

➡️ PSDB

Luiz Henrique Viana – luiz.viana@al.rs.gov.br

Mateus Wesp – https://cutt.ly/pKbp5gw 

Neri o Carteiro – https://cutt.ly/LKbabHb 

Pedro Pereira – pedro.pereira@al.rs.gov.br

Rodrigo Maroni – https://cutt.ly/VKbdB3C 

Zilá Breitenbach – https://cutt.ly/eKbd4o7  

 

➡️ PL

Capitão Macedo – https://cutt.ly/HKbgxCX 

Eric Lins – https://cutt.ly/DKbgQA6 

Kelly Moraes – https://cutt.ly/rKbgUV6 

Paparico Bacchi – https://cutt.ly/RKbj4Uq 

Rodrigo Lorenzoni – rodrigo.lorenzoni@al.rs.gov.br

 

➡️ PSB

Dalciso Oliveira – https://cutt.ly/HKbkblV 

Elton Weber – elton.weber@al.rs.gov.br

 

➡️ PTB

Elizandro Sabino – https://cutt.ly/FKbkVT6  

 

➡️ Novo

Fábio Ostermann – https://cutt.ly/BKbk8TT 

Giuseppe Riesgo – https://cutt.ly/fKbzasG 

 

➡️ União Brasil

Aloísio Classmann – https://cutt.ly/lKbzzB2 

Dirceu Franciscon – https://cutt.ly/qKbzEZz 

Dr.Thiago Duarte – https://cutt.ly/DKbzIBB 

 

➡️ Republicanos

Fran Somensi – https://cutt.ly/4KbgHHr 

Franciane Bayer – https://cutt.ly/UKbgXTD 

Sergio Peres – https://cutt.ly/CKbki17 

Tenente Coronel Zucco – https://cutt.ly/AKbkhMf  

 

➡️ PSD

Gaúcho da Geral – gaucho.dageral@al.rs.gov.br

 

➡️ Cidadania

Any Ortiz – https://cutt.ly/WKbg3A8  

 

➡️ PDT

Eduardo Loureiro – https://cutt.ly/7Kbh275 

Gerson Burmann – https://cutt.ly/DKbjqQm 

Juliana Brizola – https://cutt.ly/zKbhKMa 

Luiz Marenco – https://cutt.ly/cKbjoco 

 

➡️ PSOL

Luciana Genro – https://cutt.ly/VKbhsJv  

 

➡️ PT

Fernando Marroni – https://cutt.ly/qKbjhux 

Jeferson Fernandes – https://cutt.ly/IKbjzDe 

Luiz Fernando Mainardi – https://cutt.ly/pKbjnx3 

Pepe Vargas – https://cutt.ly/1KbjUB2 

Sofia Cavedon – https://cutt.ly/KKbhk79 

Stela Farias – stela.farias@al.rs.gov.br

Valdeci Oliveira – https://cutt.ly/GKbjJeT 

Zé Nunes – https://cutt.ly/PKbjMKa

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A EEEM Polisinos, em São Leopoldo, está há meses sem professor(a) de matemática e merendeiras para atender adequadamente os mais de mil estudantes, nos três turnos de funcionamento da escola.

O coordenador pedagógico da instituição, Orides de Souza, conta que a Polisinos está há dois meses sem professor(a) de matemática (20h) e sem duas merendeiras há um mês. “Então, tem incompetência da Seduc aí, né? É inconcebível levar todo esse tempo para contratar. Enquanto isso, os alunos ficam sem aula”, destaca.

A Seduc diz que já realizou processo seletivo, mas que muitos professores(as) inscritos para o contrato desistiram. “Essa justificativa não somos nós que temos que dar, eles que têm que se explicar para a comunidade, que não entendem o porquê da demora”, frisa o coordenador.

São três turmas noturnas que estão sem aula, prejudicando o ensino de cerca de 100 estudantes.

O turno da tarde é o que mais serve refeições na escola – são 17 turmas, com aproximadamente 500 alunos(as) atendidos neste período. Para sanar o problema da falta das merendeiras, uma funcionária de 40h trabalha nos turnos da manhã e tarde, e outra, de 20h, que antes atendia o turno da noite, passou para o turno da tarde.

“Antes das duas irem embora, deixam a comida do noturno pronta. Então, a vice-diretora do noturno e a supervisora ou eu esquentamos a refeição e servimos os alunos. Cada estudante lava seu prato e talher”, explica Souza.

Para o educador, as escolas estaduais estão cada vez mais desassistidas pelo governo de Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB). “O atual governo tem tratado com descaso as escolas da rede estadual, principalmente em relação à estrutura das escolas e RH. A essa altura do ano letivo faltarem funcionários de escola no setor de alimentação e professor de matemática, é um absurdo.”

Pavilhão da escola pegou fogo no último domingo

Como se não bastassem todos os problemas de falta de RH, no último dia 19 de junho, um pavilhão da instituição, que servia de depósito, incendiou. Ainda está sendo realizada perícia para constatar o que desencadeou o fogo.

O CPERS esteve recentemente na escola e conferiu de perto os estragos causados pelo incêndio e a falta da RH na instituição.

Pesquisa do CPERS apontou falta de RH em diversas escolas da rede

Em pesquisa, realizada pelo CPERS, foi constatada a falta de mais de 500 educadores(as) e problemas estruturais graves nas escolas estaduais.

O estudo apontou que a carência mais expressiva de Recursos Humanos refere-se a funcionários(as): faltam 187 profissionais para atuar em áreas como merenda, manutenção, administrativo e limpeza. Já a falta de professores(as) chegou a 176.

Outro dado mostrou que especialistas também representam outra grande lacuna. São servidores(as) que atuam em áreas como supervisão, orientação escolar, administração e biblioteca. Faltam 146 nas escolas que preencheram o formulário.

O CPERS segue acompanhando e denunciando o descaso do governo Leite/Ranolfo (PSDB) com a educação pública gaúcha e com os professores(as) e funcionários(as) de escola. É urgente que a atual gestão providencie as reformas necessárias para garantir um ambiente de aprendizagem seguro e adequado a educadores(as) e estudantes.

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