Os vetos apostos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao PLP 18/2022, que deu origem à Lei Complementar nº 194, destinada a limitar em até 18% as alíquotas do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público, acarretarão perdas de mais de R$ 20 bilhões apenas na área da educação pública dos estados, municípios e Distrito Federal, sem contar os investimentos e custeios na saúde, segurança pública e demais áreas sociais. Trata-se de um prejuízo que nem mesmo os ganhos adicionais do novo Fundeb poderão compensar.

Em defesa do orçamento para a educação pública, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) está mobilizada para pressionar deputados(as) federais e senadores(as) para que derrubem esses vetos!

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, convocou sessão do Congresso Nacional para 14h desta terça-feira (5) para análise de vetos. A ordem do dia ainda não foi publicada, mas existe uma fila de 36 vetos aguardando votação, entre eles esses que afetam os recursos da educação.

Participe agora da mobilização pela derrubada dos vetos – veja a seguir como pressionar:

– Baixe aqui a mensagem aos parlamentares e envie por e-mail para senadores(as) .

– Acesse o site NA PRESSÃO e envie mensagens aos parlamentares pelas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter)

– Se preferir, copie e cole o texto a seguir e envie aos parlamentares (veja a lista de e-mails dos senadores/as ).

Educação perderá mais de R$ 20 bilhões com isenções do ICMS! Parlamentares, derrubem os vetos à LEC 194!

Os vetos apostos pelo presidente Jair Bolsonaro ao PLP 18/2022, que deu origem à Lei Complementar nº 194, destinada a limitar em até 18% as alíquotas do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público, acarretarão perdas de mais de R$ 20 bilhões apenas na área da educação pública dos estados, municípios e Distrito Federal, sem contar os investimentos e custeios na saúde, segurança pública e demais áreas sociais. Trata-se de um prejuízo que nem mesmo os ganhos adicionais do novo Fundeb poderão compensar.

Os vetos impõem graves consequências para as escolas e seus profissionais, justamente no momento de retorno às aulas presenciais. As Secretarias de Educação preveem uma situação de caos nas redes escolares, pois os vetos se somam a outros cortes de recursos do Ministério da Educação que financiavam programas suplementares de transporte, merenda, materiais didáticos, formação profissional e saúde dos estudantes. Os investimentos já tinham sido cortados antes mesmo da pandemia, e agora faltará dinheiro para manter as escolas funcionando.

A falta de merenda em quantidade e qualidade satisfatórias já é realidade em várias escolas, pois o governo federal não reajustou os valores de repasse dessa rubrica através do FNDE. E milhares de estudantes têm reclamado de fome durante as aulas! Os salários dos profissionais da educação também correm risco de atrasos, podendo desencadear greves por todo o país.

A educação tem sofrido cortes ano a ano, e o preço dessa política é sentida pelas escolas, em especial pelos estudantes. E não podemos deixar que a situação fique ainda mais dramática.

Parlamentar, derrube os vetos a LC 194, sobretudo aqueles que preservam os recursos vinculados da educação e da saúde, através de compensações da União com as perdas do ICMS até de 31.12.2022.

A educação e a saúde necessitam de seu apoio e compromisso para concluírem o ano de 2022 sem mais prejuízos e calamidades.

Fonte: CNTE

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Cerca de 5 milhões brasileiros estão sofrendo com os efeitos prolongados da Covid-19 e milhares de trabalhadores e trabalhadoras com dificuldades para cumprir suas tarefas não sabem que isso é resultado das sequelas da doença.

A estimativa sobre o total de sequelados é de estudo da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (ESPSP). Não existem dados oficiais sobre o número de trabalhadores que ainda sentem os efeitos da Covid-19, muito menos informações sobre os seus direitos.

“Não existe um número consolidado dos que sofrem com as sequelas da Covid no Brasil. Considerando as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) a respeito da incidência de Covid longa entre os curados, as sequelas persistentes de Covid-19, que envolve uma lista de mais de 200 sintomas, podem estar atingindo a vida de 2,8 milhões a 5,6 milhões de pessoas no Brasil, grupo que representa 10% a 20% de infectados que se curaram”, disse à publicação a médica sanitarista Karina Calife, coordenadora do Instituto Walter Lesser ( IWL-ESPSP), que tem consultório no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

O presidente do Conselho Estadual de Saúde e diretor executivo da CUT Nacional, Cláudio Augustin, é uma das vítimas da doença. Após passar 9 meses no hospital entre a vida e a morte, hoje convive com sequelas há mais de um ano. Ele acusou o governo do estado do Rio Grande do Sul, onde vive, de conduzir o setor da saúde “como se nada estivesse acontecendo”.

Augustin relatou que estudos de várias instituições nacionais e internacionais apontam que 70% das pessoas infectadas pelo coronavírus apresentam alguma sequela e 20% apresentam sequelas graves.

“Ocorre que de 30% a 50% dos recuperados apresentam sequelas. Se tivemos dois milhões de infectados no Rio Grande do Sul, cerca de 700 mil apresentam danos. A maioria dessas pessoas não conta com qualquer tipo de assistências”, denunciou Augustin, salientando que o governo ignorou sugestões feitas pelos Conselhos na adoção de medidas de prevenção, de atendimento à saúde e instituição de protocolos.

Seu depoimento foi dado em maio passado durante uma audiência pública que deu início à cruzada a ser realizada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para verificar a situação dos gaúchos que convivem com as sequelas de infecções causadas pelo novo coronavírus.

>> Leia mais: Audiência pública no RS defende mais investimentos para atender vítimas da Covid-19

O desemparo aos sequelados da doença piora a partir do momento em que o atual governo federal dificulta a relação de nexo da casualidade entre a Covid e o trabalho efetuado, ou seja, que o trabalhador pegou a doença em seu local de trabalho, por isso que a CUT Nacional em conjunto com o Escritório de Advocacia LBS, que atende a entidade, produziu a cartilha “Promoção e Proteção da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Sequelas da Covid-19 e a Garantia de Direitos”.

Segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, foram concedidos 162.820 benefícios referentes aos afastamentos nos anos de 2020 e 2021 por Covid-19. Estes números refletem apenas os trabalhadores formais de carteira assinada e que tiveram à emissão de Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), sendo por isso subnotificado.

“Por isso, é importante que ele saiba quais os seus direitos e como os sindicatos podem ajudá-lo neste momento”, diz a secretária da Saúde do Trabalhador da CUT Nacional, Madalena Margarida da Silva.

Segundo ela, a cartilha é uma importante ferramenta que os sindicatos devem utilizar para orientar os trabalhadores que procuram seus direitos relacionados à doença.

>> Faça o download da cartilha aqui

Ministério da Saúde não orienta o SUS

Outro problema apontado pelos profissionais de saúde é a falta orientação do Ministério da Saúde para que os serviços possam identificar os quadros de covid longa ou de efeitos tardios da doença.

“É preciso fortalecer o SUS, garantir que ele tenha condições de atender as necessidades de atenção à saúde das pessoas com sequelas da Covid-19 de possibilitando que elas possam retomar sua vida pessoal e laboral plenamente”, avalia Madalena.

Para a médica Maria Maeno, pesquisadora em saúde do trabalhador da Fundacentro e do Grupo de Saúde e Trabalho do IWL-ESPSP, seria fundamental uma ação coordenada do Sistema Único de Saúde (SUS), com injeção de recursos humanos e materiais desde a atenção primária até os centros de reabilitação, e houvesse planos de recuperação e reabilitação.

“Milhares de trabalhadores podem estar com dificuldades na sua atividade de trabalho sem saber que pode ser sequela da covid”, lamenta a médica

Sintomas das sequelas da Covid

Caso o trabalhador tenha um desses sintomas deve procurar a rede de atendimento da saúde para avaliação e tratamento da doença.

Os sintomas mais comuns são:

– fadiga, cansaço;

– falta de ar ou dificuldade para respirar; tosse, coriza, dor de garganta, presença de muco no nariz e/ou garganta;

– fibrose nos pulmões ou rins;

– perda de paladar e olfato;

– dores de cabeça, dor pelo corpo;

– dor e/ou fraqueza muscular;

– dor nas articulações;

– dificuldades de linguagem, raciocínio, concentração e memória;

– distúrbio do sono (insônia), olhos vermelhos;

– alteração da pressão arterial, dor no peito, taquicardia e tonturas;

– depressão e ansiedade;

– falta de apetite;

– perda de mobilidade;

– diarreia e;

– mancha vermelha na pele

Quarta onda da Covid?

O Brasil registrou 316 mortes e 76.638 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Assim, em todo o país, a média móvel de óbitos calculada em sete dias ficou em 208. É a primeira vez desde 1º de maio que esse índice ultrapassa a média de 200 mortes. Em um mês, a média de óbitos registrou aumento de 69%.

>> Leia mais: Brasil tem média de óbitos por Covid-19 acima de 200, maior marca em três meses

Esses números acendem o alerta de uma quarta onda da covid-19 no Brasil disse o neurocientista Miguel Nicolelis, em seu Twitter.

Para quem ainda duvida da existência da Quarta Onda da Pandemia de Covid19: dados de hj são mais que óbvios. https://t.co/nDnXCGFy8B

— Miguel Nicolelis (@MiguelNicolelis) June 28, 2022

Respondendo a um seguidor que disse que a covid está sendo tratada como uma gripezinha, Nicolelis, considerado um dos 20 maiores cientistas em sua área de atuação pela revista Scientific American, alertou: “E é aí que mora o problema: a Covid 19 crônica está afetando milhões de pessoas mundo afora. Só no Reino Unido são 2 milhões de pessoas sofrendo com os efeitos a longo prazo deste vírus.

De acordo com o Boletim Atualizado Covid 19 Brasil que utiliza como fonte as Secretárias de Saúde dos Estados (CONASS), na última terça-feira (28/06), até às 18 horas, o número de infectados era de 32.206.954. Os mortos chegam a 670.848. Nas últimas 24 horas foram 76.638 casos e 316 mortes. As doses aplicadas da vacina somam 452.418.559.

Fonte: CNTE

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Desde janeiro de 2021, a Secretaria Estadual de Educação já programou cerca de R$ 58 milhões em repasse de recursos da educação para empresas de tecnologia, terceirizando funções e responsabilidades que seriam do governo.

Dinheiro esse que poderia estar sendo investido em alguma obra emergencial, dentre as tantas necessárias na rede pública ou ainda na valorização salarial dos servidores(as), que acumulam mais de 50% de perdas inflacionárias desde 2014.

Ainda nesta semana, no dia 28 de junho, a Seduc realizou mais um seminário de formação, onde a maioria dos palestrantes eram de instituições privadas. Fundação Lemann, Sistema S e Banco Itaú foram algumas delas e todas estão por trás da implantação da reforma do novo Ensino Médio.

Qual a real intenção dessas instituições no ensino público e por que a Seduc permite? A resposta é simples: a educação básica do estado é vista por estes entes não apenas como fonte de lucro, mas também como nicho de mercado.

O CPERS quer saber, esses recursos são realmente úteis para o dia a dia das escolas?

Responda à nossa enquete e ajude o CPERS a denunciar mais esse absurdo da gestão Eduardo Leite / Ranolfo Vieira Junior (PSDB) e da secretária da Educação, Raquel Teixeira, que querem entregar a gestão das escolas – e o dinheiro dos gaúchos(as) – para os grandes empresários.

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O Conselho Geral do CPERS voltou a se reunir, nesta sexta-feira (1º), para debater, refletir, mobilizar e organizar a luta da categoria.

Participação massiva no ato do dia 5, a necessária valorização salarial para todos(as) os trabalhadores(as) da educação, os riscos da adesão ao Regime de Recuperação Fiscal, o confisco do salário dos aposentados(as), o aumento do Salário Mínimo Regional, a luta contra a PEC 274 e o pagamento dos dias de greve já recuperados foram alguns dos temas debatidos.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, abriu o Conselho lembrando que esse era o primeiro encontro em que presidia a mesa, visto que a presidente Helenir Aguiar Schürer está afastada desde o fim de maio.

“Esse Conselho acontece em um momento em que nós, como cidadãos e militantes, acompanhamos situações preocupantes em escala global e nacional. Os episódios que vimos recentemente merecem o nosso mais profundo repúdio, pessoas morrendo em câmara de gás improvisadas, defensores da causa ambiental assassinados. Que possamos dar as respostas em todos os terrenos contra a escalada do fascismo”, asseverou Saratt.

Alex também destacou que o momento exige união: “Temos uma PEC (274) tramitando na Assembleia que abre espaço para o fechamento de escolas, terceirização, voucherização e parcerias público-privadas. Estamos atentos, realizando ações, mas é preciso que esse tema seja apropriado por todos para unificarmos a luta”.

A defesa intransigente do IPE Saúde público e de qualidade para atender os segurados(as) também está entre as pautas aprovadas no Conselho Geral.

Confira o conjunto das deliberações aprovadas no Conselho Geral:

1. Participar massivamente do Ato Estadual do dia 05/07, contra a PEC 274, pelo aumento do Salário Mínimo Regional, em defesa do IPE Saúde e pela atualização dos valores do vale-refeição e do vale-transporte, contra o desconto previdenciário dos aposentados(as), pelo pagamento dos dias de greve e outros, e participar também do ato do dia 09/07,  que será o dia nacional contra a fome, a miséria e o desemprego, promovido pelas centrais sindicais;

2. Realizar Caravana da Democracia – nas escolas, nas ruas e nas urnas, com os membros da Direção Estadual nos 42 Núcleos, a partir do mês de agosto, para realizar o debate sobre os diferentes tipos de projeto de governo que se apresentam como candidatos ao governo do estado e no Brasil e denunciando os escândalos envolvendo a SEDUC e o MEC;

3. Participar ativamente dos Encontros Regionais dos Funcionários de Escola a se realizarem a partir do mês de julho;

4. Continuar participando dos Encontros Regionais dos Aposentados que já estão acontecendo;

5. Exigir a realização da CPI do MEC, denunciar a política econômica imposta por Paulo Guedes e elaborar uma moção de Repúdio ao escândalo envolvendo o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, e os pastores envolvidos no escândalo, que cobravam propina para facilitar acesso às políticas do ministério;

6. Denunciar e lutar pela derrubada do veto presidencial a partir da lei que limita o ICMS dos estados sobre os combustíveis e que garantia a compensação às perdas que afetam os mínimos constitucionais em saúde e educação– o que incluiria os recursos do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb).

7. Moção de Repúdio à Juíza Joana Ribeiro Zimmer da 1ª Vara Cível de Tijucas/SC e a forma como foi conduzido o caso do estupro de uma menina de 11 anos;

8. Reafirmar as políticas apresentadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que no dia 13 de julho completa 31 anos de existência, relacionadas à segurança e preservação da saúde física e mental das crianças e adolescentes, através dos Departamentos de Educação Estadual e dos Núcleos.

9. Moção de Apoio ao Deputado Federal Glauber Braga PSOL/RJ, que tem seu mandato ameaçado por denunciar a tentativa de privatização da Petrobras por votação de maioria simples;

10. Elaborar documento solicitando aos partidos do campo progressista que estabeleçam uma candidatura do governo do estado de forma unitária para derrotar o fascismo;

11. Formação de comitês nos núcleos para promover plenárias acerca do IPERGS junto com as demais categorias de usuários(as).

12. Instrumentalizar e viabilizar denúncias sobre de intimidação de professores(as) e funcionários(as), na maioria contratados(as), em suas tarefas diárias;

13. Elaborar palestras ou debates de formação com direções de escola para o NÃO autoritarismo, NÃO à opressão e assédio moral, para que todos(as) tenham um trabalho de qualidade, sobre o Novo Ensino Médio e a militarização das escolas;

14. Denunciar o ataque que o Colégio Missões de Santo Ângelo vem sofrendo por parte do Colégio Tiradentes, através da Secretaria de Educação e da Secretaria de Justiça, a fim de que o Colégio Tiradentes ocupe as dependências e estrutura do Colégio Missões;

15. Elaborar materiais para aulas cidadãs nas escolas sobre a mudança da base curricular imposta por esse projeto vexatório que chamam de Novo Ensino Médio que enfatiza a velha política de desmonte da educação. Que os materiais contenham as falas de professores(as), Diretores(as) das escolas relatando a falta que componentes curriculares, como Educação Física e Filosofia, prejudicam os(as) estudantes e realizar a semana de debate sobre o Novo Ensino Médio, logo após o recesso escolar de julho;

16. Continuar denunciando as constantes intervenções das Fundações de Educação do setor privado nas jornadas pedagógicas e jornadas de formação oferecidas pela SEDUC;

17. Solicitar que alguns exames de saúde sejam incluídos na cobertura do IPE Saúde como exame da vitamina D e o exame de sorologia da COVID-19;

18. Elaborar Sineta com a linha de tempo dos governadores(as);

19. Pleitear junto ao IPE Saúde atendimento presencial, com reabertura dos escritórios do interior e uma central telefônica que realmente funcione. Muito não tem habilidade ou internet para solicitar atendimento remoto;

20. Articular junto à CNTE luta para alterar tabela de desconto de Imposto de Renda;

21. Verificar como está o Projeto de Lei que retira o desconto de Imposto de Renda para educadores(as) lutando pela aprovação;

22. Realizar campanha para que o Brasil ratifique a Convenção 190 da OIT, primeiro tratado que define padrões legais e éticos para conter todo tipo de violência no mundo do trabalho;

23. Realizar encontro virtual com os grêmios estudantis em parceria com as entidades estudantis para dialogar e criar Comitês Populares de Luta presenciais e virtuais com as demandas das juventudes presentes nas escolas públicas;

24. Organizar atividades culturais envolvendo os diferentes Comitês Populares de Luta em todas as regiões do RS como forma de denúncia na retirada de direitos e o desmonte da democracia em nosso país;

25. Responsabilizar o governo pelo fracasso na educação pública do RS;

26. Denunciar o vergonhoso número de vagas anunciado no concurso para o magistério e exigir que se faça um concurso para agentes educacionais, conforme as necessidades reais das escolas;

27. Entrar com uma ação civil pública para barrar a implementação das escolas cívico-militares nas instituições estaduais;

Porto Alegre, 1 de julho de 2022.
Conselho Geral do CPERS/Sindicato.

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Diante da fragilidade do IPE Saúde, constatar iniciativas que melhoram o acesso dos usuários(as) devem ser valorizadas e servir de exemplo para avançar. O CPERS vê como positivo o Programa Facilitadores, que acaba de completar um ano de operações, e foi estruturado após intensa cobrança do Conselho de Administração do Instituto, o qual o Sindicato integra.

Segundo o Instituto, a iniciativa é realizada em 41 postos de atendimento presencial em diversas regiões do estado e deve ocorrer em mais 56 municípios.

O CPERS, representado pela diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador, Vera Lessês, e pelo representante 1/1000 do 24º Núcleo (Pelotas), Antônio Alberto Andreazza, integra o Conselho de Administração do IPE Saúde e acompanha de perto todas as ações da autarquia.

“Essa alternativa surgiu pela cobrança dos conselheiros classistas, em virtude dos escritórios e agências do IPE Saúde que atendiam no interior estarem sendo fechados. As pessoas precisam de atendimento presencial, pois muitos têm dificuldades ou limitações para usar a tecnologia”, ressalta Vera.

A diretora destaca ainda que o Sindicato seguirá vigilante e mobilizado em defesa de um IPE Saúde público, solidário e de qualidade, que atenda às necessidades de todos os segurados(as).

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Nesta quinta (30), o CPERS participou, junto a mais de 20 entidades, do lançamento de manifesto em defesa das universidades e institutos federais e contra cortes na educação, protagonizado pelo governo Jair Bolsonaro (PL). A atividade, promovida pela ADUFRGS-Sindical, ocorreu na FACED/UFRGS.

>> Leia a íntegra do manifesto aqui.

Os cortes orçamentários já somam mais de R$ 1 bilhão no Ministério da Educação (MEC) e R$ 3 bilhões no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC), incluindo verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Verbas estas que são carimbadas por lei para o financiamento da pesquisa científica e tecnológica no Brasil.

“A medida do governo se sobrepõe a um orçamento que já se apresentava insuficiente, devido a várias reduções gradativas nos últimos anos”, diz o documento apresentado na ADUFRGS-Sindical.

As universidades e institutos federais gaúchos alertam que o corte pode inviabilizar o funcionamento de serviços essenciais de várias instituições no Rio Grande do Sul e atingir diretamente atividades fundamentais de ensino, pesquisa e extensão, visitas técnicas e insumos de laboratórios, assim como todos os serviços prestados por meio de contratos de terceirizados, como limpeza, vigilância, serviços agropecuários, portaria e auxiliares.

As instituições destacam ainda que é causa especial de preocupação a dificuldade de permanência dos estudantes socioeconomicamente vulneráveis, que dependem de recursos da universidade.

O contexto se torna ainda mais alarmante, já que o corte ocorre nos recursos destinados à manutenção das instituições e se somam a um orçamento que já era insuficiente, devido a várias reduções gradativas nos últimos anos.

Para o presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, é preciso denunciar os ataques do governo Bolsonaro (PL) com a educação, sobretudo os escândalos de corrupção no Ministério da Educação (MEC) e no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

“Precisamos que a CPI do MEC ganhe força. A realidade desse governo é traduzida pela violência institucional e política, porque Bolsonaro não está atendendo ao que é de mais urgente para a educação. Essa mesa nos reforça para construirmos mais unidade para fazermos o enfrentamento nas ruas, nas redes e nas urnas, contra o governo neoliberal de Bolsonaro”, afirmou Alex.

O presidente da ADUFRGS-Sindical, Lúcio Olímpio de Carvalho Vieira, afirma que “a partir de setembro, possivelmente, não haverá mais dinheiro para a manutenção de bolsas, para o pagamento de segurança e das tarifas de água e energia”.

“Eu sou um jovem cotista, o primeiro a entrar na minha família em uma universidade pública e não serei o último, porque estamos juntos na defesa intransigente de uma educação pública para todos”, explanou Airton Silva, presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE).

“Temos um desafio: as universidades são parte da mudança para derrotarmos Bolsonaro, cujo governo ataca a educação e aprofunda a miséria dos trabalhadores”, afirmou Amarildo Pedro Cenci, presidente da CUT/RS.

Assinam o manifesto e participam da mobilização Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), CPERS e demais sindicatos, representações estudantis, além do Ministério Público e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS).

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Câmaras de Vereadores de mais de 30 cidades gaúchas já aprovaram moções de apoio aos educadores(as) aposentados(as) contra o brutal desconto previdenciário, proposto por Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB).

>> Baixe o modelo de moção e envie aos vereadores(as) da sua cidade

Desde a aprovação da Lei Complementar 15.429/2019, pelos deputados(as) da base do governo, aposentados(as) que recebem abaixo do teto do INSS tiveram seus contracheques confiscados.

A Lei instituiu novas alíquotas previdenciárias, adequando os parâmetros de aposentadoria à Reforma da Previdência do governo Bolsonaro (PL).

Com esta nova legislação, o Estado passou a confiscar R$ 340,00 milhões ao ano dos educadores(as) inativos(as), deixando quem contribuiu uma vida inteira sem ter até o que comer.

Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) segue na Justiça

Em 2020, o CPERS entrou com a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), ajuizada em parceria com outras entidades sindicais de servidores(as) estaduais, que segue em andamento.

O julgamento pelo TJ/RS estava marcado para janeiro deste ano, mas não houve apreciação de mérito, o que significa que a ação ainda deve aguardar pela decisão do STF.

O CPERS segue vigilante na matéria e tem acompanhado de perto todos os desdobramentos, sobretudo na requisição de que o julgamento aconteça o mais breve possível.

A hora é agora

Vamos para cima dos vereadores(as) para exigir justiça e salário digno.

Baixe e imprima o modelo de moção, envie aos vereadores(as) da sua cidade, converse e fale sobre a situação de miséria dos aposentados(as).

No próximo dia 5 (terça-feira), o CPERS realiza um ato estadual para cobrar, entre outras pautas, um basta ao confisco dos salários dos aposentados(as)! Clique aqui para saber mais e mobilize-se!

Municípios que já aprovaram Moções:

Atualizado em 6/7

1 Barra do Guarita
2 Barros Cassal
3 Butiá
4 Cachoeira do Sul
5 Campestre da Serra
6 Campos Borges
7 Capivari do Sul
8 Catuípe
9 Cerro Largo
10 Charqueadas
11 Chuí
12 Crissiumal
13 Cruz Alta
14 Dilermando de Aguiar
15 Dom Pedrito
16 Erechim
17 Faxinal do Soturno
18 Humaitá
19 Ijuí
20 Imbé
21 Independência
22 Ipê
23 Itati
24 Mambituba
25 Mariana Pimentel
26 Montenegro
27 Morrinhos do Sul
28 Nova Esperança do Sul
29 Osório
30 Palmeira das Missões
31 Pelotas
32 Pinhal Grande
33 Pinheiro Machado
34 Quevedos
35 Rio Grande
36 Salvador das Missões
37 Santa Cruz do Sul
38 Santa Vitória do Palmar
39 Santiago
40 Santo Ângelo
41 Santo Antônio da Patrulha
42 São Domingos do Sul
43 São Jerônimo
44 São José do Inhacorá
45 São José dos Ausentes
46 São Martinho
47 São Pedro do Sul
48 Segredo
49 Senador Salgado Filho
50 Tapejara
51 Tavares
52 Terra de Areia
53 Torres
54 Três Cachoeiras
55 Três de Maio
56 Três Forquilhas
57 Vacaria
58 Xangri-lá

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A Ouvidoria própria do IPE Saúde, instituída no dia 16 de maio, está disponibilizando um número de telefone direto para contato: o (51) 3288.1538. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h.

Além deste canal, também é possível fazer registros, a qualquer tempo, pelo canal digital – para acessar, clique aqui.

Vale lembrar que a Ouvidoria deve ser acionada para recebimento de reclamações, sugestões e elogios. Demandas relacionadas a atendimento devem ser direcionadas aos devidos canais – por telefone, de forma digital ou presencial.

Confira os canais de atendimento neste link.

Fonte: Ascom IPE Saúde

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Nem as baixas temperaturas desta quarta-feira (29) impediram que centenas de educadores(as) participassem do Encontro Regional dos Aposentados(as), em Arroio do Tigre, região do 4º núcleo do CPERS (Cachoeira do Sul).

O Clube 25 de julho sediou as atividades que ocorreram ao longo do dia, entre elas, orientações da assessoria jurídica do Sindicato, análise da conjuntura política, questões sobre a vida funcional dos educadores(as) e palestra com a psicóloga Aline Garziera.

Participaram das atividades aposentados(as) das cidades de Estrela Velha, Ibarama, Sobradinho, Segredo, Passa Sete, Arroio do Tigre e Cachoeira do Sul.

Os Encontros são uma iniciativa do Departamento dos Aposentados(as) do Sindicato e visam levar informações de interesse desta parcela significativa da categoria, bem como proporcionar momentos de confraternização. “Essas ocasiões são importantíssimas para estarmos unidos e reforçarmos a importância da nossa luta contra o desrespeito dos governos com os aposentados. Não podemos admitir que além de não termos reajuste, ainda voltem a nos descontar a previdência”, frisou a diretora do Departamento, Glaci Weber.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, abordou as consequências dos ataques do governo aos direitos dos educadores(as) e à educação pública. “O que temos constatado desde o início desses governos que aí estão é um brutal ataque aos nossos direitos historicamente conquistados. Neste ano teremos a chance de mudar essa realidade. Precisamos estar atentos àqueles que de fato estão ao nosso lado na luta.”

O sucateamento do IPE Saúde foi abordado pela diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do CPERS no Conselho de Administração da entidade, Vera Lessês. “Se os governos Sartori e Leite tivessem dado a inflação anual como reposição salarial, esta crise do IPE Saúde seria menor do que é hoje. É sabido que a inflação médica e hospitalar é muito superior do que a inflação do nosso cotidiano. Estamos pressionando para que o Estado encontre saída para sanear o déficit atual do IPE Saúde.”

Na ocasião, educadoras que integram a Associação dos Professores(as) de Arroio do Tigre agradeceram o CPERS pelas explicações e esclarecimentos proporcionados pelo Encontro.

A diretora do Departamento dos Funcionários(as) de Escola do Sindicato, Juçara Borges, o vice-diretor do 4º Núcleo, Jucemar Gonçalves da Costa, e representante do núcleo, Eglia Marion Pedroso Lemos, também participaram do Encontro.

Os Encontros Regionais são uma preparação para a etapa estadual do Encontro dos Aposentados(as), que ocorrerá em agosto deste ano.

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Devido aos diversos relatos recebidos sobre possíveis problemas no lançamento do desconto do Imposto de Renda na atual folha e a falta de esclarecimentos por parte do governo, o CPERS vem a público informar que, por lei, o desconto do Imposto de Renda é feito com base no somatório de todos os valores pagos a um CPF durante o mês.

Como em junho os educadores(as) tiveram duas folhas, em razão da RPM suplementar lançada no dia 1º, foram somadas todas as matrículas e as duas folhas pagas dentro do mês de junho.

Para verificar o seu percentual é preciso somar todas as matrículas mais o valor da RPM.

Novamente, os educadores(as) pagam pela desorganização e a morosidade do governo Leite/Ranolfo (PSDB).

▶ Dúvidas sobre os valores e a organização do contracheque devem ser enviadas para o e-mail disponibilizado pela Fazenda: atendimento.dgf.te@sefaz.rs.gov.br

▶ O Serviço de Atendimento aos Sócios (SAS) do CPERS também está disponível para auxiliar com questões funcionais pelo WhatsApp (51) 9569.0465 ou (51) 9663 5699, de segunda a quinta, das 9h às 17h

▶ Você também pode entrar em contato com o seu núcleo para solicitar informações. Confira os contatos aqui.

Confira, abaixo, a tabela da Receita Federal para cálculo do Imposto de Renda:

Deduções: R$ 189,59 por dependente, R$ 1.903,98 por aposentadoria ou pensão paga por previdência pública ou privada a segurado com 65 anos ou mais. Pensão alimentícia integral. Contribuição para o INSS. Sobre o resultado aplique a alíquota e subtraia a parcela a reduzir.

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