As eleições de 2022 no Brasil estão marcadas, nessa atual fase de campanhas partidárias, por um clima de violência política e intolerância ideológica nunca visto antes na história do país. Brigas, agressões e assassinatos transformaram o atual pleito eleitoral brasileiro em uma verdadeira panela de pressão, impondo um sentimento generalizado de medo em todas as pessoas, em especial aos/às militantes e candidatos/as que saem às ruas para garantir suas eleições.

O Brasil vem vivendo um momento insuportável: no último dia 7 de setembro, no Estado de Mato Grosso, um apoiador do atual Presidente da República matou a golpes de faca e machado um conhecido seu após uma discussão sobre o seu apoio ao ex-presidente Lula. Nesse mesmo dia, em Goiânia, em uma discussão dentro de uma igreja evangélica, outro homem foi morto a facadas após discordar do discurso de proselitismo político em favor do atual mandatário propalado pelo pastor no púlpito do local. No último dia 9 de julho, a mesma cena se repetiu em Foz do Iguaçu, quando o petista Marcelo Arruda foi morto a tiros, depois de um apoiador do Presidente Bolsonaro invadir a sua festa de aniversário e lhe alvejar com tiros de arma de fogo.

Estes são os resultados trágicos que, ao terminarem em assassinatos, somam no Brasil, somente no primeiro semestre desse ano, um montante de 40 registros de mortos pela violência política, segundo levantamento feito Observatório da Violência Política e Eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (OVPE-Unirio). As brigas e agressões resultantes também desse clima de violência política e intolerância ideológica que estamos vivendo atingem o país inteiro, em todas as suas regiões. É estarrecedor perceber que o Brasil atingiu, sem muito alarde, patamares altíssimos de violência política nunca antes verificada em nosso país. É fundamental percebermos que esse clima de violência e intolerância política e ideológica não surgiu no país do nada: é resultado direto de discursos de ódio propalados, sem nenhum pudor, nos últimos tempos no Brasil. As campanhas eleitorais de Guilherme Boulos e Fernando Haddad em São Paulo, bem como do presidenciável Ciro Gomes no Rio Grande do Sul, já denunciaram ataques
de militantes bolsonaristas contra si nesse atual pleito.

É necessário dar um basta a essa trágica situação. As forças democráticas precisam estar unidas para derrotar o fascismo e recuperarem o Brasil para a democracia. O ódio e a violência precisam ser varridos do nosso cotidiano político. Basta de agressão! Basta de mortes! Queremos um país aonde a paz e a justiça social imperem!

Brasília, 12 de setembro de 2022
Direção Executiva da CNTE

Foto destaque: Elineudo Meira / @fotografia.75
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A onda amarela das bandeiras do CPERS voltou a colorir as ruas de Porto Alegre, na manhã desta terça-feira (13), com o Ato Estadual em Defesa da Educação e a Marcha das Aposentadas(os).

Dezenas de mantas de tricô confeccionadas pelas mãos daquelas(es) que dedicaram a vida à educação abriram a caminhada histórica em defesa da democracia, contra o confisco dos salários dos aposentados(as), pela valorização dos funcionários(as) de escola, pelo pagamento integral do Piso e por um IPE Saúde público e de qualidade.

“Não tiramos o pé das ruas e da luta, como o ato de hoje comprova. Temos que direcionar nosso espírito combatente para o voto da mudança e reverter todo esse período de dor e perdas. Precisamos eleger governos e parlamentos que representem os anseios dos educadores e demais trabalhadores. Chega de fome, miséria, desemprego e sucateamento dos serviços públicos. Esta Marcha demonstra claramente que os educadores, unidos e fortes, farão a diferença”, asseverou o presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt.

O vice-presidente do Sindicato, Edson Garcia, destacou a crueldade dos governos Eduardo Leite (PSDB) e Bolsonaro (PL) contra a categoria. “Mais uma vez estamos nas ruas para defender os nossos direitos. Exigimos, por exemplo, uma reposição salarial real. O símbolo hoje é o tricô da resistência, pois os aposentados tiveram uma redução significativa em seus salários, prejudicando de forma brutal sua subsistência”, afirmou.

Após a concentração em frente à sede do CPERS, mais de mil professores(as) e funcionários(as) de escola seguiram em caminhada até o Palácio Piratini.  O dourado das bandeiras do Sindicato, o colorido das mantas de tricô e a esperança de um futuro melhor deram o tom da caminhada.

Tricô da Resistência: mais de 10 milhões de pontos de indignação

Organizado pelo Departamento dos Aposentados(as), o Tricô da Resistência resultou em mais de 30 mantas, confeccionadas por educadores(as) dos núcleos do CPERS, expostas na linha de frente da caminhada.

O objetivo, conforme a diretora da pasta, Glaci Weber, foi o de mostrar a indignação quanto à grave situação em que se encontram os aposentados(as).

“Foi a forma que achamos de mostrar a nossa inconformidade. Estivemos nas praças, nos núcleos e em nossas casas tricotando. A cada ponto dado representamos nossa revolta. Os educadores aposentados hoje, no Estado, recebem em média 2 mil a menos que o Salário Mínimo necessário. Merecemos respeito e dignidade para viver, mas os governos insistem em nos desprezar e massacrar. A nossa luta é forte, não vamos desistir”, expôs.

O atual governo passou a confiscar a contribuição de todos os aposentados(as) do estado. Esse desconto, em muitos casos, representa a retirada de um salário por ano. “O que ganhamos não é o suficiente. É um total descaso dos governos por aqueles que se dedicaram a vida inteira e ainda se dedicam à educação. Queremos nossa dignidade de volta, exigimos respeito”, destacou Juçara Borges, que integra o Departamento dos Aposentados(as) do CPERS.

Conforme Glaci, as mantas serão doadas a instituições de apoio a idosos.

Ainda durante o ato, foram expostas milhares de caixas de remédio para representar a grande dificuldade dos aposentados(as) em adquirir suas tão necessárias medicações. Segundo dados do Dieese, a inflação histórica acumulada dos idosos quando comparada com o índice geral de inflação é superior e a discrepância se acentua nos últimos anos. É por isso que os aposentados(as) sentem ainda mais a falta de dinheiro para o remédio, comida e tratamentos de saúde.

“Muitas vezes temos que escolher entre comer ou comprar os remédios. Esse governo nos trata como passado, mas somos o presente, o futuro, a história”, desabafou Glaci.

“Nenhum estado aplicou de modo tão cruel a PEC da morte, a Reforma Trabalhista e Previdenciária como aqui no Rio Grande do Sul. Por anos entregamos o nosso melhor nas escolas. O mínimo que merecemos agora é poder viver com dignidade. Por isso, essa categoria tão aguerrida não vai parar de lutar pelos seus justos direitos”, disse o representante dos aposentados(as) na Direção Executiva da CNTE, Sérgio Antônio Kampfer.

“Estou desde 1970 aqui nesta praça. Desde que vieram os governos de direita, neoliberais, não cessam os ataques aos nossos direitos. A nossa força precisa ser muito maior. Se não fosse a nossa luta, pior seria a nossa vida. Precisamos de deputados que nos apoiem. Antes de votar, verifiquem quem votou contra ou a favor dos projetos que nos beneficiavam”, alertou a aposentada Jussara Domingues.

CPERS exige reunião com o governo

O encerramento do ato ocorreu após a Direção Central do CPERS buscar uma auto-agenda com o governo do Estado com o intuito de entregar as mais de 80 moções de apoio aos aposentados(as) e contra o desconto previdenciário e o abaixo-assinado com mais de mil assinaturas de educadores(as) de todo o RS contra o reenquadramento de aposentadorias. Com a postura que vem adotando, o governo não recebeu a direção do Sindicato.

Os dirigentes foram recebidos na porta do Palácio Piratini pela assessoria da Casa Civil: “Notificamos o governo e pedimos uma audiência para discutirmos as questões colocadas, que são tão fundamentais para a nossa categoria. Afirmaram que até o final da tarde de hoje retornarão com a data. Seguiremos atentos e cobrando para que essa reunião ocorra o mais rápido possível”, afirmou Saratt.

O CPERS seguirá pressionando para a rápida realização da reunião e pela valorização dos educadores(as) e dos serviços públicos, pela garantia de reajuste salarial e suspensão da Previdência. O caminho é longo, mas a vitória é certa!

 

 

 

 

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Em uma parceria inédita, IPE Saúde e Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama) unem esforços em prol da prevenção ao câncer de mama. O acordo de cooperação foi assinado nesta segunda-feira (12/9) entre as duas instituições e prevê o monitoramento de dados de saúde e orientações personalizadas para as usuárias. O projeto piloto será realizado com servidoras (ativas, inativas e dependentes) da Secretaria de Educação, na faixa etária entre 35 e 69 anos.

As usuárias serão contatadas por e-mail e SMS para conversar com a assistente virtual Victória, que fará questões sobre hábitos e características relacionadas à saúde via Whatsapp. Os primeiros contatos ocorrerão a partir de 15 de setembro.

A partir dos resultados coletados por meio desta ação inovadora, o IPE Saúde terá conhecimento do diagnóstico situacional deste grupo de usuárias com relação a fatores de risco, hábitos e utilização do sistema, como, por exemplo, rotina de exames, estadiamento do câncer, detecção de casos de câncer de mama inicial, possíveis reclamações e melhorias, o que permite ações mais assertivas com foco na prevenção. Ao mesmo tempo, as usuárias receberão orientações, dicas de saúde e acesso aos serviços de acolhimento disponibilizados pelo Imama.

Mais informações estão disponíveis na página do projeto: https://www.ipesaude.rs.gov.br/programa-florescer.

Câncer de mama

No Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente em mulheres de todas as regiões, após o câncer de pele não melanoma. As taxas são mais elevadas nas regiões Sul e Sudeste. Em 2022, estima-se que ocorrerão 66.280 casos novos da doença. O câncer de mama é também a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil. A incidência e a mortalidade por câncer de mama tendem a crescer progressivamente a partir dos 40 anos (Inca), o que reforça a importância de ações voltadas à prevenção e monitoramento nesta faixa etária.

Quando detectado precocemente, o câncer de mama tem cerca de 95% de chance de cura.

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Nos próximos dias 17,18,19 e 20 de setembro, em Recife (PE), na celebração do Centenário de Paulo Freire, trabalhadores/as da educação do mundo todo vão debater, entre outros temas, um modelo político educativo alternativo à onda de privatização da educação, que está acontecendo no mundo todo.

>>Veja programação completa

A vice-presidente da Internacional da Educação para a América Latina (IEAL) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Fátima Silva, relata que educadores e educadoras do Brasil, América Latina e do mundo estarão em Recife para celebrar o centenário de Paulo Freire e para vivenciar o legado dele como inspiração para o debate sobre educação pública.

“Como Paulo Freire dizia, o educador muda a vida das pessoas e as pessoas modificam o mundo. Por estarmos no estado onde ele nasceu e viveu, e onde ele começou sua vida profissional, é importante ressaltar o legado deste grande educador pernambucano e quanto é importante para a educação pública no mundo”, reflete a dirigente.

Combate à privatização da educação

O coordenador regional da IEAL, Combertty Rodríguez, estará presente na celebração. “Paulo Freire tem uma proposta de ação educativa e coloca como questão central a política pública de educação inclusiva e que pode combater de fato a onda privatista da educação. O pensamento do patrono da educação vai nos inspirar para pensarmos como organizar políticas neste movimento pedagógico em cada um dos países”, afirmou.

Para ele, é importante criar coletivamente um conjunto de ações contra a privatização e comercialização da educação que estão acontecendo no mundo com o objetivo de eliminar a presença do estado e a alterar a definição de uma política educativa que tenha no fundo o interesse pelo lucro.

Segundo Combertty, a celebração também tem o objetivo de alertar sobre o que está acontecendo com a educação no mundo e juntos articular a nível mundial uma forma de combater, o que ele chama de privatização e a comercialização da educação.

“A gente precisa se organizar para defender uma educação pública de qualidade, inclusiva e debatida com toda a comunidade escolar, trabalhadores, trabalhadoras, alunos e alunas. E não tem ninguém melhor para nos inspirar que Paulo Freire”, destacou Combertty, que finalizou: “As expectativas desta celebração é reforçar com todas as nossas organizações filiadas o pensamento de Paulo Freire e adotar esta reflexão como central para que seja discutida em cada um dos países como inspiração para organizar políticas deste movimento pedagógico”, finalizou Combertty.

Dia 19/09 – Plenária Popular de Educação

No dia 19 de setembro, o foco da celebração do Centenário de Paulo Freire será na Universidade Federal de Pernambuco, onde o patrono da educação fez a sua primeira graduação e também começou a dar aulas. A Plenária Popular de Educação vai debater sobre educação mundial, com representação de todas as nações e exigirá de todos os povos reflexões profundas acerca da soberania de cada povo.

No encerramento da atividade está prevista uma caminhada até a estátua de Paulo Freire. O monumento fica na área do Lago do Cavouco, próximo ao Colégio de Aplicação e ao Centro de Educação, dentro da universidade, na Av. dos Funcionários.

No dia 19 ainda, terá apresentação Cultural, debate sobre o legado de Paulo Freire na Educação Mundial com a presença de trabalhadores e trabalhadoras da África, Europa e América Latina. Nita Freire, Eleite Santiago e Sérgio Haddad vão falar sobre o legado de Paulo Freire na Educação brasileira.

101 anos

Convocada pela IEAL, pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre o Trabalho Docente (RED ESTRADO), pela CNTE e parceiros, a celebração do Centenário Paulo Freire ocorreu de forma virtual em 2021, quando o patrono da educação completou 100 anos em 19 de setembro. Devido à pandemia a celebração do centenário foi ampliada e neste ano acontece a programação completa de forma presencial. Desde o ano passado os organizadores estão realizando diversos eventos para relembrar o legado do patrono da educação, em sua grande maioria de forma online.

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Durante o mês de setembro se intensificam as ações voltadas para a prevenção do suicídio, tendo o dia 10, este sábado, como a data escolhida para marcar o Dia Mundial de Combate ao Suicídio. O objetivo é reforçar a importância da prevenção.

Segundo dados da última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, foram registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados. Com isso, estima-se que mais de um milhão de casos ocorram por ano. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

Ainda de acordo com a OMS, todos os anos mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária, câncer de mama ou guerras e homicídios.

Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa de morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal. Trata-se de um fenômeno complexo, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, sexos, culturas, classes sociais e idades.

Pedir ajuda e ajudar

Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave.

O reconhecimento dos fatores de risco e dos fatores protetores é fundamental e pode ajudar, mas o acolhimento dos familiares e pessoas próximas ainda é a melhor alternativa. Se você acha que está tendo problemas relacionados à sua saúde mental ou conhece alguém que está passando por alguma dificuldade, procure ajuda!

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail ou chat 24 horas, todos os dias.

Os contatos com o CVV podem ser feitos pelos telefones 188 (24 horas e sem custo de ligação),  pessoalmente (nos mais de 120 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br, por chat e e-mail. 

Saiba como ajudar:

– Ouvir, demonstrar empatia, apoiar e manter a calma;
– Levar a situação a sério e verificar o grau de risco;
– Perguntar sobre tentativas de suicídio ou pensamentos anteriores;
– Conversar com a família e amigos imediatamente;
– Remover os meios para o suicídio em casos de grande risco;
– Contar a outras pessoas, conseguir ajuda;
– Permanecer ao lado da pessoa com o transtorno;
– Procurar entender os sentimentos da pessoa sem diminuir a importância deles;
– Aceitar a queixa da pessoa e ter respeito por seu sofrimento;
– Procurar ajuda profissional.

O que não fazer

Jamais ignore a situação de uma pessoa com comportamentos e pensamentos suicidas. Não tente dizer que tudo vai ficar bem, diminuindo a dor da pessoa, sem agir para que isso aconteça.

A principal medida é não fazer com que o problema pareça uma bobagem ou algo trivial. Procure ajuda imediatamente e, principalmente, não deixe a pessoa sozinha em momentos de crise nem a julgue por seus atos. 

A defesa da vida e da saúde mental dos professores(as) e funcionários(as) de escola, da ativa e aposentados, integra a pauta de lutas do CPERS, por meio do Departamento de Saúde do Trabalhador. Não hesite em procurar ajuda nos casos em que os servidores(as) se sintam em situação difícil, deprimidos ou percebam os colegas neste tipo de situação.

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Nos anos 70, o CPERS foi um dos primeiros sindicatos a sair às ruas para defender a democracia na época da ditadura. Em 1979, o Magistério foi a primeira categoria do estado e a segunda do Brasil a entrar em greve após o Golpe Militar.

A coragem daqueles educadores(as) mostrou que novos tempos estavam chegando e serviu de alento a trabalhadores(as) de todas as carreiras, que foram obrigados a sufocar seus anseios durante todo o período repressivo.

Com o exemplo das décadas passadas e neste momento de nova ameaça à democracia e às eleições livres, o CPERS buscou renovar o debate através da #CaravanaPelaDemocracia.

Em pouco mais de 30 dias, o Sindicato visitou aproximadamente 300 escolas e cerca de 90 rádios por todo o Rio Grande do Sul, promovendo o importante debate sobre a defesa intransigente da democracia e a necessidade de votar em projetos que valorizem os educadores(as) e a educação pública. 

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, durante visita às escolas da região de Osório (13° Núcleo), avalia como positiva a 3ª Caravana do CPERS.

“Estamos no último dia desta terceira Caravana, que revela muito êxitos no debate nacional e estadual. Percorremos cerca de 300 escolas no RS; tivemos um alcance muito bom sobre as questões referentes aos nossos direitos, ao IPE Saúde, à Previdência, além da importante discussão eleitoral de que futuro queremos para a educação pública”.

O presidente ainda ressalta que, no próximo dia 2 de outubro, os trabalhadores(as) da educação e a sociedade têm uma importante decisão nas mãos.

“Temos que fazer uma discussão muito criteriosa e honesta quanto aos governos e parlamentos. Precisamos tomar as rédeas em nossas mãos para fazer a mudança pelo voto consciente e avançar nas conquistas sociais para todos os professores, funcionários de escola, da ativa e aposentados, e nossos estudantes brasileiros e gaúchos”.

Acompanharam a Caravana no 13⁰ Núcleo, a diretora do CPERS Alda Bastos e a diretora-geral do Núcleo, Marli Aparecida de Souza.

No encerramento da Caravana, o vice-presidente do Sindicato, Edson Garcia, visitou escolas da região de Guaíba (34º Núcleo) e destacou que, mesmo após quase sete meses do início do ano letivo, ainda foram encontradas escolas com problemas estruturais graves.

“Realizamos uma Caravana extremamente importante, na qual tivemos a possibilidade de dialogar com a base de trabalhadores e trabalhadoras da educação a respeito das nossas questões. Infelizmente, verificamos que ainda há muito descaso por parte do governo quanto à infraestrutura das escolas. Muitas seguem com problemas como falta de energia elétrica e telhados quebrados, além da falta de professores e funcionários”. 

Participaram da #CaravanapelaDemocracia em Guaíba, a diretora do 34° Núcleo, Daniela Peretti Rivas, a tesoureira, Tânia Beatriz Deszuta, e a aposentada, Elisabete Oliveira. 

Dia 13 de setembro vai ter luta!

Dia 13 de setembro, o CPERS encerra a Caravana com um ato em defesa da educação em Porto Alegre.

Educadores(as) de todo o estado tomarão as ruas da Capital contra o confisco dos salários dos aposentados(as), pela valorização dos funcionários(as) de escola, pelo pagamento integral do Piso e em defesa do IPE Saúde público e de qualidade.

Vivemos um período de ataques constantes, com o agravamento da retirada de direitos. Marcharemos unidos e fortes, acreditando que, sim, é possível e urgente assegurar um novo tempo para os educadores(as).

A concentração será às 9h, em frente à sede do CPERS, e depois seguiremos em caminhada até o Palácio Piratini.

Clique aqui e saiba como participar!

>> Confira as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta sexta (9):

> Região de Osório (13° Núcleo) 

IEE Marcilio Dias (Torres)
EEEF Justino Alberto Tietboehl (Torres)
EEEB Sagrada Família (Morrinhos do Sul)
EEEM Assis Brasil (Tramandaí)
EEEM Luiz Moschetti (Capão da Canoa)
EEEM Jose de Quadros (Arroio do Sal) 

> Região de Guaíba (34° Núcleo)

 CE Cônego Scherer (Guaíba)
 EEEM Izaura Ibanez Paiva (Guaíba)
 EEEM Dr. Ruy Coelho Gonçalves (Guaíba)
 EEEM Professora Aglae Kehl (Guaíba)


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Após intensa luta do CPERS, o governo do Estado reconheceu o direito ao adicional de insalubridade aos agentes educacionais, conforme função exercida.

A conquista histórica é fruto de mais de 30 anos de luta do Sindicato, principalmente para as merendeiras, que nunca tiveram o direito à insalubridade.

O reconhecimento foi publicado no Diário Oficial no dia 28 de setembro de 2021, conforme laudo pericial do Departamento de Perícia Médica e Saúde do Trabalhador – DMEST (nº 0001/2017).

O laudo reconhece o direito ao adicional de insalubridade nos seguintes termos:

– Grau Médio (20%) para o cargo de agente educacional (alimentação) que mantenha contato constante com o agente físico calor;

– Grau máximo (40%) para o cargo de agente educacional (manutenção e infraestrutura) que trabalhe na limpeza de banheiros de uso público.

A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, orienta aos agentes educacionais nomeados que não estejam recebendo o referido adicional, que solicitem à direção de suas escolas o formulário para fazer o requerimento administrativo da insalubridade.

O pagamento virá retroativo a 28 de setembro de 2021.

Somente após o requerimento administrativo, o escritório ingressará com ações individuais para cobrar o retroativo a 2017, data do laudo pericial. Servidores(as) que se aposentaram nos últimos cinco anos também podem ingressar com a ação na justiça.

Para os agentes educacionais contratados será ajuizado um processo para reconhecimento do direito.

Para aqueles que já têm o processo em andamento ou pretendem ingressar judicialmente, é preciso agendar um atendimento junto ao respectivo núcleo do CPERS para análise do caso.

Documentos necessários:

– Cópia do RG
– Comprovante de residência
– ID e senha do portal do servidor
– Procuração contra o Estado
– Contrato de honorários e declaração de AJG

Em caso de dúvidas, contate a assessoria jurídica do CPERS através do telefone (51) 3073.7512 ou dos e-mails: buchabqui.adv.br | atendimento@buchabqui.adv.br.

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Entre os dias 29 de agosto e 9 de setembro de 2022, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) promoveu a “Feira das Trilhas”, evento cujo objetivo era apresentar à comunidade escolar as opções dentro de cada Itinerário Formativo do novo Ensino Médio.

Além da sobrecarga imposta às direções das escolas, que tiveram que organizar todo o evento nas instituições, a proposta vende uma falácia que sequer foi discutida no chão das escolas antes de sua implantação. 

Os itinerários formativos, que o CPERS vem denunciando desde o surgimento da proposta, são uma verdadeira bagunça e sequer se aproximam de contemplar os reais interesses dos alunos(as) das escolas públicas do estado.

O “Frankenstein” de disciplinas já imposto às escolas, parece mais um curso para jovens empreendedores. O resultado de tal imposição será o empobrecimento pedagógico, a precariedade curricular, a desqualificação profissional e o privatismo educacional.

Para o presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, além dos prejuízos pedagógicos, a reforma do Novo Ensino Médio promoverá a manutenção ou extinção de postos de trabalho dos educadores(as). 

“A reforma do Ensino Médio não só traz prejuízos pedagógicos para os estudantes, como tem uma visão reducionista, que  reforça a visão dualista de escola, teremos uma escola de qualidade para os ricos e uma escola precária para os filhos da classe trabalhadora. Mas ela também abre espaço para a substituição da mão de obra humana por plataformas digitais, ao introduzir disciplinas que não são do currículo tradicional e não exigem formação específica. A transformação da carga horária completamente online, sem a necessidade do professor, significará eliminação dos postos de trabalho e desemprego”. 

Outra questão destacada pelo presidente é quanto ao notório saber: “A legislação do novo Ensino Médio permite que pessoas não especializadas e não profissionalizadas na educação possam ocupar vagas que são de profissionais com formação”.

Como se não bastasse todo o absurdo da proposta em si, dentre as orientações da Seduc para a realização da Feira, entre rodas de conversa e até podcast, os gestores(as) das escolas são orientados a oferecerem “espaços instagramáveis” para que os alunos(as) publiquem nas suas redes os conceitos do novo Ensino Médio Gaúcho. 

O evento seria para pensar o futuro dos jovens ou promover as ações do governo? Deixamos aqui  o questionamento! 

Novo Ensino Médio para quem? 

O novo Ensino Médio, imposto aos atropelos pelo governo Temer, e adotado pelos liberais aqui do Rio Grande do Sul como a salvação para os problemas das escolas públicas, escancara as intenções privatistas da atual gestão – um governo totalmente descolado do chão da escola e cujas políticas educacionais são gestadas por agentes privados que tentam revestir de legitimidade uma redação repleta de falhas do início ao fim.

Patrocinado por instituições privadas de ensino, fundações educacionais, gigantes do ramo dos livros didáticos, movimentos conservadores e think tanks internacionais, a proposta esconde um movimento articulado para abocanhar parte significativa do orçamento público.

Prova disto, no dia 28 de junho, a Seduc realizou um seminário de formação sobre o tema, onde a maioria dos palestrantes provinham de instituições privadas. Fundação Lemann, Sistema S e Banco Itaú foram apenas algumas delas e todas estão por trás da implantação da reforma.

Qual a real intenção dessas instituições no ensino médio e por que a Seduc permite? A resposta é simples: a educação básica do estado é vista por estes entes não apenas como fonte de lucro, mas também como nicho de mercado.

Enquanto as escolas e os educadores(as) estaduais gaúchos sangram com o descaso, o atual governo e a secretária da Educação, Raquel Teixeira, querem entregar a gestão das escolas – e o dinheiro dos gaúchos(as) – para os grandes empresários.

Não há remendo que possa consertar uma proposta viciada em suas origens! O CPERS, através da Comissão de Educação, defende a revogação do novo Ensino Médio e a construção de uma nova proposta com ampla discussão do tema com a sociedade através da instalação de Conferências Municipais, Estaduais e Federais para a construção de uma proposta educacional nacional.

É urgente envolver toda a comunidade escolar, incluindo pais e alunos(as), na defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade, com gestão democrática e comprometida com a formação integral do cidadão. 

>> Confira alguns textos e posts da campanha do CPERS e da CNTE pela revogação do Novo Ensino Médio:

– Novo currículo do Ensino Médio gaúcho é retrocesso civilizatório
– Entidades assinam carta pela revogação da Reforma do Ensino Médio
– “Crie o Impossível” é mais uma cartada do governo para a privatização da educação
– “Eu me sinto abandonado”: sobrecarga é realidade cruel de quem trabalha nas escolas estaduais
– Nova edição da revista Retratos da Escola debate o que esperar do Novo Ensino Médio
– CARTA DE NATAL: Conape da esperança delibera luta pela democracia e defesa da educação pública e popular
– Para pesquisador e professor da UFABC, reforma do Ensino Médio é abismo que aprofunda a desigualdade
– Novo Ensino Médio é a forma mais perversa de reformas, diz pesquisador
– Uma bagunça! Esses são os itinerários formativos do Ensino Médio Gaúcho.
– NEM isso, NEM aquilo (por Alex Saratt)
– Crítica do professor e ex-deputado federal Carlos Abicalil à Base Nacional Comum Curricular e à Reforma do Ensino Médio

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Nesta quinta-feira (08), penúltimo dia da #CaravanaPelaDemocracia, o CPERS chegou às escolas da região metropolitana de Porto Alegre para debater o futuro da educação pública no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Nos núcleos de Canoas (20º) e Gravataí (22º), foram realizadas visitas nas instituições de ensino, entrevistas nas rádios e uma roda de conversa com estudantes e educadores(as) sobre a necessidade de mudança no cenário político atual para esperançarmos por valorização e respeito aos trabalhadores(as) da educação.

Nas visitas às escolas de Canoas, o vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, destaca a importância do voto consciente para evitar mais perdas de direitos. “A nossa vida pode piorar se a gente não mudar a política que está implantada em nosso Estado e no Brasil. Temos que avaliar muito para colocar no governo e no parlamento quem prioriza a educação pública”.

“Nossa caravana não tem a intenção de dizer em quem vocês devem votar, mas estamos chamando os colegas para uma reflexão. Comparem os últimos governos e escolham candidatos onde possamos avançar em nossas pautas e não só resistir, como estamos fazendo nos últimos governos”, destaca o diretor do CPERS, Cássio Ritter, que também visitou escolas da região de Canoas.

Participaram da Caravana no 20º Núcleo, a diretora Iara Beatriz Anziliero Nunes e a representante 1/1000, Cleusa Werner.

Caravana leva debate sobre democracia aos alunos e educadores de Viamão 

Durante a passagem da Caravana pela região do 22° Núcleo, foi realizada a roda de conversa “Educação no Contexto das Eleições: saber mudar é possível!”, promovida pelo Núcleo, com a presença de estudantes, educadores(as) e entidades ligadas à educação, em Viamão.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, debateu a importância da luta da juventude para construir o futuro da educação no RS.

“A Caravana de hoje, aqui em Viamão, tem um papel único de falar com a juventude que tem a irreverência, a energia e principalmente a esperança. Saímos daqui renovados para construir a luta para todos: estudantes, professores e funcionários – da ativa e aposentados”.

Alex ainda reforçou a necessidade de exercer o direito ao voto e a importância de eleger candidatos que valorizem os trabalhadores(as) e a população mais necessitada: “Temos pessoas fazendo fila para comer osso. Temos cerca de 100 milhões em insegurança alimentar e milhares que passam fome. Precisamos mudar o quadro social do Brasil e essa transformação só é possível com a luta. Precisamos eleger governos que estão do nosso lado e que defendem, de fato, os nossos direitos e a educação”.

Sérgio Kumpfer, secretário de Aposentados(as) e Assuntos Previdenciários da CNTE, debateu a conjuntura política com os presentes e ressaltou a importância da defesa intransigente da democracia. “A democracia é uma conquista histórica para o país. Com a Constituição de 88, tivemos muitos avanços, entre eles, as garantias de liberdades para a escola pública e laica. A democracia sempre é, sempre foi e sempre será o melhor caminho para desenvolver uma nação. Precisamos defendê-la em todas as oportunidades”.

Anderson Farias, presidente da UGES e Umespa e estudante da escola Ernesto Dorneles, destacou a importância da defesa da educação para além dos muros das escolas.

“Nós, estudantes, alunos de escolas públicas e institutos federais, buscamos soluções a partir do conhecimento para diminuir as barreiras sociais. O que o governo nos dá em troca? Corta os investimentos. Vivemos uma situação caótica e insustentável; precisamos tomar as ruas em defesa dos nossos direitos juntamente com os educadores”.

Após a roda de conversa, os alunos Pedro Henrique de Ávila da Silva e Haissa da Silva Maroniene, da EEEM Farroupilha, de Viamão, leram a “Carta Aberta dos Estudantes Brasileiros sobre a Educação”, que reivindica merenda, passe livre escolar e ampliação dos horários dos ônibus para atender todos os estudantes. 

Pela tarde, ainda foi realizada uma caminhada até o EEEM Setembrina, em Viamão, onde os presentes debateram a necessária luta por um ensino público de qualidade para todos(as).

Ao fim do encontro, os alunos(as) apresentaram trabalhos construídos a partir de uma imersão que convidava a refletir sobre democracia e o que é necessário para uma escola de qualidade. Foram confeccionados cartazes com os resultados que destacavam desde a necessidade de mais investimentos até o combate à pobreza menstrual.

Acompanharam as atividades da Caravana em Viamão a diretora-geral, Letícia Coelho, e o tesoureiro do 22° Núcleo, Jussemar da Silva. 

Dia 13 de setembro vai ter luta!

Durante a passagem da Caravana pelas escolas de Porto Alegre, os dirigentes também reforçaram o chamamento para o Ato Público pela Educação e a Marcha dos Aposentados(as), que será realizada no próximo dia 13 de setembro, em Porto Alegre.

Educadores(as) de todo o estado tomarão as ruas da Capital contra o confisco dos salários dos aposentados(as), pela valorização dos funcionários(as) de escola, pelo pagamento integral do Piso e em defesa do IPE Saúde público e de qualidade.

Vivemos um período de ataques constantes, com o agravamento da retirada de direitos. Marcharemos unidos e fortes, acreditando que, sim, é possível e urgente assegurar um novo tempo para os educadores(as).

A concentração será às 9h, em frente à sede do CPERS, e depois seguiremos em caminhada até o Palácio Piratini.

Clique aqui e saiba como participar!

Nesta sexta-feira (9), o CPERS encerra a #CaravanaPelaDemocracia visitando escolas nos Núcleos de Guaíba e Osório.

>> Confira as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta quinta (08):

> Canoas (20º núcleo):

EEEF Fátima (Canoas)
EEEF Antônio Francisco Lisboa (Canoas)
EEEM Guarani (Canoas)
EEEM Jardim Planalto (Esteio)
EEEM Professora Maria Sirley Vargas Ferraz (Esteio)
EEEF Santo Antonio Maria  Claret (Esteio)
EEEF Professora Silvania Regina de Àvila Alves (Sapucaia)
IEE Rubem Berta (Sapucaia)

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