Os usuários do IPE Saúde com 50 anos ou mais contam com um diferencial neste mês: as consultas com urologista terão isenção da coparticipação.

A ação integra o Novembro Azul, em uma campanha que busca a conscientização sobre o câncer de próstata e a importância de cuidados integrais com a saúde do homem. Para quem se enquadra nos critérios elencados, basta procurar um médico credenciado da rede IPE Saúde – a isenção é garantida automaticamente (válido uma consulta por pessoa).

A campanha é realizada pelo segundo ano consecutivo – em sua primeira edição, em 2021, houve um aumento total de 14% nas consultas realizadas entre homens de 50 anos ou mais ao ano em comparação com o ano de 2020. Considerando apenas o mês de novembro, houve uma ampliação de 8% na quantidade de consultas realizadas em 2021 em relação ao mesmo mês em 2020. A expectativa é de manutenção da tendência de crescimento nesta edição: espera-se que sejam realizadas 5.412 consultas no mês para o público-alvo.

A ideia é incentivar a procura por profissionais e cuidados com a saúde com regularidade, ao longo de todo ano, para otimização da prevenção relacionada às doenças masculinas, em especial ao diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Veja como proceder para realizar as consultas gratuitas:

  • É necessário ter IPE Saúde ativo e idade a partir dos 50 anos;
  • Agendar consulta no mês de novembro, na especialidade de Urologia.

Para buscar médicos e laboratórios credenciados ao IPE Saúde, basta acessar o Guia Médico, neste link.

Câncer de Próstata 

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos e considerando ambos os sexos, é o segundo tipo mais comum. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Contudo, o Instituto Nacional de Câncer não recomenda a realização de exames de rotina com essa finalidade. Caso os homens busquem ativamente o rastreamento desse tipo de tumor, é recomendado que sejam esclarecidos sobre os riscos envolvidos e sobre a possível ausência de benefícios desses exames feitos como rotina. Já o diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados no tratamento e deve ser buscado com a investigação de sinais e sintomas como:

  •       Dificuldade para urinar
  •       Diminuição do jato de urina
  •       Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite
  •       Sangue na urina

Na maior parte das vezes, esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico.

O câncer de próstata é detectado pelo toque retal e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA (antígeno prostático específico). No entanto, nenhum dos dois exames tem 100% de precisão, e por isso podem ser necessários exames complementares.

Informações: Ascom IPE Saúde

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Nesta quinta-feira, 3 de novembro, celebramos o Dia da Instituição do Direito ao Voto Feminino, uma grande conquista às mulheres após uma luta de 100 anos.

O movimento sufragista lutou pela reivindicação da participação ativa das mulheres na política, concedendo a elas o direito de votarem e de serem votadas.

Em 1932, mulheres brasileiras assalariadas e alfabetizadas obtiveram o direito ao sufrágio, primeira entre grandes conquistas femininas no Brasil. O direito ao voto foi uma luta de classes, dando início a inserção das mulheres no meio político e sendo o pontapé inicial para mudanças e melhorias para as mulheres na sociedade brasileira.

O CPERS, por meio do Departamento de Gênero e Diversidade, honra a história da luta feminina nesta importante conquista.

Que a força das mulheres se mantenha viva e auxilie na continuidade do combate à desigualdade de gênero no país. Por mais lideranças femininas na política, por mais mulheres exercendo a democracia!
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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

No último dia 30 de novembro de 2022, o mundo acompanhou o resultado de 2º turno das eleições gerais para a Presidência da República que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva como o seu vencedor inconteste, em um processo que, acompanhado internacionalmente por entidades de todo o mundo, contou com lisura e legitimidade que sempre se espera dele. Dessa forma, Lula foi eleito o único Presidente do Brasil a alcançar a marca de mais de 60 milhões de votos que, de norte a sul do país, o povo brasileiro lhe conferiu.

A eleição de Lula para conduzir o país a partir do ano de 2023 representa uma redenção a um homem que deixou a Presidência da República em 2010 com os mais altos índices de popularidade e aprovação já vistos por aqui, para oito anos depois, em um processo judicial parcial e eivado de fraudes processuais desde o seu início, prendê-lo de forma absolutamente injusta e arbitrária, em um conluio entre a Justiça, mídia e atores políticos. Essa é a verdade que, já reconhecida pela mais alta instância judicial brasileira e até pela Organização das Nações Unidas (ONU), entrará para a História.

A sua eleição agora, no ano de 2022, representa uma chance ao país para se reconectar com os sentimentos e valores mais nobres que a política pode oferecer às sociedades humanas e, por isso, trata-se de um governo que se pretende amplo o suficiente para dar conta da base social pró-democracia que o reconduziu pela terceira vez ao cargo máximo da República brasileira.

Qualquer tentativa que objetive interditar o atual processo eleitoral e o próprio curso da democracia brasileira deve ser imediatamente rechaçado por todos e é exatamente isso o que se tem verificado agora no país, com um crescente isolamento do Presidente Jair Bolsonaro. Ao demorar dois dias para realizar um pronunciamento de reconhecimento de sua derrota eleitoral, ele fomenta os atos de violência e intolerância que se têm verificado no Brasil desde a divulgação dos resultados das eleições do último domingo. Em especial a movimentação de bloqueio e interdição violenta das estradas brasileiras, em vários pontos do país, atos já prontamente rechaçados pelo próprio Supremo Tribunal Federal brasileiro que, agora, exige a imediata liberação das vias.

A desobediência de alguns a cumprir a legislação e as ordens judiciais emanadas de nossas instituições nesse episódio da interdição e bloqueio das estradas, em especial a verificada pelo Diretor Geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, deve ser investigada com rigor e exemplarmente punida. Não é tolerável a apropriação privada de cargos públicos importantes para a defesa de quaisquer interesses políticos e/ou partidários. Salvemos a democracia brasileira!

Brasília, 01 de novembro de 2022

Direção Executiva da CNTE

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O câncer de próstata é o tipo mais comum entre os homens brasileiros, atrás apenas do câncer de pele. Mesmo diante desta constatação, muitos relutam em fazer o exame preventivo.

Para mudar esse cenário e incentivar o cuidado com a saúde de uma forma global, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza mais uma edição da campanha Novembro Azul, que este ano traz a mensagem: “Saúde também é papo de homem”.

Dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde revelam que, de 2019 a 2021, foram mais de 47 mil óbitos em razão desse tipo de tumor. No ano passado, 16.055 homens morreram em consequência da doença, o que corresponde a cerca de 44 mortes por dia.

Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou com 50 anos e sem estes fatores, devem procurar um urologista e fazer o exame.

Descoberta precocemente, a doença tem 90% de cura. Cuidar é essencial, prevenir é o caminho!

#NovembroAzul

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Neste domingo, 30 de outubro, brasileiros e brasileiras, das mais variadas idades, raças e classes, exerceram o seu direito constitucional de escolher quem governará a nação pelos próximos quatro anos.

Somos uma das quatro maiores democracias do mundo, porém, a única que apura e divulga os resultados eleitorais no mesmo dia do pleito, com agilidade, segurança, competência e transparência. Esse feito deve ser motivo de orgulho nacional – e não de incerteza.

A vitória não pertence somente a candidatos, mas aos milhares de brasileiros(as) que resistiram e acreditaram que é através das urnas e da política que mudamos os rumos do país. A festa da democracia é de todos(as) e deve ocorrer com paz, liberdade, consciência e responsabilidade.

O CPERS defende o respeito à decisão popular e o resultado das urnas e afirma que seguirá na linha de frente da defesa dos professores(as) e funcionários(as) de escola, da ativa e aposentados(as), de uma educação pública, gratuita e de qualidade para aqueles que mais necessitam e na defesa intransigente da democracia e de uma vida digna para a classe trabalhadora.

Vamos esperançar um Brasil sem fome, sem preconceitos, sem violência e sem ódio. Vamos unidos e fortes reconstruir o país e o Rio Grande do Sul, com mais empatia, respeito e união. É tempo de unidade e organização para conquistarmos nossos sonhos!

Vamos juntos lutar por nossos direitos, porque exigi-los é ensinar a democracia. Avante educadores(as), de pé!

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Após o anúncio da assinatura do termo de negociação para o pagamento dos dias descontados da greve, realizado nesta quarta-feira (19), o CPERS recebeu uma série de dúvidas da categoria sobre o tema.

A assessoria jurídica do Sindicato, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, esclarece os principais questionamentos:  

1) Todos os trabalhadores(as) em educação que aderiram à greve terão o direito de receber? Sim! Aqueles que não têm mais vínculo com o Estado, provavelmente, terão que abrir um processo administrativo para indicar uma conta-corrente para o recebimento dos valores.

2) Como será realizado o pagamento? Até o dia 11 de novembro de 2022 será devolvido todo o valor descontado.

3) Será preciso fazer algum pedido? Não, o pagamento será automático para todos os trabalhadores(as) em educação que aderiram à greve.

4) Quem mudou de vínculo precisa efetuar alguma solicitação? O pagamento provavelmente virá automático, mas caso não ocorra, será necessário abrir um processo administrativo para esclarecer a situação e solicitar o pagamento.

5) Quem se exonerou receberá o pagamento? Aqueles que não têm mais vínculo com o Estado, provavelmente, terão que abrir um processo administrativo para indicar uma conta-corrente para recebimento dos valores.

6) Quem se aposentou também receberá? Sim, também receberá.

7) E quem perdeu uma LP devido à greve? As faltas serão abonadas e as vantagens restabelecidas.

8) O valor será corrigido com o salário atual? Não, o pagamento não será pelo salário atual, os servidores(as) receberão o mesmo valor descontado na época.

9) Os dias da greve serão abonados? Sim.

10) E quem entrou com ação na justiça? Quem ingressou na justiça terá que desistir do processo para receber administrativamente.

11) Quem autorizou o parcelamento dos descontos, terá o valor devolvido também? Sim. 

12) O desconto dos dias de greve incidiu, também, sobre o 13° salário, as férias e o vale-refeição, tudo estará contemplado no pagamento? Tudo o que foi descontado sob a rubrica GREVE será devolvido.

Para aqueles que por ventura não identificaram o lançamento do valor ou verificarem valores indevidos, entrar em contato com a Secretaria da Fazenda pelo e-mail: atendimento.dgf.te@sefaz.rs.gov.br. E fique atento às nossas redes para mais informações!

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Referência em acolhimento de mulheres e seus filhos, em situação de violência doméstica, a Casa Mulheres Mirabal, de Porto Alegre, sofre nova ameaça de despejo.

Orquestrada pelo prefeito Sebastião Melo (MDB), a decisão, ainda passível de recurso, foi absurdamente comemorada pela Procuradoria Geral do Município de Porto Alegre (PGM) através de um post nas redes sociais.

Essa não é a primeira vez que o Executivo Municipal tenta impedir o atendimento no local, gerido pelo Movimento de Mulheres Olga Benário.

Desde a sua criação, em 2016, a Mirabal sofre pressão do poder público para fechar as portas. Em dezembro de 2021, o Ministério Público (MP) colocou-se contra a casa abrigo e indicou seu fechamento, ignorando todo o preocupante cenário de violência contra as mulheres.

Dados do Observatório Estadual de Segurança Pública, da Secretaria da Segurança Pública, apontam que, de janeiro até setembro deste ano, o Rio Grande do Sul registrou 81 feminicídios, 180 tentativas, 22.365 ameaças, 12.786 lesões corporais e 1.698 casos de estupro (incluindo de vulnerável).

Em Porto Alegre, foram registrados 1.984 casos de ameaça, 1.477 de lesão corporal, 164 casos de estupro, 5 feminicídios e 23 tentativas.

Desde o seu surgimento, a Mirabal já fez cerca de 600 acolhimentos e abrigamentos de mulheres em situação de violência de todo o estado e também estrangeiras.

O CPERS, que representa uma categoria majoritariamente feminina, apoia a causa da Casa Mirabal e toda forma de combate e superação do machismo, racismo, LGBTFobia, assim como outras formas de desigualdade e violência.

O Sindicato também ressalta seu total repúdio à atitude autoritária e machista do prefeito Sebastião Melo (MDB) e rechaça veementemente a postura da PGM, que comemora publicamente como uma vitória o despejo de mulheres que sofreram violência e que têm no local o abrigo e o acolhimento tão necessários.

Para angariar recursos para gastos com ônibus, alimentação e panfletos sobre a luta da Mirabal, a Casa está aceitando doações de qualquer valor, através da chave PIX pelo email mulheresmirabal@gmail.com.

Confira abaixo a nota completa publicada no Instagram da Mirabal

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Nesta quinta-feira (27), representantes da Direção Central do CPERS e da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) reuniram-se para esclarecer dúvidas e tratar de temas urgentes para os educadores(as) gaúchos(as).

Na ocasião, os dirigentes do Sindicato trataram, entre outros assuntos, sobre a liberação dos diretores de núcleos do CPERS; o reenquadramento das convocações dos educadores(as) aposentados(as) de 40 horas que viraram 20 horas; e a gratificação de atividades insalubres aos funcionários(as) de escola que tiveram reenquadramento no Plano de Carreira.

O principal ponto da pauta foi a apresentação das dúvidas dos professores(as) e funcionários(as) da educação sobre o pagamento dos dias da greve.

>> Confira os principais esclarecimentos sobre o pagamento dos dias descontados da greve

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou que, logo após o anúncio da negociação, inúmeros educadores(as) buscaram o Sindicato e a assessoria jurídica da entidade com uma série de dúvidas.

“O pagamento desses dias é muito importante para a nossa categoria. Temos famílias que perderam dois meses de salário e acumularam dívidas enormes. Então, a ansiedade é grande sobre como se dará esse reembolso”.

A secretária adjunta da Seduc, Stefanie Eskereski, reforçou que o pagamento será concedido para todos os educadores(as). “Recebemos uma demanda grande de perguntas por aqui também. Por isso, amanhã mesmo, estaremos encaminhamento uma orientação para as coordenadorias com os principais pontos”. 

Cleusa Flesch, diretora do departamento de Recursos Humanos da Seduc, garantiu que a Secretaria está buscando simplificar ao máximo o processo para que, até o dia 11 de novembro, todos(as) recebam o pagamento. 

“Publicaremos um decreto para tratar de questões específicas, como falecidos, dispensados ou exonerados. Realizaremos o pagamento no dia 11 e, se por ventura alguém não receber, trataremos caso a caso. Ninguém vai ter prejuízo”. 

A agente setorial da Seduc na PGE, Marília Bueno, ressaltou a importância dos educadores(as) que ingressaram com ação na Justiça pelo pagamento encaminharem a desistência do processo. Ao todo, existem 123 casos nessa situação.

O CPERS destaca que nenhum desses processos foram encaminhados pela Assessoria Jurídica da entidade. Portanto, é necessário contatar o escritório solicitante. 

Liberação dos diretores(as) de núcleos do CPERS

Sobre a liberação dos diretores(as) de Núcleo, a secretária adjunta informou que a principal dificuldade no encaminhamento está na contratação de substitutos e pelo Regime de Recuperação Fiscal, que impede novas contratações. 

Na ocasião, Stefanie garantiu que a Seduc estudará a disponibilidade de pessoal para verificar a possibilidade da liberação. 

Reenquadramento das convocações de 40 horas para 20 horas

Quanto ao reenquadramento dos professores(as) que tiveram suas aposentadorias de 40h transformadas em subsídios de 20h, Marília informou que nas próximas semanas será publicado um parecer da PGE com orientações sobre os casos identificados. 

Gratificação de Insalubridade

A diretora do Departamento de Funcionários da Educação do CPERS, Juçara Borges, questionou os representantes da Seduc sobre o pagamento do adicional para os agentes educacionais contratados(as). 

“É uma situação muito difícil, os contratados, que exercem a mesma função dos nomeados, não recebem o benefício, mas sofrem as consequências do trabalho diário nas escolas tão intensamente quanto”. 

A secretária garantiu que verificará o andamento do processo e retornará o mais breve possível com informações sobre a situação.

Leia também

>> VITÓRIA DA LUTA: após intensa pressão do CPERS, governo anuncia pagamento do desconto da greve

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Enquanto o governo federal corta recursos bilionários no orçamento de 2023 da educação e programas sociais, o presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou uma proposta orçamentária que libera mais dinheiro na construção de colégios militares.

O governo de Roraima, por exemplo, quase dobrou o número de escolas com ensino militarizado e ampliou de 18 para 33 o total de unidades com o modelo de educação no estado. No total, são 20 escolas militarizadas na capital Boa Vista e 13 em municípios do interior, segundo dados da reportagem no G1.

Desde 2019, o número de escolas militarizadas cresceu no Brasil. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a proposta do presidente é de R$ 147 milhões em 2023 para continuar a construção do colégio militar de São Paulo.

No ano passado, o Exército afirmou que a previsão total de gasto era de cerca de R$ 130 milhões – o que já seria suficiente para inaugurar aproximadamente 65 novas creches no país. “A gente tem um retrocesso na educação sob o governo Bolsonaro com cortes sistemáticos de recursos discricionário nos últimos anos, mas temos essas políticas oriundas, como escola sem partido e escola militar, que são agendas contrárias à educação”, afirma o professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e doutor em Educação, Gregório Grisa.

Ele explica que “as verbas discricionárias, que são sistematicamente cortadas, são exatamente as que sustentam as contas das instituições federais, água, luz, as bolsas de estudos, a assistência estudantil, alimentação dos estudantes, o custeio de laboratórios e tudo que envolve o dia a dia das instituições”. Segundo o professor, essa proposta do governo em gastar mais dinheiro com escola militar do que com verbas discricionárias faz parte da estratégia e da pauta do governo Bolsonaro. “É a questão das guerras culturais como é o caso da escola militar, é uma pauta ligada aos costumes religiosos. Essa é a tônica na gestão”.

Opinião CNTE
Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a Constituição Federal (CF-1988) estabelece os princípios e as condições para a oferta do ensino público no país, e a militarização das escolas públicas não se amolda a NENHUM dos preceitos da Carta Magna, seja em relação à forma de oferta pelo poder público, seja quanto ao conteúdo pedagógico.

“A democracia e a inclusão social requerem escola pública de qualidade para todos/as, devendo o poder público garantir igualdade de acesso e a permanência nas instituições de nível básico”, diz trecho da nota da entidade com o título “Escola militarizada mitiga a democracia e mascara falta de investimentos nas escolas”.

Governo gasta até com casas para militares

Enquanto corta recursos da área da saúde, educação e programa social, como Casa Verde e Amarela, moradias para a população de baixa renda em todo o país, o governo federal quer mais recursos para facilitar a compra da casa própria para policiais.

A Casa Verde e Amarela teve um corte de 95% para 2023 em relação ao valor proposto para 2022, que já ficou bem abaixo do registrado no Minha Casa Minha Vida, programa de moradia popular do governo Lula.

As unidades militares apresentam bons resultados em avaliações, o que em parte é atribuído ao perfil socioeconômico dos estudantes e aos elevados investimentos. Cada aluno de colégio militar custa três vezes a média do que é gasto com um estudante da rede pública.

“O governo não faz uma política pública que contemple melhorias para toda a rede, mas negocia algumas escolas que deixam de ser geridas na lógica de uma escola pública universal, gratuita, laica e para todos, criando uma diferenciação na rede. Ou seja, entrega às escolas para a Polícia Militar, o que contempla os anseios de uma parte da população atendida, e colhe os frutos de uma política excludente”, conta a Doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais, Miriam Fábia Alves.

Enquanto isso, corte na educação básica

Além dos cortes na educação básica e ensino fundamental, nas universidades públicas houve uma queda drástica no número de matrículas, o que não ocorria há mais de 20 anos. Para Gregório, os cortes na educação infantil são um paradoxo no governo Bolsonaro. “Ele já prometeu priorizar creches e a educação básica em 2018, mas os números de orçamento mostram claramente que a educação básica não foi priorizada”.

Ele afirma ainda que a atual gestão é marcada por redução de recursos em todas as etapas da educação, alcançando os piores níveis de orçamento federal para a pasta.
“A educação infantil perdeu recurso de forma importante durante o governo e, agora, um corte avassalador praticamente acaba com os recursos para construção de creches”, diz o professor, que finaliza: “Nós temos na educação infantil, em especial na creche de zero a três anos, a maior demanda de matrículas, cerca de 37% das crianças de zero a três. O Plano Nacional prevê que a gente tem que chegar até 50% em 2024, óbvio que isso não irá se concretizar com esse governo federal”.

Fonte: CNTE

Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

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O Encontro Regional dos Funcionários(as) da Educação, que já ocorreu em 36 núcleos do CPERS, leva para milhares de educadores(as) o debate sobre o cenário político, mobilizações, luta, informações jurídicas e mais: o resgate da identidade e a importância destes profissionais para as escolas.

Na última quarta-feira (26), a atividade ocorreu no núcleo de Uruguaiana (21º) e, nesta quinta-feira (27), em Guaíba (34º Núcleo).

Durante o Encontro, no 21º Núcleo, realizado no auditório da EEEF Hermeto José Pinto Bermudez, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou a importância dos diferentes cargos dos agentes educacionais dentro das instituições, ressaltando a relevância de cada um no dia a dia das escolas.

“O que a gente tem em comum? Todos somos educadores e servidores públicos com direitos e deveres”, asseverou.

Ao realizar a análise da conjuntura política, a presidente Helenir observou que a PEC 32 (Reforma Administrativa), que ataca os serviços e servidores(as) públicos, foi segurada com muita resistência e luta dos trabalhadores(as). Mas o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL), afirmou recentemente que a PEC voltará para a votação assim que acabar o processo eleitoral.

“A PEC 32 tira o direito e a tranquilidade de termos feito concurso público, o que nos garante, entre outros direitos, a estabilidade. Em entrevista recente, o presidente Bolsonaro disse que prefeitos e governadores têm o direito de demitir os funcionários e substituí-los por indicações deles. Por situações como esta, temos a obrigação de acompanhar o cenário político. Só assim podemos fazer as escolhas certas na hora do voto, pois refletirá diretamente em nossas vidas”, apontou Helenir.

Além dos funcionários(as) da educação de Uruguaiana (21º), participaram das atividades os educadores(as) do Núcleo de Alegrete (19º).

Também estavam presentes no Encontro, as diretoras de núcleo Zila Teresinha Soares Fidell (21º) e Rosa Maria Agostini Dotta (19º).

Golpes na Internet

O delegado de Polícia Civil, Nilson Carvalho, palestrou sobre “Os golpes da internet”. No início da sua explanação, contou que é filho de servidores(as), que sua mãe e tia são educadoras e estavam presentes no evento, destacando todo o carinho e respeito pela categoria e pelo CPERS.

Durante a palestra, o delegado deu exemplos de crimes e como prevenir-se deles. Os golpes virtuais foram os mais destacados pelo servidor, já que, na pandemia, essas situações aumentaram significativamente.

“Em razão da pandemia, nos recolhemos para preservar a nossa saúde e a da nossa família. Isso diminuiu o fluxo de pessoas nas ruas e esses criminosos acabaram migrando para os crimes virtuais. Também se aproveitaram da ferramenta Pix, que veio para nos beneficiar, mas que de certa forma facilita a vida desses criminosos”, frisou Carvalho.

Encontro em Guaíba reforça a luta por direitos

Na quinta-feira (27), foi a vez de Guaíba (34º) sediar o Encontro, que reuniu também funcionários(as) de escolas de Camaquã (42º).

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, fez a análise da conjuntura atual e enfatizou a importância dos funcionários(as) da educação nas lutas do Sindicato.

“Nossa categoria tem se mostrado muito mobilizada para discutir as questões que envolvem a realidade dos funcionários. Essa mobilização é fundamental para que a gente possa organizar a luta para o próximo período. Neste domingo, decidiremos o futuro do Estado e do país e acreditamos que é possível uma mudança no cenário nacional. Certamente os trabalhadores da educação serão ponta de lança das mobilizações futuras e os funcionários, sempre presentes em nossas lutas, vão fazer valer os seus direitos e ajudar nas conquistas que virão.”

Somos todos educadores(as)!

A diretora do Departamento de Funcionários(as) da Educação do CPERS, Sônia Solange Viana, frisou a relevância dos encontros para a valorização destes profissionais e a importância do voto consciente no segundo turno das eleições.

“Estes encontros nos possibilitam um diálogo franco e direto com vocês, funcionários da educação, principalmente na atual conjuntura de ataques aos nossos direitos, com o avanço do fascismo em nível nacional e do liberalismo aqui no Rio Grande do Sul. Estamos vivendo o período de maior empobrecimento da nossa categoria. Por isso, no próximo domingo, temos que votar naqueles que nos valorizam.”

Juçara Borges, diretora do Departamento de Funcionários(as) da Educação do CPERS, ressaltou que o Sindicato faz a luta por todos, funcionários(as) da educação e professores(as). “Quando o CPERS faz a luta por reajuste salarial está negociando por nós, funcionários de escola e pelos professores. Somos todos educadores, somos uma categoria só”, ressaltou Juçara.

 Informações jurídicas

Os advogados Marcelo Fagundes e Rodrigo Seben, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, explanaram sobre o confisco do salário dos aposentados(as) com a Reforma da Previdência estadual, o falso reajuste de 32% aos educadores(as) e o vergonhoso “aumento” de 6% a servidores(as), além das ações judiciais na defesa dos direitos da categoria como a insalubridade, a ação revisional de juros, a revisão do abono família e a atualização da licença prêmio. Um dos pontos de destaque do debate foi o pagamento dos dias da greve.

Apresentação cultural e eleição de delegados

Em Uruguaiana, a apresentação cultural ficou por conta do Grupo de Dança das Aposentadas do 19º núcleo (Alegrete), as Guerreiras.

Representando o 21º núcleo (Uruguaiana) a ex-estudante da rede estadual, Lisiane Silveira, a Kika, dançou e encantou a todos, mostrando a importância da inclusão na educação pública.

No 34º Núcleo (Guaíba), houve a Eleição de Delegados para o Encontro Estadual dos(as) Funcionários(as) da Educação.

Confira a agenda dos próximos Encontros:

17/11/2022
Núcleo Sede: Santa Cruz do Sul
Núcleos Participantes: Santa Cruz do Sul / Soledade / Estrela

24/11/22
Núcleo sede: Santo Ângelo
Núcleos participantes: Santo Ângelo / Cruz Alta

 

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