O Ministério da Educação (MEC) decidiu prorrogar, por mais 30 dias (até 5 de julho), a consulta pública sobre a Lei 13.415/2017, que trata do Novo Ensino Médio (NEM). O objetivo é ampliar as formas de participação social no debate sobre o modelo educacional aprovado em 2017, e implementado gradualmente em todas as escolas públicas e particulares desde 2022. Até agora, a consulta pública recebeu 8.276 respostas.

Há 11 dias, a CNTE e entidades filiadas, entre elas o CPERS, iniciaram uma campanha incentivando os trabalhadores(as) da educação a responderem à consulta. Desde então, o número de respostas registradas na Plataforma Participa Brasil triplicou.

A ampliação do prazo pelo MEC atende à solicitação do Fórum Nacional de Educação (FNE), do qual a CNTE faz parte. Outras instituições também encaminharam o mesmo pedido ao Ministério.

“A CNTE, dentro do FNE, também indicou a necessidade da prorrogação. Este novo prazo é muito importante para efetivar a consulta, utilizando todos os indicadores apontados”, explica o presidente da CNTE, Heleno Araújo. 

Alvo de críticas de entidades educacionais como a CNTE, o NEM, na prática, não cumpriu a proposta de trazer um caráter mais dinâmico às escolas e não ofereceu alternativas aos estudantes que buscam uma preparação voltada ao ingresso no mercado de trabalho.

A Confederação argumenta ainda, que a reorganização curricular das escolas trouxe graves problemas aos profissionais da educação e a milhares de estudantes ao reduzir disciplinas básicas como Física, Química e Biologia e introduzir um conjunto de aulas, conhecido como itinerários formativos, como forma de ampliar o acesso do setor privado aos recursos públicos por meio da oferta de materiais didáticos e audiovisuais.

O Conselho Nacional de Entidades da CNTE aprovou recomendação aos trabalhadores(as), alunos(as) e funcionários(as) das escolas públicas, para discordarem de todas as 11 perguntas do formulário do MEC. >> Confira abaixo como responder à consulta pública! 

As críticas ao Novo Ensino Médio

O NEM é um novo modelo obrigatório a ser seguido no Ensino Médio por todas as escolas do país, públicas e privadas.

A Lei estipula aumento progressivo da carga horária. Antes, no modelo anterior, eram, no mínimo, 800 horas-aula por ano (total de 2.400 no Ensino Médio inteiro). No novo modelo, a carga deve chegar a 3.000 horas ao final dos três anos. O problema é que a ampliação da jornada escolar, de quatro para sete horas, não foi acompanhada com mais investimento para haver mais professores(as) e escolas.

As disciplinas básicas, como física, química e biologia, foram reduzidas e houve uma ‘plataformização’ do ensino com a substituição de uma política educacional por compra de plataformas. Além de inventarem uma disciplina, chamada educação financeira, em um modelo alienante e de adestramento.

O Novo Ensino Médio segue a cartilha do neoliberalismo, propõe uma formação que foge da base para construção do acesso ao trabalho decente, do ingresso à universidade, de estímulo ao pensamento crítico e de um projeto de país, segundo educadores ouvidos pela CNTE.

>> COMO RESPONDER À CONSULTA DO MEC SOBRE O NEM: 

Veja, abaixo, o passo a passo elaborado pela CNTE para responder à consulta sobre o NEM, de acordo com as orientações do Conselho Nacional de Entidades:

➡️ PASSO 1

O primeiro passo é o cadastro na plataforma de autenticação do governo federal, a Acesso GovBR (clique aqui para se cadastrar). ATENÇÃO: Se você já é cadastrado no GOV, siga direto para o próximo PASSO 2.

➡️ PASSO 2

Acesse a pesquisa clicando na plataforma PARTICIPA+BRASIL.  

➡️ PASSO 3

No canto superior direito, clique em “ENTRAR”. Insira seus dados de identificação com CPF e senha cadastrados no GOV.

➡️ PASSO 4 

Leia as orientações da pesquisa, descendo o cursor para baixo: as perguntas estarão disponíveis a partir da metade da página, após as orientações iniciais do texto do MEC intitulado “Avaliação e Reestruturação da Política Nacional de Ensino Médio”.

➡️ PASSO 5

Para cada pergunta, você tem que marcar “concordo com a proposição” ou “discordo da proposição” e também inserir um comentário. A CNTE orienta responder “discordo da proposição” em todas as questões, além de incluir um comentário para cada uma das perguntas, conforme documento anexo. 

>> COMENTÁRIOS PARA CADA QUESTÃO: 

➡️ Questão 1 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo: 

Além de definir critérios mínimos para a oferta do ensino noturno nas etapas fundamental e médio, com carga horária presencial de 2.400 horas no regular e de 1.200 horas na EJA, é preciso assegurar currículos sólidos para a educação em tempo integral e garantir a oferta regular nas escolas diurnas que não possuem estruturas físicas para ofertar o integral, respeitando-se, ainda, a disponibilidade de tempo dos estudantes que não podem cursar o período integral e nem o noturno.

➡️ Questão 2 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

O NEM comprovou a incompatibilidade dos itinerários com a organização curricular das escolas, dada a dicotomia criada entre a FGB e as áreas específicas de conhecimento. O desafio consiste em articular o currículo para que as escolas ofertem conjugadamente a parte comum (de no mínimo 2.400h para o EM parcial de 3.000h) e as áreas específicas. Já a educação técnica-profissional possui regulamentação própria na LDB e deve ser priorizada na forma articulada, integrada e presencial.

➡️ Questão 3 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

A BNCC precisa ser revista na lógica de se retomar a organização curricular da Resolução CNE/CEB nº 02/2012, composta por FGB e por uma parte diversificada que considere as diversidades, os interesses dos estudantes e as especificidades regionais. Além das disciplinas listadas nesta questão III, é preciso assegurar a língua materna aos povos indígenas, o estudo da cultura afro-brasileira e indígena, a língua espanhola visando a integração regional, entre outras especificidades.

➡️ Questão 4 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Somos contrários aos itinerários da Lei 13.415, pois criam dicotomia entre a FGB e a parte diversificada, contrariando os artigos 26 e 35 da LDB, que primam pela integração curricular sem blocos distintos. A parte diversificada precisa manter coerência com o currículo geral, ser presencial, manter-se vinculada à formação profissional docente e ter acompanhamento pedagógico consistente para aprofundar as áreas da ciência, da tecnologia, da cultura e do mundo do trabalho.

➡️ Questão 5 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Há concordância no que se refere a oferta presencial da formação geral básica. Contudo, os itinerários precisam ser substituídos pelas áreas de conhecimento integradas à formação geral, compondo a Parte Diversificada, de forma presencial, cabendo ao Conselho Nacional de Educação sua futura normatização.

➡️ Questão 6 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

A formação técnica-profissional de nível médio está regulamentada em seção própria na LDB (arts. 36-A a 36-D), devendo sua forma articulada e integrada – com profissionais licenciados para cada eixo tecnológico, sem a necessidade do Notório Saber – ser priorizada pelos sistemas de ensino que a ofertarem. A permanência deste itinerário na estrutura da Lei 13.415 mantém a dicotomia entre a FGB e as partes diversificadas, algo que havia sido superado, em 2004, pelo Decreto 5.154.

➡️ Questão 7 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

As populações de que tratam essa questão residem geralmente em localidades com apenas uma escola de ensino médio. De modo que os modelos de itinerários da Lei 13.415 não cabem nesses estabelecimentos. Também por essa razão é que precisa ser retomada a organização da formação geral básica integrada com as partes diversificadas do currículo, possibilitando a adequação do projeto pedagógico escolar a cada uma das realidades sociais de um país continental e plural.

➡️ Questão 8 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Por óbvio são necessários mais investimentos em infraestrutura e em outras áreas não só do ensino médio, mas de toda a educação básica pública, como a valorização profissional. A política de financiamento deve primar pelo regime de cooperação federativa, sobretudo através do FUNDEB e da aprovação do Sistema Nacional de Educação e do Custo Aluno Qualidade. Os programas com prazos e valores findos não garantem a perenidade da política pública e não agregam os sistemas de ensino.

➡️ Questão 9 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Os pressupostos da formação docente para atuar no ensino médio não podem ser os conteúdos da BNCC, como definiu a Resolução CNE/CP nº 2/2019 (BNC-Formação), mas sim os componentes curriculares que integram, indissociavelmente, a FGB e as partes diversificadas do currículo escolar, além das áreas da gestão. Por esse motivo, precisam ser revogadas e reformuladas a BNC-Formação e a própria BNCC, e incluir a profissionalização dos funcionários da educação entre as prioridades.

➡️ Questão 10 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

O Enem não pode avaliar somente aspectos da FGB. É preciso contemplar também os conteúdos curriculares das áreas de aprofundamento, como os direitos humanos, as questões ambientais, o processo de envelhecimento e a valorização do idoso, os diferentes aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos da sociedade, além de problematizar conteúdos de empreendedorismo e projeto de vida, por exemplo, que negam à maioria dos jovens sua condição de integrantes da classe trabalhadora.

➡️ Questão 11 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Os Indicadores de Qualidade do Ensino Médio não são suficientes para a avaliação institucional. É preciso avançar na regulamentação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – Sinaeb (estratégias 7.3 e 7.21 da Lei 13.005), no aperfeiçoamento do Enem, além de incluir a EVASÃO no referencial de cálculo do IDEB. A ausência dessa variável tem causado muitas distorções nos sistemas de ensino, que priorizam o fechamento de turmas e escolas para melhorar a nota no IDEB.

Informações: CNTE
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>> Clique aqui para baixar o modelo de moção

O CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) elaboraram um modelo de Moção de Repúdio e Protesto a ser levado e protocolado na Câmara Municipal da sua cidade.

Vamos para cima dos vereadores(as)! A pressão para a garantia de um IPE Saúde solidário e de qualidade e pela revisão geral dos salários é fundamental.

Converse, fale sobre a situação de miséria dos educadores(as) e demais servidores(as), e dos prejuízos do PLC 259, projeto cruel de Eduardo Leite (PSDB) que reestrutura o IPE Saúde e penaliza aposentados(as) e aqueles que recebem os menores salários.

Vereadores(as) podem pressionar as bancadas na Assembleia Legislativa e garantir votos importantes para barrar mais esse ataque do governo. Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade! 

>> Clique aqui para pressionar os deputados para que digam #NãoAoPLC259 que reestrutura o IPE Saúde

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Com a finalidade de defender a qualidade de vida e a saúde mental de todos os educadores(as), o CPERS fez uma parceria incrível com consultórios renomados de psicanalistas, desde o dia 22 de maio.

Agora, sócios(as) do Sindicato e seus dependentes poderão adquirir serviços de terapia a preços acessíveis, com sessões presenciais ou online, nos consultórios das doutoras Caroline Morais e Marileia Marchezan.

Os valores dos serviços variam de acordo com o pacote escolhido pelo associado(a).

“Apresentamos esta importante iniciativa que busca oferecer serviços essenciais aos nossos associados e dependentes, com um valor diferenciado. Acreditamos que cuidar do bem-estar de cada um é fundamental e é por isso que estamos estabelecendo parcerias com áreas que não são cobertas pelo nosso renomado Sistema de Assistência à Saúde, o IPE Saúde. Queremos garantir que todos tenham acesso a tudo o que precisam para uma vida com mais qualidade”, destacou a diretora do departamento de Saúde do Trabalhador(a) do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destaca a importância de fornecer tratamento de psicanálise aos professores(as) e funcionários(as) de escola, da ativa e aposentados(as), que enfrentam sobrecarga de trabalho, perigos constantes no dia a dia, além de ganharem uma miséria do governo Eduardo Leite (PSDB).

“Nossa categoria está adoecida há anos e tudo piorou depois da pandemia. Estamos sobrecarregados, ganhando um salário de fome. Nossos professores e funcionários têm trabalho dobrado nas escolas, tendo que se dividir em três, quatro, para suprir as demandas. Sem contar os nossos aposentados, que, após dedicarem uma vida pela educação, tiveram seus salários confiscados por Eduardo Leite. É um desafio muito grande, que causa o adoecimento de todos os educadores”, asseverou Helenir.

O Sindicato, por meio do Departamento de Saúde do Trabalhador(a), luta diuturnamente para defender os direitos e a qualidade de vida de toda a categoria – professores(as) e funcionários(as) de escola, da ativa e aposentados(as).

É fundamental, para a saúde mental de todos os educadores(as), o acesso ao tratamento de psicanálise. Continuaremos firmando parcerias para tornar os cuidados de saúde mais acessíveis a todos os associados(as) e seus dependentes.

>> Se você ainda não é sócio(a) do CPERS, clique aqui para se filiar e desfrutar de inúmeros benefícios. 

➡️ Para atendimentos presenciais:

>> Consultório da Dra. Caroline Morais:
Travessa Leonardo Truda, nº 40, centro de Porto Alegre.

>> Consultório da Dra. Marileia Marchezan:
Centro Integrado de Saúde
Rua Visconde de Tamandaré, 199, em Alegrete.

➡️ Para sessões virtuais:

Recomendamos que você esteja em um ambiente tranquilo, com uma boa conexão de internet e, se possível, esteja sozinho(a) para garantir uma experiência confortável.

➡️ Para mais informações sobre atendimentos, entre em contato pelos telefones:

>> Caroline Morais (Atendimento online e presencial em Porto Alegre)
Telefone: (51) 991810000
Instagram: @psicanalista.carolinemorais

>> Marileia Marchezan (Atendimento online e presencial em Alegrete)
Telefone: (55) 996284855
Instagram: @marileiamarchezan

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A hora é agora! O projeto de reforma do IPE Saúde deve ser votado, em breve, na Assembleia Legislativa.

Servidores(as) estaduais, de todas as categorias, devem ficar atentos(as) às mobilizações de resistência contra este projeto nefasto, que mais uma vez pesará no bolso de quem ganha os menores salários do Estado. 

A pressão nos deputados(as) para a garantia de um IPE Saúde solidário e de qualidade é fundamental. É preciso unidade para resistir a mais esse ataque do governo Eduardo Leite (PSDB) aos serviços e aos trabalhadores(as) do Rio Grande do Sul. 

>> Nos ajude na pressão! Clique nos links abaixo e mande uma mensagem de WhatsApp automática ou mande o seguinte recado nas redes dos parlamentares:

🚨 Deputado(a), na eleição passada o(a) senhor(a) nos procurou pedindo apoio e votos! Agora, pedimos o seu apoio também! O projeto de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259) é totalmente danoso e cruel com os idosos, que ganham menos, possuem dependentes e estão praticamente há NOVE anos com salários congelados! NO ENTANTO, BENEFICIA QUEM GANHA MAIS E É MAIS JOVEM, QUE PAGARÁ MENOS. TODA A SOCIEDADE SERÁ AFETADA COM A APROVAÇÃO DESSE PL QUE IRÁ GERAR UM COLAPSO NO SUS! NÃO AO DESMONTE DO IPE SAÚDE! REVISÃO GERAL E POLÍTICA SALARIAL POR PARTE DO GOVERNO DO RS JÁ! #NÃOAOPLC259

▶️ MDB

>> Carlos Búrigo
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>> Edivilson Brum
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>> Luciano Silveira
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>> Patrícia Alba
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>> Rafael Braga
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>> Vilmar Zanchin
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▶️ NOVO

>> Felipe Camozzato
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▶️ PCDOB

>> Bruna Rodrigues
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▶️ PDT

>> Airton Artus 
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>> Eduardo Loureiro
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>> Cláudio Tatsch
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>> Airton Lima
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▶️ PP

>> Adolfo Brito
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>> Frederico Antunes
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>> Guilherme Pasin
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>> lssur Koch
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>> Joel Wilhelm
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>> Marcus Vinícius
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>> Silvana Covatti
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▶️ PSB

>> Elton Weber
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▶️ PSD

>> Gaúcho da Geral 
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▶️ PSDB

>> Delegada Nadine
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>> Kaka D’ Ávila
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>> Neri, o Carteiro
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>> Pedro Pereira
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>> Professor Bonatto
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>> Matheus Gomes
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>> Miguel Rossetto
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>> Pepe Vargas
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>> Zé Nunes
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▶️ PTB

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▶️ REPUBLICANOS

>> Capitão Martim
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>> Delegado Zucco
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>> Eliana Bayer
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>> Gustavo Victorino
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>> Sergio Peres
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▶️ UNIÃO

>> Aloísio Classmann
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>> Dirceu Franciscon
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>> Dr. Thiago Duarte
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O CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) percorreram, nesta sexta-feira (2), as cidades de Cachoeira do Sul, Uruguaiana, Estrela, Camaquã e Nova Prata, encerrando a segunda semana de plenárias por todo o estado.

O projeto nefasto do governo de reformulação do IPE Saúde será votado em breve pelos deputados(as) na Assembleia Legislativa.

Os descontos mensais dos usuários do Instituto serão drasticamente elevados, representando uma séria ameaça ao orçamento das famílias mais necessitadas, que dependem deste serviço essencial para sua subsistência.

Durante plenária em Cachoeira do Sul, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, foi enfática.

“Hoje nós não estamos conversando somente com os nossos colegas professores e funcionários de escola, nesta luta pelo IPE Saúde, todo servidor público passa a ser colega e parceiro da luta. Não aceitaremos nenhuma alteração no nosso Instituto, nossa luta é por salário digno, porque o grande causador dos problemas do IPE Saúde são os oito anos de arrocho salarial, que fomos submetidos em todas as categorias.”

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), diversas categorias, inclusive a educação, sofrem com perdas salariais alarmantes de 57,33%.

A falta de reajuste salarial é o ponto central do problema, resultando na crise financeira que afeta gravemente o Instituto. É urgente que o governo inicie um diálogo aberto com os trabalhadores(as) para debater uma revisão salarial justa e necessária.

“É essencial a participação massiva de todas as categorias, com pressão nas redes e nas ruas, com participação nas plenárias e audiências. A nossa pressão já deu resultado e o governo alterou a primeira versão do projeto, mas a segunda versão segue não nos servindo. Rechaçamos esse projeto e queremos política salarial para garantir a saúde e a estabilidade financeira do IPE Saúde”, frisou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt.

Além de Helenir e Alex, participaram da mesa, em Cachoeira do Sul, a diretora do 4° Núcleo, Dina Marilu Almeida, além de Maria da Glória, do Sindicaixa, Saulo Bass, do Sindppen, Paulo Davenir, do Sincasul, e Paulo Sena, da Associação dos Policiais Militares.

Em Estrela, a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann, ressaltou a relevância da união na batalha pela preservação do IPE Saúde e por valorização salarial.

“A defesa do IPE Saúde é extremamente necessária, porque se trata não só dos servidores públicos, mas também da população de todo o estado. Nós precisamos nos unir para garantir que o governo não ataque mais uma vez quem menos recebe”

“Estamos correndo o estado para alertar a sociedade de que o governo está tentando quebrar o IPE Saúde, o que vai fazer com que milhares escoem para o SUS, aumentando ainda mais o colapso da Saúde em nosso estado”, afirmou o presidente do Sindicaixa, Érico Correa.

O secretário-geral do Sindjus, Fabiano Zalazar, deixou claro que a política de Eduardo Leite (PSDB) é de morte dos servidores(as), sobretudo dos aposentados(as), os mais prejudicados com a reforma do IPE Saúde do governo.

“É fundamental resistirmos e lutarmos contra essa proposta injusta! Não podemos aceitar o aumento do abismo salarial entre servidores da base da ponta com aqueles que estão na ponta de cima. Nós, que trabalhamos duro, estamos há quase nove anos sem reajuste salarial. Os juízes, promotores, secretários do Estado e, até mesmo o governador e o vice, tiveram reajuste. É preciso defender incondicionalmente a revisão geral nos salários dos servidores”.

O evento também teve a participação da diretora do 8° Núcleo do CPERS, Eloede Conzzatti, do advogado da assessoria jurídica do Sindicato, Marcelo Fagundes, da diretora da Ugeirm, Magda Lopes, e do presidente Sintergs, Antônio Augusto.

A crescente dificuldade de lidar com as contribuições elevadas ao IPE Saúde poderá levar um número expressivo de servidores(as) a migrarem para o já sobrecarregado SUS. Isso comprova que a desestruturação do Instituto afeta negativamente toda a sociedade, amplificando os problemas no sistema de saúde.

Nova Prata e Camaquã também se mobilizaram na luta em defesa do Instituto e por valorização salarial.

A diretora do CPERS, Carla Cassais, que esteve em Nova Prata, cidade de abrangência do 12º Núcleo, destacou que as plenárias estão fortalecendo a união dos servidores(as), conscientes de que essa proposta prejudica os salários mais baixos.

“Estamos unidos e determinados em barrar esse projeto que representa um grande risco para a saúde de todo o Rio Grande do Sul, podendo levar o SUS ao colapso. As prefeituras e a sociedade estão se mobilizando com energia e determinação”, frisou.

Também estavam presentes em Nova Prata a diretora do CPERS, Juçara Borges, e o diretor do 12º Núcleo, Leonildo de Moura.

Em Camaquã, no CE Sete de Setembro, o diretor do CPERS, Cássio Ritter, destacou que há recursos para o governador garantir reajuste aos servidores(as) e trazer melhorias ao IPE Saúde, mas falta vontade política.

“É revoltante constatar que há recursos disponíveis, visto que o superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e os reajustes astronômicos dos salários mais altos são prova clara de que é possível e viável agir”, afirmou.

CPERS e FSP unidos na luta em Uruguaiana

Na sede do 21° núcleo, de Uruguaiana, a diretora do CPERS, Sandra Régio, foi incisiva ao afirmar que não aceitarão mais nenhum retrocesso nos direitos conquistados.

“Chega de ceder aos desmandos dos últimos governos! Eles são os verdadeiros culpados pela situação precária do Instituto, juntamente com as demais categorias, estamos na linha de frente para dizer um sonoro NÃO a qualquer projeto que venha retirar nossos direitos e dilapidar nosso suado salário”.

Quem também se pronunciou durante a plenária foi a diretora do Sindicato e representante da entidade no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês. Ela compartilhou a preocupação generalizada de todas as categorias do funcionalismo estadual em relação ao PLC 259/2023, o projeto de reestruturação do Instituto.

“Temos uma posição clara: lutaremos com todas as nossas forças para barrar o PLC em sua totalidade. Não podemos permitir que os servidores arquem com o preço dessa crise, que é uma responsabilidade do Estado. Precisamos reivindicar uma política salarial que compense as perdas que sofremos. Isso é essencial para equilibrar as contas do IPE Saúde e garantir um futuro justo e saudável para todos”.

Já a diretora Glaci Weber fez questão de expor a verdade por trás do projeto proposto por Leite, cujo objetivo é prejudicar severamente a saúde dos servidores(as) estaduais de menor renda.

“Nós, aposentados, somos os principais alvos desse projeto malicioso. Eduardo Leite quer que todos nós abandonemos o Instituto, transformando o IPE Saúde em uma máquina de lucro desumana. Mas não permitiremos isso. Vamos resistir e lutar pelos nossos direitos com toda a nossa energia”.

Além dos representantes do CPERS e da FSP, a plenária em Uruguaiana contou com a participação dos vereadores Marcelo Lemos e José Clemente da Silva Corrêa, que demonstraram seu apoio incondicional à causa.

É hora de nos unirmos contra essa iminente ameaça e proteger nossos direitos e a dignidade de todos os educadores(as) e servidores(as). Entre em contato com o seu núcleo e participe da plenária em sua região. Mobilize-se!

>> Confira as datas e horários das mobilizações da próxima semana

>> Confira o vídeo da presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer

       

                   

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O CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) seguem na estrada, alertando a sociedade sobre os prejuízos da reforma do IPE Saúde, proposta por Eduardo Leite (PSDB), e defendendo incondicionalmente salário digno para todos(as).

Nesta quinta-feira (1), foi a vez de Cachoeira do Sul, Sant’Ana do Livramento e Santa Cruz do Sul entrarem na rota da luta.

O projeto nefasto do governo de reformulação do Instituto será votado em breve pelos deputados(as) na Assembleia Legislativa.

Para expor a crueldade do governador com os educadores(as) e demais servidores(as) com a reforma da autarquia e defender a Revisão Geral dos salários, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, acompanhada da diretora, Sonia Solange Viana, e da diretora do 4° Núcleo, Dina Marilu Almeida, percorreram rádios, TVs e jornais, que abrangem a região de Cachoeira do Sul.

“Estamos percorrendo o estado, já pela segunda semana. Amanhã teremos uma plenária aqui em Cachoeira, a partir das 14h, no Auditório do Sicredi, para cerrarmos fileiras em defesa do nosso IPE Saúde. Estamos muito mobilizados e preparados para fazer a luta por reposição salarial e impedir a aprovação desse projeto”, asseverou a presidente Helenir.

Os descontos mensais dos beneficiários do IPE Saúde sofrerão um aumento significativo, representando uma ameaça iminente ao orçamento das famílias mais vulneráveis, que dependem desse serviço essencial para sobreviver.

“O congelamento salarial é o cerne do problema, levando à crise financeira que assola o Instituto. É imperativo que o governo estabeleça um diálogo franco com os trabalhadores para discutir uma revisão justa dos salários, considerando a inflação atual”, frisou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, em plenária que mobilizou a Câmara de Vereadores(as) de Santa Cruz do Sul.

Do CPERS, além de Alex, participaram da plenária, em Santa Cruz do Sul, as diretoras Carla Cassais e Juçara Borges, acompanhadas da diretora do 18º Núcleo, Cira Kaufmann.

A atividade também teve representações do Sindicaixa, Ugeirm, Afocefe, Sindpenn, Sindijus, entre outros.

Já em Sant’Ana do Livramento, a diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, fez uma análise técnica do PL que reestrutura o IPE Saúde e destacou que o projeto ataca diretamente os servidores(as) que recebem menos.

“A proposta do governo é excludente, pois, retira dos baixos salários e beneficia os altos salários. O governo está retirando o princípio da solidariedade do IPE Saúde, que diz que os altos salários ajudam a custear os valores dos baixos salários”, observou Vera.

“Estamos juntos com a Frente dos Servidores Públicos realizando plenárias nos quatro cantos do Estado para mobilizar o funcionalismo público. Para que no dia da votação na Assembleia Legislativa o nosso ato seja grande e forte”, sinalizou a diretora do CPERS, Sandra Régio.

A plenária em Sant’Ana do Livramento também contou com a participação da diretora do 23° Núcleo, Adriana de Leon dos Santos, além do representante da Ugeirm, Comissário Ferreira, e outros dirigentes de entidades que integram a FSP.

É hora de nos unirmos contra essa ameaça iminente e defendermos nossos direitos e a dignidade de todos(as) os educadores(as) e demais servidores(as). Contate o seu núcleo e mobilize-se para a plenária em sua região!

Saiba por que é preciso defender valorização salarial para todos(as) e o IPE Saúde

1) Nada menos que um milhão de gaúchos, o equivalente a 10% da população, estão à beira do desamparo, privados do acesso à assistência médica e hospitalar fornecida pelo IPE Saúde. Os novos custos tornarão essa situação insustentável.

2) A crescente dificuldade de lidar com as contribuições elevadas ao IPE Saúde poderá levar um número expressivo de servidores a migrarem para o já sobrecarregado SUS. Isso comprova que a desestruturação do Instituto afeta negativamente toda a sociedade, amplificando os problemas no sistema de saúde.

3) De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), diversas categorias, inclusive a educação, sofrem com perdas salariais alarmantes de 57,33%.

4) Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelam que Eduardo Leite (PSDB) excluiu cruelmente 25 mil funcionários de escola do reajuste, enquanto recebem um salário base de apenas R$ 657,97. Esses educadores precisam urgentemente de um complemento para alcançar o valor do salário mínimo regional, e eles representam a esmagadora maioria, ou seja, 90% dos servidores públicos nessa condição.

5) O governador deixou quase 10 mil aposentados sem a paridade e outros servidores sem qualquer aumento sequer. É revoltante constatar que há recursos disponíveis, visto que o superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e os reajustes astronômicos dos salários mais altos são prova clara de que é possível e viável agir, desde que haja vontade política.

6) Segundo a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul (Cage), o governo acumula uma dívida astronômica de R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pelo IPE Saúde. Fica evidente que a crise atual foi intencionalmente criada pelas gestões anteriores.

7) É importante lembrar que a proposta de reforma de Eduardo Leite (PSDB) revela sua verdadeira intenção: abrir as portas para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores e demais servidores.

                 

 

   

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A CNTE lançou uma cartilha com respostas e comentários sobre questões da consulta pública do Novo Ensino Médio, visando dar voz aos educadores(as).

>> Baixe a cartilha em PDF aqui.

A luta pela revogação da Lei nº 13.415/2017 não tem sido fácil, mas a consulta do MEC oferece uma oportunidade para disputar um novo projeto para o Ensino Médio no Brasil.

A cartilha traz réplicas e observações da CNTE sobre as questões, formatadas para se enquadrarem no limite máximo de 500 caracteres do Sistema Participa Mais.

Junte-se ao CPERS e outros movimentos sociais na luta pela revogação do NEM. Defendemos um Ensino Médio democrático, preparando os estudantes para a universidade e o mundo do trabalho, com escolas bem estruturadas e a valorização da categoria.

Saiba como participar da consulta

  1. Faça login com a sua conta gov.br ou crie uma conta no sistema Participa Mais
  2. Acesse o link da consulta aqui
  3. Leia os textos introdutórios, consulte as orientações da cartilha da CNTE e responda às questões
  4. Após marcar a opção “Discordo”, copie e cole o comentário da CNTE no campo “Comentários ou proposições” da consulta
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O CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) estão incansavelmente percorrendo todo o estado, erguendo suas vozes contra o cruel ataque de Eduardo Leite (PSDB) aos trabalhadores(as) gaúchos(as) com o projeto de reforma do IPE Saúde e na luta por salário digno para todos(as).

As cidades de Santa Maria e Alegrete sediaram, nesta quarta-feira (31), os debates sobre os prejuízos devastadores do projeto de reestruturação do Instituto e a importância de defender a Revisão Geral dos salários.

Em Santa Maria, mais de 200 educadores(as) e servidores(as), da ativa e aposentados(as), compareceram em plenária que ocorreu no patrimônio histórico do município, o IEE Olavo Bilac.

A reforma de Leite, que será votada pelos deputados(as) em junho, na Assembleia Legislativa, implicará em um aumento significativo nos descontos mensais dos beneficiários(as) do IPE Saúde, colocando em risco o orçamento das famílias que mais dependem desse serviço essencial – aqueles que estão lutando diariamente para sobreviver.

“Quando Eduardo Leite apresentou a primeira proposta do projeto, até os deputados da base aliada estavam contra, pois era uma vergonha. Agora, ele apresentou uma segunda versão à Assembleia Legislativa, que segue tão ruim quanto a primeira”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer. 

A presidente Helenir foi enfática ao explicar que o congelamento salarial é um fator determinante para o déficit atual da autarquia. É urgente que o governo abra uma mesa de diálogo com os trabalhadores(as) para debater o índice de Revisão Geral da inflação nos salários.

“Hoje, o IPE Saúde está com problemas no seu orçamento, mas qual é a causa desse problema? Posso afirmar, com toda a certeza, que o grande responsável, foram os oito anos de arrocho salarial, que jogaram os servidores estaduais na miséria”, completou.

Vale lembrar que cerca de um milhão de gaúchos(as), o equivalente a 10% da população, estão correndo o risco de ficarem desamparados, sem acesso à assistência médica e hospitalar do Instituto, já que os novos custos se tornarão insustentáveis.

Helenir enfatizou que a dificuldade em lidar com o aumento das contribuições ao IPE Saúde pode levar um grande número de servidores(as) a migrarem para o já sobrecarregado SUS, o que comprova que o desmonte do Instituto afeta a sociedade como um todo.

“É importante a gente alertar a sociedade gaúcha que, se esse projeto passar, mais do que acabar com o IPE Saúde, ocasionará o sucateamento e o colapso do SUS. Nós, servidores, não teremos condições de arcar com os custos de um outro plano e iremos todos para o SUS”, destacou.

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), perdas salariais de 57,33% atingem várias categorias, incluindo a educação.

Conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Eduardo Leite (PSDB) excluiu 25 mil funcionários(as) de escola do reajuste, que recebem um salário base de apenas R$ 657,97. Esses educadores(as) precisam de um completivo para alcançar o valor do salário mínimo regional e representam 90% dos servidores(as) públicos nessa situação.

Para piorar, o governador deixou quase 10 mil aposentados(as) sem paridade, além de muitos outros servidores(as), sem nem um centavo de aumento. 

Mais revoltante é comprovar que há dinheiro disponível. O superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e o reajuste dos altos salários demonstram claramente que é possível e viável agir, basta ter vontade política.

Segundo a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul (Cage), o governo acumula uma dívida impressionante de R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pelo IPE Saúde. Fica evidente que a crise atual foi intencionalmente criada pelas gestões anteriores.

Além de Helenir, participaram da mesa de debates a diretora do 2º Núcleo, Dgenne Cristina Ribeiro da Silva, o presidente do Sindicaixa, Érico Corrêa, o secretário-geral do Sindjus, Fabiano Zalazar, o presidente da Ugeirm, Isaac Delivan Lopes Ortiz, e o presidente da Afocefe, Alexandre Luzzi.

Da Direção Central do CPERS, integraram a atividade o 1º vice-presidente, Alex Saratt, e as diretoras Carla Cassais, Juçara Borges e Sonia Solange Viana.

O evento também teve a representação do Sindppen.

Debates movimentam a Câmara de Vereadores de Alegrete

Em Alegrete, professores(as), funcionários(as) e servidores(as) da região lotaram o Plenário Vereador Gaspar Cardoso Paines, na Câmara de Vereadores da cidade, em plenária conduzida pela diretora do 19° Núcleo (Alegrete), Rosa Maria Agostini Dotta.

Vera Lessês, diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, expôs o lado sombrio do projeto do governo Leite: o aumento da contribuição de 3,1% para 3,6%, um aumento significativo na contribuição de quem menos tem.

“O pior do projeto é que hoje não pagamos nada para os nossos dependentes, eles estão dentro desses 3,1% que somos descontados. Com a nova proposta, passaríamos a pagar uma alta contribuição”, afirma Vera.

Vale lembrar que a proposta de reforma de Eduardo Leite (PSDB) revela a sua verdadeira intenção: abrir caminho para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores(as) e demais servidores(as).

Para Sandra Régio, diretora do CPERS, é preciso unidade nas mobilizações em defesa do IPE Saúde. “Precisamos unir todo o Rio Grande do Sul para impedir a aprovação desse projeto de reestruturação que beneficia os altos salários e ataca aqueles que recebem menos. A luta pelo Instituto é uma luta de todos nós”

Rogério Cardoso Viana, vice-presidente do Sindsepe/RS, ressalta a importância da luta pelo Instituto e pelos servidores(as) que recebem menos.

“Eu represento um dos sindicatos com salários entre 600 e 900 reais. A batalha é histórica em defesa dos aposentados e dos baixos salários. Vamos lutar pelo IPE Saúde até o último segundo”

Chegou a hora de agir e unir forças! Todos(as) nós devemos nos mobilizar, fazer nossas vozes serem ouvidas nos debates e pressionar o poder público por soluções urgentes.

Precisamos garantir um IPE Saúde acessível e de qualidade. Não podemos permitir que os trabalhadores(as) sejam penalizados por mais esse projeto nefasto do governo de Eduardo Leite (PSDB).

Em breve, divulgaremos mais datas das plenárias por todo o Rio Grande do Sul. Entre em contato com seu núcleo e mobilize-se! Juntos, podemos fazer a diferença e proteger nossos direitos e a dignidade de todos(as) os servidores(as)!

   

             

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O CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) seguem cruzando o estado para debater dois assuntos urgentes e de extrema relevância: a proposta cruel de Eduardo Leite (PSDB) de reforma do IPE Saúde e a Revisão Geral dos salários dos educadores(as) e demais servidores(as).

Nesta terça-feira (30), foi dada a largada da segunda semana de plenárias por todo o Rio Grande do Sul. As cidades de Santiago, Montenegro e Guaporé entraram na rota dos debates sobre o projeto desumano do governo, que será votado pelos deputados(as) em junho, na Assembleia Legislativa.

Os representantes do Sindicato e da FSP também denunciaram as mazelas do projeto de Leite à sociedade na imprensa de cada região.

Em uma atmosfera intensa, na Câmara de Vereadores de Santiago, região do 29° Núcleo, os representantes do funcionalismo foram incisivos ao reforçar que a solução para o Instituto não é sobrecarregar os servidores(as) com mais encargos, mas sim valorizar salarialmente todas as categorias, que enfrentam uma defasagem histórica de mais de 60%, e por garantir o pagamento das dívidas do Estado com a autarquia.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressalta que a culpa da crise do IPE Saúde não é dos servidores(as).

“Quem deixou da forma como o Instituto está, não fomos nós servidores. O governador admite que com reajuste de 32% para as categorias acabariam os problemas do IPE Saúde. Então, os oito anos de massacre que nós sofremos, sem reajuste, é o responsável pela questão orçamentária do IPE Saúde”, asseverou.

Para Isaac Delivan Lopes Ortiz, presidente da UGEIRM, a proposta do governo Leite (PSDB) é um verdadeiro massacre para os aposentados(as) do Rio Grande do Sul.

“O governador Leite encontrou uma maneira de eliminar a dignidade dos idosos no Estado, porque, se não tivermos mais o IPE Saúde, o que acontecerá conosco? A que recursos teremos acesso? Seremos forçados a depender exclusivamente do SUS, que ficará completamente sobrecarregado”.

Leandro Wesz Parise, diretor do 29° Núcleo, destaca que a mobilização de todos(as) é essencial para deter a reforma devastadora do Instituto.

“Agora o destino está em nossas mãos. Precisamos dialogar com nossos representantes políticos em nossos municípios, participar ativamente das atividades sindicais e nos fortalecer na luta contra esse projeto nefasto”.

No encontro, também estiveram presentes Sonia Solange Viana, diretora do Sindicato e representante do Departamento dos Funcionários da Educação da entidade, além de membros do 29º Núcleo, como a vice-diretora Nara da Silva, a tesoureira Eva Celeste Marques Pereira, e as diretoras Maristela Aparecida Lunardi Cogo e Vera Loremi de Lima Molego.

Participaram ainda os vereadores(as) Alexandra Encarnação, João Alberto Ferreira Lima (presidente da Câmara) e Jonathan de Paula Farias, do Progressistas, assim como Eva Maristane Rodrigues Muller, do MDB, que demonstraram apoio e participaram ativamente da plenária.

Representando os municipários, Elisete Catelan, de Santiago, e Fortunato Franco, de São Vicente, expuseram a situação em suas regiões.

Gravidade da proposta do governo movimenta Montenegro

Em Montenegro, o 2° vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, a tesoureira, Rosane Zan, o diretor Cássio Ritter, e a diretora do 5° Núcleo, Elisabete de Vargas Pereira, debateram com dezenas de trabalhadores(as) as consequências da desumana reforma do Instituto, imposta pelo governo Eduardo Leite (PSDB), em plenária, no CE Dr. Paulo Ribeiro Campos (Polivalente).

“Não podemos permitir que os deputados aprovem esse projeto prejudicial. Precisamos exercer pressão e mobilização. No dia da votação na Assembleia Legislativa, seremos milhares em luta”, destacou o 2° vice-presidente do Sindicato, Edson Garcia.

A tesoureira do CPERS, Rosane Zan, enfatizou que a luta em defesa do IPE Saúde é histórica e que os trabalhadores(as) não devem arcar com a crise do Instituto. Ela chamou atenção para a crueldade imposta aos funcionários(as) de escolas e aposentados(as).

“É necessário mostrarmos a nossa força para manter o IPE público e solidário. Por isso, o engajamento na luta, de todos que estão aqui, é fundamental”, asseverou Rosane.

O advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, detalhou os impactos da reformulação da autarquia aos servidores(as).

“A reforma proposta pelo governador é tão cruel, que muitas pessoas em tratamento médico não poderão continuar. É muito grave. Por isso, é importante esclarecer e mobilizar através dessas plenárias”, observou Marcelo.

Diante da impossibilidade de suportar o impacto financeiro causado pelo aumento na contribuição do IPE Saúde, os servidores(as) podem ser forçados a migrar em massa para o SUS, sobrecarregando ainda mais este sistema de saúde público.

“A população em geral sentirá os efeitos com o aumento da demanda no SUS”, ressaltou a diretora do 5° Núcleo, Elisabete de Vargas Pereira.

A dívida total do Instituto com os servidores(as), somando imóveis e contribuições paritárias dos pensionistas (pagas sem juros ou correção), se aproxima de um bilhão de reais. Isso é pura inadimplência e apropriação indébita.

Sem contar que a proposta de reforma abre as portas para a privatização sorrateira do IPE Saúde, colocando em risco a qualidade e a acessibilidade dos serviços oferecidos aos servidores(as).

“O governo tem um claro projeto de precarização extrema para a privatização. Não podemos permitir isso”, observou o diretor Cássio Ritter.

Em Guaporé, servidores(as) firmam unidade em defesa do IPE Saúde

A plenária, em Guaporé, movimentou dezenas de educadores(as) e servidores(as), da ativa e aposentados(as), na Casa da Cultura Dra. Silvia Beatriz Puperi, no centro da cidade. 

A proposta, tramada por Leite (PSDB), intensificará os descontos mensais dos trabalhadores(as) que dependem do IPE Saúde, ameaçando o poder de compra e a subsistência de milhares de famílias.

São mais de um milhão de servidores(as), que contam com a assistência médica e hospitalar do Instituto, e correm o risco de serem abandonados à própria sorte por não conseguirem suportar esses novos custos.

“Defender o IPE saúde, vai além da defesa dos mais de 1 milhão de usuários do sistema. É defender a sociedade gaúcha. Mais uma vez, o governo escolhe privilegiar os altos salários e deixar a conta para aqueles que menos recebem”, afirmou a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann.

Para piorar, o governo está devendo ao IPE Saúde R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pela CAGE. Isso só comprova que a crise atual foi criada propositalmente pelas últimas administrações.

O congelamento dos salários é diretamente responsável pelo déficit que o Instituto enfrenta. É urgente que o governo reconheça a necessidade de remuneração justa.

” O percentual descontado para o IPE Saúde no pagamento de precatórios e RPVs é obrigação do Estado e eles não são repassados ao Instituto. Agora, o governo Leite quer penalizar, mais uma vez, os servidores com os menores salários. Isso é inadmissível e vai ter luta”, frisou a diretora Juçara Borges.

“Realizar a plenária em defesa do IPE, em Guaporé, é uma forma de esclarecer e mobilizar todos os servidores públicos estaduais da região do 3° Núcleo”, enfatizou a diretora do 3° Núcleo, Marili Grosselli Toldi.

O CPERS e a FSP seguem incansáveis cruzando o estado e movimentando a sociedade em defesa de salário digno para todos(as) os trabalhadores(as) e por um IPE Saúde público e solidário. Participe das plenárias em sua região! Contate o seu núcleo e mobilize-se!

 

                                             

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Na manhã de terça-feira (30), o CPERS debateu a situação de acúmulo de perdas dos aposentados e aposentadas do serviço público do RS sobre seus salários, previdência e saúde em audiência pública, promovida pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

O projeto cruel de desmonte do IPE Saúde, encabeçado pelo governo de Eduardo Leite (PSDB), desrespeita aqueles que já contribuíram durante toda uma vida e agora se veem recebendo um salário minguado, com descontos previdenciários exorbitantes e sem qualquer reajuste digno.

Edson Garcia, 2º vice-presidente do CPERS, denunciou as perdas financeiras e de saúde que os aposentados(as) enfrentam.

“Hoje, nossos aposentados sofrem com a redução salarial, uma verdadeira vergonha, considerando o tempo que dedicaram ao trabalho. Agora, são obrigados a pagar novamente pela previdência. Para piorar, ainda serão vítimas da perversidade de Eduardo Leite com o projeto de reformulação do IPE Saúde. Esse projeto apresentado pelo governo é praticamente uma sentença de morte para eles”, exclamou.

A proposta, tramada pelo governador, intensificará os descontos mensais dos trabalhadores(as) que dependem do Instituto, ameaçando o poder de compra e a subsistência de milhares de famílias, sobretudo dos trabalhadores(as) aposentados(as).

Para a deputada Sofia Cavedon (PT), presidente da Comissão e proponente da audiência, é necessária uma ampla união em defesa destes servidores(as). “Os governantes atuais não se importam com quem dedicou a vida pelo serviço público. Precisamos olhar para esse tema com mais cuidado, agir de forma sistemática para deter esse ataque ao direito a uma aposentadoria digna”, declarou.

Com o projeto de reformulação da autarquia, que deve ser votado em junho pelos deputados(as), Eduardo Leite (PSDB) deixa evidente que não tem a menor vergonha de tratar com desdém aqueles que passaram anos educando os filhos do povo gaúcho. Para ele, os aposentados(as) são meros objetos descartáveis.

Katia Terraciano Moraes, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio Grande do Sul (SINAPERS), exige a união e o fortalecimento dos sindicatos que lideram as lutas em defesa dos servidores(as).

“É fundamental que todos percebam a necessidade de fortalecer seus sindicatos. É preciso estar presente em todas as convocações, pois todos os aposentados e pensionistas estão sendo cruelmente atacados pelo governo Leite. Estamos enfrentando uma verdadeira barreira contra aqueles que têm menos e são mais vulneráveis. Isso é uma sentença de exclusão do IPE Saúde”, alertou.

Vale lembrar que o novo cálculo de desconto do IPE Saúde prejudica servidores(as) e seus dependentes, especialmente aqueles com deficiência, os PCDs.

“Muitas vezes, esquecemos de toda a gama de servidores que têm algum tipo de dificuldade ou vulnerabilidade. Muitos já não têm a paridade e direitos que foram tirados com as reformas e hoje serão mais penalizados ainda com essa questão do IPE Saúde, que para nós, servidores com deficiência e familiares PCDs, é essencial”, afirma o Coordenador-Geral do Sindicato dos Oficiais de Controle Externo do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (SINDTCE-RS), Reinaldo Charão.

O CPERS e a Frente dos Servidores Públicos seguem lutando bravamente para barrar essa proposta cruel do governo Leite (PSDB), percorrendo cada canto do estado para denunciar os prejuízos da reforma do IPE Saúde à população.

Continuaremos batalhando todos os dias por salário digno e que nossos valorosos aposentados(as), que dedicaram anos de suas vidas pela educação do Rio Grande do Sul, tenham segurança e dignidade. Seguimos mobilizados(as) por um IPE Saúde solidário e de qualidade.

Fotos: Celso Bender/ AL

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