“Nós, aposentados, já contribuímos com a previdência ao longo de toda nossa vida, e ainda assim continuamos a pagar. Nossos direitos estão sendo subtraídos de maneira incalculável. Sentimos a perda, não apenas financeiramente, mas também em nossa dignidade e valorização”

Este é o relato de Carmen Fão, funcionária de escola aposentada de Pelotas (24º Núcleo). Ela integra o grupo de aposentadas que estão no segundo dia de vigília, desta sexta-feira (16), na Praça da Matriz.

Cerrando fileiras em defesa do IPE Saúde, por dignidade e valorização salarial, as educadoras integram os núcleos de Santa Maria, Carazinho, São Borja, Santa Cruz, Pelotas, Ijuí e Porto Alegre, que se mobilizaram mesmo com chuva, frio e ventos fortes.

A Vigília das Aposentadas(os), que se mantém na segunda-feira (19), integra a agenda de mobilizações do CPERS e da Frente dos Servidores(as) Públicos, que estão utilizando diversas estratégias para combater o projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), proposto por Eduardo Leite (PSDB), e lutar pela Revisão Geral dos Salários.

As entidades têm pressionado parlamentares, buscando sensibilizá-los sobre os impactos negativos desse projeto para os servidores(as) públicos e suas famílias, além de denunciar na imprensa as consequências dessa proposta e percorrido todo o Rio Grande do Sul, levando a mensagem de resistência e luta a todos os cantos do estado.

O PLC 259, com seus descontos consideravelmente mais altos, coloca em risco o orçamento das famílias que dependem do IPE Saúde, especialmente os aposentados e aposentadas.

A funcionária aposentada Carmem lamenta que políticos, especialmente o governador, tenham negligenciado a importância dos servidores(as) públicos. 

“Todas as profissões têm suas raízes na educação, é o alicerce de tudo. Mas, hoje, nos vemos com os salários mais precários. Aqueles que dedicam suas vidas à educação enfrentam dificuldades inimagináveis, enquanto os preços de tudo aumentam e nossos salários permanecem estagnados. Agora, estão retirando nossos direitos, como o IPE Saúde, com o intuito de privatizá-lo. Estamos arcando com uma conta que não nos pertence. É uma injustiça inconcebível”, desabafa. 

Vale lembrar que o governador Eduardo Leite (PSDB) deixou quase 10 mil aposentadas e aposentados, além de muitos outros servidores(as), sem nenhum reajuste salarial por nove longos anos. Essa política de salários congelados tem corroído o poder de compra desses trabalhadores, colocando-os em situações de extrema dificuldade financeira.

Para a professora aposentada, de Carazinho (37º Núcleo), Emelda Anastacia Haubert, o sentimento é de que os governantes estão excluindo deliberadamente os trabalhadores(as), sobretudo aposentados(as), de qualquer política de valorização.

“Estamos aqui, hoje, porque compreendemos a gravidade da situação em relação ao IPE Saúde, especialmente para nós, aposentados. Presenciamos muitos de nossos colegas adoecendo, e somos nós, justamente, os mais necessitados de cuidado. Infelizmente, somos tratados como invisíveis, deixados à margem da sociedade. Nossa vida carece de perspectivas, e é exatamente por essa razão que estamos reunidos aqui”, asseverou.

A vigília segue firme na segunda-feira (19). Já na terça, dia 20 – data em que o projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), pode ser votado pelos deputados(as) -, o CPERS e a FSP realizam a Paralisação Estadual com todos os servidores(as) da ativa e aposentados(as). Contate o seu núcleo e mobilize-se!

Leia também

>> CPERS e Frente dos Servidores(as) Públicos pressionam pela retirada do projeto de reforma do IPE Saúde e aprovam calendário de lutas

>> #NãoAoPLC259: pressione os deputados para que rejeitem o projeto de reforma do IPE Saúde

>> Pressão nos vereadores: baixe o modelo de moção de repúdio ao projeto que reestrutura o IPE Saúde

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>> Clique aqui para baixar o modelo de moção

O projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), de Eduardo Leite (PSDB), pode ser votado, na terça-feira, dia 20, pelos deputados(as). Para barrar mais esse ataque do governo, o CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) elaboraram um modelo de Moção de Repúdio a ser protocolado na Câmara Municipal da sua cidade.

Vamos para cima dos vereadores(as)! A pressão para a garantia de um IPE Saúde solidário e de qualidade e pela Revisão Geral dos Salários é fundamental.

Converse, fale sobre a situação de miséria dos educadores(as) e demais servidores(as), e dos prejuízos do PLC 259, projeto cruel de Eduardo Leite (PSDB) que reestrutura o IPE Saúde e penaliza aposentados(as) e aqueles que recebem os menores salários.

Vereadores(as) podem pressionar as bancadas na Assembleia Legislativa e garantir votos importantes em defesa dos servidores(as).

A hora é agora! Participe da Paralisação Estadual, no dia 20, data da votação do PLC 259, com todos os trabalhadores(as) da ativa e aposentados(as). Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade. Contate o seu núcleo e mobilize-se!

>> Clique aqui para pressionar os deputados para que digam #NãoAoPLC259 que reestrutura o IPE Saúde

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>> CPERS e Frente dos Servidores(as) Públicos pressionam pela retirada do projeto de reforma do IPE Saúde e aprovam calendário de lutas

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“Nós, educadores aposentados, temos sido alvo de ataques e perdas contínuas ao longo dos últimos governos. A proposta do governador é um golpe cruel, colocando o peso maior sobre os mais velhos e insinuando que os aposentados são um fardo para o IPE Saúde. Essa ideia de que aposentado bom é aposentado morto é repugnante. Enquanto estivermos vivos, resistiremos. Nossa força é inquebrável, e não seremos silenciados”, desabafou Cleusa Teresinha Albuquerque, de Santa Maria (2º Núcleo), durante a Vigília das Aposentadas(os), iniciada nesta quinta-feira (15), na Praça da Matriz.

Cleusa foi uma das bravas aposentadas dos núcleos de Santa Maria, Porto Alegre, Pelotas, Santiago, Santa Cruz do Sul e Ijuí que se uniram na luta incansável pela defesa do IPE Saúde e por valorização salarial. Nem mesmo a chuva, nem o vento, nem o frio conseguiram intimidá-las.

O CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos estão unidos em uma batalha para impedir a aprovação do projeto de reestruturação do Instituto (PLC 259), apresentado por Eduardo Leite (PSDB). Na terça-feira (20), na Assembleia Legislativa, deputados(as) decidirão o destino dessa proposta cruel.

Com descontos significativamente mais altos, o PLC 259 representa uma séria ameaça ao bolso das famílias que mais precisam do IPE Saúde, sobretudo aposentados(as).

O governador Eduardo Leite (PSDB) deixou quase 10 mil aposentados(as), bem como com muitos outros servidores(as) por nove anos sem nenhum centavo de aumento. Essa política de salários congelados está corroendo o poder de compra destes trabalhadores(as), que estão na miséria.

“Minha presença na vigília é motivada pela preocupação com o coletivo, mesmo não tendo dependentes. A nova tabela proposta por Leite afetará meu próprio bolso. É ele, como governador deste estado, quem deve arcar com as consequências e cumprir com suas responsabilidades. A situação caótica em que o IPE se encontra é resultado da falta de fiscalização por parte do próprio legislativo, que não cumpriu seu papel. Continuaremos exigindo justiça e lutando incansavelmente pelos nossos direitos e por um futuro mais digno para todos”, afirmou Tânia Schwab, professora aposentada de Ijuí (31º Núcleo).

A situação alarmante das contribuições elevadas ao IPE Saúde pode empurrar um número cada vez maior de servidores(as) em direção ao já sobrecarregado SUS. Essa realidade evidencia que a desestruturação do Instituto não afeta somente os beneficiários diretos, mas também a sociedade como um todo. Os problemas do sistema de saúde serão amplificados, causando um impacto negativo generalizado.

A professora aposentada de Santa Cruz do Sul (18º Núcleo), Cris klafke, explica que sua principal preocupação é com a desistência dos beneficiários do IPE Saúde, que serão forçados a recorrer ao SUS, agravando ainda mais a situação de colapso que os servidores(as) já enfrentam.

“É um cenário devastador, que colocará em risco a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas. Precisamos agir agora para evitar essa catástrofe iminente”, afirmou.

A Vigília segue nos dias 16 e 19 de junho e no dia 20, data em que a reforma do IPE Saúde (PLC 259) pode ser votada pelos deputados(as), faremos uma Paralisação Estadual com todos os servidores(as) da ativa e aposentados(as).

É urgente agir e reverter essa situação para garantir o acesso digno e de qualidade ao IPE Saúde para todos(as) e lutar por uma remuneração justa. Contate o seu núcleo e mobilize-se!

Saiba por que é preciso defender valorização salarial para todos(as) e o IPE Saúde

1) Nada menos que um milhão de gaúchos, o equivalente a 10% da população, estão à beira do desamparo, privados do acesso à assistência médica e hospitalar fornecida pelo IPE Saúde. Os novos custos tornarão essa situação insustentável.

2) A crescente dificuldade de lidar com as contribuições elevadas ao IPE Saúde poderá levar um número expressivo de servidores a migrarem para o já sobrecarregado SUS. Isso comprova que a desestruturação do Instituto afeta negativamente toda a sociedade, amplificando os problemas no sistema de saúde.

3) De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), diversas categorias, inclusive a educação, sofrem com perdas salariais alarmantes de 57,33%.

4) Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelam que Eduardo Leite (PSDB) excluiu cruelmente 25 mil funcionários de escola do reajuste, enquanto recebem um salário base de apenas R$ 657,97. Esses educadores precisam urgentemente de um complemento para alcançar o valor do salário mínimo regional, e eles representam a esmagadora maioria, ou seja, 90% dos servidores públicos nessa condição.

5) O governador deixou quase 10 mil aposentados sem a paridade e outros servidores sem qualquer aumento sequer. É revoltante constatar que há recursos disponíveis, visto que o superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e os reajustes astronômicos dos salários mais altos são prova clara de que é possível e viável agir, desde que haja vontade política.

6) Segundo a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul (Cage), o governo acumula uma dívida astronômica de R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pelo IPE Saúde. Fica evidente que a crise atual foi intencionalmente criada pelas gestões anteriores.

7) É importante lembrar que a proposta de reforma de Eduardo Leite (PSDB) revela sua verdadeira intenção: abrir as portas para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores e demais servidores.

 

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Em cada canto do Rio Grande do Sul, o CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) proclamam a sua resistência contra a reforma cruel do IPE Saúde e a defesa de salário digno para todos(as).

Nesta quinta-feira (15), dirigentes do Sindicato denunciaram os prejuízos devastadores do projeto de reestruturação do Instituto (PLC 259), proposto por Eduardo Leite (PSDB), nas regiões que abrangem os núcleos de Vacaria (30º), Cerro Largo (36°), Carazinho (37°), Santa Rosa (10º), Tramandaí (13º) e Cachoeirinha (22º).

O PLC 259 pode ser votado no dia 20 pelos deputados(as), na Assembleia Legislativa. Se for aprovado, traz um aumento avassalador nos descontos mensais dos beneficiários(as) do IPE Saúde, o que prejudica o orçamento de milhares de famílias que dependem desse serviço vital. 

Os nove anos de congelamento salarial tem dilacerado a dignidade dos educadores(as) e demais servidores(as). É urgente que o governo abra uma mesa de diálogo com os trabalhadores(as) para debater o índice de Revisão Geral da inflação nos salários.

O superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e os reajustes nos altos salários são provas claras de que é viável salvar o IPE Saúde, desde que haja vontade política.

“Se vocês pagarem a dívida de mais de R$ 700 milhões ao IPE Saúde, não haverá necessidade dessa reforma. A solução está clara, é hora de fazer a coisa certa”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, durante audiência que ocorreu na Câmara de Vereadores de Vacaria.

Também estiveram presentes a diretora do 30° Núcleo, Joara Dutra Vieira, o vice-diretor Osmar Emilio Mussatto e a tesoureira Nelita Ferreira, além de Gentil Lovatel, representante do Sindicaixa, Giovani Rodrigues Pereira, do Sindiágua, Olivia Carraro Presidente do Sindicato dos Municipários de Vacaria (SIMVA) e Plínio Bernardi Presidente da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM).

Após a audiência em Vacaria, a presidente também debateu o tema na Câmara de Vereadores de Tramandaí, que contou com a presença da diretora do 13º Núcleo, Marli Aparecida de Souza, além de representantes do Sindjus, Abamf, Abergs, Aofergs, Ugeirm, Sindipen, Sindsepers e ASSTBM.

Em Cachoeirinha, Edson Garcia, 2º vice-presidente do CPERS, evidenciou que o PLC 259 prejudica quem ganha os menores salários no Estado.

“Os servidores gaúchos estão na miséria. A reforma do IPE Saúde de Eduardo Leite é uma perversidade sem tamanho com todos nós”, exclamou.

Em plenária na cidade de Cerro Largo, a secretária-geral do Sindicato, Suzana Lauermann, denunciou as consequências cruéis do projeto de reestruturação do IPE Saúde.

“Não vamos admitir que o governo coloque em nossos ombros a culpa pela crise do IPE e, mais uma vez, ataque nossos direitos. O que Eduardo Leite não fala é que o governo deve ao Instituto, só em precatórios e RPVs, R$ 356 milhões”, denunciou.

“Esse projeto é desumano. Qual a justificativa do governo de taxar mais aqueles que ganham menos? Não tem explicação. Como os funcionários de escola que recebem um salário base de R$ 657 reais vão conseguir se manter no plano?”, questionou a diretora do CPERS, Sandra Régio.

A atividade também contou com a presença da diretora do 36° Núcleo, Romi Geneci Rohleder Gertz.

No município de Carazinho, o diretor Amauri Pereira convocou todos os trabalhadores(as) para a Paralisação Estadual em defesa do IPE Saúde e por salário digno, que acontecerá na próxima terça-feira (20), em Porto Alegre.

“Dia 20, é importante a gente estar em peso em Porto Alegre, fazer pressão no governo e nos deputados estaduais. Temos que mostrar força da nossa categoria, junto com os demais servidores, para barrarmos esse projeto”, conclamou Amauri.

Cássio Ritter destacou a cobrança dos dependentes como um dos pontos mais cruéis do projeto. 

“O cônjuge, filhos e demais dependentes vão começar a pagar, nesse novo projeto. Cobrar dos dependentes não vai resolver o problema financeiro do IPE Saúde. A saída é o governo reajustar anualmente os salários de todos os servidores estaduais”, afirmou Cássio. 

“Esse projeto tem dois grandes problemas. Um é estar em regime de urgência e outro é colocar os aposentados como um grande problema para o Instituto.O que estamos vendo é o extermínio dos idosos no RS “, observa Isaac Ortiz, presidente do Ugeirm.

Marcelo Fagundes, advogado da assessoria jurídica do CPERS, detalhou os impactos do PLC 259 aos servidores estaduais. 

“Os servidores vão ter que escolher quem vai deixar no IPE Saúde. Como um pai ou uma mãe vai escolher quem deixar no plano? Como vão prever quem vai adoecer, quem vai precisar de tratamento médico”, observou Marcelo.

O debate também contou com a participação de Adelia Menezes dos Santos, diretora do 37° Núcleo, Alceno Silveira, presidente da Abecar, e Natalino da Silva, diretor regional do Planalto do Sindiágua/RS.

Em Santa Rosa, a diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, deixou evidente que a verdadeira intenção do governo é privatizar o IPE Saúde.

“Essa reforma do governo revela sua verdadeira intenção: abrir as portas para a privatização gradual do IPE Saúde. A qualidade e o acesso aos serviços essenciais do Instituto estão em perigo. Isso é inaceitável”, afirmou a diretora Vera Lessês.

Também esteve presente na plenária a diretora do 10º Núcleo, Eloisa Maria Womer, além de representantes do Sindicaixa.

Além de percorrer todo o estado debatendo com a base em plenárias e audiências públicas, o CPERS também tem denunciando os prejuízos da proposta na imprensa de cada região.

É preciso estarmos mobilizados(as) neste momento crucial. Na terça-feira (20), o Sindicato e a FSP convocam todos(as) os trabalhadores(as) para a Paralisação Estadual em defesa do IPE Saúde e por salários dignos, com concentração às 9h em frente ao CPERS, seguida por uma caminhada até o Palácio Piratini. À tarde, realizaremos uma Assembleia Geral Unificada na Praça da Matriz. Venha a Porto Alegre e lute conosco! Entre em contato com seu núcleo e mobilize-se!

  

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Nesta quarta-feira (14), o CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos mobilizaram trabalhadores(as), de Lagoa Vermelha (25⁰ Núcleo), São Luiz Gonzaga (33⁰ Núcleo), Frederico Westphalen (26° núcleo), Palmeira das Missões (40º Núcleo) e Três de Maio (35⁰ Núcleo), em defesa do IPE Saúde e pela Revisão Geral dos Salários.

A reformulação do Instituto (PLC 259), proposta por Eduardo Leite (PSDB), pode ser votada pelos deputados(as) no dia 20.

Dirigentes do Sindicato têm percorrido todo o Rio Grande do Sul, promovendo o debate em plenárias e audiências públicas, pressionando parlamentares, denunciando o descaso do governo com os servidores(as) em rádios locais e exigindo que se retire o PLC 259 da pauta.

Se aprovada, a reforma do IPE Saúde representa uma séria ameaça ao bolso de milhares de famílias que precisam deste serviço essencial de saúde, que sem poder arcar com os novos custos, podem debandar para o SUS, podendo levá-lo ao colapso.

“Um milhão de gaúchos, o equivalente a 10% da população, estão correndo o risco de ficarem desamparados, sem acesso à assistência médica e hospitalar do Instituto, já que os novos custos se tornarão insustentáveis”, frisou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, em plenária em Lagoa Vermelha.

A atividade na região também contou com a participação do diretor do 25°Núcleo, Joarez Antonio Lorenson.

Na Câmara Municipal de Vereadores de São Luiz Gonzaga, a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann, foi enfática: “O IPE Saúde atende mais de um milhão de trabalhadores. Grande parte são servidores públicos que terão seus contracheques assaltados se esse projeto for aprovado. Está mais do que na hora do governo pagar o que deve ao IPE e nos conceder nosso justo aumento salarial”, asseverou Suzana. 

“A reestruturação do IPE, apresentada pelo governo, tem a finalidade absurda de taxar mais quem ganha menos e cobrar menos de quem ganha mais. Não podemos admitir que esse projeto nefasto seja aprovado. Por isso, todos e todas, no dia 20, em frente ao Palácio Piratini para impedir mais esse ataque”, conclamou a diretora Sandra Régio.

Durante a plenária, o advogado da assessoria jurídica do CPERS, Douglas Machmann Ambrozi, destacou as principais mudanças e consequências do PLC 259. “O Estado possui dívidas com o IPE como o não pagamento da contribuição referente a precatórios, entre 2010 e 2020, que chega a R$ 356 milhões”, expôs.

O diretor do 33° Núcleo, Joner Alencar Marchi Nascimento, integrou a atividade, que também contou com a participação de educadores(as) e demais representantes do funcionalismo público da região.

Além da presença da categoria, acompanharam a plenária representantes da Brigada Militar e da Frente Parlamentar de Policiais Militares e Bombeiros do Rio Grande do Sul, além de vereadores.

Em Frederico Westphalen, o diretor Cássio Ritter destacou a unidade na luta em defesa do IPE Saúde solidário e de qualidade. 

“Não estamos sozinhos nessa luta, estamos juntos com os outros servidores. Não podemos pagar essa conta. E esse projeto atinge em cheio os baixos salários e os(as) aposentados(as). Não podemos permitir que esse projeto seja aprovado na Assembleia Legislativa” , afirma Cássio. 

O diretor Amauri Pereira ressaltou que o PLC 259 é um ataque ao bolso de todos os servidores(as) estaduais. 

“Eduardo Leite está querendo tirar a defasagem do IPE Saúde dos nossos salários. Não somos culpados pela crise financeira do Instituto. O verdadeiro culpado é o governo, que não concede reajuste salarial real há quase 9 anos para o funcionalismo estadual”, apontou Amauri. 

Maria Cleni da Silva, diretora do 26° núcleo (Frederico Westphalen), o vice-diretor, José Pedro Volpatto e a tesoureira do núcleo, Cladis Setti Schwinn participaram da atividade na cidade.

Em plenária que movimentou trabalhadores(as) de Palmeira das Missões, o diretor Leonardo Preto destacou que o congelamento salarial é um fator determinante para o déficit atual da autarquia. “É urgente que o governo abra uma mesa de diálogo com os trabalhadores(as) para debater o índice de Revisão Geral da inflação nos salários”, afirmou.

Também marcou presença o diretor-geral do 40º Núcleo, Joel da Silva Oliveira, e a diretora Beloni Terezinha M Dal Mora.

“A proposta de reforma de Eduardo Leite revela a sua verdadeira intenção: abrir caminho para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores e demais servidores”, destacou a diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, em plenária no município de Três de Maio (35⁰ Núcleo).

Também participou da atividade a diretora do CPERS, Juçara Borges.

Em Porto Alegre, representantes do CPERS e da Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) debateram os prejuízos do projeto de reforma do IPE Saúde em audiência pública, que lotou o auditório Dante Barone, na Assembleia Legislativa. Após, realizaram uma Assembleia Geral Unificada, deliberando a retirada do projeto de reestruturação do Instituto (PLC 259) e um calendário de lutas, com a Vigília dos Aposentados(as), a partir desta quarta-feira (15), 16 e 19 de junho, e a Paralisação Estadual, no dia 20, data em que o PLC 259 pode ser votado pelos deputados(as).

Participe das plenárias em sua região! Contate o seu núcleo e mobilize-se!



      

         

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Esta terça-feira (14) foi marcada por intensa mobilização de educadores(as) e demais servidores(as) gaúchos na luta incansável em defesa do IPE Saúde e por valorização salarial.

Em Assembleia Geral Unificada, pela tarde, os trabalhadores(as) deliberaram a retirada do projeto de reestruturação do Instituto (PLC 259) e um calendário de lutas, com a Vigília dos Aposentados(as), a partir desta quarta-feira (15), 16 e 19 de junho, e a Paralisação Estadual, no dia 20, data em que o PLC 259 pode ser votado pelos deputados(as).

Durante a manhã, representantes do CPERS e da Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) debateram os prejuízos do projeto de reforma do IPE Saúde em audiência pública, que lotou o auditório Dante Barone, na Assembleia Legislativa. 

A reformulação do Instituto, proposta por Eduardo Leite (PSDB), é uma séria ameaça ao bolso de milhares de famílias que precisam deste serviço essencial de saúde, que sem poder arcar com os novos custos, podem debandar para o SUS, podendo levá-lo ao colapso.

Durante a audiência, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, citou a situação de miserabilidade da categoria, como o caso dos quase 10 mil aposentados(as) sem paridade e os 25 mil funcionários(as) de escola, que ficaram sem nem um centavo de reajuste, totalizando nove anos com os salários congelados e com o poder de compra corroído para mais de 60% da inflação.

“Em nove anos, o governo concedeu apenas um reajuste de 6%, mas os funcionários de escola foram excluídos disso, já que o valor foi descontado do completivo. Agora, o Eduardo Leite pretende impor uma taxa de até 12% sobre esses servidores, o que representa um aumento de até 300% em muitos casos. Essa contribuição é completamente inviável. Para os funcionários de escola, a cobrança por um dependente com mais de 59 anos será de R$ 453, mesmo com a trava global, chegando a R$ 287”, asseverou a presidente Helenir.

“Essa proposta é extremamente maldosa e não mostra nenhuma consideração pelos que recebem os menores salários. Fica a suspeita de que o governo está tentando eliminar os de baixa renda ou acabar com o IPE”, afirmou categoricamente.

Em nome do Sindjus, o secretário-geral Fabiano Zalazar apontou que a crise se trata de um projeto de desmonte do Estado: “Essa semana ainda foi noticiado que os servidores, soterrados por empréstimos, estão recebendo cestas básicas para sobreviver, como vão arcar com esse aumento abusivo?”, questionou.

Conforme o diretor-presidente do IPE Saúde, Bruno Jatene, o Instituto registrou, em 2022, um déficit financeiro de R$ 440 milhões e acumula uma dívida (passivo acima de 60 dias) de R$ 250 milhões com fornecedores(as). 

Filipe Leiria, da União Gaúcha (UG), apontou contradições da proposta e que o governo confunde passivo e déficit. “O projeto significa expulsar as pessoas do IPE e direcioná-las para o SUS”, apontou, citando que, em pesquisa realizada pela UG, 71% dos entrevistados afirmam que, caso o projeto seja aprovado, vão sair do Instituto, sendo que destes 30% afirmaram que devem migrar para o SUS. 

A audiência foi dirigida pelo presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente, deputado Neri, o Carteiro (PSDB), e contou com a participação de lideranças das mais de 40 categorias que compõem o funcionalismo gaúcho, representantes do governo e de 31 deputados de várias siglas partidárias.

Assembleia Geral Unificada

Após o encerramento da audiência, reunidos em Assembleia Geral Unificada, as categorias, além de aprovarem a retirada do PLC 259 e o calendário de lutas, também exigem uma mesa de negociação com o governo para tratar sobre a Revisão Geral dos Salários.

Pressão na Assembleia Legislativa 

Após a Assembleia Geral, acompanhados de parlamentares, os sindicalistas foram até o Palácio Piratini para entregar as deliberações das categorias e foram recebidos no saguão do prédio do governo por um assessor da Casa Civil, o que contradiz a afirmação do chefe da Casa Civil, Arthur Lemos, de que o Piratini estaria de “portas abertas” para os servidores(as).

Neste momento decisivo, as entidades orientam que os trabalhadores(as) pressionem também os parlamentares para votarem contra o PLC 259. Pressione aqui.

Além disso, dezenas de câmaras de vereadores também estão aprovando moções contra a reforma do IPE Saúde. Baixe aqui o modelo de moção.

Confira as deliberações da Assembleia Geral Unificada:

  1. Retirada urgente do PLC 259/2023 de pauta, ou, no mínimo,  a retirada do artigo 62, do regime de urgência;
  2. Vigília na Praça da Matriz, dias 15, 16 e 19/06, nos termos da convocação do CPERS, convocação extensiva às outras categorias;
  3. Assembleia Geral Unificada, dia 20/06, às 11h, na Praça da Matriz, com paralisação das atividades nesse dia, e o estabelecimento de mesa de negociação sobre a Revisão Geral urgente para este ano de 2023. Nesse dia, concentração a partir das 9h, saindo do CPERS, com caminhada até a Praça. Seguimos exigindo a retirada do projeto, em síntese pelos débitos de quase um bilhão de reais devidos ao IPE Saúde e a política do congelamento salarial que é a principal causa da crise do Instituto;
  4. Foi votada e aprovada a autoagenda das entidades da FSP com os deputados na Casa Civil (o que foi realizado no fim da assembleia unificada de 14/06).

        

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O projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259) pode ser votado nos próximos dias pelos deputados(as), na Assembleia Legislativa.

A proposta desumana de Eduardo Leite (PSDB) pesará no bolso dos educadores(as) e demais servidores(as), que estão na miséria e ganham os menores salários do Estado.

BASTA! Pressione os parlamentares por salário digno e em defesa do IPE Saúde

>> Clique nos links abaixo pelo WhatsApp ou mande o seguinte recado nas redes dos parlamentares:

🚨 Deputado, na eleição passada o(a) senhor(a) nos procurou pedindo apoio e votos! Agora, pedimos o seu apoio também! O projeto de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259) é totalmente danoso e cruel com os idosos, que ganham menos, possuem dependentes e estão praticamente há NOVE anos com salários congelados! NO ENTANTO, BENEFICIA QUEM GANHA MAIS E É MAIS JOVEM, QUE PAGARÁ MENOS. TODA A SOCIEDADE SERÁ AFETADA COM A APROVAÇÃO DESSE PL QUE IRÁ GERAR UM COLAPSO NO SUS! NÃO AO DESMONTE DO IPE SAÚDE! REVISÃO GERAL E POLÍTICA SALARIAL POR PARTE DO GOVERNO DO RS JÁ! #NÃOAOPLC259

▶️ MDB

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O CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) seguem cruzando o estado para debater dois assuntos urgentes e de extrema relevância: a proposta cruel de Eduardo Leite (PSDB) de reforma do IPE Saúde e a Revisão Geral dos salários dos educadores(as) e demais servidores(as).

As cidades de Cachoeira do Sul (4º Núcleo), Erechim (15º Núcleo), Canoas (20º Núcleo), São Borja (16º Núcleo) e Três Passos (27º Núcleo) sediaram os debates, nesta terça-feira (13), que marca a quarta semana de plenárias e audiências em defesa do Instituto e por salário digno.

O projeto desumano do governo (PLC 259), que será votado pelos deputados(as) nos próximos dias, na Assembleia Legislativa, é uma séria ameaça ao bolso das famílias que mais precisam deste serviço essencial de saúde, sobretudo os quase 10 mil aposentados(as) sem paridade e os 25 mil funcionários(as) de escola, que ficaram sem nem um centavo de reajuste. Já são nove anos com os salários congelados e com o poder de compra corroído para mais da metade da inflação.

“Segundo a Cage, o governo acumula uma dívida impressionante de R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pelo IPE Saúde. Fica evidente que a crise atual foi intencionalmente criada pelas gestões anteriores. É inadmissível que o governo penalize quem menos ganha”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, durante audiência pública na Câmara de Vereadores(as) de Cachoeira do Sul (4º Núcleo).

Em plenária que movimentou o Sindicato dos Municipários de Erechim (SIME), o 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, deixou claro a urgência da luta em defesa do IPE Saúde e pela Revisão Geral dos Salários.

“O congelamento salarial é o cerne do problema, levando à crise financeira que assola o Instituto. É imperativo que o governo estabeleça um diálogo franco com os trabalhadores para discutir uma revisão justa dos salários, considerando a inflação atual”, frisou Alex.

Participaram ainda da atividade, Magda Schmitt, vice-diretora do 15°Núcleo do CPERS e Representante Estadual das Aposentadas(os), Marisa De Marchi, diretora do Sindicaixa, e Natalino da Silva, diretor regional do Planalto/Sindiagua.

“É revoltante comprovar que há dinheiro disponível. O superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e o reajuste dos altos salários demonstram claramente que é possível e viável agir, basta ter vontade política”, frisou o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, durante plenária em Canoas (20º Núcleo).

Já em São Borja, o debate ocorreu na Câmara Municipal de Vereadores(as) da cidade.

A diretora Sandra Régio, a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann, e a diretora do 16° Núcleo (São Borja), Elizabeth dos Santos Braga, expuseram as graves consequências que o projeto representa para todo o funcionalismo público gaúcho.

“Este é o espaço que temos que fazer forte pressão, como mais um passo na mobilização para que o projeto desumano do governo não seja aprovado. Se um dia as educadoras e os educadores que estão aqui lutaram para os seus cônjuges serem dependentes no IPE, está na hora de trazê-los junto para nossa justa luta”, conclamou Suzana.

A proposta de reforma de Eduardo Leite (PSDB) revela a sua verdadeira intenção: abrir caminho para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores(as) e demais servidores(as).

“Desde o governo Sartori, o IPE Saúde vem sendo precarizado. O objetivo é bem claro: privatizar. O CPERS, junto com a Frente dos Servidores, vem realizando plenárias por todo o estado para fortalecer a mobilização e barrar, no dia da votação na Assembleia Legislativa, esse projeto cruel apresentado pelo governo”, frisou Sandra.

“O congelamento salarial dos servidores públicos impacta diretamente na situação em que o IPE Saúde encontra-se atualmente. Se esse projeto passar, vamos ter que escolher entre colocar comida na mesa ou seguir no IPE”, observou a representante do Sindcaixa, Maria da Glória Sampaio.

Participaram também representantes da Polícia Civil e do Sindcaixa.

Em Três de Maio, integraram a plenária a diretora do CPERS e representante do Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, e a diretora Juçara Borges.

Para a diretora Vera, a dificuldade em lidar com o aumento das contribuições ao IPE Saúde pode levar um grande número de servidores(as) a migrarem para o já sobrecarregado SUS, o que comprova que o desmonte do Instituto afeta a sociedade como um todo.

“Um milhão de gaúchos, o equivalente a 10% da população, estão correndo o risco de ficarem desamparados, sem acesso à assistência médica e hospitalar do Instituto. Os novos custos se tornarão insustentáveis”, frisou.

O CPERS e a FSP seguem incansáveis cruzando o Rio Grande do Sul e movimentando a sociedade em defesa de salário digno para todos(as) os trabalhadores(as) e por um IPE Saúde público e solidário. Participe das plenárias em sua região! Contate o seu núcleo e mobilize-se!

Em Porto Alegre, o tema será debatido em audiência pública, nesta quarta-feira (14), às 10h, na Assembleia Legislativa. Pela tarde, haverá Assembleia Geral Unificada, às 14h, na Praça da Matriz.

Já nos dias 15, 16 e 19 de junho, das 9h às 17h, estaremos todos(as) em vigília, na Praça da Matriz, para barrar mais esse ataque do governo. Junte-se ao CPERS e à FSP para barrar mais esse ataque do governo Eduardo Leite (PSDB).

   

 

      

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Nesta quarta-feira (7), os encontros promovidos pelo CPERS e as demais entidades que compõem a Frente dos Servidores Públicos foram realizados em Canoas, Porto Alegre, Viamão, Guaíba e Caxias do Sul.

As plenárias e audiências públicas, nas Câmaras Municipais de Vereadores, têm o objetivo de mobilizar o funcionalismo público estadual para a luta pela revisão geral dos salários e para barrar o PLC 259, projeto do governo Eduardo Leite (PSDB) que “reforma” o IPE Saúde.

A proposta é extremamente prejudicial aos servidores(as) de todas as categorias, que após anos de arrocho salarial, poderão ser novamente punidos com o aumento da contribuição ao Instituto.

Durante a audiência em Canoas, promovida pela vereadora Maria Eunice (PT), a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, reforçou que a culpa da crise do IPE Saúde não é dos servidores(as). 

“A crise financeira pela qual passa o IPE Saúde é notória, mas ela não pode recair sobre os servidores. A culpa dessa crise é dos últimos governos, que com a sua política de arrocho salarial, levaram o Instituto à situação em que se encontra. Precisamos seguir unidos e fortes e realizar um grande ato em Porto Alegre para mostrar ao governo que não aceitaremos mais nem um desconto em nossos contracheques”. 

“É urgente que o governo pague imediatamente a dívida que tem com o IPE Saúde e, da mesma forma, que pague o reajuste integral da inflação aos servidores estaduais. Temos que reafirmar que quem deve é o governo”, destacou a vereadora de Canoas, Maria Eunice (PT). 

Também participaram da audiência representantes da AFOCEFE, ABAMF, SINDJUS/RS e do SINDTCE/RS. 

Na capital, o 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, destacou que somente uma mobilização massiva impedirá que o PLC 259 seja aprovado. “Esses encontros, promovidos pela Frente dos Servidores, são de extrema importância. Esse é o momento para nos organizarmos para lotar a Praça da Matriz nos dias 14 e 20. Esse espaço serve também para reforçarmos que esse projeto não é negociável, nós rechaçamos essa proposta em sua integridade. Para resolver a crise do IPE Saúde, o governo precisa promover política salarial e não mais descontos”, destacou. 

Estavam presentes na plenária de Porto Alegre, também representando o CPERS, o diretor Amauri Pereira, a diretora do 38° Núcleo, Terezinha Bulle, a diretora do 39° Núcleo, Neiva Lazzarotto, e representantes do Sindicaixa, Sindppen, Afocefe, Sindjus, Aspge e Aprojus. 

Durante plenária na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, a secretária-geral do Sindicato, Suzana Lauermann, deixou claro que diante da impossibilidade de suportar o impacto financeiro causado pelo aumento na contribuição do IPE Saúde, os trabalhadores(as) podem ser forçados a migrar em massa para o SUS, sobrecarregando ainda mais este sistema de saúde pública.

“São mais de um milhão de servidores, que contam com a assistência médica e hospitalar do Instituto, que correm o risco de serem abandonados à própria sorte por não conseguirem suportar esses novos custos. Não podemos aceitar mais esse ataque do governo”, asseverou.

O congelamento dos salários é diretamente responsável pelo déficit que o Instituto enfrenta. É urgente que o governo reconheça a necessidade de remuneração justa.

Do CPERS, também estavam presentes, a diretora Juçara Borges, David Orsi Carnizella, diretor do 1⁰ Núcleo, e Solange Carvalho, vice-diretora do 1⁰ Núcleo. Participaram ainda representantes do Sindjus, do Sindsepe e do Sindicaixa, o deputado estadual Pepe Vargas (PT), além das vereadoras Estela Balardin (PT) e Rose Frigeri (PT).

A diretora do CPERS, Sandra Régio, e o advogado da assessoria jurídica do Sindicato, Marcelo Fagundes, participaram da plenária do 22° Núcleo (Gravataí), em Viamão. 

“Cada um que está aqui tem que ser um multiplicador das informações repassadas e também auxiliar na mobilização, para que o maior número de pessoas estejam em Porto Alegre no dia da votação do projeto. Nossa luta só aumenta e no dia em que esse projeto cruel for para a Assembleia Legislativa, estaremos lá para impedir mais esse ataque brutal do governo”, conclamou Sandra. 

A diretora do 22° Núcleo, Leticia Coelho Gomes, também participou do encontro. 

Durante o encontro em Guaíba, o diretor do CPERS, Leonardo Preto Echevarria, destacou que a reforma do IPE Saúde tramita em regime de urgência na Assembleia Legislativa, e deve ser votada no dia 20 de junho. “Nesse dia, temos que estar presente e chamar todos e todas para realizar uma grande unidade com todos os servidores estaduais. Vamos lutar em todas as frentes para não deixar que esse projeto passe”, afirmou.

A diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, salientou que o PLC 259 atacará em cheio o bolso dos servidores(as) que recebem menos. “Precisamos prestar atenção nas tabelas de dependentes, pois é onde vamos ser mais atingidos. Não temos como tirar mais dinheiro do nosso bolso. Por isso, temos que lutar, para que o projeto não passe na Assembleia Legislativa”, frisou a diretora

A diretora do 34º núcleo, Daniela Peretti, também participou da plenária. 

Na próxima semana, CPERS e FSP estarão novamente na estrada com audiências públicas e plenárias em vários pontos do Rio Grande do Sul, mobilizando todas as categorias para a resistência. Clique aqui e confira os locais e datas dos encontros. Contate seu núcleo, participe das atividades e mobilize-se! Essa conta não é nossa! 

 

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Em mais uma rodada de plenárias e audiências públicas para debater e denunciar o projeto de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259), protocolado pelo governo Eduardo Leite (PSDB), e que deve ser votado na Assembleia Legislativa nas próximas semanas, o CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) visitaram as regiões de São Leopoldo, Osório, Taquara, Rio Grande e Canguçu, nesta terça-feira (6). 

Durante os encontros, os representantes do funcionalismo público estadual ressaltaram que antes de debater o IPE Saúde, o governo precisa abrir uma mesa para tratar da revisão geral dos salários dos servidores(as), já que o déficit atual da autarquia é resultado dos nove anos de arrocho salarial, perpetrados pelos últimos governos.

Em Audiência Pública na Câmara Municipal de Vereadores de Canguçu, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou que os problemas financeiros do IPE Saúde não podem recair no contracheque de aposentados(as) e de quem ganha os menores salários do Estado.

“Essa proposta do governo, que supostamente salva o IPE Saúde, na realidade, taxa os servidores de forma desumana e protege os maiores salários”.

Helenir ainda destacou: “Os dois últimos governos fizeram um arrocho salarial brutal, temos hoje uma defasagem de mais de 60%. Enfrentamos nove anos sem reajuste real, somente com aumentos fakes, como os 9,45% desse ano, onde 30 mil professores aposentados ganharam zero de reajuste e 25 mil funcionários de escola ficaram de fora. O governo precisa entender que o que impacta diretamente no saldo negativo do IPE Saúde, são esses anos sem reajuste, que consequentemente congelaram a renda do Instituto. Então, discutir a revisão geral é o primeiro passo, antes de qualquer reforma”. 

Suzana Lauermann, secretária-geral do Sindicato, denunciou um dos maiores problemas do projeto de reestruturação do Instituto, o fim da solidariedade do sistema. “Um dos maiores preceitos do IPE Saúde é a questão solidária, hoje, todo mundo paga o mesmo percentual, proporcional ao que recebe. A nova proposta acaba de vez com o princípio da solidariedade, e torna o sistema totalmente injusto, invertendo essa lógica e taxando mais quem ganha menos”.

Para Janice Quinzen, secretária-geral do SindPPen, o governo do Estado erra ao comparar o IPE Saúde a outros planos privados. “O IPE Saúde é uma assistência ao servidor, comparar ele ao sistema privado é uma maldade, já que o seu objetivo é outro. Ao invés de transferir a culpa da conta do IPE Saúde para quem dedicou e ainda dedica a vida ao serviço público gaúcho, o governador deveria primeiro justificar o que aconteceu com toda a verba do Instituto, que não foi para o lugar devido”. 

Segundo a CAGE, o próprio Estado deve R$ 356,7 milhões ao IPE Saúde de precatórios e RPVs, bem como resta pendente o pagamento dos valores correspondentes a 339 imóveis devidos pelo Estado ao Instituto, além das contribuições paritárias atrasadas dos pensionistas, anteriores a 2018, que somam R$ 329 milhões (em valores nominais sem multa e juro), segundo dados do próprio governo.

O encontro em Canguçu foi promovido pela vereadora Iasmin Roloff Rutz (PT) e contou ainda com a participação dos vereadores Jardel Oliveira (PSDB) e Arion Braga (PP). 

A hora é agora

A “reforma” do IPE Saúde será votada em breve na Assembleia Legislativa, portanto, os encontros por todo o estado também destacam a necessária unidade e mobilização contra esse projeto prejudicial, que afeta os servidores(as) estaduais, da ativa e aposentados(as), e pode ser o começo do fim do Instituto.⠀

“Essa não é uma luta somente do CPERS, é uma luta dos servidores e da sociedade gaúcha. Com um milhão de segurados, se esse projeto passar, vai impactar diretamente nos municípios. Agora é luta e luta! Precisamos concentrar nossos esforços para deter esse projeto”, destacou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, durante a plenária realizada em Taquara.

O diretor do CPERS, Amauri Pereira, também ressaltou que somente uma mobilização massiva poderá barrar o PLC 259. “A nossa luta em defesa do IPE Saúde não deixará esse projeto passar do jeito que está. Essa é a hora!”.

“Não podemos permitir a aprovação desse projeto quando mais de 15 mil servidores recebem completivo salarial e vão ter que escolher entre pagar o plano ou colocar comida na mesa”, afirmou Maria da Glória Sampaio, diretora-regional de Santa Maria, do Sindicaixa.

Também participaram da atividade em Taquara o diretor do CPERS, Leonardo Preto Echevarria, a diretora e representante do Sindicato no Conselho Administrativo do IPE Saúde, Vera Lessês, e a diretora do 32° Núcleo, Simone Goldschmidt.

Já na plenária em Osório, outro município que recebeu o CPERS e a FSP nesta terça, a diretora do Sindicato, Sandra Régio, conclamou os servidores(as) para a luta em defesa do IPE Saúde. “É importante frisar que ninguém deve sair do IPE Saúde, pois é isso que o governo quer. Temos que fortalecer a mobilização em defesa do Instituto, não permitindo que essa reforma desumana seja aprovada. No dia da votação, todo funcionalismo gaúcho estará em peso em Porto Alegre, para pressionar os deputados a votarem contra mais esse ataque de Eduardo Leite”.

“O propósito do governo é claro: precarizar o IPE Saúde para privatizar. Não arredaremos o pé da luta em defesa do nosso Instituto. O governo vai sentir a força do funcionalismo público estadual”, exclamou a diretora do CPERS, Juçara Borges.

Representes do Sindjus, Sindicaixa, Sindsepers e Amapergs acompanharam o debate em Osório, além da diretora do 13° Núcleo, Marli Aparecida de Souza.

IPE Saúde solidário e de qualidade para todos já

Em todos os encontros, além do chamado para a mobilização, os representantes das entidades ressaltam a situação de miserabilidade de muitos servidores(as) estaduais, que veem os seus salários cada vez mais corroídos pela inflação e que já não suportam mais arcar com o ônus da crise nas suas costas.

Em Audiência Pública na Câmara Municipal de Rio Grande, o representante do CPERS no Conselho de Administração do IPE Saúde, Antônio Andreazza, destacou que o governo está devendo ao IPE Saúde R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pela CAGE. Isso só comprova que a crise atual foi criada propositalmente pelas últimas administrações.

“O governo quer colocar a culpa das dívidas do Instituto em nossas costas. Não é possível este assalto em nossos contracheques em que os altos salários são amenizados e os baixos salários são altamente taxados. Da parte do CPERS, a saída é garantir reajuste a todos os servidores. Essa é a salvação para o IPE Saúde”, frisou.

A diretora do departamento dos Funcionários(as) da Educação do CPERS, Sonia Solange Viana, foi enfática: “Eduardo Leite excluiu cruelmente 25 mil funcionários de escola do reajuste, enquanto recebem um salário base de apenas R$ 657,97. Como funcionários da educação vão conseguir arcar com as novas alíquotas do IPE Saúde?”. 

A audiência foi proposta pela vereadora professora Denise Marques (PT).

Também marcaram presença em Rio Grande a vice-diretora do 6⁰ Núcleo, Andréa Nunes da Rosa, a representante 1/1000 do Sindicato e coordenadora-geral do Sinterg, Suzane Barros, e Marco Veleda, do Sindjus. Participaram, ainda, representantes do Sindpenn, Abamf, Sindjus, Sindicato dos Portuários, entre outros.

Em São Leopoldo, além do CPERS, representado pelo diretor, Cássio Ritter, e o diretor do 14° Núcleo, Luiz Henrique Becker, participam do encontro representantes da AFOCEFE e do SINDTCE, que também integram a FSP.

O CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) seguem na estrada mobilizando as categorias na luta por salário digno e contra o projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), que deve ser votado nas próximas semanas na Assembleia Legislativa.

Nesta quarta-feira (7), os encontros chegam a Porto Alegre, Viamão, Guaíba, Caxias do Sul e Canoas. Clique aqui para conferir os horários e locais. Mobilize-se!

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