As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2024 terminam nesta quinta-feira (25), e até as 23h59, horário que encerra essa fase, os estudantes devem conferir a classificação, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A consulta está disponível desde terça-feira (23), quando o Ministério da Educação (MEC) passou a informar a nota de corte parcial, por escolha de curso.

Todos os estudantes que participaram, fora da condição de treineiro, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não zeraram a prova de redação podem se inscrever no Sisu e optar por concorrer às vagas em dois cursos. Automaticamente são classificados de acordo com a média da nota do Enem, nas vagas disponibilizadas pelas universidades e institutos federais.

Durante essa etapa, os candidatos podem mudar as opções de curso e, por isso, a nota de corte oscila conforme classificação. Está nota é a pontuação do último classificado no total das vagas ofertadas, para cada opção de curso, e também muda conforme há novas inscrições.

A classificação também obedece a reserva de vagas, prevista na nova Lei de Cotas e pelas políticas de ações afirmativas das instituições de ensino, aos candidatos elegíveis que não classificarem nas vagas de ampla concorrência.

Até a noite de ontem, 1.060.386 pessoas já estavam inscritas, ocupando 2.008.580 classificações. Este ano, 2.208.932 estudantes estão aptos a participar do Sisu, que oferece 264.181 vagas, em 6.827 cursos de graduação, em 127 instituições públicas de ensino superior de todo o Brasil.

O resultado final do Sisu deverá ser divulgado no dia 30 de janeiro e servirá para vagas em cursos com início previsto das aulas para o primeiro e o segundo semestre de 2024. Nessa data, também terá início o período de manifestação de interesse pela lista de espera, por candidatos não classificados, até o dia 7 de fevereiro. As vagas remanescentes poderão ser preenchidas ao longo de todo o ano.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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A Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) do RS expressa sua profunda solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras da Argentina que enfrentam uma séria ameaça aos seus direitos e condições de vida. A convocação de uma greve geral, nesta quarta-feira (24), em resposta às políticas devastadoras implementadas pelo presidente Javier Milei, é um ato de resistência e coragem em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários e democráticos.

Desde sua posse, Milei tem promovido medidas que desregulam a economia e atacam frontalmente os direitos fundamentais da população, cerceando o direito à manifestação e à oposição, com ameaças de prisão, descontos salariais e até suspensão de benefícios sociais de quem protestar contra o governo, além de multas pesadas às entidades organizadoras.

O uso de decretos como o Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) e a proposta da “Lei Ônibus” revela uma agenda ultraliberal que prejudica trabalhadores(as) e toda a sociedade, facilitando demissões, reduzindo remunerações, acabando com os reajustes de aposentadorias, lançando as bases para a privatização de empresas estatais, ampliando as punições para quem organizar protestos, gerando propositalmente aumentos sucessivos na inflação e desvalorização da moeda, entre outros.

Repudiamos veementemente as medidas autoritárias adotadas pelo governo para restringir o direito à manifestação e à oposição. A ameaça de prisões, descontos salariais e suspensão de benefícios sociais a quem protesta é inaceitável em uma sociedade democrática.

A mobilização dos trabalhadores(as) argentinos em manifestações e, agora, na greve geral, demonstra a força e a determinação do povo em resistir a políticas que ameaçam seu bem-estar e seus direitos fundamentais. Nos solidarizamos a esse movimento e instamos as autoridades a ouvirem as legítimas demandas da população, respeitando os princípios democráticos e os direitos humanos.

No Brasil, as centrais, sindicatos e movimentos populares realizarão atos em solidariedade em diversas cidades. Em Porto Alegre, a manifestação terá início às 13h do mesmo dia 24, no consulado da Argentina, que fica na rua Cel. Bordini, 1.033, bairro Auxiliadora. Participe!

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Nesta quarta-feira (24), a sociedade se mobiliza para um grande ato em frente a Piratini, com caminhada até o Paço Municipal.

Após um violento temporal que assolou o Rio Grande do Sul nos últimos dias, os gaúchos(as) se veem em meio à angústia e ao desespero, enfrentando uma semana de escuridão e falta d’água.

Milhares de famílias enfrentam dificuldades significativas devido ao péssimo serviço da CEEE Equatorial, vendida a preço de banana pelo governador Eduardo Leite (PSDB) com aprovação do prefeito Sebastião Melo (MDB). A privatização da empresa se reflete no caos enfrentado pelos cidadãos gaúchos.

Vale destacar que quando era um patrimônio do Estado, no temporal que devastou o RS, em 2016, os gaúchos ficaram três dias sem luz, uma diferença gritante diante da ineficiência da gestão atual, hoje, privatizada.

A crise climática, que se manifesta de maneira devastadora com eventos meteorológicos extremos, torna-se um desafio urgente que exige ação imediata por parte das autoridades e da sociedade. Diante disso, crescem os clamores pela reestatização da CEEE e pela defesa do DMAE como um serviço público essencial. A água, elemento vital para a vida, não deve ser tratada como uma mercadoria sujeita a interesses políticos duvidosos.

Diante do descaso percebido na gestão da crise, a população gaúcha se mobiliza. Movimentos sociais e ativistas convocam para o Ato por Luz, Água e Voz nesta quarta-feira (24), às 18h, em frente ao Palácio Piratini, com caminhada até o Paço Municipal. Contate o seu núcleo e mobilize-se!

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VIVA O MST! O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) celebra 40 anos de uma história marcada por lutas em prol da terra, reforma agrária e transformação social.

Presente em 24 estados, o movimento reúne atualmente 400 mil famílias assentadas e aproximadamente 70 mil acampadas. Nas áreas de atuação, destaca-se pela organização de mais de 1,9 mil associações, 185 cooperativas e 120 agroindústrias dedicadas à produção e comercialização, sempre em busca da concretização da Reforma Agrária Popular.

Em escala nacional, o MST estabelece pelo menos 15 cadeias produtivas fundamentais, impulsionando a comercialização de mais de 1,7 mil itens em feiras, armazéns do campo e supermercados. Esses produtos são distribuídos em escolas públicas, hospitais e nas ações solidárias promovidas pelo Movimento. Tendo a solidariedade como princípio desde sua fundação, o MST foi responsável pela doação de 9,8 mil toneladas de alimentos e 2,7 milhões de marmitas em todo o país durante a pandemia da covid-19.

No contexto da solidariedade internacionalista, nos últimos meses, o movimento já destinou mais de 13 toneladas de alimentos às vítimas da crise humanitária na Faixa de Gaza, visando ainda alcançar um total de 100 toneladas em doações. Em resposta à crise ambiental global nos últimos quatro anos, o MST plantou mais de 25 milhões de árvores e implementou diversas ações em prol do meio ambiente, resultando em uma área plantada equivalente a 22 mil campos de futebol.

Além disso, o Movimento é consolidado há mais de dez anos como maior produtor de arroz orgânico da América Latina, de acordo com dados do Instituto Riograndense de Arroz (Irga). Para se ter ideia, na safra de 2022/2023, a estimativa foi de mais de 16 mil toneladas de arroz colhidas, em uma área de 3,2 mil hectares. Essa produção envolve mais de 350 famílias e sete cooperativas, voltadas à Cooperativa Terra Livre, em 22 assentamentos que estão localizados em nove municípios das regiões Metropolitana, Sul, Centro Sul e Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

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Depois de enfrentar sete anos de obras atrasadas, a EEEM Tuiuti, de Gravataí (22º Núcleo), mais uma vez é desrespeitada pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Agora, o 3º e o 4º ano do Ensino Fundamental não tiveram suas turmas abertas na instituição, contrariando uma demanda da comunidade escolar.

“Muitos pais têm filhos em outras séries ali na Tuiuti e querem colocar todo mundo na mesma escola, mas o site da Secretaria não abriu a possibilidade de inscrição”, explica a diretora da Tuiuti há 9 anos, Geovana Affeltd. 

A escola passou, de 2016 a 2023, por um longo período de obras devido à precariedade da infraestrutura. Em 2021, 12 das 16 salas de aula estavam interditadas por conta do desabamento do forro e de problemas na parte elétrica. Nesse período, apenas o 1º ano do Ensino Médio teve turmas abertas anualmente. Somente em agosto do ano passado a reforma foi concluída e, de acordo com a Seduc, o oferecimento de turmas para o restante das etapas educacionais voltaria ao normal. 

“Eles me prometeram, prometeram para mim e para a comunidade, que assim que as salas estivessem em condições, uma turma por série dos Anos Iniciais seria retomada”, conta Geovana. 

A EEEM Tuiuti tem capacidade para receber mais de 1200 alunos e, atualmente, conta com telhas sanduíche, que regulam a temperatura e reduzem ruídos, quadras esportivas e biblioteca, além de banheiros com acessibilidade e rampa para estudantes cadeirantes. Segundo a diretora, o número de alunos interessados no 3º e 4º ano fecharia mais de uma turma. 

“Tivemos duas reprovações no 4º ano e os estudantes tiveram que trocar de escola porque não abriram nenhuma turma. É um direito da comunidade ocupar as salas que já estão prontas”, destaca Geovana.

Outra necessidade da escola é a contratação de educadoras(es) e funcionárias(os) para oferecer um serviço público de qualidade à comunidade. A nova biblioteca da Tuiuti, construída durante a obra, precisa de pessoas especializadas para organizar os acervos. Depois de exaustivos anos de espera por uma infraestrutura capaz de acolher trabalhadoras(es) da educação e estudantes, já passou da hora da Seduc oferecer aos familiares e alunos da Tuiuti o melhor do ensino público: profissionais capacitados e valorizados e oportunidade para todas(os). 

O CPERS enfatiza a urgência da Seduc trabalhar ao lado das comunidades escolares, o que não tem feito. Trata-se de uma triste realidade na gestão de Eduardo Leite (PSDB). Além de impor processos de municipalização contra escolas em todo o estado, sem diálogo algum com familiares e estudantes, a Secretaria não se dedica às demandas fundamentais, como é o caso da EEEM Tuiuti: os alunos precisam das vagas, a instituição tem estrutura para recebê-los, mas a Secretaria cria entraves para o acesso à educação. 

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A Frente dos Servidores(as) Públicos definiu, em primeira reunião de 2024, realizada na manhã desta sexta-feira (19), os próximos passos da luta em defesa dos serviços públicos e contra as privatizações da energia e da água.

A atual crise na CEEE Equatorial está gerando ondas de preocupação e mobilização, à medida que cerca de 1,1 milhão de gaúchas e gaúchos ficaram sem luz, desde a última terça-feira (16).

O desgaste é fruto da privatização desse importante patrimônio público, negociado a preço de banana pelo governador Eduardo Leite (PSDB) e aprovado por Sebastião Melo (MDB), atual prefeito de Porto Alegre, na época em que era deputado. Além disso, após privatizada, a empresa já demitiu cerca de mil trabalhadoras(es).

“Estamos atravessando um dos períodos mais críticos causados pela crise climática, evidenciando o flagrante racismo ambiental e seus impactos na vida do povo. Enquanto milhares de famílias enfrentam emergências, é desconcertante ver Leite e Melo menosprezando a situação, continuando a apoiar a Equatorial, que vem oferecendo um serviço deplorável aos gaúchos”, frisou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

A resistência contra a gestão ineficiente de ambos também se estende ao setor de saneamento, com críticas contundentes à possível privatização do DMAE. A comunidade teme que a entrega desses serviços cruciais nas mãos do setor privado resulte em aumento de tarifas e queda na qualidade do atendimento, como vem ocorrendo com a CEEE Equatorial.

Diante deste cenário tenebroso, a Frente mobiliza a sociedade para um ato na quarta-feira (24), às 18h, com concentração em frente ao Piratini e caminhada até o Paço Municipal. Não aceitaremos de braços cruzados o descaso de Leite (PSDB) e Melo (MDB) com os gaúchos e gaúchas.

Junte-se a nós pela reestatização da CEEE e contra a privatização do DMAE! Água e luz são direitos básicos! Exigimos respeito e dignidade! Contate o seu núcleo e participe!

 

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Conforme anunciado pela CNTE, em 30.12.20231 , a atualização do piso salarial profissional nacional do magistério, em 2024, será de 3,62%, seguindo o critério da Lei nº 11.738/2008 aplicado desde 2010. E a CNTE aguarda o anúncio oficial do MEC, a fim de que esse importante compromisso, reconhecido no acórdão da ADI 4848/STF, seja mantido independente do governo em exercício. Com isso, nenhum vencimento inicial para os(as) professores(as) da educação básica pública, com formação na modalidade Normal de nível médio, poderá ser inferior a R$ 4.580,57 para jornadas de trabalho de até 40 horas semanais, permanecendo a luta, em cada Sindicato estadual e municipal, para garantir o percentual mínimo do piso nas carreiras.

Embora a atualização do piso esteja um pouco abaixo do INPC (que foi de 3,71% em 2023), as atuais condições econômicas do país possibilitam aos sindicatos lutarem por reposições salariais acima da inflação, especialmente diante da recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) e da retomada das receitas tributárias em todos os estados e municípios. No campo do financiamento da educação pública, a reoneração dos combustíveis fortaleceu as receitas do ICMS; e a taxação de produtos, serviços e rendas, até então isentos ou subvalorados, a exemplo das apostas eletrônicas e dos fundos de investimentos dos super ricos, apontam para um incremento ainda mais substancial nas receitas do FPE e do FPM, em 2024, que junto com o ICMS formam a maior base de receitas do FUNDEB e das demais vinculações constitucionais para a educação.

Neste sentido, a CNTE orienta seus sindicatos filiados a negociarem reajustes para o magistério e os funcionários da educação, onde a representação sindical for unificada, em patamares acima do piso nacional e com repercussão nos planos de carreira. O acompanhamento das receitas do FUNDEB e de toda a educação básica – essencial para balizar as negociações salariais – pode ser feito através dos relatórios do FUNDEB, do Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO (anexo X da LRF) e dos extratos bancários do FUNDEB, todos disponíveis no site do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação – SIOPE2 . As informações de receitas tributárias também encontram-se disponíveis nos sites da Transparência, em cada um dos entes federados, e nos respectivos Tribunais de Contas. Importante, ainda, que os sindicatos cobrem o cumprimento do art. 69, § 5º da LDB (repasse dos tributos para contas específicas da educação) e tenham acesso, através de seus representantes nos Conselhos de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB, aos extratos bancários de MDE.

Por fim, a CNTE mantém o compromisso de avançar nas pautas de valorização do piso e das carreiras, em âmbito do Fórum instituído pelo Ministério da Educação em cumprimento à estratégia 17.1 do atual PNE. Além de garantir reajustes anuais com base no INPC e mais um quantitativo de ganho real, a CNTE espera avançar na ampliação de concursos públicos no país e na repercussão automática do piso nos planos de carreira, respeitada a paridade entre ativos e aposentados.

Brasília, 19 de janeiro de 2024

Diretoria da CNTE

Fonte: CNTE

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Após a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a lei que estabelece a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares foi publicada, nesta quarta-feira (17), no Diário Oficial da União. A iniciativa tem como objetivo integrar e articular, de forma permanente, as áreas de educação, assistência social e saúde nas escolas.

O texto define entre as metas a promoção da saúde mental e o acesso à atenção psicossocial de toda a comunidade escolar, integrada não apenas por alunos, professores e profissionais das escolas, como também por pais e responsáveis. As ações também devem promover a integração com as equipes de saúde e serviço de proteção social que atuam nos territórios onde as escolas funcionam, além de estimular a participação dos estudantes na construção das iniciativas.

Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, a política pública será executada pela pasta em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa Saúde na Escola (PSE). A comunidade escolar atuará junto com os grupos de trabalho intersetoriais do Programa Saúde na Escola, responsáveis pelo desenvolvimento da política pública em cada território, na construção dos planos de trabalho.

O documento reunirá, a cada ano letivo, a descrição das ações, as metas a serem alcançadas, estratégias de execução e o detalhamento das competências dos participantes. As escolas serão responsáveis por dar publicidade ao que for definido.

A atenção psicossocial nas comunidades escolares será financiada pela União, que também subsidiará as ações dos grupos de trabalho institucional do PSE. A destinação de recursos deverá priorizar regiões de vulnerabilidade social.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Um dos momentos de debates mais importantes para o cenário da educação brasileira está prestes a acontecer, entre os dias 28, 29 e 30 de janeiro. Será durante a Conferência Nacional de Educação (Conae 2024) que os principais subsídios para construção do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2024-2034) surgirão, colaborando para formular as diretrizes, metas e estratégias educacionais da próxima década.

Alimentando as expectativas da construção de uma política educacional alinhada às necessidades do país, a edição será marcada pelo fortalecimento da democracia nas principais discussões para a sociedade.

“Na Conae, teremos uma participação e uma representação muito diversa de todos os setores da sociedade brasileira. Isso é a retomada do processo democrático. Toda a sociedade está representada dentro desta conferência”, enfatiza a secretária de Assuntos Educacionais da CNTE, Guelda Andrade.

Neste aspecto, ela destaca o trabalho de mobilização feito pelo Fórum Nacional de Educação (FNE), que garantirá a participação de delegações qualificadas para o enriquecimento dos debates. O presidente da CNTE e coordenador do FNE, Heleno Araújo é quem coordena a Conae.

“O nosso foco é construir um PNE que, de fato, garanta o direito à educação, que corresponda às expectativas da demanda educacional do país, mas que também seja articulado a um projeto de nação, já que esse é um fator extremamente implicado no projeto educacional”, aponta.

Educação e trabalho de qualidade

Um dos pilares a serem reforçados pela CNTE na Conae é a defesa do acesso e trajetória integral do povo à educação. Segundo explica Guelda, isso começa desde a garantia das creches às crianças, passando por uma educação básica de qualidade, e pela possibilidade de cursar um ensino superior e pós-graduações. “A garantia desse direito também é garantir uma nação soberana, um povo soberano”, salienta.

Entretanto, ela enfatiza a importância da valorização dos trabalhadores nesse processo, permitindo o ingresso, permanência e conclusão do ciclo educacional por todos. “Nós precisamos garantir também a valorização profissional, quando a gente pensa na qualidade da educação que será ofertada para essa criança”, comenta.

Além da remuneração adequada, o piso salarial para os profissionais e as condições de trabalho para os mesmos são destacados por ela como parte desse processo.

“É preciso pensar também nas condições de trabalho que envolvem a estrutura física, o planejamento coletivo e uma comunidade pedagógica ancorada nos pilares freirianos. Acredito que só a partir disso que, de fato, conseguiremos garantir o direito à educação de qualidade e formação humana”, diz.

Eixos

Nesta edição, a Conferência traz como tema “PNE 2024-2034: Política de Estado para garantia da Educação como direito humano, com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”.

O objetivo é que os debates também sirvam para a reflexão sobre saídas para o fortalecer o desenvolvimento socioambiental e sustentável do planeta por meio da educação.

“É fundamental, e esse debate democrático ajuda nessa construção, pois pode promover uma discussão mais coerente com foco no desenvolvimento e na sustentabilidade do meio ambiente”, comenta Guelda.

Os debates serão desdobrados com base em sete eixos, para a formulação de problemas, causas, objetivos, diretrizes, metas e estratégias para a construção do PNE. Posteriormente, os resultados serão consolidados no documento referência construído pelo FNE.

  • Eixo I – O PNE como articulador do Sistema Nacional de Educação (SNE), sua vinculação aos planos decenais estaduais, distrital e municipais de educação, em prol das ações integradas e intersetoriais, em regime de colaboração interfederativa;
  • Eixo II – A garantia do direito de todas as pessoas à educação de qualidade social, com acesso, permanência e conclusão, em todos os níveis, etapas e modalidades, nos diferentes contextos e territórios;
  • Eixo III – Educação, Direitos Humanos, Inclusão e Diversidade: equidade e justiça social na garantia do Direito à Educação para todos e combate às diferentes e novas formas de desigualdade, discriminação e violência;
  • Eixo IV – Gestão Democrática e educação de qualidade: regulamentação, monitoramento, avaliação, órgãos e mecanismos de controle e participação social nos processos e espaços de decisão;
  • Eixo V – Valorização de profissionais da educação: garantia do direito à formação inicial e continuada de qualidade, ao piso salarial e carreira, e às condições para o exercício da profissão e saúde;
  • Eixo VI – Financiamento público da educação pública, com controle social e garantia das condições adequadas para a qualidade social da educação, visando à democratização do acesso e da permanência;
  • Eixo VII – Educação comprometida com a justiça social, a proteção da biodiversidade, o desenvolvimento socioambiental sustentável para a garantia da vida com qualidade no planeta e o enfrentamento das desigualdades e da pobreza.

Fonte: CNTE

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que cria o Programa Pé-de-Meia, um incentivo educacional para estudantes do Ensino Médio na rede pública, na última terça-feira (16). A legislação foi publicada nesta quarta (17), no Diário Oficial da União (DOU), e tem como objetivo reduzir as taxas de retenção e evasão escolar. O texto já define quem poderá se beneficiar do incentivo, além da forma de financiamento, como e quando os valores poderão ser usados.

Inicialmente, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que iria investir R$ 20 bilhões no programa. Apesar dos detalhamentos sobre valores ainda não terem sido regulamentados, estima-se que o auxílio será de cerca de R$ 200 reais mensais, a serem pagos a partir da efetivação da matrícula dos estudantes. O perfil dos alunos que podem participar do programa já foi definido e é voltado principalmente para critérios que envolvem educação e renda.

Para alunos do ensino regular, os estudantes devem estar efetivamente matriculados no início de cada ano letivo do Ensino Médio nas redes públicas, pertencer a uma família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), ter frequência escolar mínima de 80% do total de horas, concluir o ano com aprovação, participar de exames do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e da avaliação externa de estados e Distrito Federal, para o Ensino Médio, e, por fim, participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no último ano do Ensino Médio.

Já para alunos(as) inscritos na Educação de Jovens e Adultos (EJA), é preciso ter idade entre 19 e 24 anos, pertencer a uma família inscrita no CadÚnico, participar do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) e participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, estudantes de famílias com renda per capita mensal igual ou inferiores a R$ 218 serão priorizados no programa. Casos de famílias compostas por somente uma pessoas, a poupança não poderá ser acumulada com o recebimento dos Benefícios de Renda de Cidadania, Complementar, Primeira Infância, Variável Familiar e Extraordinário de Transição.

Portanto, o perfil dos beneficiários são jovens de baixa renda matriculados nas redes públicas. O MEC revela que a evasão no Ensino Médio chega a 16% e que o primeiro ano é o período com maior registro de evasão, abandono e reprovação de estudantes.

Esses recursos serão depositados em uma conta pertencente ao estudante beneficiário, de natureza pessoal e intransferível, que poderá ser poupança social digital. Esses valores não entram no cálculo para declaração de renda familiar e recebimento de outros benefícios. Os estudantes do ensino regular, beneficiários do programa, poderão realizar saques, a qualquer momento, nos três anos do Ensino Médio, apenas do percentual relativo à manutenção dos estudos, desde de que cumpram as exigências de matrícula e frequência. Esses valores, deverão ser depositados pelo gestor do fundo, ao menos nove vezes por ano.

Enquanto isso, os depósitos relativos à participação nas avaliações e no Enem, só poderão ser sacados depois que o estudante receber o certificado do Ensino Médio. Parte dos recursos depositados poderá ser aplicada pelo estudante em títulos públicos federais ou valores mobiliários, principalmente os voltados para financiar a Educação Superior. Estados, Distrito Federal e municípios colaborarão com informações sobre matrícula e frequência dos alunos.

*Com informações da Agência Brasil.
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