Ajude o CPERS a denunciar a terceirização da educação pública gaúcha


Desde janeiro de 2021, a Secretaria Estadual de Educação já programou cerca de R$ 58 milhões em repasse de recursos da educação para empresas de tecnologia, terceirizando funções e responsabilidades que seriam do governo.

Dinheiro esse que poderia estar sendo investido em alguma obra emergencial, dentre as tantas necessárias na rede pública ou ainda na valorização salarial dos servidores(as), que acumulam mais de 50% de perdas inflacionárias desde 2014.

Ainda nesta semana, no dia 28 de junho, a Seduc realizou mais um seminário de formação, onde a maioria dos palestrantes eram de instituições privadas. Fundação Lemann, Sistema S e Banco Itaú foram algumas delas e todas estão por trás da implantação da reforma do novo Ensino Médio.

Qual a real intenção dessas instituições no ensino público e por que a Seduc permite? A resposta é simples: a educação básica do estado é vista por estes entes não apenas como fonte de lucro, mas também como nicho de mercado.

O CPERS quer saber, esses recursos são realmente úteis para o dia a dia das escolas?

Responda à nossa enquete e ajude o CPERS a denunciar mais esse absurdo da gestão Eduardo Leite / Ranolfo Vieira Junior (PSDB) e da secretária da Educação, Raquel Teixeira, que querem entregar a gestão das escolas – e o dinheiro dos gaúchos(as) – para os grandes empresários.

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