Confusão nos contracheques: CPERS cobra explicações da Sefaz


Após o recebimento de inúmeros relatos e denúncias da categoria sobre as dificuldades com o contracheque do mês de janeiro, o CPERS encaminhou ofício para a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) exigindo explicações e providências.

A folha de janeiro traz especificidades como o lançamento das férias e as alterações no valor do subsídio, o que gerou confusão.

“É inadmissível que os educadores, que já sofrem tanto com a falta de valorização por parte desse governo, ainda tenham que passar por isso todos os meses”, declara a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

É preciso que a Sefaz esclareça a categoria sobre as mudanças nos contracheques com agilidade, não é possível que esta omissão permaneça.

Os contracheques e a matemática imoral de Eduardo Leite

Outro ponto que pode gerar confusão na interpretação do contracheque é a parcela de irredutibilidade, que em mais uma manobra ardilosa do governo, foi absorvida parcial ou integralmente e passou a contemplar o valor total do novo subsídio.

Como o CPERS já havia alertado, o reajuste – aprovado na Assembleia Legislativa em dezembro do ano passado – integra o projeto de morte do governo Eduardo Leite (PSDB).

Com sua matemática perversa e injusta, Leite não garantiu o índice oficial de reajuste do Piso Nacional do Magistério (33,23%) para nenhum educador(a) gaúcho, excluiu funcionários(as) de escola e aposentados(as) sem paridade e não contemplou linearmente toda a categoria.

▶ Dúvidas sobre os valores e a organização do contracheque devem ser enviadas para o e-mail disponibilizado pela Fazenda: [email protected] 
▶ O Serviço de Atendimento aos Sócios (SAS) do CPERS também está disponível para auxiliar com questões funcionais pelo WhatsApp (51) 9569.0465 ou (51) 9663 5699, de segunda a quinta, das 9h às 17h
▶ Você também pode entrar em contato com o seu núcleo para solicitar informações. Confira os contatos aqui.

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