Foto: Reprodução/Alesp

O CPERS manifesta seu repúdio à conduta da deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP), que protagonizou um ato racista e transfóbico durante sessão na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), nesta quarta-feira (18).

Ao se pintar com tinta marrom para atacar a deputada federal Erika Hilton (PSOL), a parlamentar ultrapassa os limites do debate democrático, usando de violência e discriminação para embasar seus argumentos. Esta ação não pode ser relativizada como opinião política ou ser protegida pela imunidade parlamentar. 

A eleição de Erika Hilton (PSOL) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados é um marco histórico. Primeira mulher trans a ocupar o cargo, Erika constrói há anos uma trajetória de luta ao lado das mulheres, da população LGBTQIA+ e da classe trabalhadora, mesmo antes de chegar ao Parlamento.

Mas, infelizmente, essa conquista também escancara os ataques que seguem estruturando a política brasileira. Racismo e transfobia são formas de violência que estruturam desigualdades no Brasil e não podem ter espaço nas instituições públicas. Quando essas práticas partem de parlamentares eleitos, se tornam ainda mais graves, pois atentam contra os princípios democráticos e os direitos fundamentais.

Nesse sentido, o CPERS considera fundamental a apuração rigorosa dos fatos pelo Conselho de Ética da Alesp, a partir da representação protocolada por parlamentares, com a devida responsabilização da deputada. A impunidade diante de manifestações discriminatórias contribui para a sua naturalização.

O Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da democracia e de uma sociedade livre de todas as formas de opressão. Este acontecimento não é apenas uma opinião ou crítica política: é a expressão explícita de racismo e transfobia, que tenta deslegitimar, humilhar e apagar a presença de mulheres trans em espaços de poder.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A VOTAÇÃO FOI ADIADA, MAS A NOSSA LUTA NÃO!

Na última terça-feira (17), educadoras(es) de todo o Rio Grande do Sul ocuparam a Praça da Matriz, em Porto Alegre, exigindo valorização salarial para toda a categoria. Na ocasião, seria votado o PL 38/2026, que reajusta o Piso do Magistério em 5,4%, conforme MP do governo Lula (PT), mas a falta de quórum adiou a decisão.

Agora, a votação ficou para a próxima terça-feira, 24 de março — e é nesse dia que precisamos mostrar ainda mais força! Por isso, estaremos novamente reunidas(os), em frente ao Palácio Piratini, a partir das 9h, para exigir 5,4% de reajuste para todas as trabalhadoras(es) da educação, sem a utilização da parcela de irredutibilidade.

Não aceitaremos manobras, adiamentos ou exclusão! O reajuste de 5,4% só é valorização de verdade quando contempla todas e todos — professoras(es) e funcionárias(os), da ativa e aposentadas(os), com e sem paridade.

Dia 24, ninguém fica de fora!
Vamos juntas(os) mostrar que a educação exige respeito!
Contate seu núcleo e mobilize-se!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Após encerrar a segunda semana de trabalhos com mais de 200 escolas visitadas, em diferentes regiões do estado, o CPERS colocou novamente o pé na estrada, nesta quarta-feira (18), dando início à mais uma etapa da jornada que busca denunciar a sobrecarga de trabalho, a falta de estrutura e o adoecimento causado pelo governo Leite (PSD), Gabriel (MDB) e pela secretária de educação Raquel Teixeira.

Neste primeiro dia da terceira semana, a Caravana do CPERS chegou em Três Passos (27° Núcleo), onde participaram a presidente do Sindicato, Rosane Zan, e as(os) diretoras(es) Sandra Regio, Joara Dutra, Celso Dalberto e Guilherme Bourscheid; em São Gabriel (41° Núcleo), estiveram presentes o 2° vice-presidente, Edson Garcia, e as(os) diretoras(es) Andrea da Rosa, Leonardo Pretto, Leandro Wesz Parise e Elbe Belardinelli; e em Cerro Largo (36° Núcleo), marcaram presença a secretária-geral, Suzana Lauermann, e as diretoras Juçara Borges, Sandra Silveira, Sandra Santos e Vera Maria Lessês. Todos os roteiros e as visitas realizadas, sejam em escolas ou em veículos de comunicação, contaram com a presença de representantes dos núcleos.

A realidade encontrada pela direção do Sindicato é triste, mas motivante, pois, apesar do cenário desolador encontrado nas escolas, a categoria tem colocado muita indignação e insatisfação em suas falas, dois ingredientes potentes na receita da construção de uma mudança.

“Essa terceira semana de Caravana só comprova o sofrimento e adoecimento da categoria, que beira a exaustão dada a sobrecarga descomunal, dado o excesso de trabalho nas escolas. Outro ponto que têm nos chamado muito a atenção é que muitos professores reclamam que não estão preparados para assumir turmas com um grande número de alunos atípicos, causando problemas nessa inclusão”, coloca a presidente do CPERS, Rosane Zan.

Em Três Passos, as(os) direções regional e estadual estiveram, no final da tarde, na sede da 21ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) para ressaltar, junto à coordenadora Graciela Vidor, a atenção que deve ser dada para as escolas índigenas da região.

A sobrecarga de trabalho causada pela burocratização da educação e a consequente perda de autonomia na sala de aula são algumas das reclamações mais frequentes das(os) educadoras(es). Já para as(os) funcionárias(os) de escola, a sobrecarga vem da falta de pessoal causada, principalmente, pela falta de concurso público e pela má qualidade das empresas terceirizadas.

“A Caravana tem sido especial pelo fato de podermos dialogar com nossos colegas e convidá-los para bons momentos de exercícios de consciência de classe. Porém, estamos percebendo uma base de trabalhadores, em sua maioria, exaustos. E os motivos são excesso de atividades burocráticas, que consomem um tempo maior que o das horas-atividade, um número de funcionárias nas cozinhas inferior ao mínimo necessário, falta de monitoras para auxílio nas atividades escolares e insegurança por falta de profissionais da área. Até podem querer nos fazer acreditar em novas façanhas, mas os velhos problemas permanecem”, analisa o 2° vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

O CPERS e sua direção, seja regional ou estadual, tem sido recebido de forma acolhedora pelas escolas por onde passa. Com salas de professoras(es) cheias de profissinais prontas(os) para participar de discussões construtivas, com funcionárias(os) de escola indignadas(os) e revoltadas(os) com o sofrimento imposto pelo governo estadual para essa parcela da categoria. O cenário montado nessas visitas cria um futuro potente para a categoria educadora.

“A gente percebe nessas visitas que, de fato, a gente precisa olhar para nossa realidade para conseguir entender a nossa situação e mudar o que vivemos hoje. Porque o projeto político que a gente quer para o Rio Grande do Sul não é esse que está aí e essa mudança ela precisa vir. Esse sentimento está dentro da categoria, a gente sente isso durante as visitas às escolas”, relata a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann.

Nesta quinta-feira (19), a Caravana desembarcará nos núcleos de Cachoeira do Sul (4°), Santa Rosa (10°) e Palmeira das Missões (40°) para continuar com a denuncia incessante da situação degrante imposta pelo governo do Estado às(aos) milhares de educadoras(es) gaúchas(os).

>>> Confiras as escolas visitadas nesta quarta-feira (18):

>> Escolas visitadas no 27º Núcleo (Três Passos):

> Três Passos:
IE Érico Veríssimo Três Passos

> Tiradentes do Sul:
EEEB Tiradentes

> Tenente Portela:
EEIndígena Gomercindo Jete Tehn Ribeiro
EEEB Professora Cléia Dalberto
EEEM Sepé Tiarajú
EEEF Tenente Portela
EE Indígena Ens. Fund. MUKEJ
EE Indígena Ens. Fund. Bento Pi Gog

> Humaitá:
IE Maria Cristina

> Sede Nova:
EEEM Raimundo Almeida

> Distrito de Vista Nova/Crissiumal:
EEEF Tuiuti
EEEM Ponche Verde

> Bom Progresso:
ETE Celeiro-ETEC
EEEM José de Anchieta

> Santo Augusto:
EEEM Santo Augusto

> São Valério:
EEEF Indigena Marechal Cândido Rondon

> Campo Novo:
EEEM São Francisco de Sales

> Braga:
EEEM Santo Pazini

> Miraguaí:
IEE Fagundes Varela

> Redentora:
E E Ind Ens Fun Toldo Campinas
E E Ind Ens Fun Davi Rygjo
EEEM Américo dos Santos
EEEB Feliciano Jorge Alberto

> Coronel Bicaco:
EEEM Cecília Meireles

>> Escolas visitadas no 36º Núcleo (Cerro Largo):

> Cerro Largo:
EEEM Eugênio Frantz /Profes
EEEF Pe. Traezel
EEEF Sargento Sílvio

> Ubiretama:
EEEM Athayde Pacheco Martins

> Salvador das Missões:
EE Júlio de Castilho

> São Pedro do Butiá:
CE Professor Pedro Scher

> São Paulo das Missões:
EEEM Francisco José Damke

> Roque Gonzales:
EEEB Érico Veríssimo
EEEF Dejalmira S. Oliveira
EEEF Alfredo Eduardo Szinwelski

> Porto Xavier:
IE São Francisco
EEEM Coronel Antônio Fiarovante
EEEM Carlos Bratz

>> Escolas visitadas no 41º Núcleo (São Gabriel): 

EEEM XV de Novembro
EEEF Professora Sueni Goulart Santos
EEEM Dr Fernando Abott
EEEB Dr Celestino Cavalheiro
IEE Menna Barreto
EEEM João Pedro Nunes

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Neste dia 22 de março, celebra-se o Dia Mundial da Água. Hoje e sempre, o Departamento de Sustentabilidade do CPERS reafirma um princípio fundamental: a água é um bem comum, indispensável à vida, e não pode ser tratada como mercadoria.

Em um contexto de crise climática, escassez hídrica e desigualdade no acesso aos recursos naturais, defender a preservação da água e sua gestão pública é uma tarefa urgente. Por isso, é necessário lutar para que esse recurso permaneça sob controle público, garantindo que seja administrado com responsabilidade social, ambiental e com prioridade para as necessidades da população, e não para o lucro. 

No Rio Grande do Sul, o debate ganha ainda mais importância diante do avanço de projetos de privatização de serviços públicos de abastecimento e tratamento da água. Em Porto Alegre, a recente aprovação da concessão parcial do Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE), pela Câmara Municipal, acende um alerta sobre os riscos de transformar um serviço essencial em oportunidade de negócio. Em 2023, o processo de privatização da Corsan já havia colocado o tema em debate no estado, mostrando que a privatização da água costuma resultar em aumento de tarifas, precarização dos serviços e redução da transparência do controle público. 

Defender a água pública é também defender a soberania do povo sobre seus territórios e recursos naturais. É afirmar que o acesso à água limpa e segura é um direito humano fundamental.

Para o  Departamento de Sustentabilidade do CPERS, lutar pela preservação da água e contra sua privatização faz parte da defesa de um projeto de sociedade que coloca a vida acima do lucro. A escola pública também cumpre um papel essencial nesse processo, formando novas gerações comprometidas com a sustentabilidade, a justiça social e o cuidado com o planeta.

Neste Dia Mundial da Água, reafirmamos:
Agua é vida, direito e bem comum, não mercadoria!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Na manhã desta terça-feira (17), o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, participou de uma Audiência Pública que debateu a inclusão nas escolas gaúchas. O encontro foi promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, por iniciativa da deputada Sofia Cavedon (PT), e ocorreu no Plenarinho da ALRS.

A inclusão escolar garante o direito de estudantes com deficiência, transtornos ou necessidades educacionais especiais de acessar e permanecer em escolas regulares, com aprendizado assegurado, adaptações pedagógicas e convivência respeitosa. Para que isso se efetive, é necessário que a inclusão esteja presente em todas as dimensões do sistema educacional, desde a matrícula e garantia de vagas até a elaboração de projetos pedagógicos, oferta de recursos e tecnologias assistivas, formação continuada das(os) profissionais, acessibilidade, atendimento educacional especializado e disponibilização de monitores e apoios, conforme previsto no Parecer nº 1/2022 do Conselho Estadual de Educação.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, ressaltou que o Sindicato tem percorrido todo o Estado e, neste momento, está na terceira semana de Caravana, visitando os 42 Núcleos da entidade. “Durante a Caravana, constatamos que, na maioria das escolas estaduais, não existe uma inclusão realizada com seriedade. Primeiro, não há contratação de profissionais nem abertura de concursos para educadores especiais. Segundo, muitas escolas não possuem as salas de AEE obrigatórias, tampouco oferecem atividades complementares e suplementares. Além disso, a maioria dos professores não conta com a qualificação específica e precisa atender cinco ou seis alunos com transtornos dentro da mesma sala de aula. Muitas vezes, não conseguem dar conta dessa demanda, o que resulta em desgaste físico e emocional, além de uma desvalorização profissional que temos acompanhado há anos”, destaca o educador.

A deputada Sofia Cavedon destacou em sua manifestação que as demandas de inclusão escolar são inúmeras e recorrentes. “Queixas só, principalmente, sobre a falta de apoio e a dificuldade de manejo nas escolas por número de alunos por turma”. A deputada explicou que no RS não existe a definição do profissional de apoio à inclusão, mas as escolas da rede pública acolhem mais de 39 mil estudantes com necessidades especiais. “No ensino privado, em torno de 4% dos alunos são atendidos como educação inclusiva,”, indicou.

A Promotora de Justiça, Luciana Dias, contou que ajuizou, em 18 de fevereiro, uma ação contra o estado do RS para que fosse disponibilizado o atendimento, em todas as escolas da rede pública. Ela explicou que no seu pedido estão o mínimo de 40 horas de atendimento educacional especializado (AEE) e um monitor para cada turma que abrigue público da educação especial. “Isso me preocupa muito porque, na prática, a inclusão não acontece nas escolas por falta de recursos humanos, além do horário reduzido, tempo de permanência na sala de aula e na escola destes alunos”, explicou.

A promotora argumentou ainda que o estado tem professoras(es) de AEE, a(o) profissional que cuida da alimentação e higiene, mas não tem a(o) de apoio. Luciana indicou também que há resistência de diretoras(es) de escolas em fazer a matrícula de alunas(os) inclusivas(os).

O envio da ata da audiência para a Defensoria e o Ministério Público, além do agendamento de um encontro com a coordenação da Educação Especial da Seduc e com o Conselho Estadual de Educação, foram os encaminhamentos do encontro.

Fotos: Celso Bender / ALRS
Informações: Agência de Notícias ALRS

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou, nesta terça-feira (17), uma nota pública de repúdio ao PL 1.007/2025, em tramitação na Câmara dos Deputados, classificando a proposta como um dos mais graves ataques à educação pública nas últimas décadas. Segundo a entidade, o projeto ameaça diretamente marcos legais fundamentais, como as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que garantem o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas, essenciais para o enfrentamento do racismo estrutural e para a valorização da diversidade.

A CNTE alerta que, ao propor a “participação voluntária” em conteúdos e projetos pedagógicos, o texto desvirtua o papel da escola pública e compromete a formação integral das(os) estudantes. Para a entidade, o currículo não pode ser fragmentado por escolhas individuais baseadas em convicções pessoais, religiosas ou ideológicas, sob pena de esvaziar o caráter científico, plural e democrático da educação, assegurado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e pela Base Nacional Comum Curricular.

Ainda de acordo com a Confederação, o teor do projeto abre precedentes perigosos para a censura pedagógica, ao intimidar educadoras(es) e permitir a exclusão de temas fundamentais da formação cidadã. A entidade reforça que o direito de aprender sobre a complexidade do mundo deve prevalecer sobre interesses particulares e cobra que o Congresso Nacional rejeite a proposta. “Educação não é privilégio de escolha, é direito de cidadania”, conclui a nota.

>> Confira a íntegra da nota da CNTE: 

CNTE repudia PL 1.007/2025 e denuncia risco de censura nas escolas

As(os) educadoras(es) brasileiras(os) manifestam o seu mais veemente repúdio ao Projeto de Lei nº 1.007/2025, de autoria da Deputada Clarissa Tércio (PP/PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. A referida proposta legislativa representa um dos mais graves ataques à educação pública nas últimas décadas. Para não ficarmos presos ao fato de sua proponente já ter se envolvido em polêmicas e controvérsias, como a de tentar impedir um aborto legal em uma garota de 10 anos, vítima de um brutal estupro em Recife, ou de ser da turma que defendeu a cloroquina para tratamento nos tempos da pandemia da COVID-19 no Brasil, ou mesmo de ter sido transfóbica e, por isso, até condenada pela Justiça, vamos aos fatos e argumentos que interessam.

O PL 1.007/2025 atenta diretamente contra as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tornaram obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. Essas leis não são meras opções curriculares, mas instrumentos de reparação histórica e de combate ao racismo estrutural. Tentar flexibilizar ou desidratar esses conteúdos é uma negação da própria identidade que constitui a base da formação brasileira.

A proposta do PL, ao falar em “participação voluntária” em projetos ou temas curriculares,desvirtua o papel da escola pública. A escola não é um espaço de extensão domiciliar, mas sim um lugar de construção de conhecimento científico, histórico e, sobretudo, plural. Ao permitir que o currículo seja fragmentado por escolhas individuais, o projeto anula a função da escola como espaço de formação cidadã e de acesso ao saber universal.

O currículo escolar não pode, sob hipótese alguma, ser submetido a escolhas baseadas em convicções pessoais, religiosas ou ideológicas de indivíduos ou das famílias. A educação brasileira é regida por Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e por uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que visam garantir uma formação integral, crítica e plural. O direito da(o) estudante de aprender sobre a complexidade do mundo prevalece sobre o desejo de responsáveis de isolá-los do pensamento divergente.

O teor deste projeto abre precedentes perigosos para a censura pedagógica. Ao intimidar o corpo docente e permitir a exclusão de temas fundamentais, o PL promove o negacionismo e a invisibilização de lutas sociais e fatos históricos. Uma educação que nega a história é uma educação que compromete o futuro da democracia. Exigimos que a Câmara dos Deputados priorize o direito constitucional de crianças e jovens a uma educação que promova a tolerância, o respeito à diversidade e o rigor científico. O PL 1.007/2025 é inconstitucional em sua essência e prejudicial em sua aplicação.

Educação não é privilégio de escolha, é direito de cidadania!

Brasília, 17 de março de 2026
Direção Executiva da CNTE

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17), educadoras e educadores de todo o Rio Grande do Sul ocuparam a frente da Assembleia Legislativa e do Palácio Piratini, em Porto Alegre, no Dia de Luta e Vigília pela valorização de toda a categoria. Com faixas, cartazes e palavras de ordem, as(os) trabalhadoras(es) da educação permaneceram mobilizadas(os) ao longo da manhã, pressionando parlamentares e exigindo respeito e reconhecimento para todos os segmentos da educação pública.

O Projeto de Lei 38/2026, que prevê reajuste de 5,4% no subsídio do magistério estadual, conforme portaria do governo Lula (PT), estava previsto para ser votado nesta terça-feira. No entanto, por falta de quórum na reunião de líderes, o projeto teve sua votação adiada para a próxima terça-feira (24).

Durante o ato, lideranças destacaram que a realidade nas escolas é de sobrecarga, adoecimento e desvalorização, atingindo não apenas o magistério, mas todo o conjunto de trabalhadoras(es) da educação. A exclusão de parte da categoria do reajuste, desconsidera essa realidade e penaliza parte importante da categoria – funcionárias(os) de escola que fazem as instituições funcionarem e parte das(os) aposentadas(os) que deram a vida pela educação pública gaúcha.

A presidente do CPERS, Rosane Zan, destacou que a luta por valorização sempre foi um marco histórico do CPERS. “Hoje enfrentamos um governo que maltrata, que desmonta a educação pública no Rio Grande do Sul e, pior, tenta nos dividir: entre professores e funcionários de escola, entre ativos e aposentados, entre contratados e efetivos, entre reenquadrados e não reenquadrados. Essa lógica de fragmentação é inaceitável. Sempre defendemos, com firmeza, que qualquer reajuste precisa ser linear, para toda a categoria. Não existe valorização real quando ela não alcança todos e todas”, afirma Rosane.

O secretário de Aposentados e Assuntos Previdenciários da CNTE, Sergio Antônio Kumpfer, criticou duramente a política de desmonte da educação pública estadual implementada pelo governo Eduardo Leite (PSD). “O que estão fazendo com os aposentados, o que fizeram com o nosso plano de carreira, o que estão fazendo com os funcionários e com toda a estrutura pública é um processo de precarização. Este é um governo privatista, contrário à educação pública. Por isso, está, passo a passo, condenando a rede estadual a uma morte lenta”, concluiu.

O CPERS segue mobilizado para garantir que esse percentual seja aplicado de forma linear a toda a categoria — professoras(es) e funcionárias(os), da ativa e aposentadas(os), com e sem paridade. Afinal, não há valorização real quando políticas salariais deixam parte da categoria de fora, aprofundam desigualdades e enfraquecem a luta coletiva.

>> Confira, no vídeo, o recado da presidente do CPERS, Rosane Zan:

>> Veja mais fotos do Dia de Mobilização:

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Dirigentes do CPERS estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira (16) com o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, no Palácio Piratini, para cobrar do governo do Estado justiça salarial para todas e todos que sustentam a escola pública gaúcha. O encontro faz parte da ofensiva do Sindicato para pressionar o governo a estender, de forma linear, o reajuste de 5,4% do subsídio do magistério estadual — definido a partir de portaria do governo Lula (PT) — para toda a categoria da educação, incluindo professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), com e sem paridade.

Durante a reunião, o Sindicato reforçou que a aplicação linear do percentual para todo o quadro da educação já foi adotada em governos anteriores e apresentou dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), que apontam margem financeira e viabilidade dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal para que o reajuste seja concedido a toda a categoria. O CPERS também exigiu que o governo não utilize a parcela de irredutibilidade de professoras(es) e funcionárias(os) aposentadas(os), garantindo que todas e todos recebam efetivamente o mesmo percentual de reajuste, sem descontos. 

Após o encontro, a presidente do Sindicato, Rosane Zan, enfatizou a urgência de corrigir uma distorção histórica. “Nós levamos a pauta da categoria para que os 5,4% sejam estendidos de forma linear para todos, além dos professores, incluindo aposentados e funcionários de escola. Muitos desses segmentos estão há quase 12 anos sem reajustes, acumulando perdas salariais que já ultrapassam 70%”, destacou.

Na reunião, Artur Lemos informou que o governo irá discutir o tema com as bancadas na reunião de líderes da Assembleia Legislativa e que o pedido apresentado pelo Sindicato está sendo analisado pela secretária de Planejamento, Governança e Gestão do RS, Danielle Calazans. A análise foi solicitada pelo CPERS em reunião realizada no início de março para verificar a possibilidade de aplicar o reajuste de forma linear a toda a categoria.

A pressão aumenta porque a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul deve votar nesta terça-feira (17) o Projeto de Lei 38/2026, que prevê o reajuste de 5,4% no subsídio do magistério estadual. Diante disso, educadoras e educadores realizarão um dia de mobilização e vigília, a partir das 9h, em frente ao Palácio Piratini, para pressionar o governo e exigir justiça salarial para quem sustenta diariamente a escola pública no Rio Grande do Sul.

Diante da votação iminente, o CPERS reforça que seguirá mobilizando a categoria e intensificando a pressão em todos os espaços para garantir justiça salarial e impedir que, novamente, trabalhadoras e trabalhadores da educação sejam deixados para trás.

Além da presidente, participaram da reunião representando o CPERS o 1º vice-presidente, Alex Saratt; o 2º vice-presidente, Edson Garcia; a secretária-geral, Suzana Lauermann; e o diretor, Leandro Parise.

Fotos da reunião: Gustavo Mansur / Casa Civil

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Ao encerrar mais uma semana de atividades nesta sexta-feira (13), a Caravana em Defesa da Escola Pública e da Democracia, promovida pelo CPERS, reafirma seu papel como um espaço de escuta, acolhimento e organização coletiva da luta das trabalhadoras e trabalhadores da educação pública do Rio Grande do Sul.

Ao longo das duas primeiras semanas de mobilização, as comitivas estaduais e regionais já passaram por mais de 200 escolas, percorrendo diferentes regiões do estado para dialogar diretamente com quem vive todos os dias os desafios da rede estadual. Nesta sexta-feira, as visitas ocorreram em escolas das regiões de Osório (13º Núcleo), Vacaria (30º Núcleo) e Taquara (32º Núcleo), além da realização de plenárias com educadoras e educadores aposentadas(os) — parte fundamental da história e da resistência da categoria.

Nos encontros, professoras, professores, funcionárias e funcionários compartilham relatos que revelam uma realidade marcada por sobrecarga de trabalho, falta de profissionais e condições precárias de ensino. Ao mesmo tempo, a Caravana também tem se consolidado como um momento de fortalecimento da solidariedade entre colegas, de troca de experiências e de construção coletiva de estratégias para defender direitos e a valorização da educação pública.

Durante as visitas, a presidenta do CPERS, Rosane Zan, reforçou a importância da mobilização da categoria e convocou educadoras e educadores para o ato que ocorrerá na próxima terça-feira (17), às 9h, em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre.  “O próximo dia 17 será um dia de luta. É o dia em que vai à votação o reajuste de 5,4% do piso salarial do magistério. Nós queremos que esse reajuste seja estendido para toda a categoria, de forma linear, para os aposentados e funcionários de escola, que estão há 12 anos sem nenhum reajuste. Por isso, estamos mobilizando na Caravana os educadores para irem ao ato, em pressão à base do governo. A nossa luta é necessária e precisamos da força total da categoria. Não daremos trégua!”, afirma a presidente.  

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, que acompanhou o roteiro da Caravana no 32º Núcleo, destacou a força da mobilização e o diálogo construído com a categoria e com a comunidade: “Encerramos a semana com mais uma Caravana muito potente, realizada no 32º Núcleo. Tivemos a oportunidade de ouvir colegas de escolas com diferentes realidades e de diversas regiões de abrangência do núcleo. Ao final do roteiro, realizamos um grande encontro coletivo na principal praça da cidade-sede, onde também pudemos dialogar com a sociedade sobre os desafios da educação pública”, afirmou.

A coordenadora do Departamento de Funcionárias(os) de Escola do CPERS, Juçara Borges, reforça a importância da mobilização da categoria na vigília na próxima terça (17). “É fundamental que as funcionárias e os funcionários de escola estejam presentes na vigília do dia 17. Nossa situação é muito preocupante, pois, além da sobrecarga, seguimos sem valorização e sem qualquer perspectiva de que este governo nos conceda qualquer reajuste salarial. Por isso, é tão importante a nossa pressão em cima dos deputados da base aliada do governo”.

Realidade das escolas desmente discurso oficial

Enquanto o governo Leite/Gabriel/Raquel afirma, em campanhas e redes sociais, que a educação é prioridade, os relatos colhidos pela Caravana revelam um cenário bem diferente nas escolas da rede estadual.

Na EEEM Maria Teresa Vilanova Castilhos (Polivalente), em Osório (13°), por exemplo, a comunidade escolar convive com a falta de profissionais para atender estudantes com necessidades educacionais específicas. Atualmente, a escola conta com 33 estudantes atípicas(os) laudadas(os), mas possui apenas duas monitoras com carga horária de 30 horas, além da promessa de mais uma profissional de 40 horas. Segundo educadoras e educadores da instituição, seriam necessários pelo menos mais três profissionais adicionais de Atendimento Educacional Especializado (AEE) para garantir o atendimento adequado.

A situação reflete um problema que tem se repetido em diversas escolas visitadas pela Caravana: o número de estudantes com laudo cresce, enquanto o de profissionais especializadas(os) diminui.

A diretora do CPERS, Sandra Silveira, que acompanhou o roteiro da Caravana em Vacaria (30°) nesta sexta-feira, destacou que a falta de funcionárias e funcionários tem sido também uma realidade recorrente nas escolas visitadas. “O que mais marcou nas escolas que visitamos neste roteiro foi a falta de funcionários, especialmente nas áreas da merenda e da limpeza. Também apareceu com muita força nas falas das professoras e professores a burocratização do trabalho docente, com excesso de planilhas e planejamentos repetitivos, que acabam sobrecarregando ainda mais quem já enfrenta tantas dificuldades no cotidiano escolar”, afirmou.

Promessas sem investimento

Outra realidade preocupante foi encontrada na EEEB Prudente de Morais, também em Osório, onde cerca de 970 estudantes são impactados pela insuficiência de recursos e de profissionais.

Em 2025, a escola inaugurou o primeiro Curso Técnico em Energias Renováveis da rede estadual, anunciado pelo governador Eduardo Leite como um avanço na formação profissional e tecnológica. Entretanto, segundo a direção da escola, o projeto não veio acompanhado dos investimentos necessários para garantir seu funcionamento.

Sem a nomeação de professoras e professores para o curso e sem ampliação da verba de manutenção, a própria comunidade escolar precisou mobilizar recursos para estruturar o Laboratório de Energia Solar e Eólica, utilizando verbas-padrão da escola e arrecadações realizadas localmente.

Ao mesmo tempo, mesmo com o aumento do número de turmas, o quadro de funcionárias e funcionários foi reduzido. Atualmente, a escola está sem monitor e vigilante, além de enfrentar carência de 20 horas de docência em Física.

Para o diretor da escola, Marcelo Zanoni, a situação compromete diretamente a qualidade do ensino e aumenta a sobrecarga das equipes: “A falta de professores desmotiva os estudantes, aumenta a infrequência e a evasão. A falta de recursos para adquirirmos materiais para os cursos técnicos tornam as aulas mais teóricas do que práticas, dificultando a adaptação do estudante ao mercado de trabalho.”

O resultado, apontam educadoras e educadores, é um contraste entre o discurso oficial e a realidade cotidiana das escolas: menos profissionais, mais responsabilidades e condições cada vez mais difíceis para garantir ensino de qualidade.

Escuta que fortalece a luta

Ao percorrer o Rio Grande do Sul, a Caravana do CPERS vem transformando indignação em organização coletiva. Cada escola visitada, cada plenária realizada e cada relato compartilhado ajudam a construir um diagnóstico real da rede estadual e a fortalecer a mobilização da categoria.

Mais do que denunciar problemas, a iniciativa reafirma o compromisso do CPERS com a defesa da escola pública, gratuita, democrática e de qualidade — e com a valorização de quem dedica ou já dedicou sua vida à formação de gerações de gaúchas e gaúchos.

Representando a Direção Central, acompanharam os roteiros desta sexta-feira (13):

📍 Osório (13º Núcleo): presidente do CPERS, Rosane Zan, e as diretoras Sandra Régio e Juçara Borges.
📍 Taquara (32º Núcleo): 2º vice-presidente Edson Garcia, a diretora Andrea da Rosa e os diretores Luiz Henrique Becker e Amauri da Rosa.
📍 Vacaria (30º Núcleo): diretoras Vera Maria Lessês, Joara Dutra, Sandra Santos e Sandra Silveira, além do diretor Celso Dalberto.
📍 Todos os roteiros contaram também com a participação de representantes dos núcleos sede e regionais.

A Caravana segue seu caminho pelo Rio Grande do Sul e cada escola visitada reforça uma certeza: quando a categoria se organiza, a luta ganha força. Nossa próxima parada é nas ruas, no dia 17, para exigir respeito e valorização para toda a educação. Mobilize-se!

>>> Confiras as escolas visitadas nesta sexta-feira (13):

>> Escolas visitadas no 13º Núcleo (Osório):

> Torres:
IE Marcilio Dias
EEEM José Quartiero
EEEF Prof. Justino Alberto Tietboehl

> Três Cachoeiras:
IEE Maria Angelina Maggi

> Morrinhos do Sul:
EEEB Sagrada Familia

> Terra de Areia:
EEEB Professora Erica Marques

> Tramandaí:
IEE Barão de Tramandaí
EEEM Assis Brasil

> Capão da Canoa:
IE Riachuelo
EEEM Luiz Moschetti

> Imbé:
EEEM 9 de Maio

> Arroio do Sal:
EEEM José de Quadros

> Osório:
EEEM Idelfonso Simões Lopes
EEEB Prudente de Moraes
EEEM Maria Teresa Vilanova Castilhos

> Cidreira:
EEEB Raul Pilla
EEEF Herlita Silveira Teixeira

> Balneário Pinhal:
EEEM Diogo Penha

>> Escolas visitadas no 30º Núcleo (Vacaria):

> Vacaria:
EEEB Professor José Fernandes de Oliveira
EEEF Ione Campos dos Santos
EEEF Jardim América
ETE Bernardina Rodrigues Padilha
IEE Irmão Getúlio
EEEF Vitória Quintella da Silva Ly

>> Escolas visitadas no 32º Núcleo (Taquara):

> Taquara:
EEEM Willibaldo Bernardo Samrsla (CIEP)
EEEF Breno Ritter
EEEM Dirceu Marilio Martins
EEEF Rodolfo Von Ihering
EEEF Tristão Monteiro
EEEF 25 de Maio
EEEM Monteiro Lobato CIMOL

> Parobé:
EEEM Adelina da Cunha
EEEM Engenheiro Parobé
EEEM José Augusto Henemann
EEEM João Mosmann
EEEF Nilo Carlito

> Igrejinha:
EEEF Figueiras
EEEM Olivia Lahn Hirt
EEEM Berthalina Kirsch

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Nesta quarta-feira (11), o Núcleo de Alegrete (19º) comemorou a inauguração de sua nova sede. Professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), associadas(os) ao CPERS, se reuniram para celebrar essa importante conquista para a categoria na região.

A sede é um espaço fundamental para a atuação dos núcleos do Sindicato, onde são realizados atendimentos às(aos) associadas(os) e reuniões de organização da luta da categoria. Ter uma sede própria significa fortalecer a autonomia do Núcleo, ampliar a capacidade de acolhimento das(os) associadas(os) e garantir um espaço permanente de diálogo, formação, mobilização e organização das(os) trabalhadoras(es) da educação.

A presidente do CPERS, Rosane Zan, que esteve presente na inauguração, destacou a importância do momento para o fortalecimento da organização da categoria: “A conquista de sedes para os núcleos representa mais do que um espaço físico. Ela simboliza o fortalecimento da organização sindical, da luta coletiva e do compromisso permanente com a defesa da educação pública e da valorização dos profissionais da educação”.

Para o diretor-geral do Núcleo, Wanderley de Paula, a nova sede é resultado de um trabalho conjunto entre a Direção Central do CPERS e o 19º Núcleo, construído com a confiança da categoria, que acredita na importância de um Sindicato forte, presente e comprometido com as lutas da educação: “Mais do que um prédio, essa sede representa um novo tempo para o 19º Núcleo: um tempo de mais organização, mais unidade e mais força para seguirmos firmes na defesa da educação pública e na valorização de professores e funcionários de escola”.

Também estiveram presentes a diretora do CPERS, Sandra Regio, e o advogado da Assessoria Jurídica do Sindicato, Marcelo Fagundes.

A nova sede do 19º Núcleo está localizada na Av. Dr. Lauro, 89, em Alegrete, e está aberta de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 14h às 18h

>> Confira mais fotos:

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES