Com o tema “Exigir nossos direitos é ensinar democracia”, o CPERS realiza, nos dias 22, 23 e 24 de maio, seu XII Congresso Estadual, na FENAC, em Novo Hamburgo. Em um ano decisivo para o futuro da educação pública e marcado por disputas de projetos para o país e para o estado, a participação da categoria é fundamental para fortalecer a organização da luta.

>> Confira abaixo o cronograma de prazos para a participação no evento: 

▶️ Inscrição e envio das teses: até o dia 06 de abril de 2026 (a entrega do arquivo deve ser feita em um pendrive ou via e-mail: secgeral@cpers.org.br); 

▶️ Realização das Assembleias Regionais* para Eleição de Delegadas(os): de 13 de abril a 08 de maio de 2026;

*Cada Núcleo deverá comunicar à Direção Central a data, horário e local, com antecedência de até 05 (cinco) dias úteis antes da realização da Assembleia Regional, dando ampla divulgação às(aos) sócias(os). O envio do Formulário de Inscrição, cópia da Ata e da Lista de Presença deve ser feito até 03 (três) dias após a realização da Assembleia Regional. 

▶️ Envio das resoluções para reprodução: até o dia 08 de maio de 2026 (a entrega do arquivo deve ser feita em um pendrive ou via e-mail: secgeral@cpers.org.br); 

▶️ Entrega das resoluções, sem reprodução, diretamente no local do Congresso: até o dia 22 de maio de 2026 (a entrega do arquivo deve ser feita em um pendrive ou via e-mail: secgeral@cpers.org.br); 

▶️ Clique aqui e acesse o regulamento do XII Congresso Estadual do CPERS.

▶️ Clique, abaixo, para acessar os seguintes documentos

> Distribuição de vagas por Núcleo;
> Fórmula de cálculo da proporcionalidade para a distribuição das vagas na eleição das(os) delegadas(os);
> Orientações aos núcleos do CPERS; e
> Clique aqui para mais informações sobre o XII Congresso Estadual do CPERS

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Em breve! 

Clique aqui para mais informações sobre o XII Congresso Estadual do CPERS!

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Com o tema “Avante, educadoras(es): exigir nossos direitos é ensinar democracia”, o CPERS realiza, nos dias 22, 23 e 24 de maio, seu XII Congresso Estadual, na FENAC, em Novo Hamburgo. Em um ano decisivo para o futuro da educação pública e marcado por disputas de projetos para o país e para o estado, a participação e a unidade da categoria é fundamental para fortalecer a organização da luta. Para isso, os 42 núcleos do Sindicato deverão realizar, entre os dias 13 de abril e 08 de maio, Assembleias Regionais para eleger as(os) delegadas(os) que representarão cada região no Congresso.

>> Clique aqui e confira o calendário das Assembleias Regionais para a eleição das(os) delegadas(os) do XII Congresso Estadual do CPERS

As(os) delegadas(os) têm direito a voz e voto, participando ativamente dos debates e das deliberações sobre os eixos em discussão. São elas(es) que, junto à categoria, definem a linha política, educacional e sindical do CPERS para o próximo período — um papel ainda mais estratégico diante dos desafios que se colocam para 2026.

Toda(o) sócia(o) que desejar participar do XII Congresso deve estar presente nas Assembleias Regionais. Cada Núcleo elegerá suas(seus) representantes na proporção de uma(um) delegada(o) para cada 50 sócias(os) filiadas(os). Toda(o) sócia(o) que comprovar desconto em folha pode votar e ser votada(o), garantindo a participação democrática da base nas decisões da entidade.

Para validar a Assembleia Regional, cada Núcleo deverá comunicar à Direção Central a data, horário e local com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis, assegurando ampla divulgação entre as(os) sócias(os) e fortalecendo o processo de mobilização.

Durante os três dias de programação, a categoria irá debater a conjuntura estadual, nacional e internacional, construir o plano de lutas e realizar o balanço da atuação do CPERS desde o último Congresso, realizado em 2023 — um momento fundamental para alinhar estratégias e fortalecer a resistência em um cenário de intensificação das disputas políticas sobre a educação pública e apontar o histórico dos últimos governos, projetos e candidaturas que representam a pauta e a luta da classe trabalhadora.

>> Clique aqui para mais informações sobre o XII Congresso Estadual do CPERS!

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Exigir nossos direitos é ensinar democracia! O verso do hino do CPERS orienta e ganha ainda mais sentido no XII Congresso Estadual do Sindicato, que será realizado nos dias 22, 23 e 24 de maio, na FENAC, em Novo Hamburgo. Em um ano marcado por eleições e disputas de projetos para o país e para o Rio Grande do Sul, o tema do Congresso evidencia que 2026 será decisivo para o futuro da educação pública, laica, gratuita e de qualidade para todas e todos.

Mais do que um encontro estatutário, o Congresso Estadual se afirma como um espaço estratégico de organização da categoria diante dos desafios políticos do próximo período. É nele que o CPERS consolida sua linha de atuação para enfrentar projetos que atacam a escola pública e construir, coletivamente, um projeto de valorização das(os) educadoras(es) e de fortalecimento da educação pública.

Criado na reforma estatutária de 1994, o Congresso é a instância responsável por definir a linha política, educacional e sindical da entidade. A cada três anos, a categoria é chamada a revisar o estatuto, propor alterações e debater as teses construídas pelas diferentes correntes políticas que compõem o Sindicato.

Durante os três dias de programação, a categoria irá debater a conjuntura educacional, estadual, nacional e internacional, construir o plano de lutas e realizar o balanço da atuação do CPERS desde o último Congresso, realizado em 2023 — um momento fundamental para alinhar estratégias em um cenário de intensificação das disputas políticas.

Os 42 núcleos do Sindicato deverão realizar, entre os dias 13 de abril e 08 de maio, Assembleias Regionais para eleger as(os) delegadas(os) que representarão cada região no Congresso, na proporção de uma(um) delegada(o) para cada 50 sócias(os). Cabe às Direções de Núcleo organizar e comunicar previamente as assembleias à Direção Central, sob pena de invalidação. Todas(os) as(os) associadas(os) aptas(os), com comprovação de desconto em contracheque e registro na lista até 60 dias antes do pleito, poderão votar e ser votadas(os).

>> Clique aqui para conferir e baixar o Regulamento do XII Congresso Estadual do CPERS

Teses e resoluções

Qualquer sócia(o) ou grupo de associadas(os) pode inscrever teses para o Congresso, que serão publicadas em caderno especial do CPERS. Os textos devem abordar total ou parcialmente temas como conjuntura educacional, estadual, nacional e internacional; balanço do Sindicato; políticas específicas; plano de lutas (educacional, salarial, sindical, previdenciário e funcional); e reforma estatutária.

As teses devem ser enviadas para a Comissão Organizadora — composta pela Direção Central do CPERS — pelo e-mail secgeral@cpers.org.br até o dia 06 de abril.

As resoluções, por sua vez, devem conter no máximo 60 toques por linha, em até 10 linhas, e ser encaminhadas até o dia 08 de maio, também para o e-mail secgeral@cpers.org.br

A programação completa do XII Congresso Estadual do CPERS será divulgada em breve. Acompanhe nossas redes para mais informações!

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Na tarde desta terça-feira (24), o Projeto de Lei 38/2026, que previa reajuste de 5,4% no subsídio do magistério estadual — conforme portaria do governo Lula (PT) — foi aprovado por unanimidade, com 40 votos, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS). Porém, a medida evidencia uma escolha cruel: enquanto anuncia reajuste, o governo Eduardo Leite (PSD) e sua base aliada excluem funcionárias(os) de escola e aposentadas(os) sem paridade e com parcela de irredutibilidade, negando um direito que poderia ser de toda a categoria e aprofundando a desigualdade.

Das galerias da ALRS e da vigília em frente ao Palácio Piratini, que ocorreu durante a manhã, educadoras e educadores foram firmes e incansáveis até o último instante, defendendo um reajuste linear que atendesse TODA a categoria, sem exceções.

Na ocasião, um requerimento de preferência protocolado pelo líder do governo, deputado Frederico Antunes (PP), foi aprovado, por 26 a 15. Desta forma, a emenda proposta pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que previa estender o reajuste de 5,4% para todas(os) as(os) trabalhadoras(es) da educação, conforme a luta do CPERS, sequer foi apreciada em plenário, configurando desrespeito com quem dedica a vida à educação pública.

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) comprovam a viabilidade do reajuste de 5,4% para toda a categoria, diante das perdas inflacionárias que ultrapassam os 70%. Há recursos — falta, na prática, é vontade política do governo Eduardo Leite (PSD) para garantir o justo e que é de direito: reajuste a toda a categoria.

Ao fim da votação, a presidente do CPERS, Rosane Zan, ressaltou que, mais uma vez, a base aliada do governo votou contra as(os) educadoras(es), deixando de fora do reajuste aposentadas(os) sem paridade e com a parcela de irredutibilidade e as(os) funcionárias(os) de escola. “É assim que o governo Eduardo Leite e sua base aliada tratam aqueles que fazem a educação pública do Rio Grande do Sul. Com certeza, a partir de agora, estaremos denunciando nas suas bases, principalmente nas bases desses deputados, que mais uma vez deixam de lado a educação pública. Nós continuaremos firmes na luta em defesa de um projeto que realmente atenda a classe trabalhadora da educação. Juntas e juntos somos mais fortes”, afirmou.

Nem a chuva desmobiliza a luta

Nem a chuva e o mau tempo impediram a mobilização nesta manhã, quando professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), demonstraram união e coragem em um Ato Público e Vigília por Valorização Salarial Já, em frente ao Palácio Piratini, pressionando parlamentares, exigindo respeito e reconhecimento para todos os segmentos da educação pública estadual.

Mesmo sob chuva intensa, dirigentes, educadoras(es) e deputadas(os) estaduais de oposição denunciaram o projeto devastador do governo Eduardo Leite (PSD), marcado pelo arrocho salarial, retirada de direitos e desvalorização da educação pública, reforçando a necessidade de mobilização permanente da categoria.

Durante o ato, a presidente Rosane destacou a resistência da categoria mesmo diante das dificuldades e das condições climáticas adversas.  “Nós não arredamos nunca, a luta continua e isso mostra a força da nossa categoria. Mesmo com as intempéries, seguimos firmes. Apesar de tantas perdas de direitos, estamos aqui. Não nos falta garra nem coragem, porque é isso que nos move”, afirmou.

Ao abordar a importância do debate político, a dirigente ressaltou o papel das(os) educadoras(es) na construção de um projeto de sociedade e também enfatizou a Caravana do Sindicato que percorre o estado ouvindo a categoria. “Esses governos que estão há 12 anos não passarão. Estamos percorrendo o estado com a Caravana, indo ao chão da escola para dialogar com os educadores sobre o projeto de educação pública que queremos para o Rio Grande do Sul. Como sujeitos políticos, temos sim o direito de decidir os rumos do estado. Queremos um governo comprometido com a escola pública e com as políticas sociais. Seguiremos juntos e juntas, enfrentando todos que tentam retirar nossos direitos”, concluiu Rosane.

A educadora Rosa Cañadel, representante do USTEC Sindicato, da Espanha, que está em Porto Alegre para a I Conferência Internacional Antifascista, destacou que a luta da educção é a mesma em seu país. Rosa ressaltou que na última semana mais 100 mil pessoas estiveram nas ruas reivindicando melhores condições de trabalho para todas(os) as(os) profissionais da educação pública no país. “A educação é o futuro. O neoliberalismo não gosta da educação pública e, por isso, a privatização, para eles, é a saída para continuar as desigualdades sociais. A escola pública é fundamental para o futuro de um país, não somente para os professores, mas para todos. Porque os meninos e meninas que estão hoje na educação pública vão construir esse futuro que todos queremos, sem desigualdade social e com mais políticas sociais. Seguimos na luta, porque a luta é o caminho. Viva a educação pública!”

O secretário de Aposentadas(os) e Assuntos Previdenciários da CNTE, Sergio Antônio Kumpfer, destacou a mobilização da categoria mesmo diante da chuva e das dificuldades enfrentadas. Ele ressaltou também a importância da união entre ativas(os) e aposentadas(os) na defesa de direitos. “Neste dia chuvoso em Porto Alegre, o que o governador Eduardo Leite menos queria era ver  professores, funcionários e aposentados ocupando a praça. Isso mostra a indignação com os prejuízos na carreira, o confisco dos aposentados e os salários humilhantes dos funcionários de escola. Nós, educadores do RS, não imaginávamos chegar a esse ponto. Por isso, não podemos sair da luta, é a nossa mobilização que vai definir o nosso futuro.”

O CPERS reafirma que seguirá firme na luta, sem recuar diante das injustiças impostas. A defesa da valorização e da dignidade é para toda a categoria — da ativa às(os) aposentadas(os), sem exclusões. Com unidade, mobilização e resistência, o Sindicato continuará pressionando até que todas e todaos sejam reconhecidas(os) e respeitadas(os) como parte essencial da educação pública!

>> Confira mais fotos do dia de mobilização por valorização já: 

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Um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), com base nos dados mais recentes do Censo Escolar*, divulgados em março de 2026, revela um cenário alarmante na educação pública do Rio Grande do Sul. Longe de ser resultado do acaso, os números refletem escolhas políticas do governo Eduardo Leite (PSD) e Gabriel Souza (MDB), conduzido na Secretaria da Educação por Raquel Teixeira e sustentado na Assembleia Legislativa por sua base aliada. O que se observa é um processo contínuo de encolhimento da rede estadual, precarização do trabalho docente e enfraquecimento do papel do Estado na garantia do direito à educação.

>> Clique para conferir o estudo completo

A análise evidencia a diminuição de matrículas, o fechamento de escolas e turmas e o crescimento acelerado de vínculos precários entre docentes. Para o CPERS, os dados não apenas confirmam denúncias históricas da categoria, como expõem a responsabilidade direta do atual governo do Estado no agravamento da crise educacional.

*O Censo Escolar da Educação Básica é uma pesquisa estatística realizada anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em todo o território nacional. Trata-se de uma coleta declaratória feita diretamente pelas escolas. Esta é uma análise preliminar dos dados disponíveis e não contempla todos os indicadores; novos estudos, mais aprofundados, serão divulgados em breve. Acompanhe as redes sociais do CPERS para ficar por dentro das atualizações.

>> Confira, abaixo, os principais pontos da análise do DIEESE

> Queda de matrículas e avanço da rede privada

Entre 2019 e 2025, o número total de matrículas na educação básica no estado caiu 4,6%, com perda de mais de 105 mil estudantes. A redução foi muito mais intensa na rede pública (- 8,2%), enquanto a rede privada cresceu 10,8%.

Esse movimento não é neutro: ele revela a ausência de políticas públicas eficazes por parte do governo estadual para fortalecer a escola pública. Ao não garantir investimento, estrutura e valorização profissional, o governo Leite (PSD) empurra, na prática, estudantes para o setor privado, aprofundando desigualdades e fragilizando o caráter público da educação.

> Encolhimento acelerado da rede estadual

A rede estadual foi a mais atingida pelas políticas adotadas nos últimos anos. Entre 2019 e 2025, houve uma queda de 20,2% nas matrículas — menos 169 mil estudantes. Com reduções no: 

  • Ensino Fundamental: -18,5%;
  • Ensino Médio: -10,6%; e 
  • Educação de Jovens e Adultos (EJA): – 64,1%.

No mesmo período, 169 escolas estaduais foram fechadas (- 6,8%) e o número de turmas caiu cerca de 8,2% (-3.152). Esses dados demonstram uma política de retração da rede pública estadual. O fechamento de escolas e turmas, sem diálogo com as comunidades escolares, é uma escolha que penaliza principalmente as regiões mais vulneráveis, ampliando desigualdades e restringindo o acesso à educação.

> Precarização docente como política de governo

O estudo também revela a redução de 5,4% no número de docentes em sala de aula na rede estadual, com a perda de mais de dois mil profissionais. No entanto, o dado mais grave está na transformação dos vínculos de trabalho:

  • Queda de 43% no número de professoras(es) efetivas(os);
  • Aumento de 50% nos contratos temporários;
  • Em 2025, 64,7% das(os) docentes estão em vínculos precários.

Hoje, apenas 35,3% do magistério estadual é composto por profissionais concursadas(os) — índice inferior à média nacional e incompatível com qualquer discurso de valorização da educação.

Essa realidade não é acidental. A ausência de concursos públicos e a ampliação de contratos temporários são decisões do governo Leite (PSD) e de sua equipe, que optam por um modelo de gestão baseado na precarização do trabalho, na alta rotatividade e na fragilização da carreira docente. O impacto direto é a perda de qualidade no processo pedagógico e o enfraquecimento da escola pública.

> Ensino Médio: exclusão e falta de políticas estruturais

Apesar de concentrar cerca de 79% das matrículas do Ensino Médio no estado, a rede estadual não consegue garantir o acesso pleno à juventude:

  • Apenas 47,8% das(os) jovens de 14 a 18 anos estão no Ensino Médio;
  • 38,3% ainda estão no Ensino Fundamental;
  • 6,3% estão fora da escola sem concluir o Ensino Médio (cerca de 42 mil jovens).

Os dados evidenciam falhas estruturais profundas e a ausência de políticas consistentes de permanência e combate à evasão escolar — problemas que se agravam diante da falta de investimento e planejamento por parte do governo estadual.

> Tempo Integral sem estrutura adequada

Embora o Brasil tenha avançado na ampliação do Ensino em Tempo Integral, alcançando um marco em 2025 de 25,8% das matrículas da Educação Básica nesta modalidade, cumprindo a Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE), a rede estadual do Rio Grande do Sul, segue abaixo da média nacional:

  • 20,8% no Ensino Médio;
  • E apenas 12,1% na Educação Básica estadual.

A implementação do Tempo Integral, sem investimento em infraestrutura, pessoal e condições de trabalho, tem sido tratada mais como peça de propaganda do que como política educacional efetiva pelo governo Leite (PSD).

> Colapso da EJA expõe abandono social

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) sofreu um verdadeiro desmonte: queda de 64,1% nas matrículas e perda de quase 46 mil estudantes desde 2019.

O esvaziamento da modalidade ocorre justamente em um cenário em que milhares de jovens e adultos seguem fora da escola ou em atraso escolar. Trata-se de uma política de exclusão educacional, que ignora o direito à educação ao longo da vida e aprofunda desigualdades sociais históricas.

> Um projeto de desmonte da educação pública

Para o CPERS, os dados do Censo Escolar 2025, analisados até o momento, confirmam que o Rio Grande do Sul vive um projeto de desmonte da educação pública. A redução da rede estadual, a precarização do trabalho docente e a ausência de políticas estruturantes não são falhas pontuais, mas resultado direto das escolhas do governo Eduardo Leite (PSD), de sua equipe e de sua base política.

Enquanto o discurso oficial aposta em narrativas superficiais nas redes sociais, a realidade das escolas públicas revela abandono, falta de investimento e desvalorização das(os) educadoras(es).

> O CPERS reafirma a necessidade urgente de:

  • Investimento público adequado e transparente;
  • Realização de concursos públicos;
  • Valorização da carreira;
  • Fortalecimento da rede estadual;
  • Políticas de acesso, permanência e inclusão.

> 2026: ano decisivo para mudar os rumos da educação no RS

Diante desse cenário, 2026 se coloca como um ano decisivo. Com a proximidade das eleições, a educação pública precisa estar no centro do debate. É o momento de questionar: qual projeto de educação queremos para o Rio Grande do Sul?

Mais do que promessas e discursos vazios, é fundamental exigir compromissos concretos com a reconstrução da escola pública, com a valorização profissional e com políticas que garantam acesso, permanência e qualidade. A mudança dessa realidade passa pela participação consciente da sociedade e pela escolha de projetos que, de fato, rompam com o ciclo de precarização e descaso que hoje marca a educação estadual.

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Nesta sexta-feira (20), o CPERS encerrou a terceira semana da Caravana em defesa da escola pública e da democracia, com atividades nos núcleos de Três de Maio (35º) e Carazinho (37º). A iniciativa, que já percorreu mais de 300 escolas em cerca de 120 municípios, consolida-se como um dos principais instrumentos de escuta e mobilização da categoria diante do atual cenário de desvalorização da educação pública no Rio Grande do Sul.

Ao longo das visitas, representantes da Direção Central e dos núcleos do Sindicato, têm reiterado a urgência de mudanças estruturais na política educacional do estado. Mais do que a luta por reajuste salarial, o que está em pauta é o próprio futuro da educação pública — ameaçado por uma gestão que, sob responsabilidade do governo Eduardo Leite (PSD), Gabriel Souza (MDB) e sua base aliada na Assembleia Legislativa, tem aprofundado a precarização das condições de trabalho e ensino.

A presidente do CPERS, Rosane Zan, que acompanhou o roteiro, em Carazinho (37º Núcleo), nesta sexta (20), ressaltou que a Caravana tem fortalecido o diálogo com a base e evidenciado a urgência de um novo projeto para a educação pública no estado. “Nesta terceira semana, terminamos as visitas às escolas públicas com uma certeza: precisamos construir um projeto de educação para o Rio Grande do Sul que atenda às demandas e fortaleça a escola pública. Caso contrário, estaremos fadados a transformar a escola em uma empresa, e não em um espaço de construção do conhecimento”.

A diretora do CPERS, Juçara Borges, que participou da Caravana em Três de Maio (35º Núcleo), enfatizou que a realidade encontrada nas escolas revela um cenário generalizado de sobrecarga e adoecimento da categoria. “Nessas três semanas de Caravana, o que mais vimos em todas as escolas foi a sobrecarga de trabalho, a falta de funcionários — tanto na infraestrutura quanto na alimentação — e o adoecimento de professores e funcionários. É triste ver uma categoria sobrecarregada e sem valorização salarial. Há escolas em que os trabalhadores começam às 7h e saem às 19h, especialmente em instituições de turno integral, com quatro refeições diárias e sem merendeiras suficientes. O governo nos enxerga como números, enquanto na mídia diz que valoriza a educação, mas a realidade é outra”.

No 37º Núcleo (Carazinho), participaram das atividades a presidente do CPERS, Rosane Zan, as diretoras Sandra Regio e Joara Dutra, além dos diretores Celso Dalberto e Guilherme Bourscheid. Já no 35º Núcleo (Três de Maio), estiveram presentes a secretária-geral Suzana Lauermann e as diretoras Juçara Borges, Sandra Silveira, Sandra Santos e Vera Maria Lessês. Em ambos os roteiros, dirigentes regionais acompanharam as agendas, reforçando o diálogo direto com a base.

Ato em Carazinho denuncia ataques do governo Leite

Durante o roteiro da Caravana em Carazinho (37º Núcleo), educadoras(es) realizaram um ato em frente à 39ª CRE, denunciando os ataques à educação promovidos pelo governo Eduardo Leite (PSD), enquanto ocorria a inauguração de um novo espaço na Coordenadoria, que reuniu diversas autoridades, entre elas a secretária da Educação, Raquel Teixeira. 

Com máscaras do governador e cartazes que escancararam a realidade vivida pela categoria, a mobilização denunciou o arrocho salarial, a precarização das condições de trabalho e o desmonte da educação pública. Entre as mensagens, uma síntese do que está em curso no estado: “Eduardo Leite e sua base aliada na Assembleia Legislativa do RS promovem arrocho salarial e precarização da educação pública”.

O diretor do CPERS, Guilherme Bourscheid, que participou do ato e do roteiro em Carazinho, destacou o caráter de denúncia da mobilização e o contraste entre a realidade vivida nas escolas e o discurso oficial do governo. “Nesse ato, usamos máscaras, faixas e o som para denunciar o desmonte da educação pública no Rio Grande do Sul e a falta de valorização dos profissionais que fazem a educação. A categoria enfrenta salários arrochados, descontos previdenciários que atingem aposentados e uma sobrecarga de trabalho cada vez maior. Enquanto isso, o governo divulga índices de melhoria, mas o que vemos nas escolas é uma categoria completamente adoecida, com um semblante de fim de ano já no mês de março”.

O ato reafirmou que a categoria não aceitará calada os ataques. É na mobilização e na organização coletiva que enfrentamos esse projeto de desmonte e defendemos uma educação pública de qualidade.

Mobilização cresce por valorização salarial e aplicação do piso para todos

Durante a passagem pelas escolas, o CPERS também intensifica o chamado para o Ato Público e Vigília por Valorização Salarial, marcado para a próxima terça-feira (24), às 9h, em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre. Na pauta está a luta para que o reajuste de 5,4% do Piso do Magistério seja aplicado de forma linear a toda a categoria: professoras(es) e funcionárias(os), da ativa e aposentadas(os), com e sem paridade, sem uso da parcela de irredutibilidade.

De acordo com dados do DIEESE, há margem fiscal para atender a reivindicação. O estado registra disponibilidade de recursos do Fundeb e um superávit de R$ 2,7 bilhões, o que desmonta o argumento de impossibilidade financeira. Se há recursos e a valorização não acontece, não é falta de condições — é escolha política de um governo que decide, todos os dias, não priorizar a educação pública.

A Caravana segue na estrada

A Caravana do CPERS continuará percorrendo o estado e fortalecendo a organização da categoria, denunciando a política educacional em curso e reafirmando a defesa intransigente da escola pública, dos direitos das(os) educadoras(es) e da democracia.

Na próxima semana, em função da I Conferência Internacional Antifascista, que ocorre entre os dias 26 e 29 de março, em Porto Alegre, a Caravana terá agenda reduzida, com atividades previstas apenas para quarta-feira (25), nos núcleos de Bagé (17º) e Frederico Westphalen (26º).

>> Escolas visitadas nesta sexta-feira (20): 

> Escolas visitadas em Três de Maio (35º Núcleo):  

Três de Maio:
IEE Cardeal Pacelli
EEE Senador Alberto Pasqualini
EEEM  Castelo Branco

Independência:
EEEB Amélio Fagundes

Horizontina:
EEEM  Albino Fantin

Dr. Mauricio Cardoso:
EEEM Dr. Mauricio Cardoso

> Escolas visitadas em Carazinho (37º Núcleo):  

Carazinho:
EEEF Carlinda de Britto
IEE Cruzeiro do Sul Oniva de Moura Brizola
EEEM Ernesta Nunes
EEEM Cônego J. Batista Sorg
EEEF Manuel Arruda Câmara
EEEM Paulo Frontin
EEEF Kame Mre Kanhrukre
EEEP de Carazinho  (EEEPROCAR) 

Saldanha Marinho:
EEEB Alfredo Ferrari 

Santa Bárbara do Sul:
CE Blau Nunes
EEEF 19 de Novembro 

Victor Graeff:
EEEB José Mª de Castro 

Não-me-Toque:
IEE São Francisco Solano
EEEF Geny Vieira da Cunha 

Colorado:
EEEM Armindo E. Schwengber

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Nesta quinta-feira (19), a Caravana do CPERS percorreu as regiões de Palmeira das Missões (40º), Cachoeira do Sul (4º) e Santa Rosa (10º). Ao longo do dia, representantes da Direção Central e dos núcleos do Sindicato visitaram escolas, rádios e veículos de imprensa local, ampliando o diálogo com a comunidade e dando visibilidade às denúncias sobre a realidade do ensino público no Rio Grande do Sul.

Em diferentes regiões do estado, os relatos convergem para um mesmo diagnóstico — o de que a precarização da educação pública é resultado de uma lógica de gestão implementada pelo governador Eduardo Leite (PSD), ao lado do vice Gabriel Souza (MDB) e da secretária de Educação, Raquel Teixeira.

Quando a mesma realidade se repete em territórios distintos, o que se revela é um padrão. E é justamente esse padrão — marcado por sobrecarga, assédio institucional, desvalorização salarial, burocratização e falta de condições de trabalho — que a Caravana escancara.

Em Palmeira das Missões, Caravana consolida denúncias e reforça necessidade de organização da categoria

Com a presença da presidente do CPERS, Rosane Zan, e das(os) diretoras(es) Sandra Regio, Joara Dutra, Celso Dalberto e Guilherme Bourscheid, a passagem da Caravana do Sindicato pelo 40º Núcleo (Palmeira das Missões) evidenciou a transição entre o acúmulo das denúncias vindas das bases e a construção de um posicionamento coletivo. 

Os relatos reunidos apontam para um cenário recorrente em diferentes regiões do estado: sobrecarga de trabalho, burocratização excessiva, dificuldades no processo de ensino e aprendizagem e um sentimento crescente de desvalorização da escola pública.

Para a presidente do CPERS, Rosane Zan, o que se observa é resultado de um processo mais amplo que impacta diretamente o funcionamento da educação no estado.

“As visitas às escolas foram muito importantes. No processo de escuta com as educadoras e educadores, ficou evidente que o ensino e a aprendizagem já não acontecem como gostariam, principalmente em função da sobrecarga de trabalho. Há uma percepção crescente de que a escola pública já não é a mesma, o que nos coloca diante de uma reflexão urgente: que escola pública queremos construir?”, questinou.

Cachoeira do Sul: educadoras(es) denunciam sobrecarga, assédio institucional e falta de condições nas escolas estaduais

A realidade enfrentada pelas(os) trabalhadoras(es) da educação no 4º Núcleo do CPERS, em Cachoeira do Sul, revela um cenário de sobrecarga crescente, avanço de práticas abusivas e precarização das condições de trabalho nas escolas estaduais.

Um dos principais pontos levantados pela categoria é a ruptura cada vez mais evidente entre o tempo de trabalho e a vida pessoal. Para o diretor Leandro Wesz Parise, há uma naturalização de cobranças fora da jornada, o que configura uma forma de assédio institucional. Além da sobrecarga e da burocratização, a escassez de funcionárias(os) tem impactado diretamente o funcionamento das instituições, que, segundo os relatos, operam abaixo do mínimo necessário.

“Os professores estão sendo cobrados fora do seu horário de trabalho, à noite e nos finais de semana, o que representa uma invasão direta do tempo de descanso e da vida pessoal. Também há uma carência grave de funcionários de escola nas instituições, que não estão operando com o mínimo necessário — por isso, a realização de concurso público é uma urgência para garantir o funcionamento das escolas”, pontuou.

Também participaram da Caravana no 4º Núcleo, o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, e as(os) diretoras(es) Andrea da Rosa, Leonardo Preto e Elbe Belardinelli.

Adoecimento de profissionais da educação expõe crise estrutural nas escolas estaduais do 10º Núcleo

O adoecimento das(os) profissionais da educação tem se consolidado como expressão de um problema coletivo, diretamente relacionado às condições de trabalho nas escolas estaduais do 10º Núcleo (Santa Rosa).

Com a presença da secretária-geral Suzana Lauermann e das(os) diretoras(es) Juçara Borges, Sandra Silveira, Sandra Santos e Vera Maria Lessês, o encontro reforçou a escuta ativa da base e a sistematização de relatos que se repetem em diferentes instituições de ensino.

“O que vemos hoje não é um caso isolado — é um padrão. Em todas as escolas, a reclamação é a mesma: uma sobrecarga de trabalho crescente, intensificada por uma burocratização excessiva que transforma o cotidiano escolar em um espaço dominado por planilhas, e não pelo processo pedagógico”, afirmou a diretora Vera Maria Lessês.

Esse cenário tem provocado um deslocamento significativo no papel das(os) educadoras(es), afetando diretamente a qualidade do trabalho desenvolvido em sala de aula. Em vez de priorizar o planejamento pedagógico e a construção de práticas educativas significativas, as(os) profissionais relatam que estão sendo pressionadas(os) a atender demandas administrativas que pouco dialogam com a realidade escolar.

A insatisfação também está diretamente ligada à desvalorização salarial, apontada de forma recorrente nas falas da categoria. Para as(os) profissionais, o acúmulo de exigências, aliado à falta de reconhecimento financeiro, tem aprofundado o sentimento de injustiça e desmotivação. Por isso, durante a Caravana, as(os) dirigentes também mobilizam para o ato da próxima terça-feira (24), em frente ao Palácio Piratini, a partir das 9h, para exigir 5,4% de reajuste para todas as trabalhadoras(es) da educação, sem a utilização da parcela de irredutibilidade.

Ao final da jornada desta quinta-feira (19), a Caravana encerra o dia apontando um caminho: transformar o acúmulo de experiências da base em força política capaz de sustentar a resistência e a luta em defesa da educação pública de qualidade.

Nesta sexta-feira (20), a Caravana desembarcará nos núcleos de Três de Maio (35°) e Carazinho (37°).

>>> Confiras as escolas visitadas nesta quinta-feira (19):

>>Escolas visitadas em Cachoeira do Sul (4º Núcleo):

Cachoeira do Sul: 

IEE João Neves da Fontoura
EEEM Dr Liberato Salzano Vieira da Cunha
EEEM Virgilino Jayme Zinn
EEEB Borges de Medeiros
EEEM Vital Brasil
CE Diva Costa Fachin
EEEF Dinah Neri Pereira

Restinga Sêca: 

EEEF Francisco Manoel

Dona Francisca: 

EEEM Maria Ilha Baisch

Paraíso do Sul: 

EEEM Presidente Afonso Pena

Santana da Boa Vista: 

EEEM Jacinto Inácio

>>Escolas visitadas em Santa Rosa (10º Núcleo) 

Santa Rosa: 

EEEB Joaquim José Felizardo
IEE Visconde de Cairu
EEEF Mercedes Motta
EEEM Pedro Meinerz

Tuparendi: 

EEEB Yeté 

Tucunduva

EEEM Bento Gonçalves 

Novo Machado: 

EEEM Antônio Barella 

Santo Cristo:  

EEEB Leopoldo OST
EEEF Santa Teresinha – vila Sírio Santo Cristo

Alecrim: 

EEEF Alecrim

Porto Lucena:

EEEM República Argentina

Vera Cruz: 

EEEM Tamandaré Escola

>> Escolas visitadas em Palmeira das Missões (40º Núcleo) 

Pinhal:

EEEM Ângelo Beltramin
EEEB Padre Francisco Goettler

Boa Vista das Missões:

EEEM Lucila Nogueira

Cerro Grande:

CE Dr. Dorvalino Luciano De Souza

Lageado do Bugre:

EEEMl Eugênio Korsack

Sagrada Família:

EEEM Olímpio Garibaldi Vilarinho

São Pedro:

EEEM Pe José de Anchieta

Liberato Salzano: 

EEEF Estado de Pernambuco
EEEM Doutor Liberato Salzano Vieira da Cunha

Novo Xingu:

EEEM Gottfried Thomas Westerich

Barra Funda:

EE de 1º e  2º Graus Antônio João Zandona

Novo Barreiro: 

EEEM São João Batista

Sarandi:

EEEM Dr. Aldo Conte
EEEF Padre Manoel Gonzales
EEEF Dr. João Carlos Machado

Rondinha: 

CEEB Conde D’ Eu 

Nova Boa Vista: 

EEEM Antônio Mathias Anschau

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