Foto da capa: Marcelo Oliveira / ALRS

Na manhã desta quinta-feira (12), o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, e o secretário de Aposentados e Assuntos Previdenciários da CNTE, Sergio Antônio Kumpfer, participaram de um debate sobre a PEC 66/2023. A iniciativa ocorreu no Espaço de Convergência da Assembleia Legislativa do RS, tendo como proponente da atividade o deputado federal Heitor Schuch (PSB), também membro da Comissão Especial sobre Limite Precatório e Débitos Previdenciários. 

O encontro reuniu representantes de diversas entidades do funcionalismo público municipal e estadual do Rio Grande do Sul, que destacaram os prejuízos que a proposta trará para as(os) servidoras(es), caso seja aprovada.

>> Veja a Audiência Pública completa:

A PEC reabre e amplia os prazos para refinanciamento de dívidas previdenciárias dos municípios, altera regras para o pagamento de precatórios em todos os entes subnacionais e impõe de forma automática as regras da Emenda Constitucional (EC) n.º 103 — reforma da Previdência aprovada no (des)governo Bolsonaro — para Estados, DF e Municípios. 

Em relação aos precatórios, a referida PEC limita entre 1% e 4%, até 2035, a receita corrente líquida dos entes federativos, exceto da União, e retira o prazo até 2029 para que as dívidas dos entes públicos sejam quitadas com seus credores. Ou seja: estabelece mais um calote nos precatórios, que agora voltam a ter prazos de quitação a “perder de vista”. A PEC é de autoria do senador Jader Barbalho (MDB-PA) e segue em tramitação no Congresso Nacional, o relatório deverá ser votado no dia 1° de julho.

Alex Saratt foi enfático ao afirmar que o impacto da PEC 66 é estrondoso e profundamente prejudicial às(aos) servidoras(es) públicas(os), que já enfrentam constantes ataques dos governos neoliberais e sofrem diariamente com tentativas de retirada de direitos. “É um ataque e um retrocesso. Essa PEC significa a constitucionalização do calote e a retirada de direitos. Precisamos atacar os juros altos, discutir o ajuste fiscal, taxar os super-ricos e livrar os trabalhadores do imposto de renda, como propõe o projeto que tramita no Congresso”, destacou o educador. 

“Precisamos enfrentar a política neoliberal, as privatizações e os contratos precários no serviço público. Só assim haverá recursos, transparência e responsabilidade por parte dos gestores. Não à PEC 66!”, enfatizou Alex.

Sergio, representando a CNTE, reforçou a batalha que a Confederação está travando contra a PEC 66 e denunciou quem realmente se beneficia com sua aprovação. “A CNTE vai fazer de tudo para barrar esse projeto. Ela favorece prefeitos que não conseguem manter a saúde financeira dos regimes próprios e que, com a PEC, estarão automaticamente respaldados pelas regras da Emenda 103, agravando ainda mais a situação. Querem colocar a conta nas costas de quem realiza as políticas públicas que chegam até o povo. Nenhum município tem problemas com os servidores concursados e de carreira. Os problemas estão nas parcerias para as privatizações. Concurso público, servidor estabilizado, e não à PEC 66!”, concluiu.

Foto: Marcelo Oliveira / ALRS

O CPERS, juntamente com a CNTE, seguirá firme e mobilizado na luta contra a PEC 66. Não aceitaremos que a irresponsabilidade fiscal e o desmonte do serviço público sejam pagos com o sacrifício das(os) trabalhadoras(es). Porque quem sustenta o Estado não pode ser o primeiro a pagar a conta da crise!

Foto: Marcelo Oliveira / ALRS

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Nesta quinta-feira (12), diversos veículos de imprensa gaúchos noticiaram que o Ministério Público de Contas do Rio Grande do Sul (MPC-RS) está instaurando uma Auditoria Operacional na Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Conforme divulgado pelo jornal Correio do Povo, “a medida determinada visa ao acompanhamento e à averiguação integral das informações acerca da precariedade de instalações físicas em várias escolas […]”, a fim de avaliar se essa defasagem é acompanhada “[…] com potencial prejuízo à segurança de alunos e professores, e risco ao adequado funcionamento de muitas delas.”

Para quem acompanha as denúncias realizadas pelo CPERS, a precariedade e a defasagem da estrutura do ensino público estadual gaúcho não são, nem de longe, uma novidade. Entre os meses de março e abril deste ano, o Sindicato realizou sua já tradicional Caravana, que trouxe à tona algumas das situações mais estarrecedoras em termos de condições de trabalho, saúde e segurança nas escolas gaúchas.

Escancarar para a sociedade a real situação desses estabelecimentos de ensino tem sido, e continuará sendo, um dos pilares das ações deste Sindicato. Um dos objetivos dessa postura sindical é abrir caminhos para que, cada vez mais, iniciativas como esta do MPC, que acolheu as denúncias do CPERS e de autoridades como a deputada estadual Sofia Cavedon (PT), possam ocorrer com farto embasamento factual.

Auditorias como essa são louváveis neste estado que tantas vezes entrega o patrimônio público à própria sorte. Afinal, relegar reformas estruturais básicas ao fim da fila de prioridades não seria uma forma de abandonar o patrimônio do Estado para, mais tarde, entregá-lo à iniciativa privada?

Manter um olhar atento sobre as secretarias do governo estadual é uma vigilância mais do que necessária frente ao oportunismo entreguista tantas vezes ensaiado, e tantas outras barrado, por órgãos fiscalizadores como o MPC-RS.

O CPERS seguirá acompanhando atentamente cada etapa dessa Auditoria Operacional, em defesa de uma educação pública segura, digna e de qualidade e cobrando providências concretas.

Confira a matéria do Correio do Povo.

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Enquanto insiste em forjar uma realidade mentirosa para pleitear a presidência do Brasil, Eduardo Leite (PSD) submete as educadoras e os educadores ao sofrimento e ao desamparo. Não há discurso bonito, conteúdo para as redes sociais bem produzido ou foto posada para as câmeras que esconda o que a categoria já sabe e os dados evidenciam: professoras(es), funcionárias(os) de escola e especialistas têm um dos auxílios-refeição mais baixos do Brasil e radicalmente inferior ao de outras(os) servidoras(es) estaduais. Com os vexatórios R$ 400,00 pagos pelo governador, as(os) trabalhadoras(es)da educação precisam fazer malabarismos para colocar comida na mesa. 

Segundo a Associação Brasileira de Benefícios ao Trabalhador, o custo médio de uma refeição na capital do Rio Grande do Sul já atinge R$ 44,43, por outro lado, o Vale Refeição (VR) das(os) educadoras(es) da rede estadual de ensino é de apenas R$ 18,18 ao dia. Como sobreviver diante de um desfalque de R$ 26,25 em relação ao que se ganha e ao que se paga para comer? 

A resposta, de acordo com análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), é que professoras(es) e funcionárias(os) tem custeado do próprio bolso cerca de R$ 577,50 mensais para conseguir alimentar-se dignamente durante sua jornada de trabalho.

Entretanto, o salário da categoria está defasado como nunca e condenar educadoras(es) a retirarem ainda mais recursos do seu pagamento é violento. Conforme o Dieese, em maio de 2025, o salário mínimo necessário para suprir as despesas das(os) trabalhadoras(es) deveria ter sido R$ 7.528,56.

“Desde 2014, a nossa categoria vive com uma defasagem de 71,35% e o poder de compra para ter uma refeição digna está abaixo de suas condições, visto que a cesta básica já é mais que o dobro do auxílio e a alimentação fora do domicílio está cada vez mais cara. Por isso, é urgente o reajuste do VR”, destaca a presidente do CPERS, Rosane Zan. 

As(os) mais desvalorizadas(os) do estado e do Brasil 

Em outras unidades federativas, a média do VR para professoras(es), funcionárias(os) de escola e especialistas que trabalham 40 horas semanais é de R$ 590,39. Uma prova de que a administração de Leite (PSD) não é vista como uma pária apenas no nível estadual, mas também em âmbito nacional.

Comparando o valor do benefício entre diferentes categorias de servidoras(es) do Rio Grande do Sul que, assim como as(os) educadoras(es), desempenham funções essenciais, observa-se que a Educação segue sendo uma das áreas mais prejudicadas. A diferença entre o Auxílio-Refeição pago ao Judiciário e ao Tribunal de Contas e aquele destinado à Educação chega a R$ 1.654,94.

Nos bancos estaduais, como Banrisul e Badesul, o valor dos auxílios voltados à custear a alimentação atinge cerca de R$ 2.000,00 mensais. Trabalhadoras(es) das fundações recebem em torno de R$ 1.500,00, enquanto professoras(es) de redes municipais, como a de Caxias do Sul, recebem R$ 854,70 e, a de Porto Alegre, R$ 639,00. Trabalhadoras(es) terceirizadas(os) que atuam nas escolas estaduais, juntamente com as(os) servidoras(es) da educação, têm garantido por convenção coletiva um auxílio de pelo menos R$ 559,00. Ou seja, não há outro grupo de trabalhadoras(os) no estado cujo auxílio-refeição esteja tão defasado quanto o das(os) educadoras(es) estaduais.

O contraste escandaloso revela o desprezo do governador pelas(os) profissionais da rede estadual de ensino. A defasagem salarial das(os) professoras(es), funcionárias(os) e especialistas é vergonhosa e tem empurrado milhares de trabalhadoras(es) ao endividamento e ao adoecimento mental. As(os) aposentadas(os) sequer recebem VR, mesmo tendo dedicado suas vidas ao desenvolvimento e ao futuro do Rio Grande do Sul. 

Governador, se quer fazer mídia em cima da escola pública, valorize as(os) trabalhadoras(es) da educação! Chega de mentiras nas redes sociais!

Por melhores salários já, porque o que enche barriga é a valorização no contracheque, e não teatro na internet!  

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Foto: Roberto Schmidt/AFP

Desde a fundação do Estado de Israel, em 1948, crianças, jovens, adultas(os) e idosas(os) palestinas(os) vêm sendo expulsas(os) de seu território pela fome, pela violência armada, pela exclusão social e pela tortura. O Conselho Geral do CPERS vem a público manifestar seu incondicional apoio ao povo palestino e às(aos) brasileiras(aos) com descendência palestina diante do genocídio perpetrado por Israel na Faixa de Gaza. 

Neste domingo (8), outra ação criminosa executada pelo exército sanguinário de Benjamin Netanyahu horrorizou o mundo: a embarcação Madleen, que levava arroz e medicamentos à Gaza, foi interceptada e ainda não há informações seguras sobre as(os) voluntárias(os) presentes no barco. Entre as(os) tripulantes, estava o ativista brasileiro Thiago Ávila, militante dos direitos humanos e da causa palestina. 

A política de morte do 1º ministro de Israel, intensificada em outubro de 2023, não é uma guerra contra o terrorismo, é um massacre de teor colonialista e imperialista contra civis que ocupam aquela região muito antes da comunidade judaica. Exigir o fim dos ataques israelenses e defender a vida de palestinas(os) não é antissemitismo, pelo contrário, é um clamor pelo respeito aos direitos humanos de todas as pessoas. 

As imagens que circulam pela internet escancaram a crise humanitária criada e mantida por Israel, na qual famílias inteiras permanecem sob escombros, sem acesso à alimentação, à saúde, à educação e à segurança. A Colômbia e a Turquia romperam relações diplomáticas e comerciais com Israel ainda em 2024, mas o governo brasileiro permanece associado a um Estado genocida e terrorista. É dever do presidente Lula (PT), que já deu declarações importantes sobre o genocídio cometido por Netanyahu e suas tropas, encerrar definitivamente todo e qualquer tipo de vínculo com Israel.  

Pelo rompimento imediato das relações com o Estado Genocida de Israel!
Chega de fome e de mortes! Palestina livre!

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O Conselho Geral do CPERS vem a público manifestar solidariedade à família da professora Silvaneide Andrade, ao Sindicato dos(as) Professores(as) e Funcionários(as) de Escola do Paraná (APP-Sindicato) e a todas(os) as(os) educadoras(es) que, diariamente, enfrentam a sobrecarga de trabalho, a precarização das condições laborais e a crescente pressão psicológica nos ambientes escolares.

No dia 30 de maio, a professora de Língua Portuguesa do Colégio Estadual Jayme Canet, de Curitiba, foi chamada à sala de Coordenação Pedagógica da escola de gestão cívico-militar. Durante a cobrança por parte de uma representante da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, referente à falta de atualização do sistema de planificação eletrônica em uma plataforma educacional, Silvaneide sofreu um infarto e veio a óbito.

A trágica perda da professora escancara a forma desumana com que o governo Ratinho Junior (PSD) trata as(os) educadoras(es) — realidade também vivida no Rio Grande do Sul sob a gestão de Eduardo Leite (PSD), que impõe um modelo de controle e vigilância que sufoca a prática pedagógica.

Esse lastimável acontecimento é mais um alerta sobre a urgência de cuidarmos da saúde física e mental das(os) profissionais da educação, que seguem comprometidas(os) com a formação das futuras gerações, mesmo diante de inúmeros desafios.

Nos solidarizamos com os familiares e amigos de Silvaneide, com as companheiras e companheiros do Paraná, e com todas(os) as(os) educadoras(es), reafirmando nosso compromisso com a luta por ambientes de trabalho dignos, humanos e acolhedores para todas e todos que atuam na educação pública.

Nossa dor é coletiva. Nossa luta é por justiça, respeito e valorização das(os) educadoras(es).

Silvaneide, presente!

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Na noite desta sexta-feira (6), milhares de educadoras e educadores do CPERS reuniram-se virtualmente para a Assembleia Geral do Sindicato. O encontro, realizado pela plataforma Zoom, teve como pauta a escolha das(os) representantes de base da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e das(os) delegadas(os) para a Plenária Estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT/RS).

Na abertura da atividade, a presidente do CPERS, Rosane Zan, destacou os atos regionais, promovidos pelo CPERS em parceria com a Frente dos Servidores Públicos (FSP), em todo o estado, na defesa da reposição salarial de 12,14% e do IPE Saúde. “Iniciamos esta semana com um grande ato em Santo Ângelo, onde sentimos a vibração da nossa categoria, que compreende a importância de estar em constante mobilização para romper as barreiras impostas pelo governo Leite, que, nos últimos tempos, ignora professores, funcionários de escola, especialistas, contratados e efetivos, da ativa e aposentados, que dedicaram e dedicam a sua vida à educação”, ressaltou Rosane.

A presidente também abordou a pressão e a sobrecarga enfrentadas diariamente pelas(os) educadoras(es), citando o caso da professora Silvaneide Andrade, que faleceu na última sexta-feira (30), vítima de um infarto após ser cobrada por uma representante da Secretaria de Educação do Estado do Paraná. “Estamos diante de um governo que persegue metas a qualquer custo, como vimos no Paraná. Há diversos casos semelhantes acontecendo em outros estados, e o Rio Grande do Sul pode ser o próximo. Por isso, nosso enfrentamento precisa ser ainda mais firme. Vamos lutar, denunciar em todos os espaços que nós não somos máquinas, somos seres humanos, formadores de opinião e precisamos reconhecer o valor que temos para a educação”, enfatizou.

Rosane também ressaltou a importância da escolha das(os) educadoras(es) que representarão o CPERS na base da CNTE e na Plenária Estadual da CUT/RS. “A classe trabalhadora clama por ação e precisamos estar juntos nesse próximo período”, concluiu.

Para representantes de base da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), foram inscritas seis chapas, formadas por diferentes forças políticas que compõem o Sindicato. Cada chapa, representada por 10 membros — cinco titulares e cinco suplentes —, teve a oportunidade de apresentar e defender suas propostas. A votação ficou da seguinte forma:

Chapa 1 – CPERS Unido e Forte (38%)
Chapa 2 – Salvar a Escola Pública (18%)
Chapa 3 – É preciso mudar (13º)
Chapa 4 – Um passo à frente pela vida (6%)
Chapa 5 – Resistência e Luta (11%)
Chapa 6 – Esperançar a Escola pública (15º)

>> Deste modo, através da proporcionalidade, as(os) representantes eleitas(os) são as seguintes:

> Titulares:
1°- Helenir Schürer (Chapa 1)
2° Sônia Solange Vianna (Chapa 1)
3º Neida Porfírio de Oliveira (Chapa 2)
4º Juca Sampaio (Chapa 3)
5º Cira Kaufmann (Chapa 6)

> Suplentes:
1º Juliana Kussler (Chapa 1)
2º Marcio Djalmo da Motta (Chapa 1)
3º Mari Andréia Oliveira de Andrade (Chapa 2)
4º Joana Marisa Boaventura (Chapa 3)
5º Cláudia Scheffer (Chapa 6)

Para delegadas(os) da Plenária Estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT/RS), concorreu somente uma chapa – CPERS Unido e Forte – pela CUT, que venceu com 80% dos votos.

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A fim de organizar a luta em defesa da educação e das(os) educadoras(es) no Rio Grande do Sul, o Conselho Geral do CPERS se reuniu de forma online, pelo Zoom, na noite desta quinta-feira (5). 

Na abertura do Conselho, a presidente do CPERS, Rosane Zan, pediu um minuto de silêncio em memória à professora Silvaneide Andrade, que faleceu na última sexta-feira (30), em decorrência de um infarto. A educadora passou mal logo após ser pressionada pelo cumprimento de demandas burocráticas exigidas pela Secretaria de Educação do Estado do Paraná. 

Rosane enfatizou o cenário de adoecimento mental e físico que a categoria enfrenta diante do exorbitante acúmulo de tarefas e da desvalorização salarial sem precedentes. “Estamos vivendo uma imensa sobrecarga de trabalho. O que aconteceu com a professora Silvaneide não pode se repetir. Nós não somos máquinas”, salientou. 

Entre as discussões levantadas pelas(os) conselheiras(os) estão a importância de uma campanha contra o assédio moral e a sobrecarga de trabalho, a valorização salarial e profissional, a defesa do IPE Saúde, a exigência por estratégias de adaptação climática que protejam as(os) trabalhadoras(es) e a relevância da descentralização dos atos públicos. 

>> Confira, abaixo, o conjunto das mobilizações aprovadas no Conselho Geral desta quinta (5):

1 – Intensificar a luta, juntamente com a Frente dos Servidores Públicos (FSP), pela revisão geral de 12,14% e pelo IPE Saúde público nos atos regionalizados e realizar no dia 11 de julho, ato estadual em Porto Alegre;
2 – Fazer o debate do Piso/Carreira durante o mês de junho e julho com material orientador da CNTE;
3 – Participar do seminário estadual do PNE no dia 13/06 – na Assembleia Legislativa – defendendo as emendas propostas pela CNTE;
4 – Participar no dia 6 de agosto do Ato Nacional, em Brasília, pela valorização das(os) profissionais da Educação, chamado pela CNTE;
5 – Intensificar a luta pela atualização do vale-refeição e o fim do estorno no vale-transporte;
6 – Moção de solidariedade à família da professora Silvaneide Monteiro Andrade do Paraná, à APP, e a todas(os) as(os) educadoras(es) que sofrem com a sobrecarga de trabalho e a pressão psicológica nos locais de trabalho;
7 – Moção de repúdio à coordenadora pedagógica da 8ª CRE, professora Sonia Suzana Farias Weber, pela forma arbitrária como se manifestou quanto à reclamação de sobrecarga de trabalho das(os) educadoras(es), durante formação promovida pela coordenadoria;
8 – Ação de defesa das(os) educadoras(es) que estão sofrendo genocídio;
9 – Nota de apoio ao POVO PALESTINO e de EXIGÊNCIA ao Governo Lula (PT) pelo ROMPIMENTO das relações com o Estado Genocida de Israel. Chega de fome e de mortes!;
10 – Cobrar o pagamento da bolsa para professoras(es) de escolas de tempo integral com dedicação exclusiva, prevista no projeto que implementou o tempo integral mas que nunca foi pago;
11 – Pressionar a Seduc para que reveja a postura de algumas direções escolares que não aceitam atestados médicos, assegurando que as(os) trabalhadoras(es), especialmente as(os) contratadas(os), tenham o direito de acompanhar filhos, pais ou mães que convivem no mesmo domicílio em consultas e atendimentos hospitalares;
12 – Denunciar o anúncio do prefeito Anderson Mantei (PP) de municipalizar a educação em Santa Rosa, incluindo o Ensino Médio;
13 – Escancarar a realidade docente e cobrar monitoria para alunas(os) laudadas(os), em Alegrete (faltam 30);
14 – Solicitar que o governo Eduardo Leite (PSD) providencie vacinas contra a Covid-19 para as(os) educadoras(es).

Porto Alegre, 05 de junho de 2025.
Conselho Geral do CPERS/Sindicato.

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A nova edição da Revista da Escola de Formação (Esforce) da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) acaba de ser publicada. O número 43, volume 19 (jan/abr 2025), apresenta o dossiê “Formação e Trabalho de Docentes Indígenas”.

“A publicação representa o nosso reconhecimento da importância do desafio que constituem tanto a graduação específica para professores e professoras indígenas, como a garantia de uma situação funcional condigna para o seu exercício, ou seja, a construção de escolas indígenas e a organização da educação escolar indígena em Territórios Etnoeducacionais”, diz o editorial da Revista.

>> Para acessar a revista número 43, clique aqui.

Esta edição traz ainda análises críticas das reformas educacionais de cunho empresarial, como o artigo de Gabriel Grabowski, e estudos sobre políticas públicas, a exemplo da avaliação do Plano Estadual de Educação de Minas Gerais, apresentada por Robson Vieira Marques, Daniel Santos Braga e Pauliane Romano.

“Outros trabalhos trazem contribuições históricas e sociológicas, como a análise de Juarez José Tuchinski dos Anjos sobre desigualdades educacionais em Brasília nas décadas de 1960, e abordagens voltadas a escuta e participação dos e das estudantes, como o estudo de Eduardo Donizeti Girotto, Felipe Garcia Passos, Isabel Furlan Jorge e João Victor Pavesi de Oliveira, sobre o Programa Ensino Integral paulista”.

Sobre a Revista Retratos da Escola

Criada em 24 de abril 2007 e lançada em outubro do mesmo ano, a revista Retratos da Escola marca a concretização de um importante projeto da CNTE: a produção de um canal que, ao permitir o diálogo direto entre a instituição e os sujeitos atuantes no setor educacional, produzisse um ambiente propício à reflexão da realidade social da educação pública no país.

A linha editorial da Retratos da Escola busca privilegiar temas que permitam o debate, sobretudo, de áreas como: a formação profissional; o trabalho educativo, suas condições e práticas; e a organização escolar e dos sistemas educacionais. A revista tem se destacado pela sua penetração nos meios sindicais da educação básica, assim como pela sua ampla utilização nos diversos cursos de formação inicial e continuada que formam os docentes no país

>> Para acessar a revista de número 43, clique aqui.
Fonte: CNTE 

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Nas últimas décadas, ondas de calor extremo, temporais violentos e cheias de rios tornaram-se radicalmente mais frequentes, colocando o conjunto da humanidade em risco. A crise do clima é uma realidade, está no cotidiano de todo ser vivo que habita na Terra e representa os limites de um planeta que, explorado ao limite pela ganância de poucos poderosos, colapsou. 

Não há mais tempo para reverter o descompasso climático fruto da emissão secular de gases poluentes na atmosfera, mas ainda é possível batalhar pela sobrevivência das(os) humanas(os), animais e plantas que fizeram desse ecossistema a sua casa.  

Mais do que nunca, o Dia Internacional do Meio Ambiente, celebrado nesta quinta-feira, 5 de junho, é um chamado para as autoridades, os governantes e a sociedade civil de que a hora de mudar é agora. Iniciativas que avançam nas Câmaras, nas Assembleias e no Congresso Nacional em nome do desenvolvimento e do progresso precisam ser imediatamente barradas por quem respeita a força da natureza e teme por sua vida. 

Não tem planeta B, bunkers ou turismo espacial para salvar as(os) habitantes da Terra se o ritmo de produção e de consumo não for reduzido e a rota não for recalculada. Só há um lar e ele é de todas(os) nós. 

O CPERS, através do Departamento de Sustentabilidade, reafirma seu compromisso com a cobrança de estratégias de resiliência frente às mudanças climáticas, dentro e fora das escolas. Lutar pela ampliação de áreas verdes, pelo fim de interesses comerciais em áreas sensíveis, pela preservação de matas nativas e pela construção de políticas de Estado que protejam a fauna, a flora e as pessoas é uma responsabilidade firmada pelo Sindicato. Em defesa da adaptação climática, da proteção do meio ambiente e de um futuro seguro para todas(os)!

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O CPERS Sindicato vem a público expressar o seu irrestrito apoio à greve das(os) professoras(es) e orientadoras(es) educacionais da rede pública do Distrito Federal, mobilização construída com coragem e determinação pelo SINPRO/DF.

Essa não é apenas uma paralisação por reajuste ou por orçamento. É uma greve que coloca no centro do debate a valorização da escola pública, a dignidade profissional de quem educa e a defesa de direitos que vêm sendo desmontados por uma política de desrespeito e descaso.

Repudiamos as tentativas do Governo Ibaneis-Celina e da Secretaria de Educação do DF de intimidar a categoria com a velha cartilha autoritária: judicialização, ameaças de corte de ponto e multas absurdas. Não aceitaremos que a luta por direitos seja tratada como ilegalidade. Greve é instrumento legítimo de enfrentamento diante da intransigência!

O CPERS caminha lado a lado com o SINPRO/DF, em cada sala de aula fechada em resistência, em cada ato público, em cada voz que se levanta por uma educação pública de qualidade e pelo reconhecimento efetivo de quem faz a educação acontecer.

Seguiremos juntas(os), firmes na luta e nas trincheiras, porque sem educação valorizada, não há futuro possível!

Porto Alegre, 04 de junho de 2025.
Diretoria do CPERS/Sindicato

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