A PEC 169, de 2019, de autoria do dep. Capitão Alberto Neto (Republicanos/AM), está pautada para votação, nesta quarta-feira (13), na Câmara dos Deputados.

Desde o substitutivo anterior, que propunha constitucionalizar contratos pejotizados para professoras(es), sem direito a piso, carreira, férias, 13º, aposentadoria, entre outras garantias trabalhistas e sociais, o CPERS e a CNTE têm se posicionado contra essa iniciativa, por entenderem que a mesma visa meramente transformar a profissão docente em “bico”.

O Brasil e o mundo vivem um apagão de professoras(es) não porque faltam pessoas formadas e aptas a assumirem cargos nas redes públicas de ensino, embora em algumas áreas seja preciso intensificar a formação inicial docente. O maior problema continua sendo os baixos salários, a precarização dos contratos de trabalho, a desvalorização dos planos de carreira e a falta de condições de trabalho com segurança em muitas escolas. Nem o piso da categoria tem sido cumprido em todo o território nacional. Ainda vivemos um período de constantes ataques de gestores estaduais e municipais contra a Lei do Piso (Lei nº 11.738), inclusive pela via judicial.

Ao invés de investir na valorização docente e das(os) demais profissionais da educação, superando os altíssimos índices de contratos precários nas redes de ensino, a PEC 169 propõe um caminho menos oneroso do ponto de vista financeiro, mas com alto potencial negativo para a qualidade da educação. O que se propõe é a abertura da profissão docente para qualquer servidora(or) pública(o) — não professora(or) — poder atuar nas escolas públicas.

Hoje, a Constituição Federal permite o acúmulo de dois cargos de professora(or) na rede pública, ou um de professora(or) e outro em área técnica ou científica. Em ambos os casos, prevalece a essência do trabalho pedagógico ou técnico-científico, indispensáveis para o perfil profissional docente.

Ao abrir o magistério público para outras áreas sem afinidades com o labor pedagógico e científico, com intenções meramente economicistas, o Estado brasileiro passa a corroborar com a desqualificação do magistério e com sua perpétua desvalorização. E isso é extremamente grave, sobretudo num momento em que o país está prestes a aprovar seu novo Plano Nacional de Educação.

Para além das questões pedagógicas, a PEC 169 pressionará o sistema previdenciário, colocando em risco a aposentadoria especial do magistério, já bastante atacada na Emenda Constitucional nº 103/2019.

Muitos são os prejuízos que a PEC 169 poderá impor à educação e ao magistério, razão pela qual a CNTE recomenda a sua não aprovação.

Pela efetiva valorização do magistério e de todas(os) as(os) profissionais da educação!

Por mais formação inicial e continuada de qualidade, concurso público, piso e carreira para as(os) profissionais da educação!

Não será com remendos que venceremos o apagão de professoras(es) no Brasil. As(os) atuais profissionais e a juventude precisam se sentir atraídas(os) pela profissão do magistério!

Brasília, 13 de agosto de 2025

Diretoria Executiva

Fonte: CNTE

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O CPERS manifesta seu total repúdio às declarações do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido de Jair Bolsonaro, que, após a ampla repercussão do vídeo do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, ameaça impedir a votação de Projetos de Lei voltados ao combate à exploração sexual infantil nas redes sociais. Ao se opor a medidas que visam proteger crianças e adolescentes, sob a justificativa de “evitar censura”, o parlamentar ignora deliberadamente que o direito à liberdade de expressão jamais pode se sobrepor ao direito à vida, à integridade e à dignidade humana — especialmente de pessoas em situação de vulnerabilidade.

A exploração sexual infantil, inclusive por meios digitais, é crime e viola frontalmente os direitos fundamentais previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na Constituição Federal e em tratados internacionais ratificados pelo Brasil. Nenhum discurso, plataforma ou interesse político pode justificar a omissão diante dessa realidade brutal.

As escolas, enquanto espaços de formação cidadã e crítica, e a pedagogia, enquanto ciência comprometida com o desenvolvimento integral do ser humano, desempenham papel estratégico no enfrentamento desse problema. É no ambiente escolar que muitas situações de abuso e exploração podem ser identificadas, prevenidas e encaminhadas às autoridades competentes. É também por meio da educação que se constrói consciência coletiva contra a naturalização e o consumo de conteúdos que violam direitos humanos.

Entendemos, ainda, que é imprescindível haver uma cobrança firme ao Ministério Público — que, muitas vezes, permanece inerte, por não cumprir de forma efetiva o seu papel. Essa omissão, em inúmeros casos, leva as escolas a assumirem sozinhas o árduo trabalho de “apagar incêndios” diante de situações que deveriam ter intervenção imediata e eficaz do órgão.

O CPERS reafirma: proteger crianças e adolescentes é responsabilidade de toda a sociedade, mas é dever inegociável do Estado garantir políticas públicas eficazes para a prevenção, fiscalização e punição desses crimes. Impedir o avanço de legislações que reforçam essa proteção é um ato de cumplicidade com a violência.

Exigimos que o Congresso Nacional cumpra seu papel constitucional e aprove, com urgência, projetos que fortaleçam a integridade física, emocional e digital de nossas crianças e adolescentes. Nenhuma narrativa sobre “censura” pode servir de cortina de fumaça para acobertar interesses escusos ou a omissão frente a crimes tão graves.

Foto de capa: Sérgio Lima/ Poder360

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lançou, nesta terça-feira (12), a 3ª edição do concurso “Juventude que Muda a Educação Pública”, iniciativa que valoriza práticas emancipadoras protagonizadas por jovens trabalhadoras(es) da educação em todo o Brasil.

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> CLIQUE AQUI PARA LER O EDITAL

Organizado pelo Departamento de Juventude da CNTE, em parceria com coletivos estaduais, o concurso tem como objetivo fortalecer o vínculo entre a juventude, seus sindicatos e a Confederação, promovendo o reconhecimento de ações transformadoras nos espaços escolares e comunitários.

Serão selecionadas cinco iniciativas, uma de cada região do Brasil, que se destaquem pelo impacto social, respeito aos direitos humanos, vínculo com a pedagogia freireana e promoção da cidadania. Os projetos devem ser de autoria de jovens com até 35 anos, atuantes na rede pública municipal ou estadual, e vinculadas(os) a sindicatos filiados à CNTE.

As inscrições estão abertas até 31 de outubro de 2025, e devem ser feitas exclusivamente via formulário online, com envio do projeto em PDF. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão nacional, composta por representantes de todas as regiões do país, que analisarão propostas de fora de sua área de origem.

PREMIAÇÃO

As(os) vencedoras(es) serão premiadas(os) com uma viagem totalmente custeada a Brasília, onde apresentarão seus projetos durante o 1º Conselho Nacional de Entidades da CNTE de 2026. Além da exposição das iniciativas, as(os) jovens terão um dia de passeio cultural pela capital federal.

A CNTE reforça que esta é uma oportunidade de dar visibilidade às ações que transformam a educação pública a partir da juventude, promovendo inclusão, participação social e práticas pedagógicas libertadoras.

> Para mais informações e inscrições, acesse o edital aqui.

Fonte: CNTE

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A coragem de Maria da Penha Maia Fernandes, mulher que sofreu duas tentativas de feminicídio nos anos de 1980 e levou sua denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, motivou a criação de uma das legislações mais importantes do mundo no combate à violência doméstica. Em 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha (n.º 11.340) instaurou no Brasil uma série de mecanismos de proteção às mulheres agredidas por homens. 

O Departamento de Mulheres do CPERS celebra o papel da normativa no enfrentamento à misoginia, mas realça a urgência de novas políticas públicas capazes de qualificar a sua aplicação. Dezenove anos depois da promulgação da Lei, a violência de gênero foi sendo refinada pelos algozes e o Estado foi sendo enfraquecido, portanto, é preciso muito mais do que somente o endurecimento de penas. Para que as mulheres tenham vida longa, é necessário vontade política das(os) governantes eleitas(os) em destinar recurso público à autonomia financeira das trabalhadoras, à desnaturalização de comportamentos viris, como o ciúme, e às discussões sobre masculinidade tóxica, patriarcado e feminismo nas escolas. 

De acordo com o último Mapa da Segurança Pública, quatro mulheres foram mortas por dia em 2024: uma a cada seis horas. Outras 196 foram estupradas por dia no Brasil, no mesmo ano: doze vítimas a cada uma hora. O medo de ser a próxima é uma angústia que atravessa todas que já presenciaram situações de violência, ouviram relatos de amigas e familiares e acompanham os levantamentos estatísticos, sempre assustadores. 

Companheira, permaneça de olhos abertos a todos os sinais que possam indicar controle e agressividade. Nenhum homem deve administrar o seu dinheiro, dizer a roupa que você deve vestir, manipular seus sentimentos ou levantar a voz. Não espere que o pior aconteça, se antecipe e busque ajuda.

>> Confira alguns canais de denúncia: 

  • Central de Atendimento à Mulher – 180 (telefone)
  • Delegacia da Mulher RS – 51 98444-0606 (WhatsApp)

O Sindicato está à disposição das educadoras, viabilizando encontros para instrumentalizá-las e empoderá-las, visando que mais ninguém tenha seu corpo, sua liberdade e sua vida cerceados. Há décadas, o movimento feminista reivindica mais direitos para as mulheres e quem tem o poder da caneta, deve agir imediatamente! 

Viva a luta de Maria da Penha, viva a luta de todas as mulheres!

#AgostoLilás #19anosLeiMariaDaPenha #CPERSNaLuta

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Fotos: Renato Braga

Nesta quarta-feira (6), trabalhadoras(es) da educação de todo o país se reuniram em frente ao Ministério da Educação (MEC), em Brasília, em um ato nacional que marcou o Dia Nacional das(os) Profissionais da Educação. A principal demanda foi a aprovação do Projeto de Lei 2531/2021, que estabelece o piso salarial nacional para as(os) profissionais técnicas(os) e administrativas(os) da educação básica, além da valorização ampla da carreira dessas(es) educadoras(es).

A delegação do CPERS somou-se ao ato, com representações da Direção Estadual e dos 42 Núcleos do Sindicato.

Organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o ato destacou o papel fundamental das(os) profissionais não docentes, como auxiliares de secretaria, merendeiras, inspetores e técnicas(os) administrativas(os), no funcionamento das escolas públicas, e cobrou políticas públicas que reconheçam a centralidade dessas(es) trabalhadoras(es) para a qualidade da educação.

“O Dia Nacional dos Profissionais da Educação foi vivenciado com muita força aqui em Brasília. Tivemos uma mobilização intensa, com gente de todo o Brasil reunida em frente ao Ministério da Educação. Essa presença significativa nos levou a conquistar a formação de um grupo de trabalho, instituído por portaria do MEC, para tratar do PL 2531. Esse grupo contará com diversas entidades e terá como missão garantir a sustentabilidade financeira, técnica e política do piso dos funcionários da educação”, afirmou Heleno Araújo, presidente da CNTE.

Ofício ao Ministro Camilo Santana

Durante a mobilização, a CNTE se reuniu com os Secretários Executivos do Ministério da Educação, Rodolfo Cabral e Gregório Durlo Grisa, e entregou aos representantes do MEC um ofício com as principais pautas da categoria. O documento destaca, entre outros pontos, a necessidade de ampliação do programa Profuncionário, lançado recentemente pelo MEC com oferta de 3.500 vagas para formação técnica de funcionárias(os) escolares. Para a CNTE, o número é insuficiente diante da demanda nacional.

A Confederação também sugeriu que o Executivo envie ao Congresso um projeto de lei complementar ao PL 2531/2021, garantindo a legalidade da proposta e prevendo mecanismos de apoio financeiro da União aos entes federativos que comprovarem dificuldades para arcar com o pagamento do piso.

“Precisamos garantir que a lei seja viável para os municípios e estados, especialmente os que enfrentam restrições orçamentárias. Por isso, é essencial que o governo federal assuma sua responsabilidade na complementação dos recursos do Fundeb e da manutenção e desenvolvimento do ensino”, argumenta Heleno.

Novo PNE

Outro ponto sensível abordado no documento entregue ao MEC foi a ausência de metas específicas para as(os) funcionárias(os) da educação no novo Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação na Câmara dos Deputados. A CNTE reivindica que o novo plano incorpore diretrizes claras para ingresso por concurso público, valorização salarial e estruturação de carreira para essas(es) profissionais.

“Também avançamos nas emendas ao Projeto de Lei do novo Plano Nacional de Educação, uma conquista importante desse ato nacional, marcado por uma presença expressiva da nossa categoria. Agradecemos, parabenizamos e seguimos firmes na luta!”, completou Heleno.

Educação como bem público

A luta contra a privatização e a terceirização da educação pública também esteve no centro do ato. A CNTE denunciou o avanço dessas práticas nas redes estaduais e municipais, e entregou ao MEC publicações recentes da entidade que documentam os impactos negativos desse processo.

“Educação não é mercadoria. Nossa luta é por uma escola pública, democrática e inclusiva, com profissionais valorizados e políticas estruturantes em todas as esferas de governo”, afirmou Heleno Araújo.

Mobilização permanente

Para além da pauta salarial, o ato trouxe reivindicações amplas: desde políticas de formação inicial e continuada, passando por gestão democrática nas escolas, até ações efetivas de combate às violências no ambiente escolar. A CNTE reforçou que essas demandas precisam estar presentes nos planos de educação dos municípios, estados e do governo federal.

Apesar do caráter comemorativo da data, a CNTE reforçou que o momento é de mobilização permanente. “O que está em jogo são conquistas históricas que ainda não se concretizaram plenamente. Seguiremos firmes para garantir que cada profissional da educação pública, do porteiro à direção, seja reconhecido, valorizado e respeitado”, concluiu Heleno.

O ato foi considerado essencial na luta pela valorização de todas(os) as(os) profissionais da educação e reforça a pressão sobre o governo federal e o Congresso Nacional para que avancem em medidas estruturantes para o setor.

Fonte: CNTE

>>Confira mais fotos desta importante mobilização: 

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Na próxima sexta-feira, 15 de agosto, a partir das 9h, servidoras e servidores do funcionalismo público estadual voltarão a ocupar as ruas de Porto Alegre em mais um Ato Público Unificado, por valorização e em defesa do IPE Saúde público e de qualidade. A mobilização tem por objetivo pressionar o governador Eduardo Leite (PSD), exigindo respostas concretas às pautas históricas das(os) servidoras(es) estaduais.

>> As principais reivindicações são:

1️⃣ Reposição salarial de 12,14% para todas(os)!

A defasagem salarial corrói o poder de compra das(os) servidoras(es) ano após ano. A reposição é urgente e necessária para corrigir essa injustiça histórica.

2️⃣ Mais investimentos no IPE Saúde!

O serviço de saúde, que é mantido pelas(os) próprias(os) servidoras(es), está em colapso. É inadmissível que continuemos a pagar por um atendimento que não funciona. O IPE Saúde é um patrimônio das(os) trabalhadoras(es) e precisa ser fortalecido!

O Ato Público, liderado pela Frente dos Servidores Públicos do RS (FSP/RS), não é uma ação isolada, mas fruto de um processo de construção coletiva que vem se intensificando há meses. A união entre diferentes categorias tem se mostrado fundamental para fortalecer a mobilização e ampliar a pressão sobre o governo estadual.

A jornada iniciou em maio, com um grande Ato Unificado em Porto Alegre, que reuniu cerca de três mil pessoas e deixou claro que a paciência das(os) servidoras(es) com o governo Leite (PSD) se esgotou. Dando continuidade ao movimento, a Frente realizou Atos Regionalizados em diversas regiões do estado, com expressiva participação da categoria nas regiões de Santo Ângelo (9º Núcleo), Passo Fundo (7º Núcleo), Pelotas (24º Núcleo) e Santa Maria (2º Núcleo). 

Agora, após essa ampla escuta e participação das bases em todas as regiões, estamos preparadas(os) para realizar um grande Ato em 15 de agosto!

Educadora(or): professora(or), funcionária(o) de escola, especialista, da ativa(o) ou aposentada(o), o Ato Público Unificado do dia 15 é uma oportunidade decisiva de mostrar nossa força e reafirmar que não aceitaremos mais o desprezo do governo Eduardo Leite (PSD) pelo funcionalismo público. Sabemos que o governador tem pretensões eleitorais e trabalha para construir uma imagem pública favorável, mas não deixaremos que ele esconda seu verdadeiro projeto de desmonte do serviço público.

➡️ Serviço: 

Ato Público Unificado da Frente dos Servidores Públicos do RS
15/08/2025 (sexta-feira)
9h – Concentração em frente ao CPERS
9h30 – Caminhada até o Palácio Piratini
10h – Ato Público Unificado em frente ao Palácio Piratini
Por reposição salarial de 12,14% e em defesa do IPE Saúde

Estaremos nas ruas, nas redes, nas escolas e em todos os espaços de luta, propagando o chamado para esse novo grande Ato. Porque onde houver ataque, haverá resistência!

#CPERSNaLuta #ReposiçãoJá #EmDefesadoIPESaúde

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Na tarde desta quarta-feira (6), uma delegação do CPERS esteve no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para pressionar pela retomada do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6254. A visita ocorreu durante a passagem da comitiva pela capital federal para participar do Ato Nacional em Defesa da Educação Pública, convocado pela CNTE.

A ação, que trata da cobrança de contribuição previdenciária de servidoras(es) aposentadas(os) do Estado do Rio Grande do Sul, segue com os autos conclusos desde o dia 12 de março de 2025, aguardando movimentação no STF. A demora na análise tem provocado insegurança e dificuldades financeiras a milhares de educadoras(es) aposentadas(os), que dependem da declaração de inconstitucionalidade da medida para recuperar parte significativa de seus proventos.

A presidente do CPERS, Rosane Zan, e o secretário de Aposentados e Assuntos Previdenciários da CNTE, Sergio Antônio Kumpfer (RS), acompanhados pelo advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do Sindicato, foram recebidos pela chefe de gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, Fernanda Silva de Paula. Na reunião, Fernanda sinalizou a possibilidade de a ADI 6254 voltar à pauta do Supremo ainda no próximo mês.

Rosane destacou a urgência da retomada e a responsabilidade dos ministros diante da situação vivida por educadoras(es) que dedicaram a vida à escola pública: “Entregamos um documento pedindo a agilidade da ADI 6254, que trata do desconto previdenciário que afeta diretamente os nossos aposentados e aposentadas de todo o Rio Grande do Sul. Saímos com uma boa resposta e com a possibilidade da retomada do processo ainda em setembro. Agora, precisamos fazer muita pressão para que os ministros escutem a voz daqueles que estão sendo muito prejudicados com essa ADI, pois a vida dos nossos aposentados está em jogo.”

A advogada Michele del Pino, assessora da deputada federal Denise Pessoa (PT/TS), também acompanhou a reunião.

O CPERS seguirá na luta e intensificará a pressão, em todas as instâncias, por dignidade e justiça para as(os) educadoras(es) aposentadas(os) do Rio Grande do Sul.

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No Brasil, todo mundo tem uma história para contar com alguém da escola. Uma(um) professora(or) que abriu caminhos. Uma(um) funcionária(o) que acolheu no corredor. Uma(um) diretora(or) que ouviu no momento certo. Uma(um) coordenadora(or) que enxergou potencial onde ninguém mais via. A escola pública é feita de pessoas — e são essas pessoas que, no dia a dia, ajudam a construir o futuro de milhares de estudantes!

Neste 6 de agosto, Dia Nacional das(os) Profissionais da Educação, o CPERS convida a sociedade a olhar com mais atenção, mais respeito e mais empatia para quem faz a educação pública acontecer.

A data foi instituída pela Lei 13.054/2014, sancionada pela presidente Dilma Rousseff (PT) em 22 de dezembro de 2014 e publicada no Diário Oficial no dia 23. A escolha de 6 de agosto está diretamente ligada à sanção da Lei 12.014/2009, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para reconhecer formalmente as(os) funcionárias(os) das escolas como profissionais da educação.

Neste Dia Nacional das(os) Profissionais da Educação, o CPERS, junto a educadoras(es) de todo o país, está reunido em Brasília, em frente ao Ministério da Educação, em um grande ato nacional em defesa da educação pública. A mobilização reforça a luta pela valorização da categoria, pela realização de concursos públicos e pela aprovação do PL 2531/21, que garante o Piso Salarial das(os) Profissionais Técnicas(os) e Administrativas(os) da Educação Básica – uma medida fundamental para o reconhecimento e o fortalecimento da carreira no serviço público.

O CPERS e a CNTE defendem o PL 2531/2021 com os ajustes que assegurem seu cumprimento às(aos) profissionais da educação pública. Estas(es) trabalhadoras(es) lidam com estruturas precárias, jornadas exaustivas, salários defasados e ainda assim seguem de pé, segurando com coragem o direito à educação de milhões de brasileiras(os).

Mas até quando vamos deixar essa responsabilidade imensa ser carregada com tão pouco reconhecimento?

A valorização das(os) profissionais da educação é um compromisso social. É garantir salários dignos, condições de trabalho adequadas, apoio emocional, segurança, estrutura e formação continuada. É entender que a qualidade da escola está diretamente ligada à dignidade de quem nela trabalha.

No Rio Grande do Sul, a realidade imposta pelo governo de Sartori (MDB) e pela atual gestão de Eduardo Leite (PSD) é preocupante. Os salários estão entre os piores do país, aposentadas(os) seguem penalizadas(os), faltam profissionais nas escolas e sobram promessas não cumpridas. O avanço de projetos como as Parcerias Público-Privadas (PPPs), a terceirização de funções essenciais e a militarização da rede ameaçam o papel da escola como espaço democrático, acolhedor e libertador.

Defender as(os) profissionais da educação é defender a escola pública. É entender que nenhuma política educacional terá sucesso se não colocar quem educa no centro das decisões.

Neste 6 de agosto, não queremos somente homenagens. Queremos compromisso! Compromisso com a valorização concreta. Com a escola como prioridade. Com a educação como um direito, e não como mercadoria. Porque a escola pública começa por quem faz a educação acontecer. E quem educa precisa ser valorizado!

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Foram 61 socos em 31 segundos e uma cirurgia de sete horas para reconstruir o rosto.

Foram 127 facadas e três filhos que, agora, ficam sem a mãe.

Nos últimos dias, casos brutais de violência contra as mulheres chocaram o Brasil e acenderam um alerta ensurdecedor: o Estado ainda não conseguiu frear o número de feminicídios nem de agressões. Enquanto isso, meninas, adultas e idosas seguem desprotegidas.

Fundado pela força das trabalhadoras da educação, o CPERS, através do seu Departamento de Mulheres, reforça a necessidade de fortalecer o debate sobre prevenção à violência e intensificar a cobrança por ações efetivas, tanto das autoridades quanto da sociedade, em defesa da vida de todas. O Agosto Lilás, mês destinado à mobilização nacional pelo fim do ódio às mulheres, é central para avolumar a luta feminista e exigir políticas de enfrentamento à misoginia.

O Sindicato, que reúne uma categoria primordialmente feminina, é membro ativo do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres (CEDM) e se faz presente em todos os atos públicos encabeçados pelos movimentos, como o tradicional 8 de Março e a campanha “Criança não é mãe!”, atuando cotidianamente pela dignidade das professoras, funcionárias de escola e especialistas, da ativa e aposentadas, e jamais se ausentará da responsabilidade que tem enquanto entidade sindical de educadoras(es). 

É urgente discutir as desigualdades de gênero dentro da sala de aula, problematizar comportamentos violentos e repensar os padrões de conduta ensinados aos meninos. Mais do que isso, é fundamental que meninas e mulheres estejam instrumentalizadas para identificar os primeiros sinais de violência e saber como pedir ajuda. Contudo, essa é uma responsabilidade de todas as instâncias: educação, saúde, justiça, segurança pública e assistência social.

O CPERS segue comprometido com a busca por conquistas estruturais e duradouras, capazes de garantir vida longa a todas nós. Por maior seriedade e agilidade na construção de políticas públicas para as mulheres e pelo fim da violência de gênero! A proteção da vida das mulheres é para ontem!

#CPERSNaLuta #AgostoLilás #BastaDeFeminicídio #NenhumaAMenos!

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Na tarde desta segunda-feira (4), representantes das entidades que integram a Frente dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul (FSP/RS) se reuniram, na sede do CPERS, em Porto Alegre, para organizar os encaminhamentos do Ato Público Estadual, marcado para o dia 15 de agosto (sexta-feira).

A mobilização mantém como pauta central a exigência de reposição salarial de 12,14% e a defesa do IPE Saúde público e de qualidade, reivindicações já debatidas nos atos regionalizados realizados em quatro regiões do estado, entre junho e julho deste ano.

Além dessas demandas, o Ato Estadual incorporará temas que ganharam destaque no último período, como a luta contra a escala 6×1 e o repúdio ao tarifaço anunciado por Donald Trump, que ameaça a economia nacional e os interesses da classe trabalhadora.

>> A programação do dia 15 será a seguinte:

9h – Concentração em frente à sede do CPERS (Av. Alberto Bins, 480 – Porto Alegre)
9h30 – Caminhada até o Palácio Piratini
10h – Ato Público Estadual em frente ao Palácio Piratini

Durante a reunião, a presidente do CPERS, Rosane Zan, reforçou a importância da mobilização coletiva: “Os atos regionalizados foram importantes e alertaram a sociedade sobre as pautas que nos unificam. Agora, precisamos ampliar a luta para garantir nossos direitos”.

Com a união das categorias do funcionalismo, o dia 15 de agosto será mais um passo na construção de uma ampla resistência em defesa do serviço público, dos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores e da valorização de quem sustenta o Estado com seu trabalho. 

>> Confira mais fotos da reunião: 

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