A etapa estadual da Conferência Estadual Popular de Educação (CONEPE) 2021 será lançada nesta sexta-feira (27), às 10 horas, durante Audiência Pública da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A atividade representa a etapa no Estado da Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE 2022).

Foram convidados a participar do lançamento na audiência pública o Dr. Miguel Arroyo, professor titular-emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (FAE/UFMG), a Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, professora emérita da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Cavaleira da Ordem Nacional do Mérito, e as deputadas Sofia Cavedon e Maria do Rosário.

Como integrante da Coordenação Colegiada que organiza a etapa estadual da CONAPE 2022, o CPERS junto com demais entidades, instituições e movimentos sociais realizou um calendário de pré-lançamento da CONAPE 2022 no RS, que iniciou no dia 26 de julho e encerrou dia 9 de agosto.

Acompanhe a audiência ao vivo nas páginas do CPERS no Facebook, Youtube ou Twitter.

CONAPE 2022

A Conferência Estadual Popular de Educação – CONAPE 2022 vai ocorrer entre 10 e 12 de junho de 2022, em Natal, no Rio Grande do Norte, com o tema “Reconstruir o país: a retomada do Estado democrático de direito e a defesa da educação pública e popular, com gestão pública, gratuita, democrática, laica, inclusiva e de qualidade social para todos/as”.

O evento nacional homenageia o educador pernambucano Paulo Freire, em seu centenário (1921-2021), com o lema “Educação pública e popular se constrói com Democracia e Participação Social: nenhum direito a menos e em defesa do legado de Paulo Freire”.

Fonte: Sul21
[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Para cobrar esclarecimentos sobre o fechamento de agências e escritórios do IPE Saúde vinculados ao IPE Prev no interior do Estado e a necessidade de ampliação e qualificação do atendimento digital, dirigentes do CPERS e conselheiros do IPE reuniram-se com o presidente do instituto, Júlio César Viero Ruivo, e demais representantes nesta quarta-feira (25).

As agências do interior atendiam de forma conjunta às demandas do antigo IPERGS que, com o projeto de desmonte iniciado no Governo Sartori, foi separado em duas autarquias distintas: IPE Saúde e IPE Prev. A administração das agências remanescentes passou a ser responsabilidade do IPE Prev.

Desde o início da pandemia, o atendimento presencial foi suspenso em todas as unidades e as solicitações passaram a ser realizadas pelo Atendimento Digital. Mas, muitos usuários tiveram dificuldades de acesso a estes serviços.

“Estamos estabelecendo um diálogo para buscar soluções conjuntas e garantir um atendimento de qualidade pelo IPE Saúde aos nossos sócios do interior do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial é insubstituível, mas é necessário ampliar o número de agentes para o atendimento digital”, afirmou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

De acordo com o presidente da entidade, Júlio César Viero Ruivo, após o fechamento de agências do interior, o IPE Saúde criou o Projeto Facilitadores para auxiliar a capacitação, suporte e acompanhamento dos segurados. O Projeto prevê parcerias com agências Tudo Fácil e prefeituras para aqueles que têm dificuldades com questões digitais sejam atendidos.

“Criamos o Projeto Facilitadores para garantir que usuários de diferentes municípios tenham pontos de atendimento para auxílio no encaminhamento de demandas do IPE-Saúde”, destacou. Bagé foi o primeiro município a oficializar a parceria junto à entidade.

Para o diretor de Relacionamento com Segurados, Paulo Ricardo Gnoatto, com a pandemia, o IPE Saúde se desafiou a disponibilizar o máximo de funcionalidades no site, que foram se aperfeiçoando com o treinamento de funcionários: “Hoje, temos mais de 100 mil atendimentos pelo site e 300 por dia pelo telefone; queremos dobrar esse número”, afirmou.

Além disso, o IPE Saúde integra o projeto de expansão do Tudo Fácil, implementado pelo governo, que prevê instalações nos municípios de Pelotas, Passo Fundo, Rio Grande, Caxias do Sul, Santa Maria e Santa Cruz. Mas apenas a unidade de Lajeado tem previsão de iniciar operações em novembro.

Também estavam presentes na reunião o 2º vice-presidente do CPERS e conselheiro do IPE Prev, Edson Garcia, a diretora do Sindicato e conselheira do IPE Saúde, Vera Lesses, o diretor Cássio Ritter, o conselheiro do IPE Saúde, Antonio Andreazza, e o Chefe de Gabinete do Instituto, Rafael Amaral.

Leia também:

>> IPE Saúde atualiza Cartilha do Segurado; acesse aqui

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, historicamente, sempre atuou e segue em sua missão de colaborar pela garantia de uma educação pública, gratuita e de qualidade, com financiamento adequado. Nesse sentido, defende a vinculação de receitas e o piso de investimentos em educação.

Por essa razão, já nos posicionamos anteriormente e, cumprindo com nossa coerência e dever de defesa do direito à educação, apoiamos a orientação da Consultoria Legislativa do Senado Federal, que defende a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13/2021, pelos seguintes motivos, que reproduzimos a seguir:

6 RAZÕES PELA REJEIÇÃO DA PEC 13/2021

1) O descumprimento do piso de gastos em educação não se trata de um problema generalizado, mas reflete uma situação específica e pontual, de apenas 6,5% dos municípios brasileiros e de apenas 1 estado da Federação;

2) A aprovação dessa proposta pode criar um gravíssimo precedente que porá em descrédito o instituto do piso de investimento na educação, criando um risco moral, no qual os agentes sentem-se desestimulados ao cumprimento de suas obrigações, por acreditarem justamente na edição de norma futura que os isentará dessas obrigações. Vale dizer: a aprovação de uma PEC dando perdão retroativo é um estímulo para que, futuramente, os gestores municipais deixem de se preocupar com as exigências constitucionais e passem a despender menos esforços para cumprir o mínimo constitucional com educação.

3) Não houve queda generalizada de arrecadação em 2020. Ainda que os impostos locais tenham sido negativamente impactados pela pandemia, houve considerável aumento de transferências por parte da União. Estudo da Instituição Fiscal Independente do Senado Federal (IFI) que analisou a situação financeira dos estados mostrou que, em nada menos que 23 das 27 unidades da Federação houve aumento de arrecadação em 2020.

4) É verdade que houve maior demanda de gastos com saúde e assistência social. Entretanto, esses gastos foram em grande parte financiados com recursos transferidos pela União. Destaque-se que, desses recursos, a maior parcela não era vinculada a nenhum gasto específico. Mais precisamente, a LCP nº 173, de 2020, destinou R$ 60 bilhões para estados e municípios, dos quais somente R$ 10 bilhões (ou seja, 20% do total) deveria ser destinado à saúde e assistência social. No caso dos municípios, o percentual é ainda menor, pois dos R$ 23 bilhões transferidos, somente R$ 3 bilhões (portanto, menos de 15%) tinham destinação vinculada. Vale lembrar que mesmo essas vinculações não eram exigidas na margem, ou seja, não havia obrigatoriedade de aplicar R$ 3 bilhões a mais para saúde e assistência social. O município já poderia vir aplicando valores dessa magnitude em anos anteriores e somente rearranjaria a forma de contabilizar as fontes de recursos, sem faltar recursos para educação;

5) A suspensão das aulas trouxe, de fato, a redução de algumas despesas específicas, como o transporte escolar. Poderiam ter sido contratados mais professores, fazendo classes com menor número de alunos [adaptadas à forma remota]. Similarmente, as escolas poderiam ter investido na aquisição de tablets e na oferta de banda larga para seus alunos. Alternativamente, poderiam ter aproveitado a suspensão das aulas físicas e reformado as instalações, melhorado os laboratórios, ampliado as bibliotecas etc. Por fim, não se pode esquecer que a maior parte dos gastos com educação, que é o pagamento de pessoal, não foi afetada pela pandemia. Para a imensa maioria dos municípios, os gastos com educação são incomprimíveis por conta da elevada participação dos gastos com pessoal nas despesas;

6) Não é correto afirmar que houve aumento de gastos que não podem ser computados como gastos com MDE. As medidas sanitárias, como distribuição de álcool em gel nas escolas, podem ser facilmente enquadradas como gastos com manutenção ou atividades-meio (limpeza e conservação), estando, portanto, inseridas no rol de gastos com MDE previstos no art. 70 da LDB. No caso de oferecimento de alimentação escolar, trata-se, de fato, de gastos que não podem ser computados como de educação (art. 71 da LDB). Mas tais gastos já existiam antes da pandemia, ou seja, ainda que alguns municípios tenham mantido seus programas de alimentação escolar, mesmo durante a pandemia e sem aulas físicas, não há por que acreditar que tais gastos aumentaram.

O direito à educação é o primeiro listado pela Constituição Federal de 1988 e não pode ser ainda mais impactado pela aprovação de políticas de desfinanciamento, que são irresponsáveis e violadoras de direitos. É preciso que o Congresso Nacional deixe de ser motriz de retrocessos e tome sua responsabilidade assumida enquanto representantes do povo, de prezar pela garantia de legislação que siga os preceitos constitucionais.

Assino, em nome da Rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação,

______________________

Andressa Pellanda
Coordenadora Geral

(Campanha Nacional pelo Direito à Educação, 24/08/2021)

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Nesta terça-feira (24), o CPERS entregou ofício com 27 argumentos por #ReposiçãoJÁ aos deputados da Assembleia Legislativa.

A intenção é buscar apoio dos parlamentares na luta por salário digno e pressionar o governo por avanços na mesa de negociação salarial. A educação não pode mais esperar!

Conheça os argumentos em defesa da valorização das educadoras e educadores gaúchos e fortaleça o debate! 

1. Considerando que, de acordo com o INPC, a inflação acumulada entre novembro de 2014 e julho de 2021 chega a 46,53%. Professores e funcionários da ativa e aposentados já perderam, portanto, quase metade do seu poder aquisitivo.

2. Não conceder a inflação fere a previsão constitucional de irredutibilidade salarial, pois negar este repasse possui o mesmo efeito prático da redução.

3. No mesmo recorte temporal, o preço da Cesta Básica – calculada pelo Dieese, com base nos custos médios da capital – aumentou de R$ 342,62 para R$ 642,31; o equivalente a 87,5%. Cabe lembrar que os alimentos têm um peso maior no orçamento daqueles que ganham menos.

4. Além do arrocho salarial sem precedentes, os educadores(as) amargam um auxílio-refeição extremamente defasado, de R$ 10,11. Neste item, até 2018, o Estado vinha realizando reajustes de acordo com o índice geral da inflação. Nos dois anos do governo Leite, no entanto, nem esta correção foi concedida.

5. Por mais de 60 meses, a maior parte dos servidores receberam salários atrasados e parcelados, desprovidos do direito de conhecer o dia do pagamento do próprio salário com o mínimo de antecedência. Esta política inviabilizou a programação pessoal e financeira dos trabalhadores(as) e empurrou muitos ao endividamento.

6. Em 2020, após travar uma dura greve para defender seus direitos e carreiras, os(as) educadores(as) gaúchos honraram o compromisso com os(as) mais de 800 mil alunos que dependem da escola pública estadual, recuperando as aulas devidas e concluindo o ano letivo. Não obstante, seus salários foram cortados como forma de retaliação ao movimento grevista.

7. Com a aprovação das Reformas Previdenciárias no país e no estado, os aposentados(as) passaram a pagar pesadas e abusivas contribuições, que podem somar um salário inteiro perdido ao longo de um ano de descontos.

8. Educadores aposentados foram duramente atingidos pela mudança no desconto previdenciário. Em dezembro de 2019, o montante descontado a título de Previdência RPPS (dos inativos no total do executivo), totalizava R$ 19,1 milhões, em dezembro de 2020,  totalizou R$ 60,1 milhões, um aumento de 40,9 milhões (214,3%).

Mas na SEDUC, é que a situação foi mais crítica – em 2019, totalizavam um desconto previdenciário de R$ 517 mil, em 2020, passaram a  totalizar R$ 26,8 milhões, portanto um aumento de 26,2 milhões (5.076%), no desconto previdenciário, em favor do estado.

9. Análise agregada realizada pelo Dieese, mostrou que considerando toda a folha do Executivo, incluindo ativos e inativos, o estado, passou a arrecadar 39,4 milhões a mais a título de previdência, sendo que desses, 22,7 milhões (57,6%) custeados pelos educadores. Extrapolando para um ano (13 meses), seria algo em torno de R$ 513 milhões pagos a mais pelos servidores, sendo R$ 295,5 milhões pelos educadores.

10. O governo promoveu uma série de reformas que resultou em intenso processo de retirada de direitos e conquistas dos servidores; mudanças nos planos de carreira, eliminação de vantagens e redução de adicionais.

11. Contrariando a fala do governador sobre a reforma do magistério, que disse que: “Milhares de professores ativos, somando as medidas propostas, terão aumento de 20% a 25% na remuneração em relação ao ano passado”, o resultado da análise de variação da folha 2020/2019 para os  ativos da SEDUC, do total das rubricas selecionadas (as com maior participação %), houve um incremento de 3,7% (enquanto INPC do período foi de 5,45%), ou seja, um aporte de R$ 6,2 milhões, que em uma extrapolação para um ano, seria em torno de R$ 80,5 milhões, bem abaixo dos 350 milhões propagandeado como aporte pelo governo a ser feito em 2020.

12. A reforma promoveu uma série de mudanças. O montante pago pela SEDUC, a título de Adicional de Local de Exercício  teve redução (2020/2019) de 52,8%. Além de várias outras rubricas que tiveram queda, em função das mudanças.

13. O contingente de servidores que entrega serviços públicos cai sistematicamente. Em 2015 o total de servidores do estado (incluindo todos os poderes) era de 165.511, em 2021, 137.678, portanto, redução de 16,8%. No Executivo o ajuste é ainda maior, passando de um total de 153.040 para 122.852 ou seja -19,7%, nesse caso são 30.188 servidores a menos para atender uma população que cresceu em 247 mil pessoas no mesmo período. Mas o caso mais crítico é da SEDUC que em 2015 contava com 97.986 servidores ativos e em 2021 conta com 72.869, ou seja -25,6% (-25.117 educadores).

14. Desde 2015, a folha dos ativos da Secretaria da Educação encolheu nominalmente 21%, e a sua participação nos gastos de pessoal do Estado caiu de 33% para 22% em 2021.

15. Uma categoria que está trabalhando dobrado desde o início da pandemia, arriscando-se nas aulas presenciais e, quando no ensino remoto, utilizando equipamentos pessoais e pagando Internet e luz com os próprios recursos para não deixar desassistidos os estudantes que dependem da escola pública. Arcando integralmente com os custos da transferência do posto de trabalho da escola para o domicílio.

16. Dados do Balanço Consolidado do estado, relativo a 2020, indicam déficit orçamentário seis vezes menor do que o observado em anos anteriores mesmo no contexto da pandemia. Adiciona-se a isso que os Restos a Pagar foram reduzidos em 5,1 bilhões, que não recorreram a depósitos judiciais e ainda reduziram o estoque de precatórios em 2% (comparado a 2019).

17. O Resultado Primário no ano de 2020 foi positivo em 2,35 bilhões (3,65 bilhões acima do orçado); E superávit de R$ 2,8 bilhões no primeiro semestre de 2021, destacando-se a alta na arrecadação do ICMS que contribuiu – com crescimento nominal de 27,9% em relação a 2020.

18. Considerando os últimos 12 meses até abril de 2021 – dado mais atual disponível, a Receita Corrente Líquida (RCL) do estado do Rio Grande do Sul atingiu 45,4 bilhões, indicando crescimento de 13,7% em relação a igual período do ano anterior e, portanto, o dobro da inflação do período, que foi de 6,76% (IPCA/IBGE) | RREO/STN. Por outro lado, as despesas com pessoal cresceram, no mesmo período, apenas 6,7%.

19. Houve crescimento de 35,7% das Transferências Correntes (que representam 19,2% das Receitas Correntes) – com impacto do suporte financeiro previsto na Lei 14.041/20 – Fundo de Participação dos Estados (FPE), da Lei Complementar 173 – de socorro aos estados no enfrentamento da pandemia, repasses do SUS e outros recursos federais | RREO/STN.

20. A despesa total no estado, no primeiro semestre de 2021, cresceu apenas 0,6%. E se considerado apenas as despesas com pessoal e encargos (excluídos os repasses intraorçamentários, isto é, no âmbito do próprio governo) caíram 144 milhões.

21. Dados organizados pelo Dieese demonstram que as despesas com pessoal do Estado, em 2021, atingiram o menor comprometimento das receitas em sete anos, ficando abaixo do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

A relação Despesa Total com Pessoal/Receita Corrente Líquida ficou em 42,3%, ou seja, abaixo do limite máximo (49,00%) e do limite prudencial (46,55%). Um dos menores comprometimentos na última década. Importante registrar que a partir de jan. de 2021 pensionistas e o IRRF dos servidores passaram a compor os limites, o que até então não ocorria, caso a metodologia não tivesse sido implementada o percentual de comprometimento estaria abaixo dos 39%.

22. Considerando que o Rio Grande do Sul concede em torno de 20,1 bilhões em renúncias fiscais por ano. Considerando somente as de ICMS – que há influência legislativa, que representam em torno de 9,8 bilhões, equivale a 21,3% do que poderia ter sido arrecadado – o dobro do que é concedido por SP, por exemplo. As renúncias fiscais aumentaram de 2014 a 2019 em 20,1%.

23. Apesar de a LC 173 – aprovada pelo Congresso – vetar reajustes, o texto não menciona reposição salarial e já existem casos concretos de concessão desde a sua promulgação. Por outro lado, caso o Estado efetive sua intenção de aderir ao Regime de Recuperação Fiscal, os trabalhadores poderão ficar condenados a mais nove anos sem qualquer reposição, o que imprime urgência e atenção de providências do estado em relação a política de recursos humanos, em especial a salarial.

24. Crescimento da economia gaúcha no 1˚ trimestre de 2021 tanto em relação ao trimestre anterior (4,0%), quanto em relação ao 1˚ trimestre de 2020 (5,5%); Estado teve crescimento superior ao PIB nacional. O desempenho positivo foi influenciado fundamentalmente pela agropecuária e pela indústria.

Com esta expansão, o índice de volume do PIB não apenas recuperou o nível anterior ao início da pandemia (4ºtrim./20), mas igualou o nível verificado em 2014. Por outro lado, a evolução da pandemia e da vacinação seguem no radar especialmente para o desempenho de atividades ligadas ao comércio de bens e serviços. A prorrogação do auxílio emergencial por mais 3 meses anunciada ontem (05 de julho 2021) garante uma injeção importante de recursos na economia e que deve impactar positivamente nestes setores. 

25. Agropecuária com forte expansão (quantidade e faturamento). Após a forte estiagem ocorrida em 2020, a produção agrícola se recuperou em 2021, principalmente pela expressiva elevação na quantidade produzida de soja (+79,4%); o setor também vem se beneficiando com o crescimento dos preços recebidos pelos produtores; resultado é a considerável elevação do faturamento do setor em 2021, não apenas no Rio Grande do Sul, mas em todo o Brasil.

Como consequência, houve incremento nos investimentos do setor, refletindo no crescimento das indústrias máquinas e equipamentos para o plantio e a colheita e caminhões para transportar a safra. Na agropecuária, a perspectiva é bastante positiva, com a colheita da supersafra de soja ao longo do segundo trimestre, prometendo a injeção de vultosos recursos no próprio setor e, indiretamente, na indústria e nos serviços.

26. As exportações gaúchas cresceram 28,5% nos primeiros cinco meses de 2021, com destaque para as expansões nas vendas de produtos de metal, produtos da agropecuária, notadamente soja, máquinas e equipamentos, couros e calçados e alimentos o que tem contribuído para o bom desempenho da economia do RS.

27. Empregos formais perdidos são recuperados. Os empregos perdidos entre março e junho de 2020 (-138.306) foram mais do que recuperados. No acumulado dos últimos 12 meses, findos em maio de 2021, houve criação de 152.444 vagas de emprego formal no RS um aumento de 6,21% no total de trabalhadores, com os maiores números associados à indústria de transformação (65.431), comércio (40.569) e serviços (34.452). De janeiro a maio de 2021 o saldo do emprego formal foi de 82.134 novas vagas (+3,25%), conforme dados do Caged/Ministério da Economia. 

O Cpers também realizou uma live por #ReposiçãoJá com mediação da presidente Helenir Aguiar Schürer e participação de Anelise Manganelli, economista e técnica do DIEESE-RS e Marcelo Fagundes, advogado do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado. Assista e tire suas dúvidas!

Dinheiro tem! Falta o Governador do Estado levantar da cadeira! #ReajusteJá!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Nesta terça-feira (24), o CPERS realizará diversas atividades por salário digno e respeito na Praça da Matriz e nas redes sociais.

A partir das 9h, educadores dos núcleos de Passo Fundo (7º), Erechim (15º), Frederico Westphalen (26º), Três Passos (27º) e Três de Maio (35º), estarão em vigília na Praça da Matriz.

Às 13h ocorrerá o #Sinetaço em frente ao Palácio Piratini e nas redes sociais. Todos(as) professores(as) e funcionários(as) de escola estão convidados a participar. Poste vídeos, fotos e cards cobrando o governador Eduardo Leite e utilize a hashtag #ReposiçãoJá.

No twitter estaremos com o nosso tuitaço #ReposiçãoJá, veja aqui o banco de tuites.

Já às 17h30 acompanhe em nossas redes a live por #ReposiçãoJá. A presidente Helenir Aguiar Schürer conversa com a economista e técnica do DIEESE, Anelise Manganelli, e com o advogado Marcelo Fagundes sobre as prioridades do governo Leite que beneficia grandes empresas com isenções fiscais bilionárias enquanto os educadores gaúchos padecem há sete anos com salários congelados.

A live estará ao vivo nas páginas do CPERS no Facebook, YouTube e Twitter.

Programe-se:
13h | Tuitaço por #ReposiçãoJá
17h30 | Live por #ReposiçãoJá nas redes do CPERS Sindicato

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Os usuários IPE Saúde que são dependentes estudantes precisam realizar a renovação semestral online para garantir a manutenção do plano. O procedimento deve ser realizado diretamente pelo site do IPE Saúde, através do preenchimento dos dados e envio dos documentos digitalizados.

Em função da pandemia da covid-19, o IPE Saúde vinha renovando de forma automática o benefício para os cerca de 50 mil usuários nestas condições, contudo, para o segundo semestre de 2021, volta a ser necessário que os usuários enviem a documentação atualizada.

A renovação de dependente estudante é destinada a filhos ou enteados de segurados com idade entre 18 e 24 anos incompletos, que podem ser dependentes do IPE Saúde, mas precisam realizar a renovação semestral para garantir a manutenção do benefício. Para isso, é necessário que sejam solteiros e sem união estável. O benefício estende-se para o tutelado e o menor sob guarda, nas mesmas condições, desde que comprovada dependência econômica do segurado.

Para os usuários que já estão na condição de dependente estudante, o link da renovação é este. Quem vai aderir pela primeira vez à nova modalidade, deve clicar aqui.  Caso encontre dificuldades para realizar a renovação, faça contato pelo e-mail atendimento@ipesaude.rs.gov.br.

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Anunciada aos atropelos e sem debate com a comunidade escolar, a nova organização curricular do Ensino Fundamental e do Ensino Médio nas escolas estaduais, que deveria entrar em vigor já na próxima segunda-feira (23), parece fadada ao fracasso.

Para dar conta do aumento da carga horária nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, seria necessária a contratação de 4 mil professores(as). Mas as CREs já informam, em reunião com as escolas, que a procura foi muito aquém do esperado.

Em algumas regiões, direções foram orientadas a manter a matriz atual devido à carência de quadros. Até o momento, não há anúncio oficial da Seduc sobre as contratações efetuadas e a respeito da efetiva implementação das alterações.

Publicada no dia 6 de agosto no Diário Oficial do Estado, a portaria nº 163/2021 estabeleceu mudanças que também incluem a diminuição da hora-aula de 60 para 50 minutos.

Em reunião com o CPERS dia 10 de agosto, a secretária Raquel Teixeira garantiu que a diminuição não resultará na sobra de professores(as) de outros componentes curriculares.

O CPERS compreende que, em razão das dificuldades durante a pandemia, há necessidade de reforço para suprir as carências de aprendizado. Mas a mudança em meio ao ano letivo, sem a devida organização, sobrecarrega equipes pedagógicas e atrapalha a organização escolar.

Em tempos normais, a falta de quadros é uma constante nas escolas, denunciada todos os anos pelo Sindicato. Com a reorganização curricular, o problema ganha novas dimensões.

Para o bem da educação, faz-se necessário que o governo informe com clareza a real situação de recursos humanos e se haverá, de fato, a implantação do currículo no prazo proposto.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Há anos, a comunidade da EEEF Nossa Sra de Fátima, em Pelotas, convive com o medo de que o muro da escola desabe por completo. A situação impede o retorno das aulas presenciais.

“Não temos como retornar, pois o risco de alguém se ferir é muito grande. A qualquer momento o muro pode cair e ferir quem estiver por perto”, preocupa-se a diretora da instituição, Giovana Menegoni Guerreiro.

O descaso com a situação já dura anos. “Quando assumimos, em 2019, informamos através de um documento as péssimas condições do muro”, relata.

O cenário, que já era preocupante, piorou após um temporal que ocorreu no final do ano passado. Com a queda de uma árvore, parte do muro desabou. A 5ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) foi informada no início de janeiro. “No dia seguinte um engenheiro foi até a escola, fez a vistoria e ficou de fazer o projeto de um novo muro. Até o momento não tivemos retorno de quando a obra irá começar”, explica a diretora.

A CRE, conforme Giovana, afirmou que não há mais o que fazer e que a instituição deve aguardar, pois o projeto foi encaminhado.

De mãos atadas, a única providência possível para a escola executar foi a de colocar tapumes provisórios no muro. Porém, como a estrutura está quase caindo por inteiro, a providência não pode ser considerada muito eficaz.

 

Insegurança impede retorno presencial

“A parte em que o muro está totalmente caído fica do lado dos banheiros dos pequenos, primeiros, segundos e terceiros anos, tornando impossível um retorno presencial seguro”, alerta Giovana.

“Necessitamos com urgência a construção do muro para preservar a integridade de toda a comunidade escolar e conseguir ter um retorno presencial com mais segurança.”

De acordo a diretora, a preocupação dos pais e responsáveis pelos alunos é extrema. A maioria decidiu não mandar seus filhos à escola enquanto o muro não for reconstruído. “Estão muito preocupados e frequentemente cobram a reforma do muro. Essa situação é gravíssima e necessita de uma posição rápida por parte do governo”, afirma Giovana.

Situação facilita ações de vandalismo

Outra preocupação é com a segurança da escola. A abertura causada pela queda do muro facilita a entrada de estranhos no local. Em julho, um grupo de adolescentes entrou na instituição e fez estragos nos banheiros. “Quebraram portas, estragaram pias e descargas, entre outros danos”, explica Giovana.
A parte elétrica da escola também está comprometida. “Ganhamos uma reforma elétrica no valor de R$ 150 mil, porém o dinheiro foi retirado pelo governo sem que nos dessem nenhuma explicação”, expõe Giovana.

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Temores e incertezas a respeito do futuro do Curso Normal na rede estadual gaúcha pautaram audiência pública realizada na manhã desta sexta-feira (20) pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa.

Em evidência, as alterações promovidas pelo Novo Referencial Curricular Gaúcho. A falta de informação preocupava a comunidade escolar e entidades, que temiam a transformação da modalidade de ensino em Curso Técnico. Mas o governo assegurou que a modalidade não sofrerá mudanças.

Representando a Seduc, a diretora do Departamento de Recursos Humanos, Cleusa Flesch, garantiu: “nós mantivemos o Curso Normal. Não houve nenhuma mudança. Permanecem as matrizes vigentes dentro da estrutura aprovada pelo Conselho.”

Apesar da segunda versão do RCG manter o Curso Normal como modalidade de ensino, educadores e estudantes manifestaram preocupação com a falta de interesse pela modalidade, atribuída à desvalorização do Magistério, que amarga sete anos de congelamento e subsequentes ataques à carreira.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou que o Curso Normal, o “antigo Magistério” pelo qual se formou, é um currículo que além de ensinar o ofício de professor, prepara para a vida.

Helenir contou um episódio em que sua filha, também professora, perguntou para seus alunos da 6ª série quem queria ser professor. E os alunos responderam que não, porque os professores ganham pouco.

“A desvalorização do magistério é tão grande que mesmo nossos alunos já sabem disso. E somente o poder público pode mudar essa situação. Temos pessoas que querem seguir a profissão, mas que quando pensam na sobrevivência procuram outra alternativa que garanta mais valorização e dignidade. O CPERS é parceiro na luta pelo curso normal e pela valorização da nossa categoria”, frisou.

A deputada estadual Sofia Cavedon destacou a importância da valorização da profissão.

“Vamos sair dessa pandemia com as famílias valorizando ainda mais a educação e esse reconhecimento tem que vir em forma de salário para os nossos professores”, destacou a parlamentar.

Educadores e estudantes defendem o curso normal

Silvano Marchetti, vice-diretor do Instituto Tiradentes de Nova Prata, lamentou a pouca procura para suprir a demanda da rede pública e também ressaltou a importância de valorizar a carreira para atrair novos docentes.

“Fazemos uma conclamação aos gestores públicos para que valorizem esses profissionais. Não podemos esquecer que educadores têm família para sustentar. As pessoas precisam ver que dá para investir nessa profissão tão importante. É necessário resgatar a dignidade e valorização dos nossos professores”, afirmou Silvano.

“Como dizer para os alunos fazerem o Magistério se nós nos sentimos desvalorizados. Nós temos que valorizar nossas escolas cada um dos alunos que temos. Por que não temos mais progressões nessa profissão tão maravilhosa? O CPERS sabe a luta que é reivindicar um salário digno para cada professor e professora”, destacou o professor Luciano dos Santos do município de Sapiranga.

O diretor do IEE Visconde de Cairu de Santa Rosa, Junior Alessandro Freddi, contou que atualmente a escola atende 854 alunos e, desses,310 alunos são do curso normal. “Estamos angustiados com essas mudanças. E quando a gente ouve que pode ter uma baixa na qualidade desse curso nos assustamos. A formação do professor não é só nos componentes didáticos, mas na escola. O curso normal não pode ser transformado simplesmente em um itinerário, nós precisamos de formação de qualidade”, concluiu.

A estudante Melissa Hanauer Roerig do IEE de Sapiranga conta que desde pequena se apaixonou pela profissão de lecionar e que depois que começou a fazer o Curso Normal definiu seu o futuro.

“A gente escuta que a juventude não tem perspectiva. Mas os alunos normalistas são pessoas que buscam o conhecimento e sabem o que querem. A educação nunca deveria ser ameaçada”, observou a estudante.

A presidente do Conselho Estadual de Educação (CEED), Márcia Carvalho, frisou que todos os Cursos Normais têm plano de estudo aprovado pelo conselho. “As escolas têm que ter cuidado para que os planos se cumpram. Então sugiro que, se houver alguma dúvida, a escola se dirija à mantenedora e, se ela não elucidar os questionamentos, que procure o Conselho Estadual de Educação.”

O conselheiro do CEED, Osvaldo Dal Piaz, apontou que as novas mudanças não cairão para os estudantes já matriculados. “Os estudantes que já estão matriculados não sofrerão mudanças.”

“Hoje tivemos aqui um consenso que esse curso deve permanecer, mas escutamos também que há muitos empecilhos para que esse curso não tenha mudanças. O Conselho vai zelar para que o curso contemple a todos.”

“É muito importante essa mobilização dos professores, estudantes e a comunidade escolar. Temos que dizer ao governador e à secretária de educação que queremos o curso normal com o currículo já aprovado. A sociedade tem que estar consciente do poder que tem. Louvo essa iniciativa e que tenhamos mais para buscar o melhor para nossa educação gaúcha”, afirmou a conselheira do CEED, Carla Tatiana dos Anjos.

Representando a Seduc, a diretora do Departamento de Recursos Humanos, Cleusa Flesch, garantiu que o curso normal continua sem alteração. “Nós mantemos a permanecia do curso normal, não houve nenhuma mudança. Permanecem as matrizes vigentes. O curso permanece dentro da estrutura aprovada pelo conselho.”

A deputada Sofia no final da reunião destacou que a luta pelo curso normal será árdua e precisam de todos na luta. “Temos um grande problema – a secretária de educação não é desse estado e que em todos outros estados o curso normal acabou. Então teremos que ser mais incisivos na nossa luta”, finalizou.

Ficou encaminhado que será enviado um documento com os relatos da audiência para o governador, Eduardo Leite, secretária de Educação Raquel Teixeira e para o CEED.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Dois arrombamentos realizados em um curto espaço de tempo trouxeram graves prejuízos à EEEM Profª Margot Giacomazzi, de Canoas. Furtos de cabos elétricos, computadores, televisores e impressoras deixaram a instituição sem energia elétrica e sem condições de atender a comunidade.

O primeiro arrombamento ocorreu em julho, pouco tempo depois da escola ter conseguido, através de doações, disponibilizar internet em todas as salas para a transmissão das aulas remotas.

“Na madrugada de domingo para segunda furtaram os cabos elétrico, desde o poste. Quando chegamos, na segunda de manhã, vimos o estrago que tinham feito”, relata o diretor da instituição Cleber André Sganzerla.

Os recursos para a obra de recuperação dos prejuízos foram estimados em R$ 17 mil. “Conseguimos, junto à mantenedora, a verba emergencial para os restauros”, explica o diretor.

Logo após iniciar os reparos, a instituição sofreu novo arrombamento. “Devido à falta de luz, se aproveitaram e furtaram mais cabos de energia e levaram televisões das salas. Causaram inúmeros estragos. Levaram até a fiação de um ponto que nem sabíamos como acessar”, detalha Sganzerla.

O fato de a escola ficar localizada em uma esquina e não ter um muro cercando o prédio facilita a ação de vândalos. Esse cenário, assim como a inexistência de calçamento, a necessidade de reforma no telhado e na parte elétrica já foram repassados à Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

“É um descaso de anos. Fizemos o pedido há muito tempo e só em julho nos avisaram que entrou em licitação a questão do telhado. Isso é urgente, pois quando chove acaba afetando o corredor. É uma escola da década de 90, precisa de reparos”, explicou.

A situação impede as aulas presenciais. No momento, a escola está atendendo aos 1020 alunos através do Google Meeting. “Não temos nem como imprimir as atividades para os alunos que vinham buscar”, observa o diretor.

Campanha pretende arrecadar R$ 10 mil para custear reparos

O diretor explica que a verba recebida pela escola, em média R$ 5 mil mensais, é insuficiente para arcar com os custos dos consertos e a aquisição de novos equipamentos.

Por isso, o Círculo de Pais e Mestres (CPM) da instituição organizou uma vaquinha virtual para arrecadar recursos. “Será necessário refazer a elétrica, a fiação das câmeras, a troca de portas arrombadas e diversos serviços. O objetivo é arrecadar R$ 10 mil. Em 36 horas da campanha conseguimos mil reais”, relata o diretor.

Aqueles que quiserem ajudar podem contribuir com a vakinha (http://vaka.me/2325928) ou doar televisores, tintas ou outros materiais necessários para a recuperação da escola.

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES