No dia 24 de Setembro estaremos mobilizados em defesa da vida e somando na luta da Greve Global pelo Clima: contra o descaso dos governos Bolsonaro e Leite com o meio ambiente e em defesa da educação e dos serviços públicos!

A conta de luz muito mais cara, a escassez hídrica, a desigualdade social, os ataques aos povos originários e o sucateamento da educação e dos serviços públicos fazem parte do mesmo projeto que está destruindo o nosso país.

Lutamos pela continuidade da humanidade. Lutamos pelo futuro do Rio Grande do Sul e do Brasil!

Participe! Realize visitas e debates de conscientização ecológica e organize junto aos núcleos Atos Públicos pela Reposição Salarial da categoria! Pressione nossos deputados e deputadas!

Saiba mais sobre a Greve Global pelo Clima

O mundo se encontra em um estado de emergência climática. O último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima) coloca um cenário sombrio pela frente. Além de localizar que hoje a humanidade já enfrenta desastres ambientais irreversíveis provocados pelas alterações climáticas, aponta ainda que caminhamos mais rapidamente para um aquecimento do planeta em 1,5°C acima da temperatura terrestre pré-revolução industrial – limite máximo indicado pelos cientistas para se evitar os piores desastres e impactos sobre a vida na Terra.

Esse ano já vimos uma maior ocorrência de eventos extremos, como as inundações ocorridas, por fortes chuvas na Alemanha, Bélgica, na China, na Costa Leste dos Estados Unidos, acompanhada de intensas tempestades tropicais, e também grandes incêndios, na Costa Oeste estadunidense, e no Mediterrâneo, em particular na Grécia e Turquia. O verão no hemisfério norte foi de um calor fortíssimo, chegando a provocar dezenas de mortes no Canadá e temperaturas de mais de 40° em diversos países.

No Brasil, já é possível sentir os efeitos dessas mudanças: a atual crise hídrica e a maior ocorrência de secas severas, afeta diretamente a produção de alimentos e a vida animal. Em um contexto onde 19 milhões de brasileiros passam fome, a imprevisibilidade do clima agrava, ainda mais, a situação de insegurança alimentar. Já nas periferias das grandes cidades, as fortes chuvas provocam alagamentos, deslizamentos, destruição de casas e mortes de pessoas, afetando fortemente a população negra e periférica. Fazendo com que o racismo, a desigualdade social e os impactos da emergência climática se entrecruzem no nosso país.

O modo de produção capitalista e a busca desenfreada pelo lucro provoca diretamente os desequilíbrios que vivenciamos. A lógica de expansão ilimitada da produção de novas mercadorias, a obsolescência programada e a perpetuação do uso de matrizes energéticas mais baratas e mais poluentes, a fim de se reduzir custos de produção, são chagas profundas do próprio capitalismo, o qual não só desagrega e destroi biomas, natureza e modos de vida locais, mas impacta todo o globo com o aquecimento terrestre. Por isso é preciso que se mude o sistema, não o clima!

Fonte: https://esquerdaonline.com.br/

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Prezados Educadores(as),

Em setembro de 2021, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul abriu o processo para a eleição dos diretores e vice-diretores das escolas públicas estaduais.

Estas eleições ocorrerão em tempos particularmente difíceis para nós educadores(as). O alinhamento da política neoliberal de Eduardo Leite (PSDB) e Bolsonaro (sem partido) nos coloca em vigília permanente: lucro acima da vida, ataques à escola pública, destruição de direitos, confisco de aposentados(as), desmonte, precarização e privatização.

E é justamente para barrar os avanços deste projeto e reconquistar direitos suprimidos, que precisamos eleger diretores e vice-diretores que tenham a visão do nosso projeto de defesa intransigente da democracia e de uma educação pública, universal, laica e de qualidade.

Queremos ressaltar a importância da categoria e da comunidade escolar estarem atentas a este processo. Conclamamos estudantes, pais e mães, professores(as) e funcionários(as) a integrar o pleito eleitoral e fazer valer na prática o que já conquistamos como um direito: a Gestão Democrática das escolas.

A gestão democrática foi um direito conquistado através de muita luta e que passou a valer a partir de 1995, com a Lei Estadual n.º 10.576/95, fruto de muita mobilização. A conquista e aprovação da Lei não garante, no entanto, a efetivação da Gestão Democrática. Desde então, segue uma luta para que esta se torne uma prática interiorizada nas escolas.

Nos tempos em que vivemos, de constantes ameaças à Educação Pública em nível nacional, com a Reforma do Ensino Médio, a BNCC e a EC 95 do “Teto de Gastos”, assim como tudo que enfrentamos em nível estadual, com o arrocho e precarização das condições de trabalho, acreditamos que aprimorar e efetivar os mecanismos de Gestão Democrática das escolas é imprescindível.

É urgente que possamos construir uma rede de legítimos(as) representantes eleitos(as) por suas comunidades que não atuem como se fossem cargos de confiança dos governos de ocasião, conduzindo suas gestões de acordo com os interesses da comunidade escolar.

Para servir como uma ferramenta de apoio nesta construção, lançamos a Cartilha da Escola Democrática. A publicação apresenta em linhas gerais os princípios da Gestão Democrática expressos em Lei e traz um resumo de como cada segmento – professores(as), funcionários(as), pais ou responsáveis e estudantes – participa da gestão escolar.

Baixe aqui a Cartilha da Escola Democrática.

Precisamos eleger direções de escolas que estejam de fato a serviço da comunidade, e não dos desmandos de governos que muitas vezes nos atacam. Para superar este desafio, a participação de todas e todos que querem construir um ambiente escolar democrático e colaborativo é fundamental!

Participe! Mobilize sua comunidade! Vamos juntas e juntos fortalecer a justa luta contra o desmonte da escola pública e os direitos dos educadores(as) gaúchos!

Direção Central do CPERS/Sindicato

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O Senado Federal aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (21), por 60 votos a favor e 14 contra, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13/21, que autoriza os estados, o DF e os municípios a descumprir os investimentos mínimos em educação no ano de 2021.

Com o resultado, a PEC 13/21 ainda segue para votação na Câmara dos Deputados.

Entenda

De autoria do senador Marcos Rogério (DEM-RO), a proposta foi aprovada em primeiro turno no dia 15 de setembro, com 57 votos favoráveis e 17 contrários.

A PEC 13/21 sofreu alterações da relatora, senadora Soraya Thronicke (PSL – MS), que retirou a cláusula de unificação dos pisos da saúde e da educação e a que descumpria a determinação dos 70% dos recursos do Fundeb a serem aplicados para o pagamento dos profissionais da educação básica em efetivo exercício.

De acordo com a diretoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), “no momento em que as escolas mais necessitam de investimentos para adequar a infraestrutura, a inclusão digital, os materiais pedagógicos e os equipamentos de proteção para o retorno seguro às aulas presenciais – com plena vacinação da população –, o parlamento nacional se dedica a aprovar medida para isentar governadores, prefeitos e seus respectivos secretários de educação pela não aplicação do mínimo constitucional”, afirma em nota.

A CNTE segue na luta pressionando os/as deputados/as pela rejeição da PEC 13/21.

>> Clique aqui para consultar a redação da PEC 13/21

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A Central Única dos Trabalhadores (CUT/RS), entidades sindicais e movimentos sociais, lançaram recentemente a campanha Primavera da Democracia. O movimento prevê a realização de um Plebiscito Popular sobre as privatizações no Rio Grande do Sul. O objetivo é ouvir a população sobre as propostas de privatizações das empresas públicas do Estado, patrimônio dos gaúchos e gaúchas.

O desgoverno de Eduardo Leite (PSDB), já aprovou medida para privatizar a Corsan (Companhia Riograndense de Saneamento), o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul) e a Procergs (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul S.A.), entre outras importantes empresas estatais, sem nenhum tipo de consulta popular.

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, destaca a importância do Plebiscito Popular RS.

“O Plebiscito é uma ação nascida das bases populares, das organizações da sociedade e do movimento social, cuja pauta dialoga é unifica com as grandes questões postas para o povo e a nação. Defender o Estado nas suas múltiplas dimensões – a da Soberania, a do Desenvolvimento e a do Bem-Estar Social e dos Direitos. É uma forma concreta e justa de lutar contra as políticas neoliberais e à ofensiva fascista.”

Para o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, a “Primavera da Democracia” é de extrema importância para a valorização daquilo que é público, daquilo que faz a diferença na vida da população.

“Estamos passando por um momento onde as instituições públicas estão sendo cada vez mais massacradas, mais desqualificadas por parte dos governos que visam privatizar tudo. Precisamos que a população seja aquela que vai realmente definir se existe ou não possibilidade de privatizar alguns órgãos. E para isso nada melhor que um plebiscito. É muito importante a participação de todos e todas.”

O plebiscito será realizado no período de 16 a 24 de outubro.  Para participar nem precisa sair de casa, basta acessar a plataforma através do seu computador ou celular.

Você já pode se cadastrar agora:
1) Clica Aqui!
2) Após clica no botão “INSCREVER-SE”
3) No cadastro preencher:
– Nome;
– Apelido (ao lado do @), preenchido sem espaço. Este será o nome que te identificará no site. Exemplo: @anamaria; @JoaoPaulo
– E-mail
– Senha e confirmação
– Aceita os termos de serviços e confirma
– Para sua segurança, será enviado um e-mail de confirmação de cadastro.
4) Confirmar no e-mail e você poderá participar da votação.

Clique aqui para acompanhar a página Plebiscito Popular RS no Facebook.

Participe da Primavera da Democracia!

 

Acompanhe a agenda de mobilização:

20/09 | 19h | Prosa com o ex-governador do RS, Tarso Genro, será transmitida no Facebook do Plebiscito Popular RS
22/09 | 19h | Reunião do Comitê Estadual do Plebiscito
23/09 | 19h | Reunião do Comitê Regional Corede Paranhana Encosta da Serra
29/09 | 19h | Reunião do Comitê Estadual do Plebiscito
06/10 | 19h | Reunião do Comitê Estadual do Plebiscito
13/10 | 19h | Reunião do Comitê Estadual do Plebiscito
16 a 24/10 | Período de votação

Confira o Gibi do Plebiscito! São histórias da vida real que ainda podemos evitar!

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Após pressionar o governador pela continuidade da mesa de negociação salarial, a Direção Central do CPERS reuniu-se, nesta sexta-feira (17), com o Grupo de Assessoramento Especial (GAE) do Governo do Estado.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, abriu a reunião afirmando a urgência de um retorno do executivo sobre o índice de recomposição e da importância da proposta contemplar todos os trabalhadores(as) da educação: professores(as),  funcionários(as) e aposentados(as).

“A educação padece cada vez mais com a política de arrocho salarial, e quando falamos dos menores salários, como os funcionários(as) de escola, a situação fica ainda mais desesperadora. Por isso reivindicamos não somente o reajuste pelo piso, mas uma reposição que atenda toda a categoria”, declarou.

A presidente ainda ressaltou a preocupação do Sindicato com a Lei Orçamentária Anual. 

“No projeto da LOA para 2022, o governo estima um crescimento de 6,9% na arrecadação, mas reduz a previsão de gastos com a educação. No entanto, para os altos salários do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Assembleia Legislativa há dotação de aumento”, ressaltou.

O Subsecretário do Tesouro do Estado e secretário executivo do GAE, Bruno Queiroz Jatene, afirmou estar estudando uma proposta de recomposição salarial da categoria, que será apresentada pelo governador Eduardo Leite (PSDB).

“A pauta está sendo tratada pelo corpo técnico, mas temos uma diretriz política para encontrar uma solução para a questão do magistério. Iremos apresentar a proposta para o secretariado e retomar as negociações com o Sindicato”, declarou.

O 1° vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt, também cobrou a falta de valorização da educação na LOA. “Esperamos a reunião com o secretariado e a apresentação do índice, ainda que, no projeto de orçamento, os investimentos para o nosso setor não tenham aparecido da forma devida”.

Para Edson Garcia, 2º vice-presidente, a dificuldade financeira dos educadores(as) tem afetado o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “Uma categoria endividada, há sete anos sem reposição, perdeu completamente seu poder de compra. Esta situação influencia na economia das cidades dos nossos 42º núcleos espalhados pelo estado”.

A presidente Helenir finalizou reivindicando um retorno oficial antes da Assembleia Geral do CPERS.

“A categoria quer saber o que o governo propõe. É muito importante que tenhamos esta posição antes do dia 1º de outubro. Os trabalhadores(as) da educação amargam há sete anos com salários congelados, direitos retirados, adicionais reduzidos, descontos e perdas diversas. Não podemos mais esperar”.

Também estavam presentes a coordenadora do GAE, Sonia Tizoni, e o coordenador adjunto do GAE, Cristiano Martyniak. 

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Senhoras e Senhores Parlamentares:

“NÃO TEM EMENDA, NÃO TEM ARREGO, SE VOTAR A PEC ACABOU O SEU SOSSEGO!”

Tivemos uma vitória muito importante nesta quinta-feira, 16/09, com o adiamento da votação da PEC 32, na Comissão Especial, para a próxima terça-feira. É, antes de tudo, resultado da pressão dos servidores que se espalha pelo país nos municípios, estados e união.

Mesmo as negociações com a “bancada da bala” não foram suficientes para dar segurança ao governo, ao presidente da Câmara e ao relator do projeto a ponto de colocarem o relatório em votação.

Em matéria do Correio Braziliense, Lira confessa que adiou a votação da reforma administrativa para não errar no placar e justifica dizendo que não há como garantir a aprovação da PEC, que precisa de, no mínimo, 308 votos favoráveis no Plenário, em votação em dois turnos.

É a crise do governo Bolsonaro que ecoa na Câmara. Lira confirma isso e reconhece a força de nossas entidades sindicais: “um tema como esse num momento de tanta instabilidade política e muitas arrumações que precisam ser feitas não é fácil de tramitar. São categorias que se organizam há muitos anos, com sindicatos fortes e que pressionam parlamentares em seus estados”.

“Parlamentar, você vai colocar sua digital nessa porcaria?”
O fantasma do desfecho da MP 1045 (carteira verde amarela) no Senado também pesa sobre os deputados. Há um clima de insegurança reforçado até mesmo pelas declarações do ex-presidente do Banco Central de FHC, Armínio Fraga, que nesta semana, disse que “dá medo dar mais poder ao atual governo” e, por isso, não recomenda que a proposta seja implementada.

Na Câmara dos Deputados, em Brasília, servidores pressionavam parlamentares perguntando se vão colocar a sua digital num projeto que acaba com os concursos públicos, abre as portas para a privatização e o apadrinhamento e que arrisca ser barrado no Senado.

Enquanto isso, em cada rincão deste país, nas bases dos parlamentares, a campanha contra a PEC continuava.

Aumentar ainda mais a pressão nas ruas, nas redes e no Congresso
Derrotar a PEC é também um passo para acabar com esse governo que infelicita a nação. E, se a luta permanece árdua e difícil, podemos dizer hoje que, sim, se aumentar a mobilização é possível derrotar a PEC 32!
Já está convocada uma nova jornada a partir da terça-feira, dia 21/09, com a vinda de representações a Brasília, pressão nos aeroportos, assembleias de base e atos e manifestações nos municípios e capitais dos estados.

JUNTOS, VAMOS DERROTAR A REFORMA ADMINISTRATIVA!

Brasília (DF), 16 de setembro de 2021

Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal – Confetam
Federação Nacional dos Servidores e Empregados Públicos Estaduais e do Distrito Federal – Fenasepe
Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal – Condsef
Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação – CNTE
Confederação Nacional dos Trabalhadores da Seguridade Social – CNTSS

>> Confira AQUI a íntegra da carta aos parlamentares

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Na tarde desta quinta-feira (16), a direção central do CPERS esteve na sede do Partido Progressistas (PP) para reivindicar ao presidente da sigla, Celso Bernardi, o apoio da base do partido para a pauta da reposição salarial de professores(as) e funcionários(as) de escolas.

Durante a reunião, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, apresentou a situação caótica que vive a educação pública no Rio Grande do Sul.

“A maioria das profissões ganha mais do que um educador. Temos cerca de 25 mil professores que se exoneraram da rede pela falta de valorização, além dos funcionários de escola e aposentados que são atingidos de maneira cruel com as retiradas de direitos que sofremos no último período”, afirmou.

A presidente lembrou que em janeiro deve sair reajuste do piso, mas que a categoria reivindica que o governo do Estado apresente sua proposta de reposição.

“Nossa preocupação é recuperar as perdas. O piso e o pagamento do décimo terceiro em dia é um direito nosso, mas uma reposição que contemple a categoria com um todo é necessária e urgente”.

Bernardi afirmou estar ciente da situação de abandono da educação. “O Rio Grande do Sul está perdendo professores. Quero ajudar a lutar pela reposição e tenho convicção da importância de uma política de valorização da categoria”, declarou, garantindo que irá defender a pauta junto ao governador e à base do PP.

Reforçando a importância de transformar este diálogo em realidade, o vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt, abordou a questão da inflação em alta e suas consequências no salário dos educadores(as) .

“Quando lançamos a nossa campanha, levantamos estudos alarmantes sobre a questão dos alimentos. Se compararmos o valor de uma cesta básica, nosso poder de compra diminuiu em quase 90%. É um quadro desolador”.

Encerrando o encontro, o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, ainda lembrou a questão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). “O próprio Fundeb prevê percentual para pagamento de pessoal para reposição. Dinheiro tem, precisamos priorizar o que importa”.

O presidente do PP, Celso Bernardi, encaminhou que abordará a reivindicação da categoria na próxima reunião com o governador, que ocorrerá na terça-feira (21).

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O centenário do educador pernambucano Paulo Freire, que em 19 de setembro de 2021 completaria 100 anos, será comemorado virtualmente com muita alegria e cultura popular. Uma dezena de instituições do movimento educacional brasileiro e internacional promovem, nos dias 19 e 20 de setembro, o 100º Aniversário de Paulo Freire em evento virtual. Veja a seguir a programação completa do evento. Se preferir, clique aqui para baixar o PDF da programação do dia 19 e clique aqui para baixar a do dia 20.

DIA 19 DE SETEMBRO

Comemorações Centenário Paulo Freire | “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoastransformam o mundo.”

14h00: Abertura: IE, RED ESTRADO e CEAAL
• Coordenação CNTE: Heleno

Execução do Hino do Brasil – Cavouco trio.
• Internacional da Educação, Roberto Leão
• Red Estrado, Dalila Oliveira
• CEAAL, Raimunda Oliveira
• Reitor da UFPE, Alfredo Gomes

14h20: Cavouco Trio:
Paula Bujes e Pedro Huff (cordas) e Antônio Barreto (percussão): professores do Departamento de Música da UFPE)

14h35: Exibição de vídeos

14h55: Apresentação do Bloco Lírico Flor da Lira de Olinda

15h15: Exibição de vídeos

15h30: Apresentação Quadrilha Junina Origem Nordestina (15 min).

Fátima Silva

15h50: Inauguração Busto Paulo Freire em Buenos Aires/Argentina

16h20: Show de Silvério Pessoa

17h10: Exibição de vídeos

17h20: Apresentação do grupo Maracatu Estrela Brilhante do Recife

17h40: Apresentação da cordelista Mariane Bigio

18h00 – Apresentação de Alceu Valença

19h00 – Fátima Silva: Convocação da Plenária Mundial Popular de Educação

PROGRAMAÇÃO DO DIA 20 DE SETEMBRO

Plenária Mundial Popular de Educação

Blocos temáticos

Bloco 1: 09h00 às 10h00
Aula Magna UFPE

Bloco 2: 10h00 às 11h00
Paulo Freire e o Movimento Sindical da Educação
“Não basta saber ler que ‘Eva viu a uva’. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”

Bloco 3: 11h00 às 12h00
Paulo Freire e o Movimento Pedagógico Latinoamericano
A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora, sob pena de ser uma farsa.

Bloco 4: 12h00 às 13h00
Paulo Freire: Pesquisa e Ação na América Latina
Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão

Bloco 5: 13h00 às 14h00
Paulo Freire e os saberes das Juventudes
Ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria

Bloco 6: 14h00 às 15h00
Paulo Freire o ensino, a cultura e a ciência
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própriaprodução ou a sua construção

Bloco 7: 15h00 às 16h00
Paulo Freire e os Movimentos sociais
Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher, não estarei ajudando meus filhos a sersérios, justos e amorosos da vida e dos outros

Bloco 8: 16h00 às 17h00
Paulo Freire é do Mundo
A leitura do mundo precede a leitura da palavra.

Bloco 9: 17h00 às 18h00
Vivências com Paulo Freire: Ações coletivas
Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante!

Bloco 10: 18h00 às 19h00
Paulo Freire e o exercício político nos espaços de poder
Lavar as mãos do conflito entre os poderosos e os impotentes significa ficar do lado dos poderosos, não ser neutro. O educador tem o dever de não ser neutro.

 Fonte: CNTE

 

 

 

 

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Entidades ligadas ao direito à educação denunciam em manifestação que, se aprovada, a PEC 13/2021, que tramita no Senado Federal, vai liberar um “calote à educação premiado”. A PEC 13/2021 anistia entes federativos e agentes públicos pelo descumprimento da MDE (Manutenção e Desenvolvimento da Educação) no exercício financeiro de 2020 e 2021.

A manifestação chamada “Depois da destruição da Amazônia, agora querem acabar com a Educação – A PEC 13/2021 do Senado e o calote à educação premiado” é assinada pelas seguintes entidades e movimentos:

Ação Educativa
Anfope – Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação
Anpae – Associação Nacional de Política e Administração da Educação
Anped – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
Campanha Nacional pelo Direito à Educação
Cedes – Centro de Estudos Educação e Sociedade
CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação
Fineduca – Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação
Mieib – Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

>> LEIA A MANIFESTAÇÃO AQUI

A PEC também prevê anistia para o descumprimento da obrigação de investir no mínimo 70% dos recursos do Fundeb com pagamento dos profissionais da educação básica, em 2020 e 2021; prevê a obrigação de compensar na educação os valores faltantes até 2024 e unifica os pisos da saúde (15%) e educação (25%) durante os anos de 2020 e 2021, de modo que, nesses anos, os entes subnacionais somente se sujeitam à meta unificada de 40% na saúde em conjunto com a educação. Ou seja, se houver redirecionamento de recursos da educação para saúde nesses anos, não haveria necessidade de compensar o prejuízo sofrido pela educação posteriormente.

“A alegação é a queda de receita de muitos entes e a redução de muitos gastos em função do atendimento remoto. Ora, como já se disse, se a receita cai (o denominador da fórmula), a tendência é o índice de vinculação subir. Quanto à citada queda na despesa, soa quase como cinismo em um contexto em que a educação demanda mais esforços e recursos. Educação é basicamente pessoal (de 85% a 90% do gasto total), portanto, se houve economia nessa área foi porque professores (muitos deles temporários) não tiveram seus contratos renovados e servidores (muitos deles terceirizados) foram dispensados. Ou seja, se houve economia, foi à custa da qualidade da educação, com o acirramento dos efeitos econômicos nefastos da pandemia, pois foram trabalhadores da educação que deixaram de receber sua remuneração”, dizem as entidades no texto.

Tabela presente na manifestação mostra que, em 2020, dos 5.120 municípios que entregaram suas declarações ao Sistema de Informações sobre Orçamento Públicos em Educação (Siope), 4.803 municípios, 94% do total, cumpriram a Constituição Federal no que se refere à vinculação mínima de impostos em educação.

Fonte: CNTE

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“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”

O CPERS e a AOERGS realizaram aula pública na manhã desta terça-feira (14), no Salão de Atos Tereza Noronha, no 9º andar da sede do Sindicato. O evento acontece na semana em que se celebra o centenário de Paulo Freire, patrono da educação brasileira.

O encontro debateu temas do legado deixado por Paulo Freire no contexto do cenário político e educacional, onde a educação pública é nitidamente atacada pelos governos de Eduardo Leite (PSDB) e Jair Bolsonaro.

A coordenadora da Comissão de Educação do CPERS, Rosane Zan, fez uma breve análise da importância de Paulo Freire para os educadores(as) e para toda sociedade.

“Paulo Freire nos acompanha desde o início da nossa trajetória de luta. Então aquela frase que diz que o educador se eterniza em cada ser que educa. É com essa frase que iniciamos o nosso encontro”, destacou.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, falou da importância de celebrar os 100 anos de Paulo Freire.

“Um dia simbólico, um dia de luta e de vigília. Eu falo com tristeza e com alegria. Com tristeza pois a gente não investe numa carreira para estar todos os dias exigindo que o governo se lembre dos educadores(as) no orçamento ou que nos atenda minimamente. E falo com alegria porque esse símbolo tão forte que é o CPERS Sindicato está sempre mobilizado em defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação”, destacou Edson.

O legado de Paulo Freire

Selvino Heck, ex-deputado estadual e membro do Conselho Deliberativo do CAMP e da Coordenação do CEAAL Brasil, lembrou de algumas importantes obras de Paulo Freire que se enquadram muito bem para os tempos que estamos atravessando.

“Temos que juntar hoje a pedagogia das oprimidas e dos oprimidos com a pedagogia da indignação e a pedagogia da esperança. Se conseguirmos juntar esses três vamos mudar esse país. Mudar é difícil, mas é possível. Se quisermos mudar o mundo temos a possibilidade. É difícil, mas é possível”, destacou.

Margot Andras, professora e diretora do Sinpro, contou que conheceu Paulo Freire na Unicamp e que por onde ele passava inspirava todas e todos.

“Em 1997, ele estava muito indignado. Paulo Freire via que as coisas não estavam acontecendo, imagina como estaria hoje. Vendo a retirada da Dilma e a entrada do neofacismo no país”, afirmou.

A diretora lembrou que Paulo Freire falava que cada um é diferente, mas cada um tem o seu lugar na sociedade. “Freire falava que precisamos tirar as pessoas da invisibilidade social. Para ele todo sujeito que se vê reconhecido, vai buscar seu lugar na sociedade”, relata.

A historiadora e mestranda em Educação pela UERGS, Ana Maria Baldo, falou de duas obras do patrono “Educação e atualidade brasileira”, de 1959 e “Educação como prática da liberdade”, de 1967. Para a educadora essas duas obras trazem uma visão mais sociológica do que propriamente pedagógica de Paulo Freire.

A educadora falou as pessoas têm pouco conhecimento de Freire, do que o filósofo realmente defendia. “Paulo Freire é mais que um método de educação. Ele criou um projeto de sociedade. A sua proposta nunca foi só educar jovens e adultos. A proposta sempre retirá-los da condição de oprimidos.”

Para Ana, um dos motivos de Paulo Freire ser tão odiado e detestado por algumas pessoas é porque que ele busca a transformação social.

A mestranda também destacou a pedagogia da esperança. “Esperança surge quando há desesperança. Mas a desesperança não pode se transformar em desespero. Freire deixa muito claro nessa obra que essa desesperança tem que transformar ação, luta e defesa.  Apesar da categoria de professores(as) e funcionários(as) de escola estar passando hoje por uma situação de desesperança, agir com desespero não vai ser a solução. Precisamos transformar em ação, pensada, dialogada, produzida, construída coletivamente, mas com foco no diálogo”, finalizou.

A presidente do Conselho Municipal de Educação de Porto Alegre, Fabiane Pavani, explicou que com as leituras de Freire aprendeu a fazer a denúncia – “porque a denúncia também nos organiza.”

“Não posso começar a minha fala sem abordar a política ultra neoliberal de Bolsonaro e Guedes. Essa economia que não está a serviço dos direitos sociais, direitos humanos, que não está a serviço do nosso povo e da nossa nação. Que tem penalizado a população negra e indígenas e que tem intensificado a homofobia. Que sua política genocida já causou mais de meio milhão de mortes nesta pandemia”, destacou.

Fabiane frisou a importância de Freire para a sociedade e para a educação. “O que me toca e representa em Freire é a ideia de que a educação é uma grande instrumento para resistir à opressão. Paulo Freire sempre defendeu que a educação não se faça somente dentro da escola, mas em toda sociedade e comunidade”, esclareceu a educadora.

No final do encontro, a diretora Rosane Zan mandou um recado para o governador Eduardo Leite.

“Estamos há sete anos com salário congelado, muitas vezes parcelados e sem reposição. Leite precisa ouvir essa categoria que sofre com o seu descaso. A educação pública do Rio Grande do Sul segue na resistência e na luta por dias melhores”, finalizou.

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