Visando traçar um panorama sobre o mercado de trabalho, o Dieese realizou uma análise para marcar o dia 1º de Maio, data em que se comemora o Dia do Trabalhador(a).
Entre os pontos destacados estão a estagnação da economia, as escolhas do governo, que desconsidera direitos trabalhistas e fomenta a precarização, os resquícios da pandemia, os impactos da guerra na Ucrânia, inflação crescente, aumento da cesta básica e de que forma todos estes aspectos influenciam na vida dos trabalhadores(as).
Após apresentar o panorama da conjuntura atual, na qual se evidencia o baixo crescimento econômico, a lenta recuperação do mercado de trabalho, a perda de poder de compra das famílias e o rebaixamento salarial, o Departamento destaca que as entidades sindicais são instrumentos essenciais na luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores(as). E acrescenta ainda, que a atuação destas organizações na ampliação dos direitos individuais e coletivos é fundamental na árdua batalha por uma sociedade mais justa e democrática.
Confira abaixo os principais pontos da análise do Dieese:
Desemprego
No 4º trimestre de 2021, havia mais de 12 milhões de brasileiros desempregados(as) e procurando trabalho. Outras 4,8 milhões de pessoas haviam desistido da procura devido à falta de perspectivas em encontrar uma vaga, em situação chamada de desalento. Ou seja, quase 17 milhões de brasileiros gostariam de trabalhar, mas não conseguiam ou simplesmente desistiram de procurar trabalho. Entre aqueles que trabalhavam, 7,4 milhões estavam subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, ou seja, gostariam de trabalhar mais horas.
Durante a pandemia, os trabalhadores(as) sem proteção trabalhista ou previdenciária foram os mais afetados. Agora, no entanto, boa parte da recuperação do mercado de trabalho ocorre por meio das contratações para esses postos de trabalho desprotegidos. No final do ano passado, 34 milhões estavam em ocupações sem proteção, o equivalente a 35% dos trabalhadores. O número de desempregados era elevado e, entre os ocupados, um de cada três trabalhava em postos desprotegidos ou gostaria de trabalhar mais.
Rendimento do Trabalho
O poder de compra dos brasileiros(as) também vem se reduzindo. A inflação faz com que os salários dos trabalhadores percam valor a cada mês. O rendimento médio do trabalhador brasileiro era de R$ 2.377, no final de 2021, mas cerca da metade dos ocupados (54%) ganhava R$ 1.500 ou menos. Durante a pandemia, o rendimento médio dos trabalhadores caiu 8%. Entre o 4º trimestre de 2019 e o 4º trimestre de 2021, a perda real foi de R$ 208. Nesse período, apenas Piauí, Sergipe e Amapá registraram aumento do rendimento médio real do trabalho.
Inflação e cesta básica
Desde meados de 2020, a inflação sobe mês a mês, quase ininterruptamente. Em março de 2022, o INPC-IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) chegou a quase 12% ao ano.
A queda no poder de compra dos trabalhadores(as) é agravada porque os preços dos produtos da cesta básica subiram ainda mais do que a inflação geral. Desde o começo da pandemia, o custo do conjunto de alimentos básicos teve acréscimo de R$ 243 em São Paulo, aumento de 47% entre março de 2020 e março de 2022.
Produtos básicos como óleo, café e tomate mais do que dobraram de preço entre 2020 e 2022. O preço médio de um botijão de gás, que era de R$ 70 no início de 2020, subiu para R$ 109 em março de 2022, alta de 57% em dois anos. Essa elevação tem obrigado muitos brasileiros a procurarem combustíveis alternativos e, muitas vezes, perigosos, como lenha e álcool. O alto preço da carne também levou a uma mudança nos pratos dos brasileiros. Em 2021, o consumo de carne no Brasil foi o menor dos últimos 25 anos.
Reajustes salariais
Esse cenário de aceleração da inflação tem impactos imediatos na perda de poder de compra dos trabalhadores(as) e também dificulta a negociação de reajustes salariais, que deveriam ser cada vez maiores para compensar a inflação. Em abril de 2022, os salários deveriam ter sido reajustados em 11,7% para compensar as perdas inflacionárias dos 12 meses anteriores. Em abril de 2020, no início da
pandemia, a correção necessária era de 3,3%.
Como resultado, a quantidade de reajustes abaixo da inflação cresceu de 23,7%, em 2019, para 47,3%, em 2021. No último ano, apenas 15,6% alcançaram ganhos reais.
O ano de 2022 será decisivo para o futuro da classe trabalhadora no Brasil. No dia 2 de outubro, teremos a oportunidade única de mudar o projeto em curso, que massacra nossa existência e usurpa nossos direitos.
É preciso mobilização e união para confrontarmos nossos algozes, atacando a raiz dos nossos males.
Desde 2017, com a aprovação da reforma Trabalhista do ilegítimo governo de Michel Temer (MDB), nos defrontamos com o aumento do desemprego, taxas recordes de trabalhadores(as) sem nenhum direito e salários ainda mais baixos.
Cinco anos depois, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstra que o mercado de trabalho não criou os “milhões” de empregos prometidos pelos defensores do projeto, ao contrário, o emprego encolheu neste período.
Em 2021, o país fechou o ano com mais de 12 milhões de brasileiros(as) desempregados(as) e procurando trabalho. Outros 4,8 milhões de pessoas haviam desistido da procura devido à falta de perspectiva em encontrar uma vaga. Portanto, quase 17 milhões gostariam de trabalhar, mas não conseguem.
Em 2018, com a eleição de Jair Bolsonaro (PL) – que votou a favor da reforma quando era Deputado Federal – e a chegada de Paulo Guedes no comando da economia brasileira, esse cenário se tornou ainda mais desolador.
Tudo ficou mais caro. De 2018 para cá, o óleo subiu 182,5%, a carne 80,6%, o Feijão 74,4%, o arroz 68,8%. Um botijão de gás custava 70 reais hoje custa mais de 120. O último índice de inflação divulgado (março/2022) registrou a maior inflação em 28 anos.
Enquanto isso, maior parte dos trabalhadores(as) ou tiveram reajustes abaixo da inflação do período, ou nem tiveram reajuste, como os servidores(as) do Rio Grande do Sul.
Neste 1° de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, precisamos refletir sobre que futuro queremos, porque essa crise não é nossa. Essa crise é do projeto neoliberal que impera em nosso país.
É primordial a revogação do atual modelo, que já nasceu fracassado e não traz as respostas às principais demandas da população.
O Fórum Estadual Popular de Educação do Rio Grande do Sul (Fepe/RS) realizou, nos dias 29 e 30 de abril, a Conferência Estadual Popular de Educação (Conepe/RS), etapa estadual da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape). O evento foi transmitido online pelo YouTube da CONEPE-RS e retransmitido pelos canais dos sindicatos participantes, entre eles, o CPERS e a ADUFRGS-Sindical.
A comissão colegiada, formada por entidades e movimentos populares, incluindo o CPERS, ADUFRGS-Sindical, CTB-RS e CUT-RS, articula a luta com uma série de atividades até a etapa nacional, Conape 2022, que acontecerá entre os dias 15, 16 e 17 julho, no Rio Grande do Norte, e mobiliza a sociedade para um projeto de Estado que promova a educação pública, laica e de qualidade social.
A abertura da Conepe RS, realizada na sexta (29), contou com a presença de autoridades do Executivo e representação das esferas Estadual e Municipal.
“No RS, estamos em ritmo de preparação para a Conferência Nacional. Essa segunda Conepe/RS debate a crise econômica, política e educacional que vem assolando o Brasil desde o golpe e tem como tema reconstruir o país. Temos certeza que teremos uma excelente discussão levando o debate aqui no estado para a esfera nacional”, frisou Sônia Ogiba, diretora de Comunicação da ADUFRGS-Sindical, que também conduziu a atividade.
Para a professora Carla dos Anjos, que integra o Conselho Estadual de Educação (CEEd), a Conepe traz à tona debates pertinentes de projeto de estado e de país abrangendo diversas esferas sociais.
“Essa Conferência traz toda a pluralidade da sociedade e não podemos perder isso. A importância da participação da sociedade, principalmente, na educação para que possa abranger todos e todas em qualquer lugar com qualidade e equidade”, destacou.
“Sem dúvida, em 2017, começou todo o declínio e descaso no processo de negação de direitos do nosso estado. As políticas públicas foram as mais atacadas. Sem democracia, não existe saúde, não existe educação, não existe segurança”, pontuou Silvana Conti, vice-presidente CTB-RS.
Conforme Conti, o projeto instalado no Brasil é ultraliberal. Neste ano eleitoral, é fundamental a união de forças para derrotar Bolsonaro e o bolsonarismo.
“Temos condições de vencermos juntos; vamos fazer uma grande Conae e comemorar, em outubro de 2022, o retorno da democracia no Brasil. Que continuemos esperançando como Paulo Freire nos ensinou”.
De acordo com Amarildo Cenci, presidente da CUT-RS, o povo não sobreviverá a mais quatro anos sob governos que atacam a democracia, tanto no Brasil como no RS, que instaura sua política de morte e fim dos serviços públicos.
“A política no lixo é interesse daqueles que não querem um Brasil igual e justo. Precisamos lutar por igualdade; temos que continuar afirmando que a educação não é mercadoria, é libertação e soberania. É preciso sermos enfáticos: Bolsonaro nunca mais!”
A presidente da Confetam-CUT, Jucélia Vargas, destacou que este é um momento de ousadia para concretizar um outro mundo possível. A sociedade patriarcal oprime as mulheres. Neste cenário de retrocesso, as mais prejudicadas foram as mulheres negras, que perderam empregos e foram discriminadas.
“Queremos uma escola feita de pessoas e essa nossa ousadia fez com que essa extrema direita essa elite. Vivemos em um momento de muito retrocesso. A luta, a coragem e a ousadia nunca nos faltou”, frisou.
Já Heleno Araújo, presidente da CNTE, afirmou que para pensar na conjuntura brasileira, basta observar os noticiários, as manchetes, que escancaram a destruição do país em um curto intervalo de tempo.
“O preço dos produtos e alimentos esta nas alturas. Essa é a inflação mais alta deste mês nos últimos 27 anos. É um panorama de tragédia no país, cuja renda média da maioria dos brasileiros encolhe todo ano”.
“Enfrentamos, como resultado desse cenário perverso, a situação de fome nesse país; vemos crianças desmaiando nas escolas por fome. Precisamos derrubar o governo Bolsonaro. Estamos em campo de batalha e venceremos com a nossa disposição e luta”, finalizou.
Entre os convidados(as), também estavam a professora Mara Rebelo, a deputada Sofia Cavedon (PT) e a diretora pedagógica da Seduc, Letícia Grigoletto.
Ao final da reunião, foi realizada a leitura e apreciação de regimento da Conepe-RS, aprovada pela maioria dos presentes.
Plenárias de Eixo da CONAPE 2022
No segundo dia da Conepe RS, realizado no sábado (30), foram apresentados, pela manhã, os eixos temáticos da Conape 2022. À tarde ocorreu a plenária final com os encaminhamentos e a aprovação de emendas ao documento referência da Conferência e a definição da delegação do Estado que irá para a etapa nacional, em Natal.
A cada eixo apresentado, as representações das entidades participantes puderam apresentar emendas aditivas, supressivas e substitutivas.
A professora da UFRGS/FACED, Maria Beatriz Moreira Luci, apresentou e coordenou o Eixo I – Décadas de lutas e conquistas sociais e políticas em xeque: o golpe, a pandemia e os retrocessos na agenda brasileira.
“A nossa utopia de educação democrática é escola de qualidade para todos, todas e todes. Mas surgiu um problema maior em nosso horizonte: enfrentamos, a partir de 2016, um problema grave que se instalou em nosso país, uma era de retrocessos e, em alguns aspectos, de trevas”, pontuou.
A educadora destacou que apesar do cenário de retrocessos e retirada de direitos, buscou em Paulo Freire e Darci Ribeiro a inspiração para elaboração do Eixo. “Vivemos uma crise, mas estamos aqui para construir convergências e unidade. Nosso compromisso é por acesso, permanência, qualidade acadêmica e gestão democrática das políticas públicas”, afirmou.
O Eixo 2 teve como tema “PNE, Planos Decenais, SNE, Políticas Setoriais e Direito à Educação” e foi coordenado pela professora Adriana Cassol, da Federação das Associações e Círculos de Pais e Mestres do Rio Grande do Sul (ACPM/Federação).
A professora Carla dos Anjos, que integra o Conselho Estadual de Educação (CEEd), aprsentou o documento. “É muito triste ver que estamos retrocedendo nos avanços que lutamos tanto para conseguir. Queremos deixar a seguinte questão para reflexão: o que fazer para assegurar a materialização das diretrizes e metas dos planos estaduais e distritais dos planos de educação.”, questionou.
O estudante Airton Silva, presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE) também participou da coordenação do eixo. “Esse ano a lei de cotas completa dez anos e vai passar por uma reformulação no Congresso Nacional. Essa lei transformou a realidade das universidades. Precisamos avançar, pois além do acesso é necessário garantir a permanência do estudante negro nas universidades.”
Educação, Direitos Humanos e Diversidade: Justiça Social e Inclusão foi o tema do Eixo III, coordenado pela presidente da Unegro/RS, Elis Regina Gomes, e pela mestranda em Políticas Sociais da UFRGS, Angélica Kaigang.
“Temos muitos desafios, o primeiro é derrotar esse projeto político que aí está para que possamos seguir construindo planos que não conseguimos efetivar. A vida está muito dura. As pessoas que eu represento não conseguem chegar ao ensino médio e as crianças estão nas sinaleiras”, apontou Elis Regina.
Angélica Kaigang, lembrou que os povos indígenas foram historicamente massacrados e excluídos. “O eixo três traz toda a trajetória dessas diferenças, diversidades e riqueza que o Brasil possui. As prioridades, etimologias e conhecimentos deveriam ser complementares e não excludentes”, observou.
O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, fez a relatoria do Eixo. “A Conape é um esforço político e social fundamental para podermos pautar, do ponto de vista da sociedade e dos movimentos, qual projeto de educação objetivamos. ”
O Eixo IV abordou o tema “Valorização dos/as profissionais da Educação: formação, carreira, remuneração e condições de trabalho e saúde” e teve a coordenação da professora Suzane Vieira, presidenta Nacional da ANFOPE, e da presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schurer.
“Temos um governo federal que uma de suas primeiras ações foi a de atacar os professores no seu direito a cátedra. De mãos dadas com o governo estadual trabalhou na destruição da carreira dos educadores de todo o Brasil”, ressaltou Helenir.
A presidente do Sindicato observou ainda que as condições de trabalho dos trabalhadores(as) em educação estão cada vez mais precárias e atentou para questões como a farsa do novo ensino médio e a privatização. “O Rio Grande do Sul é um dos estados que mais privatizou a educação. A gestão democrática, que é lei aqui no estado e que se defende no nosso plano, é totalmente desrespeitada”, observou.
A professora Suzane enfatizou, entre outros aspectos, que a formação dos professores, as concepções de formação, são extremamente pragmáticas, descaracterizando uma formação intelectual dos profissionais da educação. “A gravidade está na adoção de uma política que separa a formação inicial da continuada, que foi um ganho que tivemos em 2015, e que fragmenta o que para nós é fundamental.”
Após apontamentos da diretora do departamento dos funcionários(as) do CPERS, Sonia Solange Viana, foi acrescentada ao texto do Eixo uma emenda que visa um Piso Salarial Profissional Nacional que inclua todos os profissionais da educação conforme prevê o inciso (VIII) do artigo 206 da CF, considerando não só professores(as) e especialistas, mas também os funcionários(as) de escola e a realização de concurso público.
O Eixo V – Gestão democrática e financiamento da educação: participação, transparência e controle social teve a coordenação da professora Nalú Farenzena, da UFRGS/FACED. “Precisamos no manter firmes em prol da agenda de democratização da educação, que está no PNE. Defender o Plano é resguardar o presente e o futuro da educação, que deve ser republicana, de igualdade de condições para o acesso à escola e da justiça social da educação”, frisou Nalú.
O último Eixo apresentado foi o VI, que abordou a temática “Construção de um projeto de nação soberana e de estado democrático em defesa da democracia, da vida, dos direitos sociais, da educação e do PNE”. A coordenação foi realizada por Aline Kerber, presidenta do Movimento Mães & Pais pela Democracia e pelo vice-presidente Sul da UNE, Ariel Lucena. O professor Sani Cardon foi o relator convidado.
Aline relatou que desde 2018 os ataques a Associação Mães e Pais pela Democracia aumentaram e destacou as consequências de projetos como o Escola sem Partido. “Inclusive, os políticos desse projeto têm partido, é o de extrema direita. O home scholling e as escolas cívico militares vêm na mesma moeda. Somos um grupo suprapartidário, repudiamos qualquer iniciativa que queira calar educadores e estudantes”, salientou.
“Vemos a perseguição e o desrespeito aos conselhos da universidade. Na UFRGS, temos um interventor que através da justiça teve que aceitar o passaporte vacinal. Precisamos defender um modelo de educação de qualidade, pois a luta social precisa sempre avançar”, acrescentou Ariel.
Após a exposição dos eixos foi realizada a plenária final da Conepe, com os encaminhamentos para a Conferência Nacional de Educação (CONAPE) e aprovação de emendas ao documento referência da Conferência.
Sonia Mara Ogiba, diretora da ADUFRGS Sindical, encerrou a Plenária agradecendo a dedicação e participação de todas e todos. “Estou muito feliz e emocionada com o resultado. Chegamos à etapa final realizando hoje as plenárias de eixos que tem uma importância fundamental no contexto da Conferência, que se interconectam e trazem elementos fundamentais para a reconstrução das políticas públicas em educação, tão abaladas desde que sofremos o golpe em 2016.”
O IPE Saúde altera, a partir da próxima segunda-feira (2), o número de telefone para (51) 3288.1550.
A mudança faz parte de uma série de ações para a melhoria dos serviços de atendimento aos usuários. A ideia é que a nova central possa direcionar as demandas de forma mais adequada, além de viabilizar melhor controle das chamadas recebidas. Atualmente, são atendidas, em média, 5.100 ligações por mês.
Esta é uma antiga reivindicação dos usuários do convênio e que foi cobrada pelo CPERS em diversas reuniões.
O IPE Saúde conta com quase um milhão de usuários e cerca de oito mil prestadores que utilizam os diferentes canais de atendimento da instituição. Vale lembrar que todos os serviços seguem disponíveis para solicitações via Atendimento Digital no site do IPE Saúde.
O Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, que ocorre neste domingo, 1° de maio, volta às ruas de todo o Brasil após dois anos de eventos virtuais por causa do isolamento social pela covid-19. Neste ano, o tema é “Emprego, Direitos, Democracia e Vida”.
Em Porto Alegre, as centrais sindicais promovem ato unificado e cultural, das 10h às 13h, junto ao Espelho d’Água, no Parque da Redenção. Haverá um momento ecumênico, manifestações de dirigentes e apresentações de artistas locais.
O ato está sendo organizado pela CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical, CSP-Conlutas, Pública e Fórum Sindical e Popular.
Também serão realizadas manifestações na região Metropolitana de Porto Alegre, bem como pelo interior do Estado. Verifique a programação da sua cidade e participe!
Entidades representativas dos servidores(as) públicos do Rio Grande do Sul reuniram-se, na tarde desta sexta-feira (29), para entregar um documento conjunto exigindo a retirada do Regime de Urgência do Projeto de Lei Complementar (PLC) 48/2022.
O documento, protocolado junto à Casa Civil, também solicita a transparência e ampla publicização do Plano de Recuperação Fiscal encaminhado pelo governo do Estado à Secretaria do Tesouro Nacional.
Nesta semana, a União Gaúcha lançou uma nota técnica ressaltando que o conteúdo do PLC 48/2022 traz mudanças profundas para a sociedade gaúcha, ainda mais em um cenário de severas restrições fiscais que se avizinham com a eventual adesão ao Regime de Recuperação Fiscal.
O aspecto mais crítico do projeto é a vedação ao Estado para ampliar investimentos, além do crescimento do IPCA (índice de preços ao consumidor amplo) por pelo menos 09 (nove) anos. Isso porque, nos termos do PLC, os investimentos (e as inversões financeiras) entrarão no limite do Teto de Gastos estipulado pela Lei Complementar Estadual nº 15.756/21.
Na próxima semana, as entidades também realizarão um ato unificado na terça-feira (3), a partir das 14h, em frente ao Palácio Piratini, para exigir, além da retirada do pedido de urgência do PLC 48/22, a reposição de 10,06% para todos(as).
Já na quarta-feira (4), será realizada uma coletiva de imprensa, às 9h, no Auditório do CPERS para denunciar à sociedade os riscos da adesão ao RRF e a dívida pública do RS.
Confira abaixo a íntegra do documento protocolado nesta sexta:
A violência que as mulheres trabalhadoras enfrentam em todas as esferas é cruelmente silenciada ou dissimulada através de preconceitos. Desde a escola até os locais de trabalho, a mulher é obrigada a conviver com o assédio e a subestimação.
A violência de gênero ocorre nos mais variados espaços, públicos e privados, e vai além da agressão física, é também psicológica, moral e patrimonial.
As agressões estão presentes em todos os espaços da nossa sociedade, com o agravante de que homens e mulheres reproduzem discursos e práticas inseridos pela cultura da violência nos diversos espaços por onde transitam.
Fernando Frazão/Agência Brasil
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho de 2021, consolida dados do setor de segurança pública no Brasil em 2020. A pesquisa é realizada anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e utiliza fontes oficiais dos órgãos públicos responsáveis. Em relação à violência contra as mulheres, o Anuário traz o número de mortes violentas, estupros e tentativas de estupro.
Os dados indicam um leve recuo nos registros de feminicídios em 2021, ao mesmo tempo que apontam o aumento dos registros de estupro e estupro de vulnerável. Os dados preliminares de violência letal contabilizam 1.319 mulheres vítimas de feminicídio no último ano, decréscimo de 2,4% no número de vítimas; e 56.098 estupros (incluindo vulneráveis), apenas do gênero feminino, crescimento de 3,7% em relação ao ano anterior.
Ainda de acordo com a publicação, os números de registros de crimes contra meninas e mulheres evidenciam o quadro de violência sofrido por elas durante a pandemia. Apenas entre março de 2020, mês que marca o início da pandemia de Covid-19 no país, e dezembro de 2021, último mês com dados disponíveis, foram 2.451 feminicídios e 100.398 casos.
Os dados mensais de feminicídios no Brasil entre 2019 e 2021 demonstram que houve um aumento dos casos entre os meses de fevereiro e maio de 2020, quando ocorreu maior restrição nas medidas de isolamento social. Em 2021, a tendência de casos seguiu muito próxima àquela verificada no ano anterior à pandemia, com média mensal de 110 casos.
Portal Catarinas
É sabido que apenas a criação de mecanismos legais não é suficiente para a redução dos índices de violência contra a mulher, por se tratar de um problema complexo, exigindo medidas conectadas em diversos níveis do poder público, por meio de políticas públicas, e da sociedade civil.
Em 2010, com a finalidade de ampliar o combate à violência contra as mulheres, foi criada a ONU Mulheres, instituição humanitária com sede em Nova York e responsável pela defesa dos direitos humanos das mulheres.
A maioria da população feminina segue sendo vítima de violência dentro de casa e são poucas aquelas que procuram uma Delegacia da Mulher. Infelizmente, inúmeras são aquelas que alegam não ter feito nada.
Revista Babel
No Brasil, para as mulheres negras ou pardas existe um perigo ainda maior, pois o racismo estrutural e suas consequências potencializam o risco de lesão e morte.
Importante lembrar que, apesar da Lei Maria da Penha ter sido um avanço, não garante de fato a punição ao agressor, assim como não garante os serviços essenciais à mulher que sofre agressão como: casas de abrigo, creches, assistência médica e psicológica, centros de referência com profissionais capacitados e estabilidade remunerada no emprego.
Rede Brasil Atual
Não podemos aceitar que, em um país em que centenas de milhares de mulheres sofrem violência todos os anos, o Estado retire seus direitos a um atendimento digno e se isente da responsabilidade de adotar medidas urgentes para acabar com essa violência.
As últimas eleições escancararam e evidenciaram ainda mais a violência política contra as mulheres. Em seu livro Sempre foi sobre Nós, Manuela d’Ávila apresenta importantes mulheres que denunciam a violência política de gênero como um ataque à democracia. “A violência política de gênero é um mecanismo que existe e é utilizado para afastar as mulheres da política. E, quando eleitas, fazem uso dessa violência para interromper ou imobilizar nossos mandatos. Combater a violência política de gênero é lutar pela democracia”, destaca.
Rede Brasil Atual
Diante desse cenário de violência de gênero no Brasil e apesar da discussão sobre gênero na escola ter se tornado um tema “maldito” para muitos, é preciso resistir e não cansar de repeti-lo, pois entende-se que o espaço escolar deve promover a igualdade. A melhor forma de prevenção certamente está na educação, com a formação de meninas e meninos baseada em equidade de gênero, sem discriminações e vedações às meninas.
No dia 23 de maio, a partir das 19h, o CPERS promoverá um debate com Manuela d’Ávila e a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, sobre a violência política de gênero. Salve a data e fique atento às nossas redes para participar!
É preciso lutar contra todas as formas de opressão, pois o machismo, o racismo, o capacitismo, a LGBTfobia são responsabilidades de todas(os). É preciso apoiar aos que sofrem as agressões, discutir, informar e promover ações que fortaleçam a luta contra a opressão.
Artigo do Departamento de Gênero e Diversidade do CPERS
Ansiedade, depressão e desesperança estão entre os distúrbios que acometem os professores. A constatação faz parte do estudo “Novas formas de trabalhar, novos modos de adoecer”, realizado com 714 trabalhadores da educação, divulgado no fim de 2021. A psicóloga Luciane Kozicz, que trabalha na área de saúde do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), apresentou este e outros resultados nesta terça-feira (26), dentro da programação do Coletivo de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
A pesquisa teve como objetivo central conhecer os impactos do trabalho remoto na saúde emocional nos trabalhadores em educação. Problemas nas cordas vocais, distúrbios osteomusculares, lesão por esforço repetitivo e doenças do aparelho respiratório foram os danos físicos mais notificados. Nos danos psicológicos, destacam-se o estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Os danos sociais que se sobressaíram relacionam-se a sobrecarga, hiperatividade, solidão por ausência do coletivo e assédio moral.
Para Luciene, medicar é um fracasso para educar, pois reforça o pensamento mágico. “Receitas visam corrigir problemas, adequando os sujeitos”, alerta. “Ao invés de diagnóstico e medicações para melhorar o desempenho e anestesiar a alma, precisamos repensar o ambiente”, completa.
O relatório do estudo constatou que as instituições transferiram ao trabalhador novas responsabilidades: cada profissional deve exercer o seu talento particular, com esforço singular, dentro da sua casa, em tempo estendido. “Mais uma forma perversa que ataca o trabalho, inovando as formas de exploração e impondo ideologias dessubjetivantes.”
Os questionários aplicados levaram em consideração preocupações com a Covid-19, conhecimento e segurança em relação à pandemia, condições ambientais, tecnológicas e suporte para realização do trabalho em tempos pandêmicos.
O estudo revelou que as novas formas de trabalhar, impostas pela necessidade de distanciamento social, geraram isolamento e solidão. Essa realidade ganhou um novo elemento com o retorno ao trabalho presencial. Os conflitos se intensificaram por múltiplos fatores. “Esse contexto reforça a tese de que as relações laborais precisam ser pauta prioritária nas escolas”, avalia o relatório.
Segundo a Secretária de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação, Francisca Seixas, é preciso destacar a situação dos aposentados. De acordo com ela, o que mais tem adoecido a categoria é a questão do confisco. “Nossos aposentados ganham R$ 3 mil e passaram a contribuir com 14% com a previdência: um verdadeiro confisco! Isso tem adoecido e piorado as condições de vida dos nossos aposentados”, avaliou.
Ela também destacou a situação dos readaptados, que estão nessas condições porque existe uma questão de saúde a ser tratada, que pode ser mental ou física. “Precisamos valorizar esses profissionais; é necessário trabalhar com o tratamento, mas, principalmente, com a prevenção”, concluiu.
De acordo com os resultados apresentados pelo estudo, um conjunto de situações tornou o trabalhador passivo e desorientado, com destaque para: ambiguidade de papéis; informações inadequadas ou confusas sobre como o trabalho deve ser realizado; trabalho excessivo em que o indivíduo tem que estar disponível em múltiplas plataformas/canais (sala de aula virtual, Whatsapp, e-mail, telefone, Zoom/Meet, presencial etc.); falta de capacitação ou suporte para o indivíduo adquirir as habilidades necessárias para executar a tarefa; subutilização de habilidades ou tarefas monótonas repetitivas; estruturas administrativas autoritárias que não incluem trabalhadores na solução de problemas e tomada de decisão; falta de reconhecimento sobre o desempenho do trabalhador; cultura organizacional que não abre espaços para o diálogo e são caracterizadas pela performance, promovendo competição e hostilidade; e eterna insatisfação da gestão em relação ao que é criado, executado ou proposto.
Para além dos processos de escuta, a recomendação final do documento elenca a ocupação dos espaços de fala para além das fronteiras conhecidas, principalmente, com os que estão em desacordo com ideias já apresentadas; rever processos possíveis de execução entre o planejado e o que será executado, acompanhando a implantação; elencar as carências nas organizações do trabalho; estabelecer estruturas mínimas de tecnologia e definir cursos necessários. “O espaço de discussão é necessário para a humanização da categoria e diminuição das patologias. O fato de poder compartilhar suas inseguranças e medos faz com que ansiedades diminuam”, conclui o relatório.
O Coletivo de Aposentados(as) do CPERS realizou nesta quarta-feira (27), de forma virtual, o primeiro encontro deste ano. Em pauta, a situação do IPE Saúde, análise da conjuntura política, informações da assessoria jurídica e a apresentação das políticas planejadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores(as) em Educação (CNTE) para os aposentados(as).
A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, saudou os educadores(as) ressaltando a importância histórica nas lutas da categoria. “Se o sindicato é uma entidade forte e respeitada, muito devemos aos nossos colegas aposentados.”
Ao avaliar o cenário atual, Helenir destacou que é imprescindível prosseguir com as denúncias sobre os responsáveis pelo descaso com os educadores(as). “Quem mandou o projeto para o Congresso Nacional para permitir que os estados cobrem 22% de previdência dos aposentados foi Bolsonaro. Se estamos onde estamos hoje, os responsáveis são: Eduardo Leite e Jair Bolsonaro.”
A presidente ainda acrescentou: “Temos que reconhecer os nossos inimigos para lutarmos com a qualidade necessária nesse momento de intensos ataques que atravessamos”.
A diretora do departamento dos aposentados(as) do CPERS, Alda Bastos Souza, foi enfática ao avaliar os desmandos dos governos estadual e federal. “Nunca tinha presenciado tantos ataques contra nós. Esses governos são imorais e mentirosos, pois mentem ao propagar uma valorização que nunca existiu.”
Para manter a pressão necessária para que não sejam aprovadas ações que penalizem ainda mais a categoria, os dirigentes do CPERS seguem visitando escolas. “É fundamental alertarmos a categoria para que fiquem atentos e não reelejam os governos que aí estão”, afirmou a diretora Juçara Borges, que também integra o departamento.
Em defesa do IPE
A diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, analisou a situação da autarquia desde sua criação, há oito anos.
“Desde que surgiu, o Instituto não teve a atenção necessária. Já estão no 6º presidente. O abandono e a falta de comprometimento são propositais para justificar a privatização”, frisou.
O arrocho salarial dos servidores(as) públicos, que já dura quase oito anos, segundo avaliação da diretora, contribuíram para o agravamento da situação do IPE. “Sartori parcelou, congelou e pagou atrasado os salários, acentuando a crise. Com Leite, esta política teve continuidade.”
Ao lembrar dos graves problemas do Instituto, como a falta de hospitais e médicos credenciados e uma dívida de bilhões, Vera evidenciou as próximas iniciativas em defesa do IPE. “No dia 5 de maio haverá uma audiência pública na Assembleia Legislativa. Vamos seguir denunciando que, diante do arrocho salarial que nos massacra, não temos como contribuir mais.”
Na sequência do Encontro, o advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, explicou, de forma detalhada, questões que impactam na vida funcional dos educadores(as), como a alteração no plano de carreira do magistério, principalmente quanto a implantação do subsídio, as parcelas de irredutibilidade e autônoma, a mudança na nomenclatura das gratificações e o falso reajuste propagado pelo ex-governador Eduardo Leite (PSDB).
Por respeito e uma aposentadoria digna
O professor Sérgio Antônio Kampfer, representante dos aposentados(as) na Direção Executiva da CNTE, elencou algumas das políticas planejadas pela entidade para essa parcela da categoria. “Destaco a criação de um dia de luta dos aposentados para denunciarmos, por exemplo, o confisco e os ataques aos nossos direitos. Vamos definir a data no segundo semestre deste ano”, explicou.
A luta contra a PEC 32, a revogação da reforma trabalhista e do ensino médio e a defesa do piso nacional, foram outras ações destacadas pelo educador.
“Os direitos que adquirimos foram resultado da luta coletiva dos trabalhadores, mas isso não quer dizer que vão durar para sempre. Estamos na mão de uma elite do atraso. Para nossa sorte, somos muitos, uma grande força”, enfatizou.
A diretora do departamento dos aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, lembrou das propostas aprovadas na Assembleia Geral do Sindicato, realizada em 1° de abril, com destaque para as que tratam da luta contra a PEC 32, da revogação da reforma administrativa e da elaboração de uma Carta Compromisso, onde os candidatos ao governo do Estado se comprometam a revogar todas as reformas ocorridas que retiraram os direitos da categoria e da classe trabalhadora.
“Em toda minha carreira nunca vi um ataque tão grande aos educadores. Nossos direitos foram barbaramente atacados. Nos últimos anos, não temos conseguido sequer arcar com os custos de remédios, alimentação e contas essenciais”, desabafou Glaci.
A descontração também teve espaço no Encontro. Com o objetivo de ressaltar a importância do movimento para a saúde física e mental, a diretora Sandra Severo Régio convidou a todas e todos para dançarem algumas músicas coreografadas por ela.
Ao fim da reunião, os presentes definiram uma agenda de possíveis lutas e atividades para o decorrer do ano.
Nesta quarta-feira (27), as diretoras da Comissão de Educação do CPERS, Rosane Zan, Sonia Solange Viana e Vera Lessês acompanharam a posse das educadoras Simone Goldschimdt e Sandra Beatriz Silveira, novas representantes do Sindicato, no Conselho Estadual de Educação (CEEd).
O encontro, realizado no Auditório da Famurs, em Porto Alegre, contou com a presença de diversos educadores(as) de diferentes entidades.
As novas empossadas para a gestão 2022/2026, têm a função de produzir as normas e fiscalizá-las, além de levar as demandas da categoria.
A conselheira, Sandra Beatriz Silveira, destacou que a troca de experiências entre os conselheiros(as) é um grandioso aprendizado e saudou o CPERS, entidade que irá representar.
“O CPERS merece todo nosso carinho, pois, busca diariamente o respeito pelos professores e funcionários de escola, assim como a defesa da educação pública”.
A educadora também falou dos desafios que virão pela frente e da importância da defesa da educação pública. “É importante que tenhamos esperança sempre. Que sejamos girasóis em muros coloridos. Sempre buscando o melhor para a educação”, afirmou.
Simone Goldschimdt, que assume novamente a função, emocionou-se ao agradecer ao CPERS e as colegas presentes: “Saúdo aqui as minhas companheiras de lutas, estamos sempre juntas na defesa dos direitos dos educadores e da educação pública de qualidade.”
A diretora do 32º núcleo (Taquara), destacou a importância de quem luta pela educação conhecer o chão da escola.
“Nós conhecemos muito bem a sala de aula e todas as dificuldades que a escola pública enfrenta. Por isso, eu sempre tive junto ao CPERS em defesa da educação. Agradeço ao meu Sindicato por me conduzir novamente para mais uma gestão na CEEd. A educação é algo extremamente importante e nós estaremos defendendo ela sempre”, concluiu Simone.
O presidente do CEEd, Oswaldo Dalpiaz, saudou os novos conselheiros(as) e falou do desafio que é compor o grupo. “Desafio de fato, o conselho é formado por pessoas que aceitam desafios. Discutimos, debatemos e voltamos ao assunto, até conseguir que seja aprovado”, concluiu.
Na ocasião, foram empossados 11 conselheiros(as) representantes do CPERS, ACPM Federação, UNDIME/RS, Sinepe/RS, Simpro/RS, Federapars, AESUFOPE e Executivo Estadual.