O IPE Saúde altera, a partir da próxima segunda-feira (2), o número de telefone para (51) 3288.1550.

A mudança faz parte de uma série de ações para a melhoria dos serviços de atendimento aos usuários. A ideia é que a nova central possa direcionar as demandas de forma mais adequada, além de viabilizar melhor controle das chamadas recebidas. Atualmente, são atendidas, em média, 5.100 ligações por mês.

Esta é uma antiga reivindicação dos usuários do convênio e que foi cobrada pelo CPERS em diversas reuniões.

O IPE Saúde conta com quase um milhão de usuários e cerca de oito mil prestadores que utilizam os diferentes canais de atendimento da instituição. Vale lembrar que todos os serviços seguem disponíveis para solicitações via Atendimento Digital no site do IPE Saúde.

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O Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, que ocorre neste domingo, 1° de maio, volta às ruas de todo o Brasil após dois anos de eventos virtuais por causa do isolamento social pela covid-19. Neste ano, o tema é “Emprego, Direitos, Democracia e Vida”.

Em Porto Alegre, as centrais sindicais promovem ato unificado e cultural, das 10h às 13h, junto ao Espelho d’Água, no Parque da Redenção. Haverá um momento ecumênico, manifestações de dirigentes e apresentações de artistas locais.

O ato está sendo organizado pela CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical, CSP-Conlutas, Pública e Fórum Sindical e Popular.

Também serão realizadas manifestações na região Metropolitana de Porto Alegre, bem como pelo interior do Estado. Verifique a programação da sua cidade e participe!

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Entidades representativas dos servidores(as) públicos do Rio Grande do Sul reuniram-se, na tarde desta sexta-feira (29), para entregar um documento conjunto exigindo a retirada do Regime de Urgência do Projeto de Lei Complementar (PLC) 48/2022.

O documento, protocolado junto à Casa Civil, também solicita a transparência e ampla publicização do Plano de Recuperação Fiscal encaminhado pelo governo do Estado à Secretaria do Tesouro Nacional. 

Nesta semana, a União Gaúcha lançou uma nota técnica ressaltando que o conteúdo do PLC 48/2022 traz mudanças profundas para a sociedade gaúcha, ainda mais em um cenário de severas restrições fiscais que se avizinham com a eventual adesão ao Regime de Recuperação Fiscal.

O aspecto mais crítico do projeto é a vedação ao Estado para ampliar investimentos, além do crescimento do IPCA (índice de preços ao consumidor amplo) por pelo menos 09 (nove) anos. Isso porque, nos termos do PLC, os investimentos (e as inversões financeiras) entrarão no limite do Teto de Gastos estipulado pela Lei Complementar Estadual nº 15.756/21.

Na próxima semana, as entidades também realizarão um ato unificado na terça-feira (3), a partir das 14h, em frente ao Palácio Piratini, para exigir, além da retirada do pedido de urgência do PLC 48/22, a reposição de 10,06% para todos(as).

Já na quarta-feira (4), será realizada uma coletiva de imprensa, às 9h, no Auditório do CPERS para denunciar à sociedade os riscos da adesão ao RRF e a dívida pública do RS.

Confira abaixo a íntegra do documento protocolado nesta sexta:

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A violência que as mulheres trabalhadoras enfrentam em todas as esferas é cruelmente silenciada ou dissimulada através de preconceitos. Desde a escola até os locais de trabalho, a mulher é obrigada a conviver com o assédio e a subestimação.

A violência de gênero ocorre nos mais variados espaços, públicos e privados, e vai além da agressão física, é também psicológica, moral e patrimonial.

As agressões estão presentes em todos os espaços da nossa sociedade, com o agravante de que homens e mulheres reproduzem discursos e práticas inseridos pela cultura da violência nos diversos espaços por onde transitam.

Fernando Frazão/Agência Brasil

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho de 2021, consolida dados do setor de segurança pública no Brasil em 2020. A pesquisa é realizada anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e utiliza fontes oficiais dos órgãos públicos responsáveis. Em relação à violência contra as mulheres, o Anuário traz o número de mortes violentas, estupros e tentativas de estupro.

Os dados indicam um leve recuo nos registros de feminicídios em 2021, ao mesmo tempo que apontam o aumento dos registros de estupro e estupro de vulnerável. Os dados preliminares de violência letal contabilizam 1.319 mulheres vítimas de feminicídio no último ano, decréscimo de 2,4% no número de vítimas; e 56.098 estupros (incluindo vulneráveis), apenas do gênero feminino, crescimento de 3,7% em relação ao ano anterior.

Ainda de acordo com a publicação, os números de registros de crimes contra meninas e mulheres evidenciam o quadro de violência sofrido por elas durante a pandemia. Apenas entre março de 2020, mês que marca o início da pandemia de Covid-19 no país, e dezembro de 2021, último mês com dados disponíveis, foram 2.451 feminicídios e 100.398 casos.

Os dados mensais de feminicídios no Brasil entre 2019 e 2021 demonstram que houve um aumento dos casos entre os meses de fevereiro e maio de 2020, quando ocorreu maior restrição nas medidas de isolamento social. Em 2021, a tendência de casos seguiu muito próxima àquela verificada no ano anterior à pandemia, com média mensal de 110 casos.

Portal Catarinas

É sabido que apenas a criação de mecanismos legais não é suficiente para a redução dos índices de violência contra a mulher, por se tratar de um problema complexo, exigindo medidas conectadas em diversos níveis do poder público, por meio de políticas públicas, e da sociedade civil.

Em 2010, com a finalidade de ampliar o combate à violência contra as mulheres, foi criada a ONU Mulheres, instituição humanitária com sede em Nova York e responsável pela defesa dos direitos humanos das mulheres.

A maioria da população feminina segue sendo vítima de violência dentro de casa e são poucas aquelas que procuram uma Delegacia da Mulher. Infelizmente, inúmeras são aquelas que alegam não ter feito nada.

Revista Babel

No Brasil, para as mulheres negras ou pardas existe um perigo ainda maior, pois o racismo estrutural e suas consequências potencializam o risco de lesão e morte.

Importante lembrar que, apesar da Lei Maria da Penha ter sido um avanço, não garante de fato a punição ao agressor, assim como não garante os serviços essenciais à mulher que sofre agressão como: casas de abrigo, creches, assistência médica e psicológica, centros de referência com profissionais capacitados e estabilidade remunerada no emprego.

Rede Brasil Atual

Não podemos aceitar que, em um país em que centenas de milhares de mulheres sofrem violência todos os anos, o Estado retire seus direitos a um atendimento digno e se isente da responsabilidade de adotar medidas urgentes para acabar com essa violência.

As últimas eleições escancararam e evidenciaram ainda mais a violência política contra as mulheres. Em seu livro Sempre foi sobre Nós, Manuela d’Ávila apresenta importantes mulheres que denunciam a violência política de gênero como um ataque à democracia. “A violência política de gênero é um mecanismo que existe e é utilizado para afastar as mulheres da política. E, quando eleitas, fazem uso dessa violência para interromper ou imobilizar nossos mandatos. Combater a violência política de gênero é lutar pela democracia”, destaca.

Rede Brasil Atual

Diante desse cenário de violência de gênero no Brasil e apesar da discussão sobre gênero na escola ter se tornado um tema “maldito” para muitos, é preciso resistir e não cansar de repeti-lo, pois entende-se que o espaço escolar deve promover a igualdade. A melhor forma de prevenção certamente está na educação, com a formação de meninas e meninos baseada em equidade de gênero, sem discriminações e vedações às meninas.

No dia 23 de maio, a partir das 19h, o CPERS promoverá um debate com Manuela d’Ávila e a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, sobre a violência política de gênero. Salve a data e fique atento às nossas redes para participar!

É preciso lutar contra todas as formas de opressão, pois o machismo, o racismo, o capacitismo, a LGBTfobia são responsabilidades de todas(os). É preciso apoiar aos que sofrem as agressões, discutir, informar e promover ações que fortaleçam a luta contra a opressão.

Artigo do Departamento de Gênero e Diversidade do CPERS

Carta Capital

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Ansiedade, depressão e desesperança estão entre os distúrbios que acometem os professores. A constatação faz parte do estudo “Novas formas de trabalhar, novos modos de adoecer”, realizado com 714 trabalhadores da educação, divulgado no fim de 2021. A psicóloga Luciane Kozicz, que trabalha na área de saúde do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), apresentou este e outros resultados nesta terça-feira (26), dentro da programação do Coletivo de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

A pesquisa teve como objetivo central conhecer os impactos do trabalho remoto na saúde emocional nos trabalhadores em educação. Problemas nas cordas vocais, distúrbios osteomusculares, lesão por esforço repetitivo e doenças do aparelho respiratório foram os danos físicos mais notificados. Nos danos psicológicos, destacam-se o estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Os danos sociais que se sobressaíram relacionam-se a sobrecarga, hiperatividade, solidão por ausência do coletivo e assédio moral.

Para Luciene, medicar é um fracasso para educar, pois reforça o pensamento mágico. “Receitas visam corrigir problemas, adequando os sujeitos”, alerta. “Ao invés de diagnóstico e medicações para melhorar o desempenho e anestesiar a alma, precisamos repensar o ambiente”, completa.

O relatório do estudo constatou que as instituições transferiram ao trabalhador novas responsabilidades: cada profissional deve exercer o seu talento particular, com esforço singular, dentro da sua casa, em tempo estendido. “Mais uma forma perversa que ataca o trabalho, inovando as formas de exploração e impondo ideologias dessubjetivantes.”

Os questionários aplicados levaram em consideração preocupações com a Covid-19, conhecimento e segurança em relação à pandemia, condições ambientais, tecnológicas e suporte para realização do trabalho em tempos pandêmicos.

O estudo revelou que as novas formas de trabalhar, impostas pela necessidade de distanciamento social, geraram isolamento e solidão. Essa realidade ganhou um novo elemento com o retorno ao trabalho presencial. Os conflitos se intensificaram por múltiplos fatores. “Esse contexto reforça a tese de que as relações laborais precisam ser pauta prioritária nas escolas”, avalia o relatório.

Segundo a Secretária de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação, Francisca Seixas, é preciso destacar a situação dos aposentados. De acordo com ela, o que mais tem adoecido a categoria é a questão do confisco. “Nossos aposentados ganham R$ 3 mil e passaram a contribuir com 14% com a previdência: um verdadeiro confisco! Isso tem adoecido e piorado as condições de vida dos nossos aposentados”, avaliou.

Ela também destacou a situação dos readaptados, que estão nessas condições porque existe uma questão de saúde a ser tratada, que pode ser mental ou física. “Precisamos valorizar esses profissionais; é necessário trabalhar com o tratamento, mas, principalmente, com a prevenção”, concluiu.

De acordo com os resultados apresentados pelo estudo, um conjunto de situações tornou o trabalhador passivo e desorientado, com destaque para: ambiguidade de papéis; informações inadequadas ou confusas sobre como o trabalho deve ser realizado; trabalho excessivo em que o indivíduo tem que estar disponível em múltiplas plataformas/canais (sala de aula virtual, Whatsapp, e-mail, telefone, Zoom/Meet, presencial etc.); falta de capacitação ou suporte para o indivíduo adquirir as habilidades necessárias para executar a tarefa; subutilização de habilidades ou tarefas monótonas repetitivas; estruturas administrativas autoritárias que não incluem trabalhadores na solução de problemas e tomada de decisão; falta de reconhecimento sobre o desempenho do trabalhador; cultura organizacional que não abre espaços para o diálogo e são caracterizadas pela performance, promovendo competição e hostilidade; e eterna insatisfação da gestão em relação ao que é criado, executado ou proposto.

Para além dos processos de escuta, a recomendação final do documento elenca a ocupação dos espaços de fala para além das fronteiras conhecidas, principalmente, com os que estão em desacordo com ideias já apresentadas; rever processos possíveis de execução entre o planejado e o que será executado, acompanhando a implantação; elencar as carências nas organizações do trabalho; estabelecer estruturas mínimas de tecnologia e definir cursos necessários. “O espaço de discussão é necessário para a humanização da categoria e diminuição das patologias. O fato de poder compartilhar suas inseguranças e medos faz com que ansiedades diminuam”, conclui o relatório.

 

 

 

 

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O Coletivo de Aposentados(as) do CPERS realizou nesta quarta-feira (27), de forma virtual, o primeiro encontro deste ano. Em pauta, a situação do IPE Saúde, análise da conjuntura política, informações da assessoria jurídica e a apresentação das políticas planejadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores(as) em Educação (CNTE) para os aposentados(as).

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, saudou os educadores(as) ressaltando a importância histórica nas lutas da categoria. “Se o sindicato é uma entidade forte e respeitada, muito devemos aos nossos colegas aposentados.”

Ao avaliar o cenário atual, Helenir destacou que é imprescindível prosseguir com as denúncias sobre os responsáveis pelo descaso com os educadores(as). “Quem mandou o projeto para o Congresso Nacional para permitir que os estados cobrem 22% de previdência dos aposentados foi Bolsonaro. Se estamos onde estamos hoje, os responsáveis são: Eduardo Leite e Jair Bolsonaro.”

A presidente ainda acrescentou: “Temos que reconhecer os nossos inimigos para lutarmos com a qualidade necessária nesse momento de intensos ataques que atravessamos”.

A diretora do departamento dos aposentados(as) do CPERS, Alda Bastos Souza, foi enfática ao avaliar os desmandos dos governos estadual e federal. “Nunca tinha presenciado tantos ataques contra nós. Esses governos são imorais e mentirosos, pois mentem ao propagar uma valorização que nunca existiu.”

Para manter a pressão necessária para que não sejam aprovadas ações que penalizem ainda mais a categoria, os dirigentes do CPERS seguem visitando escolas. “É fundamental alertarmos a categoria para que fiquem atentos e não reelejam os governos que aí estão”, afirmou a diretora Juçara Borges, que também integra o departamento.

Em defesa do IPE

A diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, analisou a situação da autarquia desde sua criação, há oito anos.

“Desde que surgiu, o Instituto não teve a atenção necessária. Já estão no 6º presidente. O abandono e a falta de comprometimento são propositais para justificar a privatização”, frisou.

O arrocho salarial dos servidores(as) públicos, que já dura quase oito anos, segundo avaliação da diretora, contribuíram para o agravamento da situação do IPE. “Sartori parcelou, congelou e pagou atrasado os salários, acentuando a crise. Com Leite, esta política teve continuidade.”

Ao lembrar dos graves problemas do Instituto, como a falta de hospitais e médicos credenciados e uma dívida de bilhões, Vera evidenciou as próximas iniciativas em defesa do IPE. “No dia 5 de maio haverá uma audiência pública na Assembleia Legislativa. Vamos seguir denunciando que, diante do arrocho salarial que nos massacra, não temos como contribuir mais.”

Na sequência do Encontro, o advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, explicou, de forma detalhada, questões que impactam na vida funcional dos educadores(as), como a alteração no plano de carreira do magistério, principalmente quanto a implantação do subsídio, as parcelas de irredutibilidade e autônoma, a mudança na nomenclatura das gratificações e o falso reajuste propagado pelo ex-governador Eduardo Leite (PSDB).

Por respeito e uma aposentadoria digna

O professor Sérgio Antônio Kampfer, representante dos aposentados(as) na Direção Executiva da CNTE, elencou algumas das políticas planejadas pela entidade para essa parcela da categoria. “Destaco a criação de um dia de luta dos aposentados para denunciarmos, por exemplo, o confisco e os ataques aos nossos direitos. Vamos definir a data no segundo semestre deste ano”, explicou.

A luta contra a PEC 32, a revogação da reforma trabalhista e do ensino médio e a defesa do piso nacional, foram outras ações destacadas pelo educador.

“Os direitos que adquirimos foram resultado da luta coletiva dos trabalhadores, mas isso não quer dizer que vão durar para sempre. Estamos na mão de uma elite do atraso. Para nossa sorte, somos muitos, uma grande força”, enfatizou.

A diretora do departamento dos aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, lembrou das propostas aprovadas na Assembleia Geral do Sindicato, realizada em 1° de abril, com destaque para as que tratam da luta contra a PEC 32, da revogação da reforma administrativa e da elaboração de uma Carta Compromisso, onde os candidatos ao governo do Estado se comprometam a revogar todas as reformas ocorridas que retiraram os direitos da categoria e da classe trabalhadora.

“Em toda minha carreira nunca vi um ataque tão grande aos educadores. Nossos direitos foram barbaramente atacados. Nos últimos anos, não temos conseguido sequer arcar com os custos de remédios, alimentação e contas essenciais”, desabafou Glaci.

A descontração também teve espaço no Encontro. Com o objetivo de ressaltar a importância do movimento para a saúde física e mental, a diretora Sandra Severo Régio convidou a todas e todos para dançarem algumas músicas coreografadas por ela.

Ao fim da reunião, os presentes definiram uma agenda de possíveis lutas e atividades para o decorrer do ano.

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Nesta quarta-feira (27), as diretoras da Comissão de Educação do CPERS, Rosane Zan, Sonia Solange Viana e Vera Lessês acompanharam a posse das educadoras Simone Goldschimdt e Sandra Beatriz Silveira, novas representantes do Sindicato, no Conselho Estadual de Educação (CEEd).

O encontro, realizado no Auditório da Famurs, em Porto Alegre, contou com a presença de diversos educadores(as) de diferentes entidades.

As novas empossadas para a gestão 2022/2026, têm a função de produzir as normas e fiscalizá-las, além de levar as demandas da categoria.

A conselheira, Sandra Beatriz Silveira, destacou que a troca de experiências entre os conselheiros(as) é um grandioso aprendizado e saudou o CPERS, entidade que irá representar.

“O CPERS merece todo nosso carinho, pois, busca diariamente o respeito pelos professores e funcionários de escola, assim como a defesa da educação pública”.

A educadora também falou dos desafios que virão pela frente e da importância da defesa da educação pública. “É importante que tenhamos esperança sempre. Que sejamos girasóis em muros coloridos. Sempre buscando o melhor para a educação”, afirmou.

Simone Goldschimdt, que assume novamente a função, emocionou-se ao agradecer ao CPERS e as colegas presentes: “Saúdo aqui as minhas companheiras de lutas, estamos sempre juntas na defesa dos direitos dos educadores e da educação pública de qualidade.”

A diretora do 32º núcleo (Taquara), destacou a importância de quem luta pela educação conhecer o chão da escola.

“Nós conhecemos muito bem a sala de aula e todas as dificuldades que a escola pública enfrenta. Por isso, eu sempre tive junto ao CPERS em defesa da educação. Agradeço ao meu Sindicato por me conduzir novamente para mais uma gestão na CEEd.  A educação é algo extremamente importante e nós estaremos defendendo ela sempre”, concluiu Simone.

O presidente do CEEd, Oswaldo Dalpiaz, saudou os novos conselheiros(as) e falou do desafio que é compor o grupo. “Desafio de fato, o conselho é formado por pessoas que aceitam desafios. Discutimos, debatemos e voltamos ao assunto, até conseguir que seja aprovado”, concluiu.

Na ocasião, foram empossados 11 conselheiros(as) representantes do CPERS, ACPM Federação, UNDIME/RS, Sinepe/RS, Simpro/RS, Federapars,  AESUFOPE e Executivo Estadual.

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No mês em que comemoramos no Brasil a memória de Joaquim da Silva Xavier, popularmente conhecido como Tiradentes, nunca é demais lembrar que, se hoje este homem é por todos nós reverenciado como herói nacional, um dia foi morto, esquartejado e, as partes de seu corpo, exibidas em praça pública para que sua rebeldia não servisse de exemplo para ninguém. Assim acontece, não raro, com as grandes lideranças sociais e populares de nosso povo. As elites sempre criminalizam e perseguem os verdadeiros heróis do nosso povo, ontem e hoje.

Paulo Freire também foi perseguido pelas elites políticas de seu tempo, obrigado ao exílio e ao distanciamento forçado do povo que sempre tanto amou. Assim como Tiradentes, Paulo Freire só conseguiu ser reconhecido por suas contribuições ao povo brasileiro tempos depois de ser caluniado pelo governo militar. Coincidentemente, o mesmo governo restabeleceu Tiradentes como herói nacional. O motivo dessa releitura histórica por parte dos militares brasileiros em 1965 não se deu somente pelo fato de Tiradentes ter sido um militar, mas, sobretudo, porque a memória desse inconfidente mineiro passou a representar a luta pela própria independência do Brasil da Coroa Portuguesa, que veio a ocorrer quase 100 anos depois.

A educação libertadora de Paulo Freire também foi caluniada e difamada. Ele mesmo sofreu as piores acusações dos poderosos de então. Anos mais tarde, foi reconhecido como o maior pedagogo brasileiro no mundo, lido e citado nas faculdades de pedagogia de todo o planeta. A sua proposta por uma educação emancipadora também convergia com o propósito de independência de nosso povo: só a educação poderia nos libertar do jugo dos tiranos. Assim como a luta anticolonial de Tiradentes forjou, anos mais tarde, a própria independência brasileira, a educação libertadora pensada por Freire inspirou nossos sentimentos mais generosos na redemocratização brasileira ao final da ditadura militar que se iniciou em 1964 no Brasil.

Fortemente influenciado pelo pensamento de Amílcar Cabral, líder revolucionário da luta anticolonial da Guiné-Bissau e de Cabo Verde contra o colonialismo português, Freire bebeu na fonte da luta independentista desses dois países irmãos da África. Chegou a comparar Cabral com Che Guevara, indicando os dois como sendo “duas das maiores expressões do século XX”.

A Inconfidência Mineira de Tiradentes, portanto, representou para a independência do Brasil o mesmo que Amílcar representou para a independência e luta anticolonial daqueles dois países irmãos. A educação libertadora só seria realmente emancipadora, criadora de autonomias políticas e subjetivas do ser humano, se estiver inscrita em um paradigma de luta permanente pela independência e soberania dos nossos povos. Paulo Freire atuou como consultor militante de projetos educacionais na África quando da independência de várias ex-colônias portuguesas na África, à época quando fez parte de uma equipe do Instituto de Ação Cultural do Departamento de Educação do Conselho Mundial de Igrejas.

Se Tiradentes foi considerado um “inconfidente” pelos poderosos de seu tempo, Freire também o foi quando se alinhou na luta anticolonial na África e também no esforço de forjar um Brasil verdadeiramente independente e soberano. O projeto libertador de sua concepção pedagógica é o caldo para uma verdadeira independência que virá a acontecer no Brasil quando nosso povo tiver acesso pleno a uma educação de qualidade. E isso não cairá dos céus: será fruto de nossa luta diária por uma educação inspirada em Freire e que tenha como exemplo também nosso herói nacional Tiradentes.

(Brasil de Fato, Heleno Araújo, 25/04/2022)

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Nesta terça-feira (26), o CPERS, juntamente com representantes das demais esferas do funcionalismo, realizou ato público unificado em defesa do IPE Saúde, por salário digno e pela revisão do valor do Salário Mínimo Regional.

Em frente à sede do Instituto, na capital, centenas de manifestantes ressaltaram a importância de manter o IPE público, solidário e de qualidade, bem como a urgente e justa reposição salarial para todos os servidores(as).

Nas falas das entidades foi destacado que o pagamento patronal – do governo – tem sido repassado com atrasos consecutivos. Diante disso, a autarquia sobrevive com os 3,1% da participação do funcionalismo, que já amarga oito anos de salários defasados.

Como consequência, a arrecadação do IPE Saúde fica estagnada, o que reflete diretamente na falta de recursos para atualizar o valor repassado aos médicos, honorários hospitalares e prestadores de serviço. Ou seja, precariza ainda mais os atendimentos.

“São quase um milhão de usuários do IPE. Se hoje o SUS, em alguns lugares, já está oferecendo um atendimento deficitário, imaginem com mais esta demanda. Então, lutar pelo IPE é defender a saúde de toda a população gaúcha”, observou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

“O novo governador, na prática, segue a política de Leite e Sartori. Arrocha nossos salários e deixa a população sem os serviços a que tem direito. Sucessivamente, os governos sucateiam o IPE com a finalidade de privatizá-lo. Seguiremos lutando pelo direito a um atendimento de qualidade e defendendo o SUS, para que não fique sobrecarregado”, afirmou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt.

A diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, enfatizou que a responsabilidade pelo sucateamento da autarquia é do governo. “Em 2018 criaram a autarquia e abandonaram. Em quatro anos, já é o 6º presidente. Não estão comprometidos com uma gestão séria. Queremos médicos, hospitais e clínicas credenciadas que ofereçam um serviço de qualidade.”

“O IPE é um patrimônio da sociedade gaúcha. O governo se diz preocupado com o Instituto, mas afirma que vai diminuir milhões do orçamento. A verdade é que quer privatizar”, expôs a representante do Fórum em Defesa do IPE, Marcia Eliza Trindade

Do local, os manifestantes seguiram em caminhada até o Palácio Piratini.

10,06% é justo e urgente!

No último dia 20, diante da cobrança dos servidores(as) para que o governo conceda a justa reposição de 10,06% para todos(as) os servidores(as), o governador Ranolfo Vieira Júnior afirmou não haver condições de conceder qualquer correção acima dos 6% (PLC 42/2022).

Um estudo do Dieese, já de posse do governador, desmente a justificativa. A análise mostra que o atingimento dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal não depende apenas do reajuste aos servidores(as), como alega o governo.

O documento ressalta ainda as perdas salariais dos servidores(as) públicos – da ativa e aposentados(as) – desde o último reajuste, em 2014.  De acordo com o INPC/IBGE, a inflação acumulada entre novembro de 2014 e março de 2022 chega a 58,96%, o que representa, portanto, a perda de mais da metade do poder aquisitivo do funcionalismo.

“Nós merecemos, trabalhamos muito, não paramos nem no pior momento da pandemia.  Já são oito anos sem reposição. O estudo do Dieese, que entregamos nas mãos do governador, deixa claro que é possível sim conceder 10,06%”, frisou a presidente Helenir.

“O governo sempre demonstrou um descompromisso com a categoria e os serviços públicos, além de não valorizar o IPE. Hoje, temos muitos bens do Instituo vendidos e o dinheiro colocado em caixa único. Isso é imoral”, denunciou o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

A diretora do Departamento dos Funcionários(as) de Escola do CPERS, Juçara Borges, ressaltou que o índice de 6% proposto pelo governo não trará nem um centavo a mais para os funcionários(as) que recebem o salário base de R$ 620,72. “A maioria tem este salário miserável. Se ficar só nesse percentual, o completivo sugará os míseros reais de aumento e ficará tudo igual. É um absurdo.”

“A defesa do IPE é imprescindível para os aposentados, pois é o momento em que mais precisam. Mas a realidade que enfrentamos é a de total precariedade. E quanto ao reajuste, é uma questão de sobrevivência, de humanidade”, destacou a diretora do Departamento dos Aposentados(as), Glaci Weber.

Sempre presente nas lutas da categoria, a professora aposentada Jussara Domingues, de 81 anos, levou sua indignação para o ato. “Eu não consigo deixar de vir, pois esses governos nos desrespeitam de forma absurda. Só trabalham para beneficiar os empresários. Está mais do que na hora da população aprender a votar naqueles que nos apoiam”, acentuou.

“Não podemos mais eleger esse partido para administrar o nosso estado. Não vamos nos enganar com as propagandas, basta olhar os nossos contracheques para ver como foram sanadas as contas do estado do Rio Grande do Sul”, acrescentou a presidente Helenir.

Unidade na luta

Ao final do ato, todos os representantes das entidades representativas do funcionalismo público gaúcho deram as mãos simbolizando a força da unidade em defesa do IPE e da valorização dos servidores(as).

“Apesar do governo dizer que se reunirá com cada categoria em separado, nós estamos aqui hoje demonstrando que temos unidade na defesa do IPE e na valorização dos servidores públicos”, conclamou Helenir.

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Já está disponível em PDF o dossiê da #CaravanaDaVerdade do CPERS.

Durante cinco semanas, o Sindicato pegou a estrada com o desafio de cruzar o Rio Grande do Sul. Foram 31,8 mil quilômetros rodados, 430 escolas de 160 municípios gaúchos percorridos em todos os seus 42 núcleos.

A publicação traz as principais dificuldades encontradas nas escolas visitadas, atestando a incompetência do governo Eduardo Leite/Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) ao escancarar problemas não resolvidos em instituições visitadas na Caravana anterior do CPERS, realizada em 2021.

Leia abaixo ou baixe o arquivo do dossiê aqui!

Leia também o dossiê da Caravana do CPERS de 2021

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