Acusado de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o ex-ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro, Milton Ribeiro, foi preso na manhã desta quarta-feira (22). Gilmar Santos, um pastor ligado ao governo, também foi preso suspeito de integrar um esquema de propina dentro do Ministério da Educação (MEC).

Na avalição do presidente em exercício da CNTE, Roberto Leão, “Foi preso tarde. É importante que a gente faça uma grande investigação sobre a passagem do ministro Milton Ribeiro pelo Ministério da Educação. Ele disse que tudo o que ele cumpriu era Bolsonaro quem mandava, isso precisa ser apurado com profundidade”.

A CNTE já se posicionou no mês de março de 2022, período em que os jornais publicaram as denúncias, e reivindicou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MEC.

“A continuidade das investigações é necessária para desmontar o esquema de corrupção que está no MEC. Então é preciso ter uma CPI com o devido rigor, já que o ex-ministro falou que seguia ordens, então precisamos avançar nessa investigação até chegar no palácio no governo e fazer o Bolsonaro dar explicações que talvez ele não queira dar”, concluiu Roberto Leão.

Assunto do dia nas redes
A prisão do ex-ministro da Educação foi o assunto o dia inteiro nas redes sociais. Vários perfis no Twitter questionam a mudança do comportamento do presidente da República em relação a Ribeiro. A famosa frase “boto minha cara no fogo pelo Milton” voltou a repercutir depois que o presidente disse “ele que responda pelos atos dele”, se referindo a prisão do ex-ministro.

2022 06 22 print bbc

No Google Trends, o nome de Milton Ribeiro já teve mais de 200 mil pesquisas na ferramenta de busca e ficou no topo dos resultados durante todo o dia.

Fonte: CNTE

 

 

 

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A PEC 274/2019, de autoria do deputado Eric Lins (PL), pode ser votada na próxima terça-feira (28), na Assembleia Legislativa, e representa mais um ataque à educação pública gaúcha.

Confira, abaixo, alguns dos principais prejuízos – caso a PEC seja aprovada:

Descontinuidade do ensino, terceirizações e voucherização

Sem qualquer fundamentação pedagógica e debate com as comunidades escolares, a PEC 274 promove a fragmentação e a descontinuidade da aprendizagem dos alunos(as), tornando o Ensino Fundamental completo facultativo nas escolas ao alterar a redação do art. 216 da Constituição Estadual; também abre brechas para as terceirizações de escolas, como aconteceu nas redes municipais, e para a voucherização de estudantes com vagas nas privadas.

A oferta do Ensino Fundamental completo pelas escolas estaduais precisa ser planejada e executada de forma coesa, como dispõe na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e que obviamente faz muito mais sentido se ocorrer dentro de uma mesma unidade administrativa.

Risco de disputa aos recursos do Fundeb

Um dos principais problemas apontados é a possível disputa entre as escolas pelos estudantes sobre a distribuição do Fundeb, depositados em uma conta e distribuídos de acordo com o número de alunos(as).

O Fundeb não pode ser visto como instrumento de “disputa” de recursos se o objetivo maior, a finalidade comum, for a universalização da educação básica e a qualidade da educação, o que pode haver uso ineficiente do recurso.

Aumento da evasão escolar e insegurança sobre o futuro das unidades escolares

A Proposta também pode fomentar a evasão escolar, já que desconsidera as dificuldades a serem enfrentadas pelas famílias de estudantes, sobretudo em escolas do campo, além de ignorar exigências do Conselho de Educação.

Pior: com a alteração, haverá ainda maior insegurança sobre o futuro das unidades escolares, já ameaçadas pelo movimento de municipalização levado a cabo pelos governos Sartori (MDB) e Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB).

Também tirará da esfera municipal qualquer ingerência da decisão sobre a localidade das escolas centrais com Ensino Fundamental completo, afastando a comunidade escolar e prejudicando todo o processo de aprendizado dos alunos(as), que ficam sujeitos a diferentes métodos e precisam passar por novos processos de socialização. 

Escolas do campo ficariam mais desprotegidas

A PEC 274 terá consequências sistêmicas, educativas e sociais incalculáveis. Trata-se de um retrocesso que não se aplicaria apenas nas zonas urbanas, mas se estenderia à zona rural, que ficaria num vácuo: sem regulamentação, sem exigências, sem proteção ou segurança quanto à qualidade de sua oferta.

Pressione os deputados(as) para que rejeitem a PEC 274

É fundamental discutir a garantia da manutenção das escolas, promover o debate junto às comunidades escolares, além de salário e condições dignas de trabalho aos educadores(as).

Os deputados(as) precisam honrar seu compromisso com os gaúchos(as) e valorizar, de fato, o ensino público. Lembre-se: neste ano eleitoral, fique de olho em quem defende a educação e os educadores(as).

É preciso unidade para resistir a mais esse ataque ao ensino público! #NãoàPEC274!

>> Clique nos links e deixe o recado: deputado(a) que defende a educação, diz #NãoàPEC274!

MDB
Beto Fantinel – beto.fantinel@al.rs.gov.br
Carlos Búrigo – https://cutt.ly/DKv78Pl
Gabriel Souza – https://cutt.ly/xKv5fzr
Gilberto Capoani – https://cutt.ly/MKv5IUI
Juvir Costella – juvir.costella@al.rs.gov.br
Patrícia Alba – https://cutt.ly/fKv59FV
Tiago Simon – https://cutt.ly/pKv6tKQ
Vilmar Zanchin – https://cutt.ly/fKv6hUj 

PP
Adolfo Brito – https://cutt.ly/8KbraLn
Ernani Polo – https://cutt.ly/wKbrk7C
Frederico Antunes – https://cutt.ly/vKbrmmJ
Issur Koch – https://cutt.ly/eKbrOIF
Sérgio Turra – https://cutt.ly/gKbyPhC
Silvana Covatti – https://cutt.ly/5KbpnAl
Vilmar Lourenço – https://cutt.ly/vKbpIRx 

PSDB
Luiz Henrique Viana – luiz.viana@al.rs.gov.br
Mateus Wesp – https://cutt.ly/pKbp5gw
Neri o Carteiro – https://cutt.ly/LKbabHb
Pedro Pereira – https://cutt.ly/LKbdFfH
Rodrigo Maroni – https://cutt.ly/VKbdB3C
Zilá Breitenbach – https://cutt.ly/eKbd4o7 

PL
Capitão Macedo – https://cutt.ly/HKbgxCX
Eric Lins – https://cutt.ly/DKbgQA6
Kelly Moraes – https://cutt.ly/rKbgUV6
Paparico Bacchi – https://cutt.ly/RKbj4Uq
Rodrigo Lorenzoni – rodrigo.lorenzoni@al.rs.gov.br

PSB
Dalciso Oliveira – https://cutt.ly/HKbkblV
Elton Weber – https://cutt.ly/GKbkEJp 

PTB         
Elizandro Sabino – https://cutt.ly/FKbkVT6 

Novo
Fábio Ostermann – https://cutt.ly/BKbk8TT
Giuseppe Riesgo – https://cutt.ly/fKbzasG 

União Brasil
Aloísio Classmann – https://cutt.ly/lKbzzB2
Dirceu Franciscon – https://cutt.ly/qKbzEZz
Dr.Thiago Duarte – https://cutt.ly/DKbzIBB

Republicanos
Fran Somensi – https://cutt.ly/4KbgHHr
Franciane Bayer – https://cutt.ly/UKbgXTD
Sergio Peres – https://cutt.ly/CKbki17
Tenente Coronel Zucco – https://cutt.ly/AKbkhMf 

PSD
Gaúcho da Geral – https://cutt.ly/8KbhMpA 

Cidadania
Any Ortiz – https://cutt.ly/WKbg3A8 

PDT
Eduardo Loureiro – https://cutt.ly/7Kbh275
Gerson Burmann – https://cutt.ly/DKbjqQm
Juliana Brizola – https://cutt.ly/zKbhKMa
Luiz Marenco – https://cutt.ly/cKbjoco

PSOL
Luciana Genro – https://cutt.ly/VKbhsJv 

PT
Fernando Marroni – https://cutt.ly/qKbjhux
Jeferson Fernandes – https://cutt.ly/IKbjzDe
Luiz Fernando Mainardi – https://cutt.ly/pKbjnx3
Pepe Vargas – https://cutt.ly/1KbjUB2
Sofia Cavedon – https://cutt.ly/KKbhk79
Stela Farias – stela.farias@al.rs.gov.br
Valdeci Oliveira – https://cutt.ly/GKbjJeT
Zé Nunes – https://cutt.ly/PKbjMKa 

 

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O ex-ministro da Educação no governo Bolsonaro, Milton Ribeiro, foi preso nesta manhã pela Polícia Federal (PF). Além de Ribeiro, os pastores lobistas, Gilmar Santos e Arilton Moura, estão presos preventivamente. Eles são investigados por corrupção passiva e tráfico de influência no Ministério da Educação (MEC) para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A ofensiva, denominada de Acesso Pago, investiga a atuação de um gabinete paralelo no MEC que priorizava a liberação de recursos a prefeituras ligadas aos pastores.

O crime de tráfico de influência tem pena prevista de dois a cinco anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (dois a 12 anos de reclusão), prevaricação (dois meses a um ano de detenção) e advocacia administrativa (um a três meses).

Em sua gestão, Ribeiro não realizou uma ação sequer em defesa da educação pública. Muito pelo contrário, a marca de sua gestão foi a corrupção e a postura contrária ao direito constitucional à educação. Como se não bastasse também protagonizou pronunciamentos polêmicos como o que afirmava que as pessoas com deficiência atrapalhavam as aulas.

Crime contra o povo brasileiro

Em janeiro de 2021, um áudio revelado pela Folha de São Paulo mostra o ex-ministro afirmando que o presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu que o MEC priorizasse os pedidos feitos pelos pastores, que indicavam prefeituras que deviam ter prioridade no recebimento de recursos federais para a realização de obras como creches, escolas, quadras e compra de equipamentos de tecnologia.

No mesmo mês e após a repercussão do escândalo denunciado na gravação, Ribeiro pediu exoneração do cargo. Bolsonaro saiu em defesa de Ribeiro e afirmou categoricamente em vídeo que botava “a cara no fogo” pelo ex-ministro.

Agora, após a prisão de Ribeiro, Bolsonaro afirmou em entrevista à rádio Itatiaia: “Ele responde pelos atos dele”, referindo-se ao ex-ministro. O presidente disse ainda que “se a PF prendeu, tem motivo.”

O fato é que utilizar o espaço público para realizar um governo paralelo, além da sucessão de escândalos de corrupção no MEC – praticados com o conhecimento e aval de Ribeiro e Bolsonaro – configuram crimes graves contra o povo e contra a Constituição do país.

A prisão do ex-ministro e seus comparsas é o mínimo que se pode esperar diante de tamanho escândalo de corrupção em uma das áreas mais importantes para o desenvolvimento do país: a educação.

Dar prosseguimento às investigações é primordial para trazer à tona a resposta a questionamentos fundamentais para o total esclarecimento dos fatos: afinal, quem coordenou e validou todas as ações e esquemas de corrupção no Ministério?

É inadmissível que recursos tão necessários a inúmeras escolas públicas, que se encontram com estruturas extremamente precárias,  número insuficiente de profissionais, materiais escassos ou inexistentes, obras inacabadas, reformas urgentes pendentes, entre outras graves situações, sejam prejudicadas pelo desvio de verbas a prefeituras indicadas pelos aliados de Bolsonaro. É urgente encerrar o ciclo do “pagou/levou” que dissemina os atos corruptos deste governo.

O CPERS seguirá atento aos desdobramentos dos fatos e cobrando a devida punição a todos os envolvidos.

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O CPERS repudia a cruel condução da juíza Joana Ribeiro Zimmer no caso da menina, que vítima de estupro aos dez anos, veio a engravidar.

Sabendo da indesejada gestação de 22 semanas, a mãe levou a menina ao hospital de Florianópolis para interrupção autorizada pela lei. Mas o hospital se negou ao procedimento alegando idade gestacional acima de 20 semanas.

O caso chegou à juíza Joana que, a pedido do Ministério Público de Santa Catarina, determinou o acolhimento institucional, retirando a menina abruptamente da família e colocando-a em abrigo.

Em audiência realizada em flagrante desrespeito à lei nº 13.431 e aos protocolos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a criança foi inquirida diretamente pela juíza, em ato totalmente irregular e com participação da Promotora.

Os vídeos estampam cenas de grave crueldade à menina vítima de violência e à mãe que autorizava o aborto, com tentativas de indução para que a gravidez fosse mantida e o bebê entregue à adoção.

A atuação da juíza é execrável e deve ser imediatamente condenada, além de impedida de continuar no caso.

O Brasil está entre os 20 países que mais violenta crianças e adolescentes neste âmbito.

De acordo com os dados do Disque 100 (2019), 73% dos casos de violência contra crianças e adolescentes acontecem na casa da vítima ou do suspeito, sendo que 64% dos agressores são do convívio familiar da criança ou do adolescente (mãe, pai, padrasto e tios). Em relação à violência sexual, 87% dos agressores são homens e destes 40% são os pais ou padrastos das vítimas.

O CPERS ressalta que a escola é fundamental na prevenção, na identificação e no combate ao abuso sexual infantil. É uma importante referência para as crianças. É onde se sentem seguras e acolhidas; nela, muitos sinais de violência podem ser identificados.

Muitas vezes, a escola é o único espaço que crianças e adolescentes frequentam cotidianamente com adultos responsáveis fora do círculo familiar. Essa relação diária permite identificar mais facilmente mudanças de comportamento, machucados e outros sinais de violência, além de poder ser um espaço em que os estudantes podem pedir ajuda.

Defendemos um currículo escolar transversal para conscientizar a sociedade, coibir abusos e denunciar as variadas situações de violências.

Cabe ao Estado investir mais recursos públicos para garantir a melhoria das condições das escolas, de modo a atender, de forma plena e universal, o direito à educação, assegurando a proteção das crianças e adolescentes, bem como a promoção de seus direitos.

Urge o afastamento imediato da juíza Joana Ribeiro Zimmer que, à revelia da própria lei que deveria seguir, tem causado danos sucessivos a esta criança e à sua família.

É preciso combater qualquer forma de violência, seja ela física, psicológica ou sexual contra as nossas crianças e adolescentes!

Criança não é mãe! Não se deve normalizar a barbárie!

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Ampliar investimento público, aumentar a taxa de matrícula no ensino superior e universalizar o ensino para adolescentes de 15 a 17 anos. Essas são algumas metas previstas no Plano Nacional de Educação (PNE) que devem ser cumpridas até 2024, mas não avançaram nos últimos anos.

Os dados do Balanço anual do PNE, apresentados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, nesta segunda-feira (20), apontam um profundo retrocesso na área.

Das 20 metas estabelecidas em 2014, 15 não estão sendo cumpridas. Entre as cinco metas parcialmente cumpridas, estão aquelas que já estavam avançadas no momento da aprovação da Lei no mesmo ano, não indicando propriamente progresso do sistema educacional.

Os irrisórios avanços evidenciam que a educação é a área que mais tem sofrido ataques, sobretudo a partir do governo de Michel Temer (MDB) e perpetuado por Bolsonaro (PL).

Prova disso são os números. A edição deste ano do Balanço também mostra que, dos 38 dispositivos em andamento que servem como parâmetro para as metas, apenas cinco avançam em ritmo suficiente para serem cumpridos até o final da vigência do Plano, o que representa uma taxa de descumprimento da Lei de cerca de 86%.

A vigência do PNE tem sido marcada pela austeridade fiscal que se aprofundou nesse período e não saiu de cena desde a aprovação da EC 95/2016 do Teto de Gastos, aprovado no governo Temer (MDB) e sustentado por Bolsonaro (PL), comprometendo de maneira crítica os recursos da educação. 

Nenhuma das metas que estão em prosseguimento está em ritmo de avanço suficiente para serem cumpridas plenamente até o prazo final de vigência do Plano.

O cenário é de total descaso, que se agrava com a falta de transparência e de atualização das informações por parte do governo federal. Das 20 metas, oito não possuem dados abertos para serem analisados, o que indica que a situação exposta pode ser ainda pior.

A verdade é que a brutal política de destruição da educação pública, instaurada por Temer e continuada por Bolsonaro, segue a passos largos. 

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que autorizou a realização de até 30% do currículo do Ensino Médio na modalidade a distância, a Reforma do Ensino Médio, a militarização das escolas, o homeschooling, os cortes na educação, os escândalos de corrupção do Ministério da Educação (MEC), os ataques ao Piso Salarial Profissional Nacional e a não valorização dos trabalhadores(as) em educação escancaram a política de desmonte da educação e impedem o avanço do PNE.

O CPERS tem cobrado, em todas as frentes, políticas que priorizem a educação e os educadores(as).

No último mês, o Sindicato acompanhou a instalação da Comissão Especial de Monitoramento das Metas Estabelecidas no Plano Estadual de Educação (PEE), proposta pela deputada Sofia Cavedon (PT). Instituído pela Lei 14.705/2015, o plano estabelece 12 metas, que devem ser cumpridas até 2025.

Entre elas, estão a erradicação do analfabetismo, a universalização do atendimento escolar, a superação das desigualdades educacionais e a valorização dos profissionais da educação.

 

 

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O CPERS informa que, após inúmeros contatos e questionamentos com a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), a revisão geral de 6%, concedida pela Lei nº 15.837, de 18 de maio de 2022, será paga integralmente aos pensionistas do RPPS/RS na folha de junho, da seguinte forma:

I – 1% (um por cento), retroativamente a 1º de janeiro de 2022;
II – 4,951% (quatro inteiros e novecentos e cinquenta e um milésimos por cento), retroativamente a 1º de abril de 2022.

▶ Dúvidas devem ser enviadas para o e-mail disponibilizado pela Fazenda: atendimento.dgf.te@sefaz.rs.gov.br 
▶ O Serviço de Atendimento aos Sócios (SAS) do CPERS também está disponível para auxiliar com questões funcionais pelo WhatsApp (51) 9569.0465 ou (51) 9663 5699, de segunda a quinta, das 9h às 17h
▶ Você também pode entrar em contato com o seu núcleo para solicitar informações. Confira os contatos aqui.

 

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Após pressão, o ex-governador Eduardo Leite (PSDB) anunciou, nesta segunda-feira (20), que abrirá mão do valor de cerca de R$ 20 mil por mês de aposentadoria especial, quando fugiu de suas responsabilidades, renunciando ao governo, em março.

O CPERS denunciou amplamente a imoralidade do ex-governador em suas redes, no dia 15 de junho.

Eduardo Leite (PSDB), o maior mentiroso da história do RS, ainda tem a cara de pau de afirmar que estava “dentro das regras éticas e morais”, quando, na prática, deixou milhares de professores(as) e funcionários(as) na miséria, exterminou direitos, cortou gratificações, mentiu que concedeu 32% de reajuste aos educadores(as), obrigou aposentados(as) a pagarem novamente a previdência e não concedeu nem um percentual do Salário Mínimo Regional a funcionários(as) de escola.

É um total escárnio a quem dá a vida pela educação pública e trabalha sobrecarregado dia após dia ganhando um salário de fome.

No contracheque de maio, o ex-governador recebeu R$ 19.679,25 e mais uma parcela referente a abril de R$ 20.314,07. Somados, os valores brutos totalizaram R$ 39.993,32, com descontos, o valor líquido ficou em R$ 29.864,52.

Em parecer, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) lhe concedeu o direito de receber, por quatro anos, 65% do salário de governador, o equivalente ao período de dois anos e sete meses em que ficou no cargo. 

A 4ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre havia concedido até hoje o prazo para que a PGE explicasse o pagamento mensal.

O CPERS seguirá atento, denunciando a imoralidade de Eduardo Leite (PSDB) e cobrando políticas do atual governo que incluam prioritariamente a educação, além da valorização dos educadores(as) da ativa e aposentados(as).

Leia também:

> Estado tem 48 horas para justificar pagamento de pensão a Eduardo Leite
> Alerta ao país: quem é Eduardo Leite e por que sua gestão foi um desastre para a educação pública

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A 4ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre decidiu dar o prazo de 48 horas (até esta segunda-feira) para Eduardo Leite (PSDB) e o Estado explicarem os motivos do pagamento de pensão ao ex-governador, após sua renúncia no final de março, quando passou a receber cerca de R$ 20 mil por mês.

Na decisão, assinada nessa quinta-feira (16), o juiz Fernando Carlos Tomasi Diniz afirma que “são ponderáveis os argumentos dos autores (da ação) no tocante à interpretação um tanto forçada de regra intertemporal feita pela Procuradoria-Geral do Estado para justificar o pagamento proporcional ao ex-governador”.

A seguir, o juiz destaca que não há urgência que justifique decidir sobre o caso sem ouvir os argumentos do ex-governador e do governo do Estado. O juiz também sinaliza no texto que, caso o pagamento da pensão seja declarado ilegal, Leite poderá ser condenado a devolver os valores recebidos.

“Já antecipo, acaso reconhecida a ilegalidade do pagamento, os valores recebidos deverão ser repetidos a partir desta data. Ou seja, não será aceita a alegação de recebimento de boa-fé”, escreveu Diniz.

Enquanto milhares de educadores(as) vivem na miséria, fruto do assalto dos contracheques e extermínio de direitos por sua política cruel, Leite continua recebendo proventos normalmente.

São oito anos sem reposição salarial, inflação nas alturas, perdas de gratificações, contracheques com UM CENTAVO de “aumento”, educadores(as) pagando o reajuste com dinheiro do próprio bolso, aposentados(as) tendo que voltar a pagar a previdência e funcionários(as) sem nem um percentual do Salário Mínimo Regional. Não é justo!

O CPERS seguirá atento, denunciando a imoralidade de Eduardo leite (PSDB) e cobrando políticas do atual governo que incluam prioritariamente a educação, além da valorização dos educadores(as) da ativa e aposentados(as).

 

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O CPERS manifesta a sua mais profunda solidariedade aos familiares do jornalista Dom Philips e do indigenista Bruno Pereira, desaparecidos desde o dia 5 de junho, na Terra Indígena Javari, no Amazonas.

Nesta quinta-feira (15), a brutalidade de seus assassinatos foi confirmada por dois homens presos pela Polícia Federal. As vidas de Dom e Bruno foram ceifadas por uma política de morte violenta e antidemocrática, que silencia todos aqueles que buscam denunciar os abusos a nosso povo e nossa terra.

Estes dois guerreiros foram vítimas da necropolítica nefasta que decide quem vive e quem morre, com base no interesse financeiro que prioriza o lucro no lugar da vida, com o consentimento e apoio de Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro destruiu toda e qualquer rede de proteção às tribos e à natureza na Amazônia, deixando livre o terreno para o tráfico e seus cartéis, garimpo ilegal, tráfico de madeira e outras mazelas. Fez de caso pensado e anunciado, quando disse que iria “dar uma foiçada” na Fundação Nacional do Índio (Funai) – triste alegoria que se concretiza na morte de dois trabalhadores(as) engajados em um mundo mais justo e menos desigual.

De acordo com o relatório da ONG Global Witness, o Brasil é o quarto país do mundo que mais mata ambientalistas. No Brasil e no Peru, é estimado que três quartos dos assassinatos aconteceram na região da Amazônia, com ativistas que protegiam a floresta.

No levantamento, também consta que há suspeitas de que quase 30% dos ataques tiveram relação à luta contra a exploração de recursos como extração de madeira, mineração e agronegócio em grande escala. Desse total, exploradores da indústria madeireira são suspeitos pelo maior número de assassinatos, respondendo por 23 casos.

O Sindicato repudia os discursos e a política genocida de Bolsonaro – que despreza a vida, promove a violência e a destruição, além do desmonte dos serviços públicos e da organização da sociedade brasileira.

Exigimos que os responsáveis diretos e indiretos sejam encontrados, julgados e punidos e que toda a política de destruição representada pelo atual governo seja derrotada e o Brasil supere esse período de barbárie e fome.

A investigação não pode terminar nos dois assassinos confessos. A teia de crimes precisa ser investigada, desfeita e seus cabeças penalizados; sobretudo aqueles que ditam políticas que abrem espaço para o crime.

Nosso carinho e empatia aos colegas e a todos os defensores dos direitos humanos, dos povos indígenas, do meio ambiente; indigenistas e defensores da vida.

Clamamos por justiça às vítimas da violência de Estado, do descaso que deixa criminosos agirem livremente, destruindo a mata e tirando a vida daqueles que a defendem. Justiça para Dom e Bruno!

Ilustração: Cris Vector

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A Direção Central do CPERS informa que nos dias 16 e 17 de junho o atendimento na área administrativa da sede do Sindicato, em Porto Alegre, estará suspenso em razão do feriado de Corpus Christi.

Informamos que o alojamento e a portaria do Sindicato funcionarão normalmente.

A cantina da sede durante o feriado estará fechada voltando às suas atividades na segunda-feira (20), às 7h30.

Desejamos um bom feriado!

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