A educação é uma das principais pautas em todas as eleições, porém, passado o pleito eleitoral, não é isso que acontece em grande parte dos poderes executivos e parlamentos do Brasil. Pelo contrário! A escola pública e seus trabalhadores/as são atacados diuturnamente. Cortes de verbas deixam milhares de crianças e jovens sem escola de qualidade e a desvalorização dos profissionais da educação – aliada às políticas de privatização e mercantilização do ensino público – comprometem a oferta pública educacional.

A CNTE e seus sindicatos filiados lutam em defesa da escola pública e de seus profissionais. Também defendem a democracia, o Estado de Direito e a Constituição Federal, que têm sido vilipendiados nos últimos tempos. E é com base nesses princípios que apresentamos às comunidades escolares algumas pautas centrais de interesse da educação pública e de seus profissionais, para que sejam debatidas nas escolas e na medida do possível com os próprios candidatos e candidatas à Presidente/a, Governador/a, Senador/a e Deputados/as Federais e Estaduais.

Inspirados em Paulo Freire, patrono da educação brasileira, façamos das eleições 2022 um espaço de conquistas e de escolhas de representantes comprometidos com a Escola Pública, Gratuita, Democrática, Emancipadora, Popular, Laica, de Qualidade Social e para Todos/as!

O QUE DEFENDEMOS

» Escola inclusiva, integral na etapa obrigatória (4 a 17 anos) e para todos/as, sem preconceitos e discriminações de quaisquer ordens, com atenção especial às pessoas com deficiência, aos analfabetos literais, aos jovens e adultos que não completaram a educação básica (cerca de 80 milhões de pessoas), às mulheres, às populações negra e LGBTQIA+ e às comunidades quilombolas, indígenas, ribeirinhas e do campo.

» Gestão Democrática e Currículo emancipador, humanístico e voltado à profissionalização e ao acesso de todas as classes sociais à universidade pública e gratuita, respeitando-se as políticas de cotas como forma de combater as históricas desigualdades de classe, de raça e de gênero no Brasil.

» Cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação – PNE e dos respectivos planos estaduais e municipais, quase todas ignoradas pelas políticas ultraneoliberais, sobretudo pela Emenda Constitucional nº 95 (Teto de Gastos Sociais) e pela desvinculação do Fundo Social do Pré-sal, que retiram recursos da educação e de outras políticas públicas.

» Financiamento compatível para todos os níveis, etapas e modalidades da educação (meta 20 do PNE), com imediata aprovação do Sistema Nacional de Educação, do Custo Aluno Qualidade e da Política Nacional de Avaliação da Educação Básica, com foco nas experiências escolares, nos níveis socioeconômicos dos estudantes e nas condições de trabalho nas escolas.

» Cumprimento integral da lei do Piso do Magistério (valor e jornada extraclasse), da Formação Inicial e Continuada (Decreto nº 8.752/2016) e regulamentação do Piso Nacional para os Profissionais da Educação e das Diretrizes Nacionais de Carreira para professores/as, especialistas e funcionários/as da educação, à luz do art. 206, V e VIII da Constituição Federal e das metas 16 a 18 do PNE.

O QUE NÃO DEFENDEMOS

» Cortes e contingenciamentos orçamentários que impedem os investimentos nas escolas, institutos federais e universidades públicas. Entre 2015 e 2021, o MEC e o FNDE perderam cerca de 40 e 30 bilhões de reais, respectivamente, e o repasse de verbas ficou condicionado a práticas antirrepublicanas. Por isso a CNTE é a favor da CPI do MEC!

» Gestão privada de escolas públicas e a transferência de recursos públicos para instituições particulares, como ocorre na antirreforma do Ensino Médio e na recente alteração do FUNDEB. São medidas que beneficiam agentes privados e desresponsabilizam os gestores públicos e que no longo prazo reduzirão o número de escolas públicas e seu corpo funcional, afetando a escolarização dos mais vulneráveis. Defendemos recursos públicos para a educação pública!

» Reforma do Ensino Médio que transfere dinheiro e matrículas das escolas públicas para a rede privada, esvazia o currículo, estimula a demissão e/ou remoção de professores e funcionários das escolas, restringe o acesso de milhares de jovens das classes populares ao ensino superior e não garante a oferta de todos os itinerários formativos aos estudantes na maioria das escolas do país

» Militarização de escolas públicas que compromete a gestão democrática, a pluralidade do ensino, o trabalho pedagógico emancipador e o acolhimento humanizado. Além de não melhorar os índices de violência dentro e no entorno das escolas, a militarização expõe a comunidade escolar a perseguições, assédios, agressões e evasão de estudantes “não desejáveis” pelos padrões militares. A pedagogia é ciência e profissão e a escola pública é direito de todos!

» Educação Domiciliar (homeschooling) e Lei da Mordaça (“Escola sem Partido”). Ambas agem contra a liberdade de aprender, ensinar e o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas assegurados na Constituição. O Homeschooling expõe crianças à violência e à desprofissionalização pedagógica e a Mordaça tenta eliminar temas curriculares sobre gênero, orientação sexual e inúmeros preconceitos que geram violência e exclusão sociais. Pela reformulação da BNCC e sua correta adequação aos currículos escolares.

» Reforma Administrativa (PEC 32/2020) com privatização dos serviços públicos. A proposta admite a gestão direta de todas as escolas por entidades e empresas privadas, inclusive a contratação de pessoal sem concurso público e sem acesso aos planos de carreira. Também possibilitará a demissão em massa dos atuais servidores estáveis. Trata-se de um projeto que destruirá os serviços públicos e prejudicará o atendimento básico à maioria da população.

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda” – Paulo Freire.

-> Acesse o arquivo completo em PDF clicando aqui

-> Acesse o arquivo para impressão clicando aqui

Fonte: CNTE

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A partir desta quarta-feira (24), os usuários do IPE Saúde terão acesso ao Portal do Segurado. A solução integra uma ampla reformulação dos serviços digitais, que envolve desde mudanças no site até novas ferramentas para agilizar processos.

A diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do CPERS no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, destaca que essa era uma reivindicação dos representantes classistas no Conselho. “Essa era uma de nossas solicitações, para que houvesse uma melhoria nos canais de comunicação  entre os segurados e o IPE SAÚDE.  Isso tanto no atendimento via telefone quanto no online.  É fundamental facilitar o acesso das pessoas e a agilidade  no atendimento  por parte do próprio Instituto”, frisa a diretora.

O primeiro serviço oferecido no novo formato é a Habilitação do Segurado, o passo inicial para contar com a assistência do IPE Saúde. O processo, que até então envolvia preenchimento de formulários e envio de documentação digitalizada pelo site (sem a geração de protocolo de controle do atendimento), passa a ser simplificado, feito integralmente pelo usuário com a validação do CPF por meio da integração com o portal gov.br. Também será possível realizar o acompanhamento das solicitações e responder a uma pesquisa de satisfação do atendimento digital.

As funcionalidades incluem ainda acesso à consulta detalhada dos planos com carências, dados sobre o grupo familiar, histórico médico e informações sobre a situação do cartão IPE Saúde. O objetivo é que, em breve, outros serviços, como habilitação de dependentes e solicitações de reembolso, contem, também, com as novas funcionalidades.

Melhoria dos serviços digitais

Outras ações com foco na maior eficiência dos serviços digitais também estão em curso, entre elas, reformulações no site e desenvolvimento de novas ferramentas. No início de agosto, foi realizado o HackaTech, uma maratona de mais de 12 horas de programação com a participação de alunos do Senac Tech e do Senac Saúde, com foco em criar soluções para o IPE Saúde.

Atualmente, além dos serviços disponibilizados pelo Atendimento Digital, os usuários podem recorrer à Central de Atendimento Telefônico e aos postos de atendimento presencial em Porto Alegre e no interior, por meio do Programa Facilitadores. Mais informações sobre os canais de atendimento podem ser obtidas no site (https://ipesaude.rs.gov.br/atendimento).

O CPERS segue na luta em defesa do IPE Saúde público e de qualidade, para que haja a garantia de atendimento a todos os segurados(as) e dependentes e que os profissionais credenciados sejam valorizados e atendam de acordo com as normas do Instituto, garantindo a saúde dos segurados(as).

Fonte: IPE Saúde

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A maior crise sanitária do século jogou luz e ampliou as desigualdades no ensino público no Brasil. Escolas fechadas, evasão escolar, problemas de aprendizagem, falta de estrutura nas escolas, queda nas matrículas e saúde emocional de alunos/as e professores/as abaladas são alguns dos problemas que a educação pública brasileira enfrenta.

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Datafolha, em janeiro, 4 milhões de estudantes abandonaram a escola durante a pandemia. As principais motivações foram a dificuldade do acesso remoto às aulas e problemas financeiros, em que os alunos que lideraram a taxa de abandono pertenciam às classes D e E.

Além disso, um em cada quatro brasileiros não têm acesso à internet, representando cerca de 46 milhões de pessoas, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua TIC), de 2018. Durante dois anos de pandemia de Covid-19, 38 milhões de alunos de escolas públicas enfrentaram 287 dias de escolas fechadas entre 2020 e 2021, segundo o Inep. A média equivale a quase um ano letivo e meio.

A professora de história da rede municipal de Maracanaú, município do estado do Ceará, que fica a 24 km da capital Fortaleza, Nivia Marques Monteiro, vivenciou esse drama de perto. “Muitos alunos não conseguiram acompanhar as aulas remotamente, a gente teve uma evasão muito grande por muitas questões (…). Aqui, a desigualdade social é grande e tinha alunos sem equipamentos para estudar, sem materiais, e daí muitos deles se afastaram da escola”, conta.

O município foi um dos últimos do estado a voltar às aulas presenciais devido aos muitos problemas estruturais nas escolas, adequação dos protocolos sanitários e escolas não padronizadas. O resultado foi muita defasagem de aprendizagem e problemas de evasão nas escolas.

O que a professora relata é comprovado pelo levantamento do jornal Folha de S. Paulo que aponta que o fechamento de escolas na pandemia em 2020 derrubou em 72,5% o aprendizado esperado.

Os dados da rede estadual paulista mostram ainda que o risco de abandono cresceu 365% durante o período em que as escolas ficaram fechadas e a falta de aulas presenciais fez esse risco médio crescer no mínimo 247% (ou seja, mais que triplicar), mesmo em cidades em que a pandemia foi mais leve.

Para Nivia, que também é secretária de políticas de gênero do Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação no Município de Maracanaú (Suprema), o atraso nas tomadas de decisões da prefeitura, que cortou vários benefícios dos professores/as, levou docentes e estudantes a terem problemas físicos e emocionais.

“O ano de 2020 foi bem difícil aqui em Maracanaú porque quando veio a pandemia a gente teve um atraso grande em tomar uma decisão. As escolas foram fechadas, mas demorou a pensar como seria o ensino remoto e ficou todo mundo ansioso e confuso com o que estava acontecendo”, completa.

O documentário “Desconectados”, com pré-estreia agendada para esta semana, mostra histórias de como foi viver este isolamento, na voz dos que viveram na pele o que milhares de outras famílias passaram durante a crise sanitária.

Prejuízos para toda sociedade

A falta de coordenação do MEC do governo federal e a ausência de apoio para as prefeituras e estados levou o período sem aulas presenciais à desigualdade na oferta do ensino remoto, que esbarrou em problemas estruturais, como a falta de conectividade de rede de internet. Menos da metade dos estudantes brasileiros (39%) tiveram acesso às aulas de reforço durante o isolamento provocado pela pandemia, o que intensificou a desigualdade educacional.

“São prejuízos para toda sociedade e com certeza para a educação, que é uma parte fundamental do desenvolvimento do nosso país, sofreu muito porque não houve um investimento adequado durante e depois da pandemia”, afirma Ieda Leal, professora e secretária de Combate ao Racismo da CNTE.

Para ela, a educação está numa situação caótica porque houve perdas irreparáveis de colegas de trabalho, alunos que desapareceram na pandemia e famílias que foram devastadas. Segundo os dados da “Educação na perspectiva dos estudantes e suas famílias”, realizada pelo Datafolha, por outro lado, os alunos que tinham aulas online antes da pandemia foram menos prejudicados pelo fechamento das escolas, tanto no risco de abandono quanto na perda de aprendizagem.

“A pandemia aumentou a miséria, a desigualdade social e, de quebra, a desigualdade escolar. Se a gente não tem a condição normal de aprender, perdemos essa possibilidade e serão anos para retornar. Precisamos fazer um esforço para enfrentar essa disparidade entre alunos que conseguiram acompanhar remotamente com internet, aparelho celular, e tivemos alunos que não acompanharam porque tiveram problema de sinal e de energia”, finaliza a dirigente.

Como a reportagem da CNTE já mostrou, os desafios e esforços de estudantes, famílias e educadores no pós-pandemia ainda são grandes. Pelo país, professores e alunos sofrem com a ansiedade, depressão e outros problemas relacionados à saúde mental, principalmente com retorno das aulas presenciais, depois de dois anos de pandemia, e problemas estruturais nas escolas.

Foto destaque: Rovena Rosa/Agência Brasil
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Debater a luta, mobilizar a base e discutir projetos que – de fato – defendam a educação e os educadores(as) são alguns dos propósitos da #CaravanaPelaDemocracia do CPERS.

Nesta terça-feira (23), primeiro dia da quarta semana de Caravana, dirigentes do Sindicato desembarcaram nas regiões que abrangem os núcleos de Estrela (8º), Bagé (17º) e Carazinho (37º) e tiveram um amplo debate com professores(as) e funcionários(as) de escola sobre a escolha de um futuro digno para a educação pública no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Esta Caravana mostra a sua importância na medida em que fica claro para os educadores quais são os projetos, as candidaturas e que tipo de governo e de parlamento nós precisamos para ter a educação verdadeiramente valorizada. O último período foi de grandes retrocessos na questão dos direitos, na questão das políticas públicas e, portanto, é preciso escolher caminhos para que a gente volte a ter uma educação que contribua para o desenvolvimento econômico, social e humano do país e do estado”, asseverou Alex Saratt, presidente em exercício do CPERS.

Escola Indígena de Carazinho está sem prédio devido à morosidade do governo 

Durante a passagem da #CaravanaPelaDemocracia por Carazinho, representantes da Direção Central e do 37° Núcleo  do CPERS visitaram a Escola Estadual Indígena Kame Mre Kanhkre, que desde março, quando um temporal destruiu o prédio da instituição, luta para que as obras sejam retomadas. 

O educador Adilson Jacinto, único professor da escola, que atende 15 alunos da 1ª à 5ª série, de forma multisseriada, destaca que com a morosidade do governo, quem sofre é a comunidade indígena de Carazinho. 

“Em março tivemos a fatalidade que poderia ter vitimado alunos, professor e funcionário com o temporal, e até agora o problema não foi solucionado, até quando vamos ter que esperar?”, questionou.

Adilson ainda ressaltou que: “aqui ainda não fechou porque tem uma política que defende uma educação diferenciada dos povos indígenas. Se não, já tinham fechado. Nós não queremos sair daqui, queremos educar nossas crianças para que propaguem a nossa cultura”.

Para a tesoureira do CPERS, Rosane Zan, a luta é imprescindível para assegurar conquistas e escolher projetos que defendam uma educação pública, gratuita e de qualidade social.

“Nestes 77 anos do Sindicato, sempre tivemos a preocupação em defender a democracia, desde a época da ditadura. Nós somos seres políticos e, por isso,  precisamos entender que nós temos dois projetos em curso: um que se preocupa com o bem estar social e outro que defende o capital e não se preocupa com nada que é público. Nós não vamos deixar de fazer a luta, independente do governo que for, se nós não nos conscientizarmos na hora de votar, nós vamos ver a consolidação desse projeto”, explicou Rosane.

“Compare os últimos quatro governos e veja quem mais fez pela educação. Não dá mais, não podemos reeleger os governos que estão agora, estamos no precipício. Devemos e temos que fazer o voto certo, em candidatos que priorizem a educação pública e os educadores”, destacou o diretor Leonardo Preto.

A diretora Juçara Borges frisou a importância da consciência política, sobretudo neste ano eleitoral.

“Este ano é decisivo, temos que pensar nos projetos que queremos a nível federal e estadual para avançarmos, porque com Leite e Bolsonaro só retrocedemos, tanto na educação quanto com os nossos direitos”.

Os próximos governos precisam priorizar a educação e prezar pela nossa valorização salarial, por concurso público, pela melhoria das escolas e reverter as perdas de direitos que se intensificaram nos últimos anos”, finalizou o diretor Amauri Pereira da Rosa.

A #CaravanaPelaDemocracia segue até o dia 9 de setembro em defesa da educação. No dia 13, o CPERS realiza um grande ato, em Porto Alegre, com aposentados(as), funcionários(as) de escola e professores(as) para apontar que é preciso um novo caminho para o Rio Grande do Sul e para o Brasil.

Em Carazinho (37º), estiveram junto aos representantes da Direção Central, Adelia Menezes, diretora do 37°  Núcleo, Marines da Rocha, Maria Placedina, e Elaine Boscato, da direção do Núcleo, e Emelda Haubert, representante dos Aposentados(as) do Conselho Regional.

Já em Estrela (8º), acompanharam Eloede Maria Conzatti, diretora do Núcleo, e Luiz Finatto ,educador aposentado representante do 1/1000 suplente.

Por fim, em Bagé (17º), quem acompanhou foi a diretora-geral Ana Lucia Xavier Cabral.

Clique aqui e confira o roteiro das próximas semanas. Organiza teu núcleo, chama os colegas e vamos somar na mobilização em defesa da democracia e da educação.

> Confira abaixo as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta semana:

> Estrela (8º Núcleo):
IEE Monsenhor Scalabrini (Encantado)
EEEF Farrapos (Encantado)
EEEB Padre Fernando (Encantado)
EEEM Guararapes (Arroio do Meio)
EEEF Fernandes Vieira (Lageado)
CE Presidente Castelo Branco (Lageado)
EEEM Santo Antônio (Lageado)
EEEM Monsenhor Seger (Travesseiros)
EEEM Ana Neri (Marques de Souza)
EEEF Henrique Geiss (Marques de Souza)
EEEF Frei Antônio (Marques de Souza)
EEEM Hugo Oscar Spohr (Canudos do Vale)
EEEB São Francisco (Progresso)
EEEF Afonso Mathias Ferrari (Progresso)
EEEF José Preto (Progresso)
EEEM Pouso Novo (Pouso Novo)

> Bagé (17º Núcleo):
EEEB Professor Justino Costa Quintana
EEEF Felix Contreiras Rodrigues
EEEM Dr. Luiz Mércio Teixeira

> Carazinho (37º Núcleo):
EEEF Rodolfo Bolzani
EEEM Paulo Frontin
EEEF Carlinda de Brito
EEEB José Gomes Portinho
IEE Júlia Billiart
EEEF Aloysio Hofer
EEEF Israelina Martins Silveira
EEEF Geny Vieira da Cunha
IEE São Francisco Solano
EEEB José Maria de Castro
EEEM Santo Antônio do Planalto
EEEB Érico Veríssimo
EEEB Alfredo Ferrari
CE Blau Nunes
EEEF 19 de Novembro
EEIEF Kame Mre Kanhrukre
EEEF Manuel Arruda Câmara

 

 

   

 

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De forma cruel e desumana, o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou, no último dia 10, a emenda parlamentar à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que prevê o reajuste de 34% ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O veto escancara mais um duro ataque do governo federal à educação e à população mais carente.

Sob a alegação da proposta ser “contrária ao interesse público”, Bolsonaro vira as costas para 33 milhões de brasileiros que estão passando fome e têm na merenda escolar, muitas vezes, a única refeição do dia.

Segundo o Observatório da Alimentação Escolar, a insegurança alimentar grave (fome), em domicílios com crianças menores de dez anos, subiu de 9,4% em 2020 para 18,1% em 2022.

O orçamento vem com uma defasagem de cerca de cinco anos e, com a aprovação de um reajuste de 34% no PNAE por parte do Congresso Nacional, a ser incluído na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023, o valor passaria de R$ 3,96 bilhões para R$ 5,53 bilhões.

O Observatório divulgou nota lamentando o veto da LDO, que prevê o reajuste dos valores per capita do PNAE pela inflação (IPCA), que não acontecia desde 2017.

O veto de Bolsonaro deverá ser votado pelo Congresso Nacional e só poderá ser derrubado por maioria absoluta dos deputados(as) e senadores(as). Ainda não há previsão para a votação, que pode ocorrer antes ou depois das eleições.

O CPERS, junto com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), segue acompanhando o desenrolar da situação.

“A derrubada desse veto deve ser uma bandeira de toda a sociedade. Desde já repudiamos essa medida política que afeta a vida de milhões de crianças, adolescentes, jovens e adultos, que são estudantes e encontram na escola, além da oportunidade do aprendizado, as condições para realizá-lo graças à distribuição da alimentação escolar”, ressalta o presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt.

Reiteramos que a alimentação escolar deve ser uma bandeira de mobilização de toda a sociedade! É urgente derrubar o veto ao PNAE para garantir alimentação de qualidade nas escolas.

Foto: Tony Winston/Agência Brasil

 

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O IPE Saúde oferece para os segurados(as) a Plataforma Easylife, de forma gratuita. A ferramenta está no ar desde 2021 e proporciona diversas opções voltadas ao bem-estar. São módulos com exercícios para cuidar do corpo, da mente, ampliar o conhecimento, monitorar histórico de consultas e exames e ter acesso a novidades e informações sobre o plano.

Para acessar o serviço basta entrar no site do IPE Saúde, clicar no Menu Serviço para o Segurado – Plataforma Easylife.

“Essa plataforma traz muitas informações úteis para os segurados, que podem estar se atualizando ou se aperfeiçoando para enfrentar o seu dia-a-dia. O material traz desde receitas saudáveis e acessíveis até  cursos básicos de inglês, de liderança, autoestima, dicas de atividades físicas entre outros temas. Vale a pena explorar e conhecer a plataforma”, avalia a diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês.

O projeto trata-se de uma parceria com o Instituto Sérgio Lovato – por isso, o usuário vai cadastrar login e senha próprios no ambiente da plataforma, dissociados de quaisquer dados que constem nos sistemas do IPE Saúde.

O segurado pode acessar a ferramenta através do computador ou pelo aplicativo no celular: saiba mais aqui! 

A plataforma é composta por quatro segmentos:

1- Easy fit (corpo): proporciona aulas ao vivo de exercício funcional, pilates, alongamento, defesa pessoal e lutas, bem como cursos de dança.

2 – Easy mind (mente): apresenta práticas voltadas para mente, estilo de vida e comportamento, com temas voltados a sono adequado, redução da ansiedade e estresse e meditação.

3 – Easy life (gastronomia): apresenta variadas receitas gastronômicas (comida, bebidas, temperos).

4 – Easy life (espírito): encontram-se cursos como inglês básico e para viagem, gestão do tempo, liderança, postura, etiqueta profissional, inteligência emocional, autoconhecimento, entre outros. Há ainda itens dedicados à gastronomia, com vídeos de receitas, nutrição e também um espaço para gestão de consultas, em que o usuário poderá fazer registros para si próprio de suas consultas médicas.

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O Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), lançou na última sexta-feira (19) uma Carta Aberta de orientação ao voto pela educação, pelo Brasil: Diretrizes para a ampliação e consolidação da Bancada da Educação em todas as esferas do governo.

A FNPE recomenda aos eleitores(as) a socialização desta Carta Aberta com os seus candidatos(as) solicitando a incorporação, nos respectivos programas dos compromissos com a defesa da retomada do Estado Democrático e com a efetiva democratização da educação, em todas as esferas de governo.

Esta deliberação do FNPE, ocorreu na Etapa Nacional da Conferência Nacional Popular de Educação de 2022 (Conape), realizada entre os dias 15 e 17 de julho, acumulando debates oriundos de todo o país, que ratificou o Documento Final intitulado “Reconstruir o País: a retomada do Estado democrático de direito e a defesa da educação pública e popular, com gestão pública, gratuita, democrática, laica, inclusiva e de qualidade social para todos/as/es”, além da Carta de Natal.

>> CONFIRA A ÍNTEGRA DA CARTA ABAIXO OU CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVO.

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Nesta sexta-feira (19), o CPERS encerrou a terceira semana de #CaravanaPelaDemocracia conversando com trabalhadores(as) da educação e com a sociedade nas regiões de Cachoeira do Sul (4º Núcleo) e Frederico Westphalen (26º Núcleo).

Até o momento, o Sindicato já passou por mais de 160 escolas, nas mais diversas regiões do estado, para debater sobre a importância do voto consciente e de eleger candidatos(as) – em todas as esferas – que, de fato, defendam a educação e valorizem quem está no chão das escolas.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, avalia com positividade essas três primeiras semanas de mobilização e ressalta a importância do debate nas escolas.

“Nestas três semanas de mobilização pelo Rio Grande do Sul, visitamos já centenas de escolas e conseguimos nesse período estabelecer um rico diálogo com a nossa categoria, discutindo os projetos que interessam aos trabalhadores da educação e a sociedade gaúcha e brasileira”.

Alex reforça que as mobilizações precisam ultrapassar os muros das escolas, chegando às ruas e culminando com o voto nas urnas: “Convocamos os educadores a pensarem com muita seriedade na hora do voto para mudar os rumos do Brasil e do Rio Grande do Sul. Essa é mensagem que a Caravana Pela Democracia tem deixado. Hoje, estamos nas escolas, em breve estaremos nas ruas com mobilização do dia 13 de setembro e no dia 2 de outubro daremos a resposta nas urnas!”

“O que estamos fazendo nas escolas é plantar uma semente, que deve ser germinada, propagando as reflexões e informações que estamos passando. Somente com a conscientização coletiva sobre a importância do voto em governos e parlamentos que, de fato nos representem, será possível mudar o cenário de descaso e desvalorização”, observou o vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

“Se a gente assume a tarefa de fazer a escolha certa, podemos mudar o futuro do Rio Grande do Sul. O governo estadual foi extremamente cruel conosco. Por isso, temos a tarefa de levar para fora dos muros do Sindicato e das escolas a realidade dos educadores e da educação. Precisamos nos unir e não nos dividir”, destacou a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann.

CPERS segue na estrada esperançando por um futuro melhor para a educação e os educadores

Durante a passagem da Caravana pelas escolas da região de Cachoeira do Sul (4° Núcleo), ficou evidente o descontentamento da categoria com a defasagem salarial e a desvalorização, perpetrada por governos que relegam a educação à miséria e à fome.

“Nesta sexta estivemos em escolas de Agudo e Dona Francisca e realizamos um bom debate com os colegas sobre a política do RS e do Brasil. Mostramos que aqui no estado os projetos que estão em disputa são o da continuidade da destruição do serviço públicos representados por projetos liberais e conservadores e outro do campo popular. É necessário estarmos atentos, pois os candidatos hoje falam em campanha em valorização da educação, mas, na prática, são nossos algozes. Ao nível nacional é preciso unirmos forças para combater e derrotar Bolsonaro, pois esse é o maior inimigo da educação pública”, asseverou o diretor do CPERS, Leonardo Preto Echevarria, durante passagem por escolas 4° Núcleo, na região de Cachoeira do Sul.

“Estamos encerrando essa semana de Caravana muito felizes com a receptividade da categoria nas escolas. Agora, vamos nos preparar para a próxima semana e continuar essa luta pelo futuro da educação e educadores”, destacou o diretor do CPERS, Amauri Pereira.

O roteiro em Cachoeira do Sul (4° Núcleo) foi acompanhado pela diretora do Núcleo, Nara Machado, e o vice-diretor, Jucemar da Costa.

Plenária em Frederico Westphalen ressalta que para transformar a educação é preciso consciência na hora do voto

Após visita às escolas da região de Frederico Westphalen (26° Núcleo), foi realizada uma plenária na sede do núcleo.

Os ataques dos últimos governos aos direitos históricos da categoria e a reflexão sobre a importância do voto em governos e parlamentos que defendam os educadores(as) e a educação pública foram alguns dos pontos abordados.

“Reverter as reformas da Previdência e Trabalhista, assim como o novo Ensino Médio, são algumas das ações que só poderão ser realizadas com a mudança dos governos que aí estão”, observou o diretor Cássio Ritter.

A precarização dos serviços públicos foi abordada pela diretora do Departamento dos Funcionários(as) do CPERS, Juçara Borges: “O governo Leite foi o primeiro a não conceder nenhum reajuste aos funcionários. Não nos reconhece e valoriza e cada vez mais abre espaço para a terceirização”, ressaltou.

A diretora do 26° Núcleo (Frederico Westphalen), Maria Cleni da Silva, e o secretário do Núcleo, Ailton Solano Costa de Lima, acompanharam a Caravana na região.

O CPERS segue na estrada, até o dia 9 de setembro, visitando escolas das regiões dos 42 Núcleos do Sindicato para mobilizar a categoria e fortalecer o projeto de futuro que queremos para a educação pública no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Na próxima semana, a Caravana passará pelas seguintes regiões:

>> ROTEIRO 1:
23/08 – Bagé
24/08 – Rio Grande
25/08 – Pelotas
26/08 – Camaquã

>> ROTEIRO 2
23/08 – Palmeira das Missões
24/08 – Carazinho
25/08 – Passo Fundo
26/08 – Guaporé

>> ROTEIRO 3
23/08 – Estrela
24/08 – Bento Gonçalves
25/08 – Caxias do Sul
26/08 – Montenegro

>> Confira abaixo as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta sexta-feira (19):

> Cachoeira do Sul (4º Núcleo)

CE Diva Costa Fachin (Cachoeira do Sul)
IEE Neves da Fontoura (Cachoeira do Sul)
EEEM Dr. Liberato Salzano Vieira da Cunha (Cachoeira do Sul)
EEEM Virgilino Jayme Zinn – CIEP (Cachoeira do Sul)
EEEB Dom Érico Ferrari (Agudo)
EEEB Professor Willy Roos (Agudo)
EEEM Maria Ilha Baisch (Dona Francisca)

> Frederico Westphalen (26º Núcleo)

EEEB 14 de Maio (Vicente Dutra)
EEEB José Canellas (Pinheirinho do Vale)
EEEB José Zanatta (Taquaruçu do Sul)
EEEB Padre Abílio de Marcos Sponchiado (Vista Alegre)

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A partir de 1° de setembro, a direção central do CPERS, junto às direções dos 42 núcleos do Sindicato, realizará 14 Encontros Regionais de Funcionários(as) da Educação.

A atividade, aprovada pelo Coletivo de Funcionários da Educação do CPERS, visa debater a valorização desse segmento tão importante para o funcionamento das escolas e também fortalecer a luta de classes e a luta por direitos da nossa categoria.

Limpar. Varrer. Abrir. Fechar. Lavar. Cozinhar. Atender. Responder. Digitar. Descascar. Arrumar. Conversar. Acalmar. Apoiar. Cuidar… são tantas as atividades desempenhadas pelos funcionários e funcionárias de escola que não tem como negar a sua importância no dia a dia destas instituições.

Os profissionais da educação são servidores(as) da Seduc e possuem plano de carreira próprio, além de serem reconhecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) como educadores(as). Ainda assim, o atual governo insiste em torná-los invisíveis, mas não para o CPERS.

A nossa luta é por reconhecimento, piso salarial e concurso público para qualificar a carreira e a profissão destes profissionais. Lutamos também pelo fim das terceirizações e a precarização do trabalho nas escolas públicas. Basta de descaso e desvalorização.

Funcionários(as) de escola estão na miséria, recebendo salário base de R$ 657,97 e acumulando dívidas impagáveis. Não é justo! Somos todos educadores(as) e unidos e fortes vamos assegurar um novo tempo para a educação!

Os Encontros Regionais de Funcionários(as) de Escola serão divididos por macro regiões. O primeiro acontece no dia 1° de setembro e reunirá funcionários(as) dos núcleos de São Luiz Gonzaga, São Borja e Cerro Largo, em São Luiz Gonzaga.

Clique aqui para contatar o seu núcleo do CPERS para se informar sobre os procedimentos e participe!

>> Confira abaixo o cronograma completo dos encontros:

01/09/22
Núcleo sede: São Luiz Gonzaga
Núcleos participantes: São Luiz Gonzaga / São Borja / Cerro Largo

02/09/22
Núcleo sede: Santa Rosa
Núcleos participantes: Santa Rosa / Três de Maio / Três Passos

08/09/22
Núcleo sede: Palmeira das Missões
Núcleos participantes: Palmeira das Missões / Frederico Westphalen / Carazinho

14/09/22
Núcleo sede: Lagoa Vermelha
Núcleos participantes: Lagoa Vermelha / Vacaria

15/09/22
Núcleo sede: Passo Fundo
Núcleos participantes: Passo Fundo / Erechim

21/09/22
Núcleo sede: Santa Maria
Núcleos participantes: Santa Maria / Cachoeira do Sul / Santiago

22/09/22
Núcleo sede: Osório
Núcleos participantes: Osório / Taquara

28/09/22
Núcleo sede: Porto Alegre
Núcleos participantes: Porto Alegre (38º e 39º) / Gravataí

04/10/22
Núcleo sede: Pelotas
Núcleos participantes: Pelotas / Rio Grande

05/10/22
Núcleo sede: Bagé
Núcleos participantes: Santana do Livramento / Bagé / São Gabriel

13/10/22
Núcleo sede: Caxias do Sul
Núcleos participantes: Caxias do Sul / Bento Gonçalves / Guaporé

20/10/2022
Núcleo Sede: São Leopoldo
Núcleos Participantes: São Leopoldo / Canoas / Montenegro

26/10/2022
Núcleo sede: Uruguaiana
Núcleos participantes: Uruguaiana / Alegrete

27/10/2022
Núcleo Sede: Guaíba
Núcleos Participantes: Guaíba / Camaquã

17/11/2022
Núcleo Sede: Santa Cruz do Sul
Núcleos Participantes: Santa Cruz do Sul / Soledade / Estrela

24/11/22
Núcleo sede: Santo Ângelo
Núcleos participantes: Santo Ângelo / Cruz Alta

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Nesta semana os núcleos de Lagoa Vermelha (25º) e Santa Maria (2º) realizaram o Encontro Regional dos Aposentados(as) do CPERS.

Em Lagoa Vermelha os aposentados e aposentadas reuniram-se na sede do núcleo, nesta terça-feira (16). Já em Santa Maria, o evento ocorreu nesta quinta-feira (18), no salão do Colégio Manoel Ribas.

A diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, analisou os governos de Jair Bolsonaro (PL) e Eduardo Leite/Ranolfo Vieira Junior (PSDB), destacando os principais ataques dos dois governos à categoria e à educação pública. Glaci reforçou que este ano é decisivo para os educadores(as), que através do voto poderão escolher projetos que realmente defendam a educação pública.

“Temos que eleger um projeto político que tenha ações para os trabalhadores. Nos atuais governos, federal e estadual, resistimos e lutamos muito, e mesmo assim, perdemos direitos. Está na hora de elegermos candidatos que consigamos avançar em nossos direitos. É um novo Brasil e Rio Grande do Sul de esperança que queremos ”, conclui a educadora.

Durante os encontros, Marcelo Fagundes, advogado do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, assessoria jurídica do CPERS, abordou diversos assuntos jurídicos de interesse da categoria, destacando o desconto da Previdência, que os aposentados(as) passaram a pagar desde 2019. “Esse desconto é inconstitucional. E faz falta para os educadores aposentados pagarem as contas no final do mês. Seguimos com a nossa ADI para que essa injustiça seja revertida”, apontou.

O Sindicato ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), junto com a União Gaúcha dos Servidores Públicos, a Ajuris e outras entidades, no Supremo Tribunal Federal (STF). “Estamos aguardando a data do julgamento, já que seria em janeiro deste ano, mas o governo Leite recorreu”, explicou Marcelo.

Saúde na terceira idade e momento cultural

Em ambos os encontros, os presentes tiveram a oportunidade de debater temas relevantes para a terceira idade. Em Lagoa Vermelha, a psicóloga Ana Cristina Ranghetti abordou o tema “Bem-estar na Terceira Idade”.

No núcleo de Santa Maria, a psicóloga Aline Garzieri falou sobre a “A Sexualidade na Terceira Idade” e o Dr. Dejalma Cremonese, palestrou sobre “O bem-estar e a felicidade em tempos de pós-modernidade”.

O grupo de pagode, “Cadência Bonita do Samba”, alegrou e colocou todos para dançar no encontro em Santa Maria.

A diretora do CPERS, Sandra Terezinha Régio, também colocou os participantes para se movimentarem através da dança, destacando a importância da atividade física para os aposentados(as) diariamente.

“Precisamos praticar atividade física para melhorar a saúde e a qualidade de vida. O alongamento também é muito importante, ainda mais no frio que temos contração muscular. Nosso corpo tem que estar em movimento sempre”, concluiu Sandra.

A diretora do CPERS, Alda Souza, também esteve presente nos dois encontros.

No 25º núcleo (Lagoa Vermelha) o diretor Joarez Lorenson e a tesoureira do núcleo Vilma de Fátima Loregian fizeram o acolhimento dos presentes.  Já em Santa Maria as boas-vindas ficaram por conta da coordenação do Coletivo dos Aposentados(as) do 2º Núcleo.

Os Encontros Regionais dos Aposentados(as) são uma preparação para o Encontro Estadual que será realizado nos dias 29 e 30 de agosto, em Bento Gonçalves.

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