Nesta segunda-feira (3), em entrevista para a Globo News, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), afirmou que pretende retomar a tramitação da Reforma Administrativa (PEC 32), já na próxima semana.

A decisão tem o apoio do ministro da Economia, Paulo Guedes, que já havia afirmado que o governo voltaria suas forças para a aprovação da PEC após as eleições. Em 2021, graças à forte mobilização de entidades, da pressão popular e ação efetiva do CPERS Sindicato junto a outros Sindicatos brasileiros durante um longo período, o projeto foi barrado.

Vale ressaltar, a PEC 32 não “acabará com privilégios”, como mentem os que a apoiam. O que ela irá ocasionar, na verdade, é o desmonte do serviço público e não dialoga com a necessidade de expansão da educação pública (básica e superior), promovendo ampla privatização dos serviços básicos (saúde, educação, entre outros), precarizando as condições de trabalho dos educadores(as) e promovendo mais exclusão socioeducacional no país.

É preciso retomar a pressão para que o projeto não seja aprovado! Se por um lado o governo tem a força de milhões para comprar deputados(as) com seu ‘orçamento secreto’, a sociedade tem a força de milhões nas ruas e nas redes.

É preciso pressionar os parlamentares e continuar lutando a favor do país e dos direitos de todos(as) os brasileiros e brasileiras. Vamos nos unir em favor da defesa dos serviços públicos!

CONHEÇA 10 RAZÕES PARA AGIR CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA (PEC 32):

1. O FIM DO SUS
No lugar de um sistema de saúde universal que salva vidas, o governo quer implantar vale-saúde­ e planos de quinta categoria, deixando o povo na mão.

2. PRIVILÉGIOS DA ALTA CÚPULA DO ESTADO MANTIDOS
A maioria dos servidores tem salário médio de R$ 2,8 mil e são os mais atingidos. Estão de fora juízes, parlamentares e militares.

3. ­­PIORA NO ATENDIMENTO À POPULAÇÃO
O Brasil tem poucos servidores públicos em relação à sua população: são 5,6% enquanto a média­ dos países ricos incluindo EUA, França e Alemanha é de 10%.

4. FIM DA ESCOLA PÚBLICA
Além de educar as crianças, a Escola Pública tem uma rede de proteção­ alimentar, parte fundamental da política de assistência social.

5. AUMENTO DO DESEMPREGO
O investimento em assistência social e serviços públicos gera renda e empregos no setor privado. Sem isso, o desemprego aumenta.

6. ACABA COM A VACINAÇÃO PÚBLICA E GRATUITA
As vacinas contra a Covid-19 só existem porque a Fiocruz e o Instituto Butantan são órgãos do Estado. E porque o SUS é público e está presente em todo o país.

7. FIM DOS CONCURSOS, VOLTA DO APADRINHAMENTO
O concurso público é o que garante a contratação e trabalhadores sem nenhum tipo de influência política, filosófica, ou religiosa. Sem isso é a volta dos ‘’trens da alegria’’.

8. AUMENTO DA DESIGUALDADE SOCIAL
Menos serviço público é mais injustiça porque são os mais pobres que mais necessitam.

9. FACILITA A CORRUPÇÃO E AS MAMATAS
Pois acaba com a estabilidade dos servidores públicos, que ficam submissos aos desmandos de governos de plantão.

10. MAIS DESMATAMENTO, SECAS, QUEIMADAS, MATANÇAS DOS ANIMAIS
O governo quer desmantelar órgãos ambientais que protegem a agricultura e a vida como o IBAMA e o ICMBIO

Para ter serviços públicos gratuitos e de qualidade junte-se nesta luta! #PEC32NÃO

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Funcionários(as) da educação, que vivem com menos de um salário mínimo e fazem acrobacias para honrar as contas no final do mês, muitas vezes sem conseguir pagar o básico para uma vida digna, são invisíveis para o governo, mas não para o CPERS.

Nesta terça (4) e quarta (5), o Sindicato retomou os Encontros Regionais de Funcionários(as) da Educação reunindo agentes educacionais das regiões de Pelotas (24°), Rio Grande (6°), Santana do Livramento (23º), Bagé (17°) e São Gabriel (41°) para debater a urgente valorização para esta parcela da categoria tão importante no dia a dia das escolas.

Sediados respectivamente em Pelotas e Bagé, os Encontros reforçaram a luta por reconhecimento, piso salarial e concurso público para qualificar a carreira e a profissão destes profissionais.

Durante o Encontro em Pelotas, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, que reassumiu o cargo nesta segunda (3), alertou os funcionários(as) de escola para as consequências do resultado das urnas no dia a dia das instituições de ensino estaduais gaúchas.

“Infelizmente, aqui no Rio Grande do Sul, com as opções que ficaram para o segundo turno, nós teremos muita luta para não perdermos mais. Agora, não podemos permitir é que nos ataquem aqui e em Brasília. Nossos representantes têm a força de destruir a nossa vida, precisamos nos organizar para resistir aos ataques que virão e eleger, em nível nacional, quem poderá nos salvar”.

Helenir ainda destacou que 90% dos piores salários no Rio Grande do Sul são de funcionários(as) de escola: “Nós temos aqui no estado a vergonha nacional de ter em nosso quadro funcionários de escola que ganham menos de R$ 700. Não podemos normalizar isso, porque essa realidade é uma vergonha, não para a gente, mas para quem paga”.

O 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, realizou a análise da conjuntura política nacional e internacional, em ambos os Encontros. Durante o evento em Bagé, Saratt destacou que a educação precisa se apoderar da política no seu dia a dia para evitar uma tragédia. 

“Contabilizamos a triste marca de mais de 33 milhões de pessoas passando fome. Enquanto isso, até o final do ano passado, existiam 266 mil milionários no país. É preciso mudar essa realidade. Precisamos, até o último minuto, construir a vitória daquele que realmente nos defende e defenderá a democracia. Chega das pessoas fazerem fila para comprar osso”, asseverou.

Fortalecer a identidade dos funcionários(as) como educadores(as) de fato

Um dos principais objetivos dos Encontros Regionais de Funcionários(as) da Educação é fomentar a concepção de que, por mais que os governos tentem invisibilizar essa parcela da categoria, todos são educadores(as) e merecem respeito e condições de trabalho dignas. 

Juçara Borges, diretora do Departamento de Funcionários(as) da Educação do CPERS e merendeira aposentada, reforçou que as lutas do Sindicato são sempre voltadas para todos os educadores(as), professores(as) e funcionários(as) – da ativa e aposentados(as).

“Nós, agentes educacionais, precisamos estar cientes que, quando o CPERS está nas ruas reivindicando salários e melhores condições de trabalho para os educadores, não é somente para os professores. Quando eu estava lá na cozinha, preparando a merenda, eu sempre me identifiquei como educadora. Se eu estou na escola, eu sou uma profissional da educação e nós temos que nos valorizar e nos reconhecer como tal”. 

A diretora do Departamento de Funcionários(as) da Educação do CPERS, Sônia Solange Viana, alertou sobre os riscos da terceirização e a consequente precarização do trabalho dos funcionários(as) da educação nas escolas.

“Em diversos outros estados, quase 80% funcionários de escola já são terceirizados ou contratados, isso acarreta uma precarização das condições de trabalho. Essa realidade é consequência da intenção dos atuais governos que querem acabar com o ingresso no serviço público por concurso. Por isso, o CPERS segue na luta por concurso público, para garantir a valorização e também condições básicas para exercermos nossa profissão”.

Defesa do IPE Saúde e do IPE PREV

A luta para garantir atendimento qualificado e uma aposentadoria digna aos educadores(as) é uma das missões do CPERS. Por isso, durante os Encontros, a defesa do IPE Saúde e do IPE Prev são pautas de extrema importância. 

O representante do CPERS no Conselho de Administração do IPE Saúde, Antônio Andreazza, ressaltou a importância da luta para garantir um Instituto público e solidário, atendendo com qualidade a todos os segurados(as).

“O atual governo do Estado ameaça que, para salvar o IPE Saúde, é necessário alteração nas alíquotas e isso é inadmissível. Se querem salvar o IPE, aumentem o salário”. 

Andréa Nunes da Rosa, vice-diretora do 6º Núcleo do CPERS (Rio Grande) e Conselheira do IPE Prev, abordou questões relativas ao IPE Previdência.

“ O IPE PREV é de extrema importância porque é lá que todo mês investimos o dinheiro para a nossa aposentadoria, com o valor que todo mês a gente desconta a previdência. A nossa maior preocupação é garantir que os educadores cheguem ao fim da carreira podendo usufruir de uma aposentadoria digna”. 

Conversa com o jurídico

Um dos pontos altos dos Encontros Regionais é a hora de conversar e receber os informes da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado. O advogado, Marcelo Fagundes, esclarece as principais dúvidas da categoria sobre carreira, direitos e as ações em andamento. 

Entre os temas, ganham destaque o confisco do salário dos aposentados(as) com a Reforma da Previdência estadual, o falso reajuste de 32% aos educadores(as), o vergonhoso “aumento” de 6% a servidores(as), além das ações judiciais na defesa dos direitos da categoria como a insalubridade, a ação revisional de juros, a revisão do abono família e a atualização da licença prêmio.

Também foram abordados temas como reenquadramento do Difícil Acesso e dos percentuais de insalubridade. Para mais informações, entre em contato com o escritório pelo telefone (51) 3073.7512.

Acessibilidade

Em Bagé, o funcionário(a) de escola aposentado, Dagoberto Silva, deficiente auditivo, teve a oportunidade de acompanhar o evento e tirar suas dúvidas graças à interpretação em libras de todo o Encontro.

Também participaram dos Encontros a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann, a diretora do Sindicato, Carla Cassais, e os representantes dos núcleos, Mauro Rogério da Silva Amaral, diretor do 24° Núcleo (Pelotas), Adriana de Leon dos Santos, diretora do 23° Núcleo (Santana do Livramento), Ana Lucia Xavier Cabral, diretora do Núcleo 17º Núcleo (Bagé) e Pedro Moacir Abrianos Moreira, diretor do 41° Núcleo (São Gabriel). 

Até o fim do mês de novembro, o CPERS segue na estrada visitando os seus 42 núcleos para conversar com os funcionários(as) da educação. Na próxima quinta-feira (13), o Encontro Regional será realizado em Caxias do Sul e reunirá educadores(as) dos Núcleos de Caxias do Sul (1º), Bento Gonçalves (12º) e Guaporé (3º). Confira o calendário completo aqui!

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O Ensino Médio do Paraná foi classificado como o melhor do país, segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2021, e foi comemorado pelo governo do estado e até usado para angariar votos nesta eleição. Já os(as) profissionais da educação não falam a mesma coisa. A questão é: o índice de fato revela a aprendizagem dos(as) estudantes?

Para a professora de geografia, mestra em educação e presidenta da APP-Sindicato, Walkíria Olegário Mazeto, é um equívoco fazer esta afirmação porque a aprendizagem é um processo educacional complexo e não dá para ser avaliado em provas prontas e de massa.

As escolas públicas do Paraná alcançaram a nota 4,6, ultrapassando Goiás e Espírito Santo. O índice subiu 0,2 pontos em relação ao Ideb 2019, divulgado em 2020, quando o Paraná estava em 3º, com 4,4. Além disso, foi a maior escalada no ensino médio entre todos os estados brasileiros na história recente. O Paraná alcançou o 7º lugar em 2017, subiu para 3º dois anos depois e agora está em primeiro lugar. A média nacional das redes estaduais, no ensino médio, ficou em 3,9.

Walkiria disse que não é questão de comemorar estes resultados, que de certa forma, reflete o esforço dos professores(as). Mas para além disso, é necessário entender o que se leva em conta no indicador do Ideb, quando se avalia a aprendizagem.

“Os processos educacionais são mais complexos do que uma prova do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) ou índices de aprovação possam medir. Assim, predomina uma lógica que ir bem no Ideb é sinal de maior aprendizagem”, afirmou Walkíria. Ela explica que para chegar nesta conclusão é preciso compreender o Ideb, que é medido pelas notas do Saeb e as taxas de aprovação, e entender o que o estado tem feito para chegar nestes resultados.

O Paraná tem investido na Prova Paraná, que é uma avaliação trimestral e uma forma de treinamento para as provas do Saeb, e a escola funciona orientada para a obtenção dos resultados nas provas, com sistema de gratificação para diretores e escolas. Além disso, há programas escolares para garantir a maior aprovação dos estudantes e um rígido controle das faltas e da evasão escolar.

“Os(as) estudantes são treinados(as) a obterem os resultados nas provas de larga escala a partir da prova Paraná. Esta lógica de aprendizagem se move no sentido de adequar o aluno às estratégias que serão solicitadas nestas provas. Essa compreensão limítrofe da aprendizagem não produz sujeitos criativos, críticos e autônomos. Esta política de resultados organiza a aprendizagem segundo essa lógica: o resultado é mais importante que o processo de aprendizagem em si”, criticou Walkíria.

A professora lembra também que é bom situar que o ano de 2021 foi atípico por conta da Covid-19 e que o Conselho Nacional de Educação (CNE) orientou pela aprovação dos(as) estudantes. “Isso se refletiu na alta taxa de aprovação dos(as) estudantes do Ensino Fundamental II e Médio superiores às taxas de anos anteriores e isso também muda os efeitos deste índice”, ressalta.

Pressão pelo resultado e um modelo desastroso

O governo do Estado pressionou os(as) profissionais da educação para a obtenção de resultados. Além disso, usou plataformas que retiram a autonomia pedagógica do(a) professor(a) e pedagogo(a).

Segundo nota da APP, há quatro anos só se fala em Ideb no Paraná. “Os estudantes têm sido exaustivamente treinados com conteúdos específicos da Prova Brasil e o trabalho dos(as) professores(as) têm sido direcionado para obter resultados positivos em testes padronizados. A pressão e a cobrança, bem como as políticas implementadas para atender aos critérios do Saeb, têm cobrado a fatura na saúde dos(as) nossos(as) trabalhadores(as)”, diz trecho do documento publicado no site da entidade.

Walkíria disse que uma boa parte destes(as) profissionais acabam se conformando com essa lógica. A desvalorização do salário e principalmente da carreira, esvaziada de suas funções pedagógicas, acaba adoecendo e desmotivando trabalhadores da educação. “Infelizmente é assim que governos de direita operam no Brasil. O problema é que, da mesma forma que o Paraná olhou para fora, para os estados melhores ranqueados que ele no IDEB estavam fazendo na educação, e os copiou, outros estados vão olhar para o Paraná e copiar o projeto educacional que está sendo implantado aqui. Será um desastre para a educação pública brasileira”, finalizou a presidenta da APP.

 

Fonte: CNTE
Foto: Agência Brasil

 

 

 

 

 

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A profissão docente é fundamental para transformar a educação; os professores(as) devem ter o apoio e a confiança de todos(as) para que a educação pública de qualidade possa ser uma realidade para cada aluno(a).

A liderança docente na transformação da educação é o tema do Dia Mundial do Docente deste ano: a transformação da educação começa com os professores. Convocado pela  Internacional da Educação, UNESCO, Organização Internacional do Trabalho e UNICEF, o Dia Mundial do Docente 2022 tem como objetivo destacar o trabalho de educadores(as) e convocar os governos a investir na profissão docente, confiar, engajar e respeitar estes profissionais.

“Para celebrar verdadeiramente o Dia Mundial do Docente, devemos ir além do simples agradecimento. É necessário investir em sistemas públicos de educação de qualidade. Convocamos governos de todo o mundo a investir na profissão docente, garantir direitos trabalhistas e boas condições de trabalho, envolver professores na tomada de decisões e contar com sua expertise pedagógica. A transformação começa com os professores. Nós somos o coração da educação”, destacou David Edwards Secretário-Geral, Educação Internacional.

O CPERS se soma à luta por valorização, respeito e dignidade do trabalho de todos os professores(as) gaúchos(as) e brasileiros(as). Avante, educadores(as)!

Celebre o Dia Mundial do Professor e participe do movimento para transformar a educação!

Veja a seguir como participar dessa celebração em seu sindicato, sua escola ou online.

1. Imprima e exiba o pôster deste ano

Na sua escola ou sindicato, certifique-se de que todos saibam que é o Dia Mundial dos Professores.

Clique aqui para baixar o pôster de alta resolução em vários idiomas!  

2. Espalhe online!

Faça sua voz ser ouvida nas redes sociais e destaque a importância da liderança docente para a transformação da educação.

Publique os materiais sugeridos em suas redes sociais e não se esqueça de marcar a Internacional da Educação:

@eduint no Twitter
@EducaciónInternacional no Facebook
@eduint no Instagram

3. Compartilhe as mensagens da Internacional da Educação

Ajude-nos a espalhar a notícia compartilhando as publicações da Internacional da Educação no Twitter e Facebook.

4. Acompanhe o evento do Dia Mundial do Professor organizado pela UNESCO

O Secretário-Geral, David Edwards, levará a voz de ensino para a cerimônia de abertura do evento do Dia Mundial do Professor, organizado pela UNESCO, em Paris, nesta quarta-feira (5). Acompanhe o evento ao vivo no site da UNESCO. Entre os palestrantes estão Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO; Gilbert F. Houngbo Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho; e Catherine Russel, diretora executiva da UNICEF.

Fonte: CNTE

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A carreira do/a professor/a e a educação pública nunca foram tão desvalorizadas, como nos últimos anos no Brasil. Professores/as estão desistindo de dar aulas e adoecendo, mas são fundamentais para se ter um país melhor e menos desigual, como mostrou a realidade da pandemia.

“A questão é que a educação precisa que mais jovens passem a ter interesse pela profissão, mas a falta de perspectiva de futuro é um grande obstáculo”. A afirmação é do presidente em exercício da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, que também é professor de arte, e sua preocupação é confirmada com dados recentes.

A pesquisa do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), divulgada no mês passado, mostra que o desinteresse dos jovens em seguir a carreira de professor está relacionado a diversos problemas, entre eles o processo de precarização da profissão, como a baixa remuneração e a falta de reconhecimento de sua importância na sociedade.

Para se ter uma ideia, em 10 anos o número de calouros em licenciaturas cresceu 53,8%, porém, nos demais cursos, o índice foi de 76,0%. Entre os ingressantes com até 29 anos, houve um aumento de apenas 29,7% do corpo discente, enquanto nos demais cursos esse número chegou a 49,8% na mesma faixa etária. O material aponta ainda o problema da evasão. Nos dez anos analisados, o percentual de estudantes que concluíram os cursos de licenciatura aumentou apenas 4,3%.

>> Saiba mais: Estudo prevê déficit de professores por desinteresse pela carreira

Segundo Leão, o país já tem menos pessoas que querem ser professores, a falta da categoria já é sentida em diversos estados brasileiros e é por isso que a entidade continua na luta por melhorias na profissão.

Ele conta que hoje o piso do magistério já está funcionando em diversos estados, mas para profissionais de início de carreira e de nível básico. O que Leão destaca é que os profissionais de nível universitário, com mais tempo de casa, ainda não são reconhecidos e valorizados.

“O problema é que os governos achataram a carreira, pagam o piso para quem começa e para o professor que tem nível superior a diferença é de R$ 20 a R$ 30 reais, o que não valoriza a carreira, que precisa dar perspectiva para o trabalhador/a. Este/a profissional precisa começar hoje numa determinada referência e quando se aposentar, depois de 30, 35 anos precisa ter seu trabalho reconhecido com um salário digno”, afirmou ele.

O professor de artes disse que é preciso uma carreira que valorize a formação, o título de mestrado, doutorado, entre outros, porque é importante que os professores vão para as universidades, se dediquem a estudar a educação, que mergulhem profundamente no debate, discussão, pesquisa e continuem dando aula na educação básica, porque este conhecimento é importante para qualificar o sistema público.

“A CNTE lutou pelo piso do magistério e continua lutando para que seja implantado no país todo, mas a gente continua na luta por uma carreira que dê perspectiva de futuro para o trabalhador e para a trabalhadora, que valorize sua experiência educação e o seu trabalho na escola”, afirma o presidente interino da CNTE, que complementa: “A gente precisa de uma carreira que possua elemento de evolução, que seja absolutamente possível para os professores, e não alguma coisa que seja difícil de ser conseguido”.

O estudo do Instituto Semesp revelou também que o Brasil precisará de 1,97 milhão de professores em 2040, mas as projeções indicam que o total deles cairá 20,7% em 18 anos, gerando um déficit de 235 mil profissionais. Hoje, a proporção é de 20 estudantes com idades entre 3 e 17 anos na educação básica para cada docente em atividade.

“Nós só vamos superar este problema com a valorização destes profissionais. Nós costumamos dizer que a educação de qualidade vai ser atendida através de um tripé que são: financiamento, para termos uma carreira atraente, gestão democrática, com participação da comunidade escolar no processo pedagógico da escola, nos projetos e na eleição de direção, e valorização profissional, com bons salários, carreira e valorização do trabalho do professor”, destaca Leão.

Fonte: CNTE 

Foto: Agência Brasil

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Anualmente, desde 1989, com o objetivo de propagar informações e incentivar a prevenção do câncer de mama, é celebrada a campanha Outubro Rosa.  Os dados sobre a incidência deste tipo de câncer justificam a importância da iniciativa. Para o ano de 2022, foram estimados 66.280 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 43,74 casos por 100 mil mulheres.

Conforme informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, excluídos os cânceres relacionados a tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões, com taxas mais altas nas regiões Sul e Sudeste.

Já em relação aos óbitos, constitui a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, exceto na região Norte, onde o câncer do colo do útero ocupa essa posição.

Parceria IPE e IMAMA

Em setembro, o IPE Saúde e o Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (IMAMA) assinaram um acordo de cooperação prevendo o monitoramento de dados de saúde e orientações personalizadas para as usuárias.

O projeto-piloto será realizado com servidoras (ativas, inativas e dependentes) da Secretaria de Educação (Seduc), na faixa etária entre 35 e 69 anos.

As usuárias serão contatadas por e-mail e SMS para conversar com a assistente virtual Victória, que fará questões sobre hábitos e características relacionadas à saúde via WhatsApp.

A partir dos resultados coletados, o IPE Saúde terá conhecimento do diagnóstico situacional deste grupo de usuárias com relação a fatores de risco, hábitos e utilização do sistema, como, por exemplo, rotina de exames, estadiamento do câncer, detecção de casos de câncer de mama inicial, possíveis reclamações e melhorias.

“Essa é uma forma de o IPE Saúde começar a atuar também na prevenção de doenças. Essa consulta que o IMAMA está fazendo será um estudo sobre os possíveis riscos que as mulheres têm em desenvolver o câncer de mama. É fundamental que todas respondam à pesquisa, pois certamente estarão contribuindo na prevenção da doença”, observa a diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador(a) do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês.

A iniciativa também permitirá que as usuárias recebam orientações, dicas de saúde e acesso aos serviços de acolhimento disponibilizados pelo IMAMA.

Clique aqui para mais informações sobre o projeto e saiba como participar!

Fique atenta aos principais sintomas

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja; alterações no mamilo e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região das axilas. Se você apresentar algum destes sintomas, procure ajuda. E lembre-se: fazer o autoexame pode salvar sua vida!

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Um estudo revela que o Brasil poderá ter um “apagão” de professores se não investir na formação de docentes para a educação básica. O país precisará de 1,97 milhão de professores em 2040, mas projeções indicam que o total deles cairá 20,7% em 18 anos, gerando um déficit de 235 mil profissionais. Os dados são da pesquisa Risco de “apagão” de professores no Brasil, do Instituto Semesp, divulgada na manhã desta quinta-feira (29).

O principal motivo para a redução contínua do número de professores é o desinteresse pela carreira, marcada por baixos salários e más condições de trabalho. Hoje, a proporção é de 20 estudantes com idades entre 3 e 17 anos na educação básica para cada docente em atividade.

Leia a matéria completa no site do O GLOBO clicando aqui.

Fonte: O GLOBO (29/09/2022)

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Enquanto praticavam as atividades de Educação Física, dois estudantes da EEEM Ponche Verde, em Gravataí (22º Núcleo), foram surpreendidos por um homem armado, nesta sexta-feira (30).

Ameaçados, os alunos tiveram que entregar seus celulares. O acesso do assaltante à escola ocorreu através de um buraco na tela que cerca o local.

A instituição, que atende a 730 alunos, não possui muro de proteção, apenas a cerca atual que está danificada e nem de longe traz alguma segurança para educadores(as) e educandos.

Segundo Letícia Coelho Gomes, diretora da Ponche Verde e também do 22° Núcleo, apenas um quarto do total do terreno da instituição está com cercamento de gradil, conquistado através da pressão realizada com a ocupação da escola pelos estudantes, organizada pelo Grêmio Estudantil e pela comunidade escolar, em 2016.

“Abrimos um processo no setor de obras da Secretaria de Educação em 2018, mas desde então está parado. Não consideraram como obra emergencial. Neste ano, espantosamente, a 28° CRE nos disse que não existe processo aberto e que poderíamos abrir um, mas apenas para a colocação de outra tela”, lamenta.

Os casos de insegurança não se restringem ao ocorrido nesta sexta-feira (30). Anteriormente, conforme Letícia, um homem invadiu a instituição e deu um soco em um aluno que estava no pátio. “Nossa escola está totalmente a mercê, sem a mínima segurança.”

Como forma de pressionar para que sejam tomadas providências que garantam a proteção de estudantes, professores(as) e funcionários(as), na próxima segunda-feira (3), será realizada uma assembleia com a comunidade escolar. “O ofício assinado pelo Conselho Escolar, pedindo o término da construção do muro, será levado pelas mães e pais até a Seduc”, garante a diretora.

Ainda na tarde desta sexta, a diretora foi até a 28ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) para solicitar um segurança para a escola e pedir a abertura do processo para o cercamento total da instituição.

“Até que a construção integral do muro seja realizada não sabemos quanto tempo irá demorar. Até lá precisamos que garantam a segurança de todos que frequentam a Ponche Verde”, ressaltou.

CPERS: governo precisa ter responsabilidade com a segurança das escolas

Diante de mais uma situação de descaso com a escola pública, a categoria e os estudantes, o presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, evidencia que a realidade das escolas mostra que o discurso e a propaganda oficial não encontram correspondência com os fatos.

“Há muito tempo o CPERS vem denunciando que a política de contingenciamento de recursos traria prejuízos de toda ordem, colocaria a qualidade da educação em risco e, o que é pior, aconteceriam casos como esse da Ponche Verde. Esperamos providências imediatas para que essa situação não perdure por mais tempo. É preciso que o governo tenha responsabilidade e garanta uma escola com segurança para todos”

O CPERS seguirá acompanhando a situação e pressionando para que a Seduc tome todas as providências necessárias, o mais rápido possível, para garantir a segurança de educadores(as), alunos(as) e comunidade escolar.

 

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Nas vésperas das Eleições 2022, Carta elaborada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação e a Rede de Ativistas pela Educação do Fundo Malala já soma mais de 400 assinaturas de candidatas/os, incluindo a chapa do candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT, PV, PCdob, PSOL, REDE, PSB, Solidariedade, Avante, Agir e Pros) e o candidato Ciro Gomes (PDT). Documento propõe pacto com 40 pontos por financiamento adequado à educação e combate às desigualdades.

A Carta prevê a construção de sistemas de educação pública fortes e a superação das profundas desigualdades raciais, sociais, de gênero e regionais que afetam o acesso e a permanência de estudantes na escola – sobretudo as meninas. As centenas de candidaturas são de todo o espectro político, de todos os estados e o DF, compreendendo candidaturas coletivas, negras, quilombolas, indígenas e feministas. Confira a lista completa dos candidatos que assinaram a Carta em: campanha.org.br/cartacompromisso.

As adesões à Carta Compromisso se devem à articulação da Rede da Campanha que realiza, desde o lançamento do documento, ações de incidência política com apoio dos seus Comitês Regionais espalhados por todos os estados e o Distrito Federal, e também da Rede Malala. O intuito é mobilizar as/os candidatas/os locais a promoverem pautas educacionais e se comprometerem com a educação durante os seus mandatos, caso eleitas/os.

“A assinatura de candidatura à presidência que está à frente das pesquisas é uma conquista importantíssima para o direito à educação. Significa não só um compromisso de campanha, mas também transformações que têm um caminho concreto de não se tornarem letra morta, mas guia para ações nos próximos anos, que serão cruciais para podermos deixar de retroceder e retomar um processo de desenvolvimento das políticas educacionais com inclusão”, analisa Andressa Pellanda, coordenadora geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e integrante da Rede Malala.

Neste ano de eleições, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e a Rede Malala têm defendido que todas e todos candidatos priorizem o direito à educação de meninas nos planos de governo. Além da Carta Compromisso, a Rede de Ativistas elaborou junto com um comitê de 20 meninas o Manifesto #MeninasDecidem pelo Direito à Educação. O documento traz as prioridades de meninas negras, periféricas, indígenas, quilombolas, travestis, trans, do campo e com deficiência por uma educação pública de qualidade, antirracista, antissexista e que combata as desigualdades sociais e a discriminação baseada em gênero. Pelas redes sociais, a Rede Malala também mobilizou meninas entre 16 e 17 anos a tirarem o título de eleitora dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

“O Manifesto #MeninasDecidem é um grito dessas meninas contra a destruição contra a destruição da nossa educação pública. É um grito não só de denúncia, mas que afirma a esperança na transformação”, diz Denise Carreira, coordenadora institucional da Ação Educativa e integrante da Rede Malala.

Leia a íntegra do Manifesto #MeninasDecidem pelo Direito à Educação aqui.

Sobre a Rede Malala:
Inspirado pelas raízes de Malala e Ziauddin Yousafzai como ativistas locais no Paquistão, o Fundo Malala estabeleceu em 2017 a Rede de Ativistas pela Educação (Education Champion Network) para investir, apoiar o desenvolvimento profissional e dar visibilidade ao trabalho de mais de 80 educadores de dez países (Afeganistão, Bangladesh, Brasil, Etiópia, Índia, Líbano, Nigéria, Paquistão, Tanzânia e Turquia) que trabalham a nível local, nacional e global em defesa de mais recursos e mudanças políticas necessárias para garantir o direito à educação das meninas. No Brasil, a Rede é formada por 11 ativistas e suas organizações e implementa projetos em diversas regiões do país para quebrar as barreiras que impedem meninas de acessar e permanecer na escola, com foco em meninas negras, indígenas e quilombolas. A Rede de Ativistas pela Educação do Fundo Malala no Brasil é formada pela seguintes ativistas e suas organizações:

Ana Paula Ferreira De Lima | Associação Nacional de Ação Indigenista (ANAÍ)
Andréia Martins de Oliveira Santo | Redes da Maré
Andressa Pellanda | Campanha Nacional pelo Direito à Educação
Benilda Regina Paiva De Brito | Projeto Mandacaru Malala
Cassia Jane Souza | Centro das Mulheres do Cabo (CMC)
Cleo Manhas | Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC)
Denise Carreira | Ação Educativa
Givânia Silva | Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (CONAQ)
Paula Ferreira da Silva| Centro Dom Helder Camara de Estudos e Ação Social (CENDHEC)
Rogério José Barata | Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF)
Suelaine Carneiro | Geledés Instituto da Mulher Negra

Sobre o Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação (Campanha) é considerada a articulação mais ampla e plural no campo da educação no Brasil, constituindo-se como uma rede que articula centenas de grupos e entidades distribuídas por todo o país, incluindo comunidades escolares; movimentos sociais; sindicatos; organizações não-governamentais nacionais e internacionais; grupos universitários, estudantis, juvenis e comunitários; além de milhares de cidadãos que acreditam na construção de um país justo, democrático e sustentável por meio da oferta de uma educação pública de qualidade. A missão da Campanha é atuar pela efetivação e ampliação das políticas educacionais para que todas as pessoas tenham garantido seu direito a uma educação pública, gratuita, inclusiva, laica, e de qualidade no Brasil. O Comitê Diretivo da Campanha é formado pelas seguintes organizações:

Ação Educativa
ActionAid Brasil
Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação – Fineduca
Centro de Cultura Luiz Freire – CCLF
Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará – CEDECA/CE
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE
Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil – Mieib
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST
Rede Escola Pública e Universidade – REPU
União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – UNCME
União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – UNDIME

Fonte: CNTE

Foto: Joyce Cury

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Na última semana, o CPERS recebeu uma série de preocupantes denúncias quanto à gestão da 1ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), de Porto Alegre. Segundo os relatos, a atual coordenadora, Elida Maria da Rosa Klamt, que exerce a função desde maio de 2022, não foi oficialmente nomeada para ocupar o cargo, o que tornaria seus atos administrativos inválidos.

Como não bastasse a questão administrativa, que atinge diversas escolas da capital, a coordenadora vem usufruindo de benefícios remuneratórios do cargo, incluindo diárias pela convocação, sem a respectiva portaria de nomeação.

Em pesquisa no Diário Oficial do Estado, constata-se que o último documento assinado por Alaor Baptista Chagas, ex-coordenador da 1ª CRE, data de 20 de abril de 2022. Em 18 de maio, registra-se o primeiro documento despachado por Elida, mas neste período não há registro do desligamento ou nomeação dos referidos acima.

Se a irregularidade for confirmada, inúmeras designações de portarias e atos assinados por Elida se tornarão inválidas.

1ª CRE não esclarece as dúvidas

Para buscar esclarecimentos sobre o tema, nesta quinta-feira (29), a Direção Central do CPERS e a assessoria jurídica do Sindicato, buscaram uma auto agenda na 1ª CRE. 

Na ocasião, após a entrega de um ofício cobrando explicações, a assessoria jurídica da Coordenadoria relatou não ter informações sobre o assunto e que daria retorno até o fim do dia com esclarecimentos, mas até a publicação desta matéria, não obtivemos respostas.

Confira abaixo o relato da secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann, sobre a reunião.

Denúncia no Ministério Público

Nesta quinta-feira (29), o gabinete da deputada estadual, Sofia Cavedon, protocolou uma denúncia formal no Ministério Público do Rio Grande do Sul para que seja instaurado um expediente investigativo e um inquérito civil e sejam tomadas as providências necessárias para que cessem as irregularidades. Confira aqui a íntegra da denúncia! 

O descaso da Seduc com a educação pública precisa parar

Este é mais um vergonhoso caso que escancara a total desordem que se instaurou na Secretaria Estadual de Educação (Seduc), com a gestão da atual secretária Raquel Teixeira, que envolve desde escândalos na contratação de empresas terceirizadas, viagens com dinheiro público, a terceirização do ensino no estado e o descaso com a educação pública e os educadores(as) gaúchos.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, ressalta que o Sindicato permanecerá vigilante sobre o tema e exigindo esclarecimentos: “Aguardamos um retorno oficial para que toda e qualquer dúvida seja dirimida e não paire dúvidas sobre as questões institucionais e legais de execício da função na 1ª ou em qualquer Coordenadoria Regional de Educação no Rio Grande do Sul”.

Confira abaixo a íntegra do ofício entregue à 1ª CRE nesta quinta (29):

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