Uma comitiva formada pela direção do CPERS e por representantes de diversas comunidades escolares de Porto Alegre esteve, nesta quarta-feira (3), na sede da Secretaria Estadual da Educação (Seduc) para denunciar os impactos da municipalização de escolas estaduais e exigir que o governo considere a realidade e a segurança das crianças antes de impor qualquer mudança.

A resistência à municipalização não é novidade para o CPERS: há anos o Sindicato trava esse embate em defesa das comunidades escolares. Em diferentes governos, mas com mais intensidade na gestão de Eduardo Leite (PSD), a categoria já conseguiu barrar fechamentos e transferências arbitrárias e segue vigilante para impedir retrocessos que prejudiquem estudantes, famílias e educadoras(es).

A reunião foi aberta pela presidente do CPERS, Rosane Zan, que destacou a gravidade do tema e o histórico de resistência das comunidades. “Sempre levamos em consideração o território em que o aluno está inserido. Aqui, temos pais, avós, diretoras, e isso mostra que não se trata apenas de postos de trabalho, mas da defesa da escola pública onde as comunidades existem. Não há sensibilidade da Seduc, porque se há mobilização da comunidade, não se pode mexer”, afirmou.

A diretora do 39º Núcleo do CPERS, Neiva Lazzarotto, reforçou a falta de transparência e diálogo. Segundo ela, as comunidades só tomaram conhecimento da lista de escolas incluídas na municipalização quando tentou realizar inscrições no sistema estadual. “Começamos com 21 escolas na lista. Após muita luta, ainda restam nove. As famílias foram surpreendidas e sequer conseguem fazer a matrícula”, denunciou.

Representantes de núcleos e escolas alertaram para os graves riscos. A tesoureira do 38º Núcleo, Maria Amália Santos de Oliveira, classificou como “gigantesco” o potencial de evasão escolar caso as mudanças sejam implementadas sem considerar a realidade local. “É preciso ouvir as comunidades”, cobrou.

A diretora da EEEF Araújo Viana, Fernanda Remião Schneider, emocionou-se ao relatar o trajeto entre sua escola e a EMEF Professora Judith Macedo de Araújo, percurso que estudantes seriam obrigadas(os) a fazer diariamente. “Existe uma zona de risco e uma lomba muito grande. As famílias já enfrentam muitas dificuldades. Temos crianças em vulnerabilidade social. Não consigo imaginar nossos alunos subindo essa distância todos os dias. Por que vamos adicionar mais uma barreira à vida dessas famílias?”, questionou a educadora.

“Temos uma grande preocupação que com aumento da distância até a outra escola, subida muito íngreme e problemas de segurança pública, tenha muita dificuldade para as famílias, separação de irmãos e desistência das crianças, aumente a evasão escolar. Como a SEDUC ignora essa realidade?”, questionou a diretora da EEEF Luiz de Azambuja Soares, Kátia Bueno Laner.

“Não é somente a distância, se vocês fizerem isso, estarão decidindo o futuro do meu filho, porque, infelizmente, devido ao tráfico, ele não pode estudar em qualquer escola. O que eu vou fazer com meu filho? E com o meu neto? Eu só quero que eles tenham a chance de um futuro melhor, que não tenham que ‘limpar o chão’ como muitos dizem. Peço que escutem a comunidade antes. Além da evasão, vai ter mãe que não vai conseguir nem trabalhar”, desabafou, emocionada, uma das mães presentes. 

Diante das denúncias, a secretária Raquel Teixeira tentou justificar o processo com base no novo Marco Legal, que define a responsabilidade dos municípios sobre os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. As participantes, no entanto, rebateram que a legislação não pode ignorar contextos sociais, geográficos e de segurança. “Desconsiderar a realidade de cada escola coloca em risco a vida e o futuro dessas crianças”, afirmaram mães de comunidades vulneráveis, em relatos marcados por emoção. A ruptura de vínculos afetivos com as escolas e a falta absoluta de diálogo também pautaram a reunião. 

Ao final, a secretária disse que “se dispõe a conversar com o prefeito Melo a partir da próxima segunda-feira”, alegando não poder tomar uma decisão imediata. Rosane rebateu: “Considerando quem esteve aqui hoje, não há como não se sensibilizar. Não podemos permitir a evasão escolar. É preciso levar em conta tudo o que foi dito.”

As representantes reforçaram ainda que a responsabilidade pela segurança, integridade e bem-estar das crianças é dever intransferível do Estado, que não pode se omitir diante de riscos concretos enfrentados pelas comunidades. Também foi apontada a participação e cumplicidade do prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, no avanço da municipalização, sem diálogo e sem considerar as consequências para as famílias.

Lembraram, ainda, que a educação é um direito humano fundamental e que sua garantia, como direito social, é cláusula pétrea da Constituição Federal, estando, portanto, acima de quaisquer legislações ordinárias estaduais ou decisões administrativas que atentem contra esse princípio.

O CPERS reforça que permanecerá ao lado das comunidades, lutando pelo direito à educação, pela segurança das crianças e pelo bem-estar de toda a comunidade escolar, exigindo que qualquer decisão sobre municipalização respeite aquelas e aqueles que vivem diariamente a realidade das escolas.

Além da presidente Rosane, participaram da reunião representando o Sindicato, o 1° vice-presidente, Alex Saratt, a secretária-geral, Suzana Lauermann, a diretora Joara Dutra, e os diretores, Luiz Henrique Becker e Amauri Pereira da Rosa. O advogado Marcelo Fagundes, representando a assessoria jurídica da entidade, também acompanhou a reunião.

>> Confira mais fotos da reunião:

 

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As cidades de São Luiz Gonzaga, Porto Alegre e Uruguaiana receberam, nos dias 19 a 22 e 28 e 29 de novembro, o Encontro Regional de Formação, promovido e idealizado pela Comissão de Formação do CPERS. Esses três últimos encontros encerraram o 1º módulo do Curso de Formação Sindical, que percorreu os núcleos do estado durante o ano de 2025. 

Conduzido pela Escola Sindical Sul, em parceria com a Secretaria Estadual de Formação da CUT, o curso teve como objetivo fortalecer a identidade sindical, ampliar a consciência crítica e projetar os próximos passos da luta, em um espaço de debate, estudo e reflexão. Ao todo, oito encontros foram realizados. 

Para a coordenadora da Comissão de Formação do Sindicato, Vera Maria Lessês, o saldo é positivo: “Chegamos ao fim deste módulo satisfeitos pela participação da maioria dos núcleos e pelo envolvimento e socialização dos participantes, durante o módulo que debateu “Como funciona a sociedade”. A metodologia utilizada sempre foi muito dinâmica: místicas, textos, trabalhos em grupo, apresentação de sínteses, troca de ideias, entre outras. Ao final de cada encontro, realizamos as avaliações que foram muito positivas. Inclusive, os participantes vêm solicitando que haja formação sindical continuada, após a conclusão deste curso. As pessoas que participaram dos encontros, com certeza, saíram com mais disposição para seguir na luta e contribuir com a mobilização nos seus núcleos“.

Esses espaços de formação têm um papel estratégico no atual cenário político. Ao promover estudo e reflexão crítica, o curso fortalece a consciência política e qualifica os debates da categoria. Dessa forma, a formação sindical se torna uma ferramenta estratégica para consolidar unidade, projetar resistência e construir respostas consistentes diante dos desafios que ameaçam a educação pública e os direitos da classe trabalhadora.

Além da coordenadora da Comissão de Formação Sindical, Vera Maria Lessês, também estiveram presentes nas atividades as(os) diretoras(es) da pasta, Juçara Borges, Guilherme Bourscheid, Luiz Henrique Becker e Sandra Regio, a secretária-geral, Suzana Lauermann, e a diretora, Joara Dutra.

Para 2026, o CPERS retomará as formações sindicais com novas atividades, que já estão sendo planejadas pela Comissão de Formação. O objetivo é aprofundar ainda mais o debate político, fortalecer a organização de base e garantir que cada educadora(or) se reconheça como sujeito estratégico na defesa da escola pública. Com novas metodologias, conteúdos e espaços de troca, o Sindicato reafirma o compromisso de manter a categoria mobilizada, consciente e preparada para enfrentar os desafios que se colocam no cenário educacional e nas lutas da classe trabalhadora.

> Confira as fotos das atividades: 

 

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O CPERS, através do Departamento de Mulheres do Sindicato, manifesta seu mais profundo e veemente repúdio ao ato de violência de gênero sofrido pela vereadora, professora e sindicalista, Helen Cabral (PT), de Santa Maria, cometido pelo vereador Tony Oliveira (PODE), na noite desta terça-feira (2). A agressão dirigida à parlamentar não é um episódio isolado, mas a expressão de uma cultura machista que insiste em tentar silenciar e intimidar mulheres que ocupam espaços de poder e decisão.

Em uma cena lamentável, o vereador Tony Oliveira precisou ser contido para não avançar fisicamente contra a vereadora Helen Cabral, em um ato que ultrapassa todos os limites do debate democrático e expõe a gravidade da violência política de gênero. Situações como essa não podem ser toleradas e exigem responsabilização adequada para que jamais se repitam.

Violência política de gênero é crime e não pode ser naturalizada, relativizada ou tratada como um simples conflito. Trata-se de uma violação aos direitos humanos, uma afronta à democracia e um ataque direto à participação das mulheres na vida pública.

Exigimos investigação rigorosa, responsabilização imediata do agressor e a adoção de medidas que garantam a segurança e integridade da vereadora Helen Cabral. Também reiteramos a necessidade urgente de que as instituições assumam seu papel no enfrentamento à violência política de gênero, assegurando que nenhuma mulher seja impedida de exercer seu mandato por intimidação, agressão ou desrespeito.

Expressamos nossa solidariedade à vereadora Helen Cabral e reafirmamos nosso compromisso inegociável com a defesa dos direitos das mulheres, com a construção de ambientes políticos seguros e com a luta permanente contra todas as formas de violência de gênero!

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Por justiça, respeito e dignidade! Após meses de mobilização intensa, educadoras(es) de todo o Rio Grande do Sul voltaram a ocupar, nesta terça-feira (2), a Praça da Matriz e as galerias da Assembleia Legislativa para acompanhar a votação do Projeto de Lei (PL) 350/2025, que define a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o próximo ano.

A categoria esteve mobilizada para exigir a reposição salarial de 15,2%, direito sistematicamente negado pelo governo Eduardo Leite (PSD) às servidoras e aos servidores que sustentam os serviços públicos no Estado.

Em uma tentativa de esvaziar a pressão das categorias, a base governista antecipou a votação, inicialmente prevista para o turno da tarde, para o fim da manhã, quando a mobilização se concentrava na Praça. Mesmo assim, centenas de educadoras(es) conseguiram acessar as galerias e acompanhar o processo.

Emenda popular ignorada pela base do governo

Em parceria com a CUT-RS e a CTB-RS, o CPERS protocolou uma emenda popular exigindo a reposição salarial de 15,2% para professoras(es), funcionárias(os) de escola e especialistas, incluindo ativas(os) e aposentadas(os), com e sem paridade. O percentual foi sustentado por um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), analisado pela assessoria jurídica do Sindicato, reunindo 17 argumentos econômicos, legais e sociais que comprovam a viabilidade e urgência do reajuste.

No entanto, as emendas sequer chegaram a ser debatidas. Por pedido de preferência do líder do governo na ALRS, deputado Frederico Antunes (PP), a base aliada aprovou o bloqueio da discussão por 40 votos a 12, manobra que já havia sido utilizada em outras ocasiões para impedir o debate sobre a reposição.

O projeto final foi aprovado por 32 votos a 18, sem previsão de reajuste às(aos) servidoras(es).

“O Leite passará. Nós ficaremos”

Após a votação, a presidente do CPERS, Rosane Zan, reforçou que o resultado não encerra a luta da categoria: “O governo demonstra, mais uma vez, que não quer ouvir quem faz a educação pública do Estado. Mas essa batalha não termina aqui. Vamos seguir firmes. Precisamos eleger um projeto que atenda a essa categoria, massacrada por governos neoliberais que reduzem o Estado às custas da educação. O Leite passará. Nós ficaremos.”

Rosane também convocou a categoria à reflexão e à organização no período que antecede as eleições, lembrando que a resposta política virá das professoras(es), funcionárias(os) e aposentadas(os) que seguem resistindo nas ruas.

Antes da votação, vozes que não se calam

Horas antes da sessão, educadoras(es) se reuniram em um Ato Público Estadual na Praça da Matriz. Servidoras(es), ativas(os) e aposentadas(os), denunciaram o abandono, as perdas salariais e a falta de respeito do governo Leite (PSD) com quem dedica e dedicou a vida ao serviço público.

A funcionária de escola aposentada, Noemi Medeiros, do 13º Núcleo (Osório), desabafou: “Sou aposentada e me sinto sacrificada como tantos outros. Há 12 anos vivemos de promessas e mentiras. Hoje olho colegas de cabelos brancos, com o sonho de uma aposentadoria tranquila frustrado.”

A diretora do 4º Núcleo, Dina Almeida, também aposentada, foi contundente: “Leite praticamente destruiu os serviços públicos. Nós, professores aposentados, ajudamos a construir este Estado. E esse governador tem a coragem de dizer que não há verba para pagar quem dedicou a vida inteira à educação.”

O diretor do 35º Núcleo e representante do CPERS no Conselho Administrativo do IPE Saúde, Marino Simon, também alertou para o impacto das políticas do governo no Instituto: “O governo sucateou o IPE Saúde ao não repor salários e retirar vantagens temporais, ele mesmo criou uma dívida gigante e jogou a conta nas costas dos servidores.”

Seguimos mobilizados e a resposta virá nas urnas

Ao fim da votação, a direção do CPERS reforçou que a luta segue firme e que o próximo período será marcado por ainda mais mobilização.

Em outros anos, por meio da força coletiva, a categoria já conquistou reposição salarial mesmo sem previsão orçamentária — e em 2026 não será diferente. O Sindicato iniciará o ano com uma grande caravana estadual, levando a cada região o debate sobre o legado do governo Leite (PSD) e de sua base aliada.

“Ano que vem vamos mostrar que, quem vota contra a educação, não volta. Não há chuva, frio ou sol que impeça esta categoria de lutar. A resposta virá nas urnas”, afirmou a presidente Rosane.

Hoje, a categoria sai da Praça da Matriz de cabeça erguida, unida pela convicção de que educação pública não se constrói com discursos, mas com investimento, valorização e respeito. E essa luta continua. Sempre!

>> Confira, abaixo, a cobertura completa do dia de mobilização:

➡️ Vídeo: 

➡️ Fotos:

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Nesta segunda-feira (1), a presidente do CPERS, Rosane Zan, compôs a mesa do Seminário sobre a Reforma Administrativa (PEC 38/2025), realizado na Câmara Municipal de Caxias do Sul. O encontro, comandado pela deputada federal Denise Pessôa (PT), foi promovido pela Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara Federal e reuniu servidoras(es), lideranças políticas e sindicais para aprofundar a análise sobre os efeitos da proposta na vida de quem atua diariamente no serviço público.

O objetivo do seminário foi construir um espaço de diálogo direto com trabalhadoras(es) do setor público, permitindo compreender, com base na realidade concreta, como a Reforma Administrativa pode alterar carreiras, condições de trabalho e o funcionamento dos serviços prestados à população.

Durante sua fala, Rosane Zan destacou a gravidade das mudanças propostas pela PEC e a necessidade de participação social no processo. Para ela, a reforma ignora a diversidade do país e coloca em risco políticas fundamentais.

“Não podemos aceitar que mudanças tão profundas sejam feitas na estrutura do Estado brasileiro sem a efetiva participação social e sem considerar as realidades diversas que vivemos em cada canto deste país. Fazer uma Reforma Administrativa para melhorar a governança e a gestão pública é estratégico para quem? Não podemos aceitar que, mais uma vez, os serviços públicos, como a saúde, a educação e a segurança, paguem a conta. Estamos juntos na luta contra a famigerada PEC 38 da reforma administrativa”, afirmou a presidente.

Outras lideranças também trouxeram contribuições importantes. O diretor do Sintrajufe/RS e dirigente da CUT/RS, Marcelo Carlini, reforçou a necessidade de haver um equilíbrio entre salário, carreira e profissionalismo no serviço público. Segundo ele, os privilégios existentes em carreiras específicas, como magistratura, acabam distorcendo a percepção sobre o conjunto das trabalhadoras(es). Ele ainda defendeu que a Reforma Administrativa se articula com outras mudanças já aprovadas, como as reformas previdenciária e trabalhista.

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o Brasil possui 10,9 milhões de servidoras(es), estando a maioria nos municípios (59,7%). Além disso, quase 60% dos vínculos têm remuneração de até quatro salários mínimos, correspondente a R$ 6.072, evidenciando que a narrativa de “altos salários” no serviço público não corresponde à realidade da maior parte das carreiras.

Durante a audiência, a economista do DIEESE, Anelise Manganelli, apresentou o contexto da proposta, apresentada no último dia 24 de outubro. Entre outros pontos, apontou a possibilidade de a matéria tramitar mais rapidamente para ficar pronta à apreciação, em plenário, até o final deste ano.

A especialista ainda enumerou regras que prejudicariam as carreiras funcionais, tais como: transversalidade (servidoras(es) transitariam entre órgãos conforme demanda); tabela remuneratória unificada, a partir de concurso público nacional unitário; estabilidade condicionada à aptidão demonstrada durante o período e programas oficiais de capacitação; ampliação para, no mínimo, 20 níveis de progressão; salário de entrada de, no máximo, 50% das remunerações do último nível; fim da progressão exclusivamente por tempo de serviço; exigência da avaliação de desempenho para avanços na carreira.

A presidente do Sindiserv, Silvana Piroli, alertou que a PEC 38/2025 tende a fragilizar direitos essenciais. Segundo ela, “ao firmar a meritocracia e relativizar a estabilidade, será criado um grau de insegurança no exercício das funções, com um resultado negativo na ponta. Ou seja, na execução do trabalho recebido pela cidadania”.

Por fim, o seminário reforçou que a Reforma Administrativa representa riscos significativos para a garantia de serviços públicos universais e de qualidade. Para o CPERS, iniciativas como essa são fundamentais para ampliar o debate, fortalecer a informação e mobilizar a categoria em defesa do Estado brasileiro, da valorização profissional e da educação pública.

Informações: Sindiserv

Fotos: Gabriel Lain/Sindiserv Caxias

> Confira mais fotos do Seminário:

 

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A luta pela regulação nacional do piso e da carreira das(os) educadoras(es) é uma reivindicação histórica dos sindicatos da educação de todo o país e, neste mês, essa trajetória pode ganhar um capítulo decisivo. Isso porque entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) o Tema 1218, que trata dos reflexos do piso nacional nos planos de carreira do magistério.

Essas duas conquistas são patrimônios de cada educadora(or) e, por isso, precisam ser defendidas com firmeza pela categoria. Para fortalecer essa mobilização, a CNTE está organizando uma ação virtual nas próximas semanas, com o objetivo de engajar as(os) profissionais da educação e sensibilizar os ministros da corte sobre a importância da aprovação do tema.

O piso nacional é uma ferramenta essencial para garantir remuneração justa em todo o país, combatendo salários arrochados e desigualdades gritantes entre estados e municípios. Vamos nos mobilizar e fazer com que a nossa voz chegue ao STF! Queremos o piso vinculado ao nosso plano de carreira!

>> Leia a nota da CNTE:

Está marcada para a semana de 12 a 19/12/2025 , em plenário virtual do Supremo Tribunal Federal, o julgamento do Tema 1218, que trata dos reflexos do piso salarial nacional nos planos de carreira dos profissionais do magistério.

O recurso extraordinário (RE) nº 1326541, que deu origem ao Tema 1218, é oriundo de uma ação no Estado de São Paulo, e ganhou repercussão geral, ou seja, terá validade para todo o país.

Desde a aprovação da Lei nº 11.738, em 2008, a CNTE defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz:

“O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

Em 2016, no entanto, o Superior Tribunal de Justiça aprovou o Tema 911, à luz do Recurso Especial (REsp) nº 1426210/RS, onde se definiu que os reflexos das atualizações anuais do piso nos planos de carreira do magistério ficariam condicionados à previsão em legislação local. Eis a tese firmada no Tema 911/STJ:

“A Lei n. 11.738/2008, em seu art. 2º, § 1º, ordena que o vencimento inicial das carreiras do magistério público da educação básica deve corresponder ao piso salarial profissional nacional, sendo vedada a fixação do vencimento básico em valor inferior, não havendo determinação de incidência automática em toda a carreira e reflexo imediato sobre as demais vantagens e gratificações, o que somente ocorrerá se estas determinações estiverem previstas nas legislações locais.”

A partir do Tema 911, diversos estados e municípios, além do DF, passaram a achatar/comprimir as carreiras do magistério, desvinculando as atualizações do piso das carreiras. E isso tem provocado um perverso processo de desvalorização da categoria, especialmente dos/as professores/as mais antigos e com maior nível de formação nas carreiras.

O julgamento do Tema 1218 no STF abre a possibilidade de se rever o entendimento do STJ, fazendo valer o espírito da Lei nacional de vinculação do piso às faixas, classes e níveis dos planos de carreira de todos os entes da federação, abrangendo, inclusive, os/as trabalhadores/as aposentados/as. Contudo, caso não haja esse avanço tão esperado pela categoria, a CNTE espera ao menos que não seja imposto mais retrocessos em relação ao Tema 911 do STJ, o qual, mesmo em situações mais restritas, permite vincular os reajustes do piso às carreiras do magistério.

Nenhuma entidade ou ente público foi admitido como amici curiae no processo relatado pelo ministro Cristiano Zanin, de modo que não haverá sustentações orais em defesa ou contra o Tema 1218. Ainda assim, a CNTE disponibilizará memorais a todos os ministros da Suprema Corte e promoverá ampla campanha virtual pelo provimento do RE nº 1326541 em sentido mais amplo.

Nos próximos dias as peças promocionais da campanha virtual estarão disponíveis no site da CNTE. Participe!

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O futebol é um ambiente historicamente marcado por preconceitos que reproduzem homofobia, racismo e misoginia. E, embora avanços importantes aconteçam, como a crescente valorização do futebol feminino, episódios recorrentes demonstram que ainda há um longo caminho a percorrer.

O mais recente desses episódios envolve uma declaração homofóbica do técnico do Sport Club Internacional, Abel Braga, dita com uma naturalidade alarmante.

Na entrevista de apresentação, que oficializava sua contratação, ele afirmou: “Pô, eu não quero a pxxxa do meu time treinando de camisa rosa, parece time de viado.” Ao perceber o constrangimento causado, tentou justificar a fala alegando que buscava “relaxar” os jogadores,  como se a homofobia fosse uma forma aceitável de brincadeira. Para ele, que classificou sua própria declaração criminosa como “malandragem”, esse tipo de discurso serviria para fortalecer o grupo.

A situação, já gravíssima, piorou com a tentativa de retratação. Em suas redes sociais, Abel Braga afirmou que “cores não definem gêneros; o que define é caráter”. Seja por descuido da assessoria ou por uma compreensão distorcida do que são gênero e caráter, o técnico do Internacional voltou a errar.

O Departamento de Diversidade do CPERS reforça que gênero não tem relação com caráter e que a cor rosa jamais definiu a sexualidade de ninguém. Para o Sindicato, é fundamental que o Sport Club Internacional, instituição com milhões de torcedores e uma história gloriosa, adote uma postura condizente com esse legado e se posicione de maneira firme diante da conduta inadequada de seu treinador.

Chega de notas protocolares em redes sociais para tentar minimizar um episódio de grande repercussão. É necessário que o Internacional faça um pedido de desculpas amplo e público à sociedade!

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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O CPERS, através do Departamento de Mulheres, expressa seu profundo pesar e repúdio aos dois graves episódios de violência de gênero que vieram à tona nos últimos dias e que reacenderam o alerta sobre a escalada da violência de gênero no Brasil e a insuficiência das políticas de prevenção e proteção às mulheres. Ambos os casos têm a mesma raiz: a persistência do machismo estrutural e das relações de poder que seguem ameaçando a vida das mulheres em todos os espaços.

Na última sexta-feira (28), duas mulheres foram assassinadas dentro do campus do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) do Maracanã, no Rio de Janeiro. O autor dos disparos era um estudante da instituição. O ataque, que interrompeu as vidas e marcou profundamente a comunidade acadêmica, reforça como universidades e escolas também podem ser palco de violências misóginas, muitas vezes precedidas por sinais ignorados ou subestimados.

Já em São Paulo, na Marginal Tietê, uma mulher foi atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro pelo ex-companheiro, no último sábado (29). O caso, investigado como tentativa de feminicídio, chocou o país pela brutalidade e deixou a vítima em estado grave. O episódio se soma a milhares de relatos de mulheres que tentam romper ciclos de violência, mas acabam expostas a riscos extremos justamente ao se afastarem de seus agressores.

Para o Departamento de Mulheres do CPERS, os dois casos ilustram como a violência de gênero segue naturalizada em diferentes esferas da sociedade. Apesar dos avanços legislativos, a distância entre a lei e a realidade ainda é profunda. A sobrecarga dos serviços de atendimento, a dificuldade de acesso a medidas protetivas, a insuficiência de políticas públicas e a falta de formação adequada para profissionais da rede de proteção deixam milhares de mulheres desamparadas. Neste cenário, a educação pública tem papel central como mecanismo de enfrentamento à cultura de violência que se reproduz desde a infância.

É urgente ampliar as políticas de prevenção, fortalecer redes de apoio e assegurar investimentos contínuos em campanhas educativas, programas de acolhimento e iniciativas de enfrentamento ao machismo e a todas as formas de opressão.

Enquanto o país lamenta os crimes e acompanha as investigações, especialistas lembram que cada caso é parte de uma estatística alarmante, pois o Brasil registra um feminicídio a cada seis horas, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Por trás de cada número, há uma urgência coletiva por mudanças profundas.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Na noite da última quinta-feira (27), a coordenadora do Departamento de Saúde da(o) Trabalhadora(or) do CPERS, Vera Lessês, e a diretora do Sindicato, Andréa da Rosa, juntamente com a diretora do 6º Núcleo, Denise Teixeira, participaram da instalação da Comissão Especial da Saúde Mental da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, presidida pelo deputado estadual Halley Lino (PT).

A audiência pública ocorreu no auditório do CCMAR da FURG, em Rio Grande, e marcou o início dos debates que irão orientar propostas legislativas e ações de fiscalização voltadas às políticas públicas de prevenção, atendimento e promoção da saúde mental.

A iniciativa reuniu gestores públicos, especialistas, instituições acadêmicas, entidades sindicais, movimentos sociais e representantes estudantis. A diversidade de participantes evidenciou o caráter coletivo e plural na construção das políticas discutidas.

Durante a reunião, reforçou-se que a saúde mental é um direito garantido por lei e sustentado por políticas públicas como a Reforma Psiquiátrica e a Rede de Atenção Psicossocial. Os participantes também defenderam que o Brasil adote a recomendação da OMS de destinar ao menos 10% do orçamento da saúde para o setor, atualmente, o país investe menos de 3%, valor insuficiente diante da crescente demanda.

O CPERS, enquanto representante das(os) professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), reforça que ampliar os recursos é fundamental para assegurar ações efetivas de prevenção, atendimento qualificado e políticas sustentáveis de promoção da saúde mental. A entidade destaca ainda que fortalecer essas iniciativas é decisivo para enfrentar o adoecimento crescente da categoria e garantir condições dignas de trabalho e aprendizagem.

Educadora(or), participe da pesquisa sobre carreiras e condições de trabalho

Em parceria com a PUCRS, o CPERS convida todas(os) as(os) educadoras(es) da ativa — professoras(es) e funcionárias(os) de escola — a participarem da pesquisa “Carreiras Sustentáveis e Trabalho Decente: perspectivas psicossociais no contexto brasileiro”. Conduzido pelas(os) pesquisadoras(es) Drª. Manoela Ziebell de Oliveira e Dr. Wagner de Lara Machado, o estudo busca compreender as experiências de trabalho, as condições laborais e os desafios vividos diariamente pela categoria.

A participação é voluntária, realizada por meio de um questionário online com duração estimada entre 30 e 40 minutos, e todas as respostas são sigilosas e utilizadas exclusivamente para fins científicos. Participe e contribua com uma investigação essencial para fortalecer nossa categoria!

> Clique aqui e participe da pesquisa
>> Mais informações aqui

Foto destaque: Gabriel Alvarenga

>> Confira mais fotos da Audiência: 

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A Praça da Alfândega, coração pulsante de Porto Alegre, amanheceu tomada pela energia viva da educação pública, nesta sexta-feira (28). Sob as árvores históricas e entre as memórias de resistência que o espaço guarda, educadoras(es), estudantes e comunidades escolares de todas as regiões do Rio Grande do Sul se reuniram para a Etapa Estadual da 6ª Mostra Pedagógica do CPERS, um ato coletivo de afirmação da potência da escola pública, mesmo diante de um cenário adverso marcado pelo projeto nefasto do governo Eduardo Leite (PSD), que enfraquece, precariza e desvaloriza quem faz a educação acontecer.

Os mais de 150 projetos apresentados foram selecionados ao longo de quatro meses, de agosto a novembro, nos núcleos do Sindicato e trouxeram para o centro da capital o que há de mais vibrante, criativo e transformador sendo produzido nas escolas estaduais. Em cada estande, em cada fala, em cada gesto de estudantes e educadoras(es), ecoava a força de uma rede que resiste e insiste em produzir conhecimento, cultura e futuro.

Uma abertura marcada por reconhecimento, afeto e luta

Na abertura do evento, a presidente do CPERS, Rosane Zan, uma das idealizadoras do projeto, reforçou a essência que move a Mostra Pedagógica: a valorização de quem constrói, diariamente, práticas pedagógicas potentes, muitas vezes invisibilizadas pelas políticas de desmonte.

Em sua fala, ela destacou que o tema desta edição “A valorização começa com o reconhecimento”, materializa a urgência de olhar para o chão da escola com o respeito que ele merece. Lembrou ainda que realizar a Mostra no espaço que acolheu a Feira do Livro simboliza a defesa incansável do ensino público laico, gratuito e socialmente referenciado. Para Rosane, “cada estudante e educador presente já é um vencedor por reafirmar, com seu trabalho, a importância desse patrimônio coletivo”.

O 2º vice-presidente do CPERS e coordenador da Comissão de Educação, Edson Garcia, também ressaltou o caráter vitorioso da Mostra, que cresce em qualidade e diversidade a cada ano. Ele lembrou que os projetos apresentados são apenas uma pequena amostra do que brota diariamente dentro das escolas públicas, fruto do compromisso e da dedicação de professoras(es), funcionárias(os) e estudantes.

Edson chamou atenção para o simbolismo do dia: “Este é um dia especial, de celebração. Aqui está tudo aquilo que muitas vezes o governo não vê, o trabalho feito com amor, com entrega e com profundo compromisso social. Viva a escola pública e o que ela produz de melhor: transformação social”.

As(os) integrantes da Comissão de Educação, Andréa Nunes da Rosa, Sandra Silveira e Elbe Belardinelli, também reforçaram, em suas falas, o papel da Mostra como espaço de valorização e resistência em um momento de ataques e constantes tentativas de desmonte da educação pública.

A pluralidade dos projetos: saberes que transformam realidades

Ao longo do dia, a Comissão Avaliadora acompanhou a apresentação dos mais de 150 projetos, distribuídos em cinco categorias: Ensino Fundamental – Anos Iniciais; Ensino Fundamental – Anos Finais; Ensino Médio; Ensino Profissional/Técnico; e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Os trabalhos foram avaliados conforme critérios como organização, criatividade, domínio de conteúdo, uso de recursos, participação estudantil, comunicação e compromisso pedagógico.

As temáticas revelam a amplitude do pensar e do fazer pedagógico dentro das escolas públicas: Sustentabilidade e Meio Ambiente; Mudanças Climáticas e Desastres Ambientais; Inclusão e Direitos Humanos; Ciências e Tecnologia; Cultura, Arte e Linguagens; Saúde e Bem-estar; História e Cidadania; Práticas Pedagógicas Inovadoras; Agricultura e Sustentabilidade Rural.

Cada projeto reafirma: apesar dos ataques do governo estadual, a escola pública segue de pé, inventiva, pulsante e criadora de mundos.

Cultura que inspira: apresentações que emocionaram a Praça

Entre uma apresentação de projeto e outra, a Praça da Alfândega se encheu de música, dança, narrativas e afetos.

A primeira apresentação cultural foi da Orquestra Estudantil do Areal, da EEEM Areal, de Pelotas. Criada em 2014, a iniciativa, que resiste apesar da falta de apoio, vem transformando o cenário cultural de Pelotas e de cidades vizinhas. Ex-alunas(os) hoje se tornam multiplicadoras(es), espalhando a música de concerto e inspirando novas gerações.

O CE Cassiano do Nascimento, também de Pelotas, emocionou o público com duas apresentações que integram o projeto “Todas e todos por uma”, que aborda violências, muitas vezes silenciosas, e a força da arte como instrumento de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas.

Foram apresentações que tocaram o público e reafirmaram o papel da cultura como elemento essencial da escola pública.

Projetos destacados na Etapa Estadual

Ao final da tarde, foram anunciados os projetos destacados nesta edição da Mostra, reconhecendo a criatividade, a potência pedagógica e o compromisso social das escolas.

 

➤ Ensino Fundamental – Anos Iniciais

1º DESTAQUE

Nome do projeto: Pé Quente

Escola: EEEM Cyrino Luiz de Azevedo (Santana do Livramento)

 

2º DESTAQUE

Nome do projeto: Ciência no Quintal

Escola: EEEM Lucila Nogueira (Boa Vista das Missões)

 

3º DESTAQUE

Nome do projeto: A Inteligência Artificial Amiga da Sustentabilidade

Escola: EE Engenheiro Paulo Chaves (Maratá)

➤ Ensino Fundamental – Anos Finais

1º DESTAQUE

Nome do projeto: Presente Ausente – O Silêncio Do Bullying: uma proposta de instalação artística do 8º ano de tempo integral

Escola: EEEM Alfredo Ferreira Rodrigues (Rio Grande) 

 

2º DESTAQUE

Nome do projeto: Matemática Divertida

Escola: EEEF & M Dom Hermeto (Uruguaiana)

 

3º DESTAQUE

Nome do projeto: Impacto dos Estímulos Sonoros no Sistema Nervoso

➤ Ensino Médio

1º DESTAQUE

Nome do projeto: Crise Climática e Crise de Informação: As Redes Sociais na Disseminação do Negacionismo Científico

Escola: IEE Júlia Billiart (Chapada) 

 

2º DESTAQUE

Nome do projeto: Batalha pela Memória: a toponímia na construção e apagamento na memória coletiva brasileira

Escola: IEE Júlia Billiart (Chapada)

 

3º DESTAQUE

Nome do projeto: A Expansão Imperialista no Século XIX 

Escola: EEEM Farroupilha (Viamão)

➤ Ensino Profissional/Técnico

1º DESTAQUE

Nome do projeto: O Campo é Delas: vozes e luta das mulheres reais

Escola: EE de Educação Profissional de Carazinho (EEPROCAR) 

 

2º DESTAQUE

Nome do projeto: Milpa em Sistema de de Plantio Direto 

Escola: EEEM Getúlio Vargas (Derrubadas)

 

3º DESTAQUE

Nome do projeto: Sinais que Unem: o vídeo que transforma o aprendizado em inclusão

Escola: IEE Érico Veríssimo (Três Passos)

➤ Educação de Jovens e Adultos

1º DESTAQUE

Nome do projeto: Cartoneiro como Emancipação Social

Escola: Escola Prisional – Presídio Estadual de Vacaria

 

2º DESTAQUE

Nome do projeto: Inclusão Através da Atividade Física: o despertar do corpo

Escola: CE Dom João Braga (Pelotas)

 

3º DESTAQUE

Nome do projeto: Bullying e Cyberbullying Dentro e Fora da Escola

Escola: EEEM Presidente Vargas (Caxias do Sul)

A 6ª Mostra Pedagógica do CPERS encerrou mais um capítulo de construção coletiva, reafirmando que a escola pública é, e sempre será, um espaço de encontros, afetos, aprendizagens e resistência. Onde há escola pública, há futuro. Viva a escola pública!

>> Confira a cobertura completa do evento nos links abaixo: 

>> Fotos manhã: 

>> Vídeo manhã: 

>> Fotos tarde: 

>> Vídeo tarde: 

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