Nesta quinta-feira (26), representantes da Direção Central do CPERS reuniram-se com a Secretária Estadual de Educação, Raquel Teixeria, na sede da Seduc, em Porto Alegre, para tratar de temas importantes para a categoria.

As entidades, que vêm realizando encontros mensais para buscar soluções para diversos anseios dos educadores(as), mesmo diante das divergências em inúmeros pontos, deram mais um passo em assuntos de extrema importância. Confira, abaixo, os principais assuntos tratados na reunião.

>> Marco Legal da Educação Gaúcha

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, questionou a secretária da Seduc quanto ao projeto “Marco Legal da Educação Gaúcha”, apresentado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Vilmar Zanchin (MDB), ao governo do Estado. O estudo alega apresentar “soluções efetivas que aprimorem a prática pedagógica e impactem positivamente no aprendizado dos estudantes”.

Helenir apresentou aflição sobre diversos pontos do projeto e solicitou a íntegra do texto que está sendo analisado e deverá ser protocolado no legislativo até o final de outubro, segundo informações do próprio governo.

“Sabemos que essa proposta partiu da Assembleia Legislativa, mas precisamos deixar aqui a nossa preocupação com a forma como ele está sendo imposto. Até o momento, há pouco detalhamento do que efetivamente está sendo proposto e há uma gritante falta de pluralidade entre os especialistas ouvidos para a construção da proposta, por exemplo, nós, que representamos os trabalhadores da educação estadual, sequer fomos chamados para discutir as pautas”, enfatizou Helenir.

O estudo aborda temas como a municipalização das escolas estaduais e o ensino médio integral, mas deixa de fora outras questões tão importantes quanto, como a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A secretária informou que também não teve acesso ao texto integral e que aguarda mais informações sobre o projeto. 

O CPERS seguirá pressionando por clareza no processo e buscará uma reunião com o presidente da Assembleia para esclarecimentos.

>> Nomeação Concursos 2013 e 2015

Já no início do encontro, representantes da assessoria jurídica do Sindicato, os advogados Marcelo Fagundes e Daniela Heller, indagaram a agente setorial da Seduc na PGE, Marília Bueno, sobre a nomeação dos candidatos(as) aprovados(as) nos concursos de 2013 e 20215, que tiveram o direito reconhecido via judicial, mas que estão aguardando o término do processo para serem efetivamente nomeados.

O jurídico do CPERS destacou que estas ações caíram em um  vácuo jurídico e que a nomeação destes cargos será benéfica para a atual escassez de educadores(as) que o Estado enfrenta.

Para fins de encaminhamento, ambas as partes decidiram realizar um levantamento dos casos existentes e a lista será posteriormente apresentada à PGE. A secretária Raquel se comprometeu em agilizar o encontro entre as entidades.

>> Gratificação de Insalubridade

Outro tema tratado no encontro foi a urgência da revisão da insalubridade para funcionários(as) de escola nomeados do Nível F9, que já tiveram o direito à gratificação reconhecido, mas ainda aguardam liberação do Departamento de Perícia Médica e Saúde do Trabalhador (DMEST), que alega ser necessária uma vistoria nas escolas para comprovação do benefício.

A diretora do Departamento de Funcionários(as) do CPERS, Juçara Borges, relatou a indignação da categoria quanto ao tema, visto que o direito já foi reconhecido. Ela ainda expôs a dificuldade de contatar o órgão do governo que impede o andamento do processo.

“Quero também reforçar o posicionamento do CPERS quanto ao abatimento do valor da insalubridade no completivo dos funcionários. O governo precisa se sensibilizar com a nossa situação e entender que este desconto dificulta ainda mais a situação de quem já ganha tão pouco”, destacou Juçara.

A representante da Seduc na PGE se prontificou em verificar o andamento do processo junto à Procuradoria.

>> Anistia das greves de 2017 e 2019

Os dirigentes do Sindicato também reforçaram o pedido sobre a anistia das greves de 2017 e 2019, que mesmo após a concessão no ano passado, ainda não foi lançada no Portal do Servidor RHE e que dificulta, por exemplo, pedidos de aposentadoria de educadores(as).

Segundo os representantes da Seduc, o problema ocorreu por um equívoco e os mesmos estão sendo alterados gradualmente.

Durante o encontro, o CPERS ainda reforçou a sua contrariedade ao processo de municipalização das escolas estaduais, cobrou a liberação do ponto para educadores(as) em atividades sindicais e denunciou a alarmante falta de funcionários(as) nas escolas do Rio Grande do Sul.

Também participaram da reunião, representando o CPERS, o 1° vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt, o 2° vice-presidente, Edson Garcia, a tesoureira Rosane Zan e a diretora Vera Lessês.

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O CPERS, a Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS) e demais entidades filiadas começaram, na tarde desta quarta-feira (25), a distribuição de utensílios adquiridos com as doações recebidas na campanha de solidariedade para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

Famílias do Vale do Taquari, uma das regiões mais atingidas, receberam 68 jogos de panelas, 70 jogos de talheres, 65 kits de louça, 21 fogões, 22 micro-ondas, 27 camas e 27 jogos de lençóis.

A campanha emergencial de solidariedade da CUT-RS já arrecadou cerca de R$ 170,5 mil para auxiliar aqueles que perderam suas moradias ou sofreram perdas materiais após a passagem de mais um ciclone extratropical no início de setembro, que deixou 51 mortos e centenas de feridos, especialmente nos municípios de Muçum, Roca Sales e Encantado.

“Conseguimos ajudar mais de 500 famílias em cidades do Vale do Taquari afetadas pelas enchentes. Foi um momento marcado por grande sensibilidade, onde houve uma troca calorosa e afetuosa entre aqueles que se beneficiaram dessa iniciativa e os sindicalistas envolvidos. Estamos prestando contas à sociedade, mostrando que a solidariedade e a ação coletiva podem fazer a diferença em tempos difíceis”, enfatizou o presidente da CUT-RS, Amarildo Cenci.

Para a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, a unidade na luta é fundamental para amenizar a tristeza e as perdas causadas por essa tragédia.

“Foi muito gratificante ver que conseguimos aliviar um pouco o sofrimento e constatar como é fundamental continuar ajudando. A solidariedade entre os sindicatos cutistas destaca a importância da união dos trabalhadores em nosso estado. Juntos somos mais fortes, e essa força é essencial para superar desafios e construir um futuro melhor”, destacou Helenir.

Neste momento desafiador, nossa união é mais vital do que nunca. O CPERS e a CUT-RS buscam não apenas aliviar o sofrimento imediato, mas também transmitir a mensagem de que, juntos, somos capazes de superar as adversidades.

Continuaremos firmes na missão de auxiliar centenas de famílias, pois é na solidariedade que encontramos a força para construir um futuro digno para todos(as). Ninguém solta a mão de ninguém!

Fotos: Matheus Piccini / CUT-RS

      

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Combate ao racismo estrutural, inclusão, representatividade, educação e conscientização. Estes são alguns dos objetivos da campanha “Povo Traído, Povo Escravizado”, lançada nesta quarta-feira (25). A iniciativa, promovida pelo CPERS, através do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo, e em parceria com o Movimento Negro Quilombista Brasileiro, representa um marco significativo na luta pela promoção da igualdade racial e na disseminação de pautas antirracistas, pluripartidárias e multirraciais.

O encontro, realizado na sede do Sindicato em Porto Alegre, reuniu dezenas de entidades representativas e parlamentares para este importante debate, que visa sensibilizar a sociedade sobre temas urgentes, como a revisão da estrofe racista no hino riograndense.

Este símbolo do Rio Grande do Sul, contém versos carregados de conotações racistas, que perpetuam estereótipos negativos em relação às populações afrodescendentes. A campanha busca conscientizar a população sobre a importância de reconhecer e corrigir esse erro histórico para a construção de um ambiente inclusivo e respeitoso em nosso estado.

O 2° vice-presidente do CPERS e coordenador do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo do Sindicato, Edson Garcia, destaca a importância do debate para a educação gaúcha.

“Quero destacar a importância deste momento estar acontecendo aqui no CPERS, um espaço que representa educadores e educadoras estaduais, que tem como uma de suas bandeiras de luta uma educação antirracista. O lançamento da campanha “Povo Traído, Povo Escravizado” é o início para um novo momento, onde diferentes pautas antirracistas vão estar sempre sendo desenvolvidas em parceria”, expõe Garcia.

Edson ainda destacou a importância da presença ou representação de deputados e deputadas estaduais no encontro: “Este é um momento muito importante e relevante. Podermos contar com a presença destes parlamentares, que possuem consciência negra e daquilo que nos representa, faz toda a diferença em nossa luta diária por respeito, inclusão e representatividade”.

Os deputados(as) Pepe Vargas (PT), Leonel Radde (PT), Stela Farias (PT), Sofia Cavedon (PT), Jeferson Fernandes (PT) e Matheus Gomes (Psol) apoiaram a iniciativa.

Na abertura do evento, representantes do grupo Brasil Estrangeiro emocionaram o público com momentos do espetáculo “Lanceiros Negros – a história que não é contada”.

Ao liderar essa campanha, o CPERS e o Movimento Negro Quilombista Brasileiro reforçam o seu compromisso com a mudança social e a promoção de um estado mais justo e equitativo. Essa campanha lança luz sobre a necessidade de confrontar o racismo de maneira aberta e corajosa, abrindo caminho para um estado mais justo e unido, onde todos se sintam valorizados e respeitados, independentemente de sua origem étnica.

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No último dia 18, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou o PL 88/2018, que visa estabelecer diretrizes para a valorização das carreiras dos profissionais da educação escolar básica pública. A matéria ainda será apreciada pelo plenário do Senado, antes de seguir à sanção presidencial.

Embora o projeto de lei, de autoria da então deputada federal Profª. Dorinha Seabra (União – TO), atualmente Senadora da República, oriente algumas boas práticas a serem seguidas pelos estados, Distrito Federal e municípios, ele prescinde de condições essenciais para atingir seus objetivos, sobretudo no que se refere a necessária previsão de assistência técnica e financeira da União.

A CNTE concorda com a maior parte dos requisitos apontados na proposta legislativa – muitos já contemplados no Plano Nacional de Educação e em leis que regem os planos de carreira nos entes subnacionais –, mas o problema continua sendo a equalização das condições para se atingir a valorização profissional em todo o país. E não bastam boas intenções; é preciso viabilizá-las! O novo valor aluno ano total (VAAT) do FUNDEB é mais um mecanismo para a superação das desigualdades nos sistemas e redes de ensino, mas faltam novos compromissos que viabilizem mais investimentos na educação pública, amparados no Custo Aluno Qualidade (CAQi e CAQ), no Sistema Nacional de Educação, na tributação dos super-ricos, na revisão dos ajustes fiscais (LRF, EC n.º 109 e outros) que impedem a ampliação do atendimento escolar e de outros serviços públicos, assim como a valorização dos servidores, inclusive os da educação.

Em termos práticos, as carreiras do magistério e as poucas carreiras dos funcionários da educação estão sendo achatadas sob a alegação dos gestores de insuficiência de recursos, e o piso do magistério tem se tornado teto salarial em muitos lugares! Embora a justificativa fiscal seja questionável em alguns lugares, em outros ela se materializa. De modo que, infelizmente, o PL 8/2018 não aponta alternativas para a viabilidade financeira de um padrão de referência nacional para as carreiras dos profissionais da educação básica pública, com a previsão de aporte específico da União para essa importante política pública.

Outra questão-chave diz respeito à regulamentação do piso salarial profissional nacional para todos os profissionais da educação, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal. Embora o PL 88/2018 aponte esse compromisso, fato é que existem apenas dois projetos de piso salarial direcionados aos funcionários da educação – segmento da categoria que ainda não dispõe de vencimento básico nacional. Por outro lado, há inúmeras propostas parlamentares, tanto na Câmara como no Senado, voltadas para a redução de direitos na Lei 11.738/2008 (piso do magistério), que teve recentemente sua constitucionalidade reafirmada pelo Supremo Tribunal Federal. Um contrassenso!

Diante desses cenários, é preciso que o Congresso Nacional encaminhe a discussão da valorização dos profissionais da educação de maneira coerente e viável, chamando para o debate os(as) trabalhadores(as) em educação, os governos das três esferas, e sempre partindo do princípio de que é preciso respeitar os avanços conquistados pelos profissionais da educação e agregar outros. A CNTE possui propostas para a regulamentação das diretrizes de carreira e do piso para todos os profissionais da educação e espera avançar nessa discussão antes que o PL 88/2018 seja aprovado em definitivo no Senado.

Fonte: CNTE

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Ao longo desta quarta-feira (25), a 5ª Mostra Pedagógica do CPERS reuniu dezenas de profissionais da educação e estudantes para dialogar sobre o Novo Ensino Médio (NEM) e compartilhar 23 projetos elaborados pelas comunidades escolares de Santa Rosa (10º Núcleo). A feira, que valoriza a resiliência da escola pública, aconteceu no Salão do Instituto Estadual de Educação (IEE) Visconde de Cairu. 

Durante a manhã, possibilidades e implicações do NEM foram tema de uma roda de conversa que contou com a participação da tesoureira e representante da Comissão de Educação do Sindicato, Rosane Zan, da doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ângela Chagas e do Mestre em Educação e Professor no Instituto Federal Farroupilha do Campus Santa Rosa, Marcelo Eder Lamb.

O bate-papo foi transmitido ao vivo no YouTube e você pode conferir logo abaixo: 

Aprovado de maneira autoritária, o Novo Ensino Médio trouxe inúmeros desafios para educadores(as) e alunos(as), especialmente no ensino público. De acordo com o estudo de Ângela Chagas, diferente das escolas públicas, as instituições privadas priorizam a formação e a preparação dos estudantes para os concursos, mesmo sob a lógica do NEM. 

“O que eu tenho apontado na pesquisa é o aprofundamento das desigualdades. Que condições o aluno da rede estadual vai ter em fazer esses processos seletivos, Enem e Vestibulares, da mesma forma que os alunos de escolas privadas?”, refletiu a pesquisadora. 

“Se despreza a formação dos conteúdos científico-culturais e se hiper valoriza as competências de ordem prática. Porque o que é prático é produtivo e o que é produtivo é útil”, ironiza Marcelo Lamb. O especialista destacou, ainda, a necessidade de os professores(as) inventarem o que será trabalhado em sala de aula, já que não há uma ementa consistente sobre os assuntos a serem conduzidos.

Nesta terça-feira (24), o presidente Lula (PT) enviou ao Congresso um Projeto de Lei que reestrutura a Política Nacional do Ensino Médio, propondo a revogação dos itinerários formativos e a retomada das 2.400 horas da Formação Geral Básica. “O resultado que nós tivemos ontem mostra a força que temos quando nós nos colocamos diante das trincheiras da luta”, celebrou a tesoureira do CPERS, Rosane Zan. 

A diretora-geral do 10º Núcleo, Eloisa Maria Womer, saudou todos os presentes na abertura da etapa regional : “Este é um momento ímpar para darmos visibilidade e trazer para fora da sala de aula aquilo que de bom se faz nas escolas, que apesar das dificuldades e das lutas que temos que fazer cotidianamente, existe muita qualidade”.

Democratização da leitura e fortalecimento da sustentabilidade

O projeto “Embalagem ecológica”, da EEEB Leopoldo Ost, evidenciou a possibilidade de desenvolver iniciativas sustentáveis e romper com a produção de materiais que agridem o meio ambiente, caso haja interesse por parte das indústrias. 

“O plástico normal é um polímero sintético que demora, em média, 400 anos para se decompor. Esse aqui é um plástico ecológico que se decompõe em 90 dias”, explicou a estudante do Ensino Médio, Fernanda Spohr. A inovação foi elaborada com polvilho, glicerina caseira, vinagre e água. 

Educandas do IEE Visconde de Cairu organizaram a iniciativa “Leitura Circular”, com o intuito de reutilizar livros. A aluna Tayla Cardoso relata uma das vantagens de dar novos destinos às histórias já lidas por alguém. “Esse projeto também beneficia alunos de baixa renda, que não têm tanto poder aquisitivo para garantir livros”, esclareceu.

Uma proposta de embarcação movida a energia elétrica, o “Aerobarco”, foi criada por estudantes do Ensino Médio da EEEB Leopoldo Ost, cientes da poluição causada por motores de barco. “É muito útil no salvamento de pessoas, pode chegar a 200 km/h e não tem perigo de enroscar em pedras e galhos”, salientou Tanaíse Giehl, uma das idealizadoras do trabalho. 

Contações de histórias é uma atividade muito interessante tanto para crianças como para adultos, segundo a aluna Luiza Sichinel, do IEE Visconde de Cairu. “Tivemos o privilégio de este ano estar contando histórias em nossa feira do livro. Foi algo muito importante, pudemos aprender com as crianças e também com os professores”, completou.

A etapa estadual da 5ª Mostra Pedagógica do CPERS vai ocorrer em dezembro, na cidade de Porto Alegre. Em Santa Rosa, Gerson Rodrigues, Noemi de Araújo, Mariza Terezinha Filheiro, Neusete Machado Rigo, Ana Maria de Oliveira e Rosane Almeida definiram quais projetos serão apresentados na capital.

>>> Confira os trabalhos selecionados:

Séries Finais Ensino Fundamental 

Projeto: As Aventuras de Descartes: explorando as funções matemáticas através do ROBLOX
EEEF Coronel Braulio Oliveira
Categoria: Séries Finais Ensino Fundamental

Ensino Profissional

Projeto: Numeracia
Escola: IEE Visconde de Cairu
Categoria: Ensino Profissional

Ensino Médio

Projeto: Estufa Impact: uma proposta sustentável a partir de materiais biodegradáveis
Escola: IEE Cristo Redentor
Categoria: Ensino Médio

Etapas Regional e Estadual

Os 42 núcleos do CPERS realizarão mostras regionais até novembro e os educadores(as) devem se inscrever com até cinco dias de antecedência ao evento na sua região. Os projetos e trabalhos mais significativos terão lugar na etapa estadual da Mostra. As experiências selecionadas também serão compiladas em uma publicação especial.

️ INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

1) Somente sócios(as) do CPERS terão suas inscrições validadas para a Mostra Pedagógica;
2) Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em PowerPoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers5@gmail.com;
3) As inscrições podem ser realizadas com até 5 (CINCO) dias de antecedência à Mostra Regional do seu núcleo. Clique aqui para conferir o cronograma das etapas regionais da Mostra;
4) Clique aqui para acessar o regulamento completo da Mostra Pedagógica;
5) Se tiver dificuldades no preenchimento do formulário ou outras dúvidas, entre em contato pelo e-mail secgeral@cpers.org.br ou pelo fone (51) 3254.6000.

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Nesta terça-feira (24), o Senado aprovou o projeto que expande o sistema de cotas no Ensino Federal. Entre as mudanças previstas, estão a inclusão de quilombolas no texto da Lei 12.711/12, que reserva 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes de escolas públicas e também para a população preta, parda, indígena e pessoas com deficiência.

Agora, o texto aguarda análise de sanção por parte da Presidência da República.

O CPERS, por meio do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo, expressa sua satisfação com a aprovação do projeto, pois reconhece sua extrema importância como uma política pública afirmativa e inclusiva para a população negra, indígena e com deficiência, facilitando o acesso às universidades tanto na graduação quanto na pós-graduação.

“Esta conquista atende a uma demanda histórica que sempre foi uma luta para a comunidade negra. É louvável contar com parlamentares comprometidos e corajosos, que votaram a favor dessa pauta fundamental, refletindo a essência do Brasil em um novo momento, com um olhar mais inclusivo para as diversas realidades de uma população que não teve as mesmas oportunidades, nem partiu do mesmo ponto que outras”, frisou o 2º vice-presidente do CPERS e coordenador do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo, Edson Garcia.

A Lei de Cotas, instituída em 2012, inicialmente previa uma revisão do sistema a cada 10 anos. A partir de agora, após o projeto aprovado nesta terça (24), neste mesmo período, será realizada uma avaliação, e não uma revisão, gerando menos insegurança jurídica. O novo texto também estabelece a obrigação de elaborar e divulgar relatórios que viabilizem esta avaliação.

O Projeto de Lei 5.384/2020, aprovado pelos senadores(as), também estabelece que os candidatos beneficiados pelo sistema de cotas participem da concorrência pelas vagas gerais. Somente se não atingirem a pontuação necessária para o ingresso, é que concorrerão às vagas reservadas.

“É fundamental destacar a importância da presença de parlamentares negros nas diferentes casas legislativas, pois seus comprometimentos, e intervenções, refletem diretamente nas políticas direcionadas a esta população, pois compreendem os desafios impostos e argumentam com propriedade sobre o tema. O resultado são avanços reais em políticas especificas”, asseverou Edson Garcia.

A atualização anual dos percentuais raciais e de pessoas com deficiência seguirá uma metodologia estabelecida para os próximos três anos após a divulgação do resultado do Censo. Isso permitirá calcular a proporção de vagas gerais e das reservadas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

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Nesta terça-feira (24), a Frente dos Servidores(as) Públicos do Rio Grande do Sul realizou uma reunião para discutir estratégias e os próximos passos na contínua luta por respeito e valorização do funcionalismo estadual. O encontro reuniu, na sede do CPERS, representantes de diversas entidades que compõem a Frente, cada uma delas desempenhando um papel vital na defesa dos direitos dos servidores(as).

Dentre os principais pontos debatidos ao longo da reunião, destacaram-se as seguintes questões:

>> Pressão pela votação do reajuste do Vale-Refeição:

Mesmo após o anúncio do governador Eduardo Leite (PSDB), que prometeu que a partir de outubro seria pago o reajuste do vale-refeição, o mesmo não foi lançado no contracheque das categorias, pois o projeto ainda não foi votado na Assembleia Legislativa.

Durante a reunião, as entidades representativas discutiram estratégias para mobilizar a base de servidores(as) e pressionar os órgãos competentes a votarem a favor desse reajuste.

>> Reajuste do Salário Mínimo Regional:

O reajuste do salário mínimo regional também foi um tema central da reunião. Os servidores(as) públicos do Rio Grande do Sul têm lutado arduamente por um Salário Mínimo Regional justo, que reflita as realidades econômicas do estado. Nesta terça, o projeto foi aprovado na CCJ da AL e agora vai à votação no Plenário.

>> Disputa por Reposição Salarial no Orçamento de 2024:

A reposição salarial no orçamento de 2024 é um dos principais pontos na luta por valorização. Durante o encontro, as entidades representativas se comprometeram a trabalhar incansavelmente para garantir que a reposição de 20,05% seja contemplada no próximo orçamento estadual.

Neste momento de constantes ataques contra os direitos das categorias, a Frente dos Servidores Públicos está empenhada na mobilização por salário digno para aqueles que desempenham um papel fundamental para o estado e para a prestação de serviços essenciais à comunidade.

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Nesta terça-feira (24), o grupo de danças do 35º Núcleo do CPERS, composto por educadoras aposentadas, se apresentou na abertura dos Jogos Escolares do Instituto Estadual de Educação Cardeal Pacelli, localizado em Três de Maio. O evento ressaltou a importância da intersecção entre educação e cultura, e também da integração de gerações.

A diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, e o diretor do 35º, Marino Simon, prestigiaram o evento.

Esta apresentação foi a culminação de meses de preparação e dedicação por parte do grupo, que primeiramente competiu no Desafio de Danças Folclóricas Internacionais durante o Encontro Regional dos Aposentados(as) do CPERS na região e, na ocasião, foram selecionadas para a etapa estadual do Encontro, que será realizado em março de 2024.

A dança apresentada foi cigana, um exemplo notável de como a cultura transcende fronteiras e enriquece nossas vidas. A coreografia cativante e as vestimentas tradicionais deslumbraram o público presente, demonstrando o comprometimento e a paixão das educadoras aposentadas.

Após a apresentação, o grupo realizou uma confraternização, durante a qual não apenas celebraram o sucesso da apresentação, mas também abordaram questões importantes para os educadores(as) aposentados(as) do Rio Grande do Sul. Entre as discussões estavam a desvalorização por parte do governo estadual, liderado pelo governador Eduardo Leite (PSDB), e a votação iminente no Supremo Tribunal Federal (STF) que decidirá sobre o desconto previdenciário. Esses assuntos são de grande importância para os(as) educadores(as) aposentados(as) e demonstram que a luta por valorização e respeito à categoria segue firme!

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A quadra de esportes da EEEM Ruy Barbosa, conhecida como “Ruyzão”, em Ijuí (31º Núcleo), foi palco da etapa regional da 5ª Mostra Pedagógica do CPERS, nesta terça-feira (24). O encontro de estudantes, educadores(as) e sindicalistas demonstrou a potência da educação pública, que tem desenvolvido projetos pautados por discussões fundamentais, como o uso das redes sociais, pressão estética e holocausto.

Criada em 2015, a Mostra Pedagógica do Sindicato surgiu do desejo de valorizar as boas práticas realizadas nas escolas, mesmo diante da falta de recursos. “Em muitas vezes, durante nossas visitas às escolas, a gente passa para mobilizar a categoria para a luta e descobre projetos maravilhosos dentro das instituições”, relembrou a tesoureira do CPERS, Rosane Zan. 

Fundada no esforço de profissionais da educação e de alunos(as), a feira já está em sua 5ª edição, apesar dos desafios que as escolas enfrentam para viabilizar o evento. Segundo a diretora do CPERS, Vera Lessês, que tem percorrido todo o Rio Grande do Sul acompanhando a Mostra, os trabalhos expostos são fantásticos. “Mesmo sendo desvalorizados pelo estado, nos últimos períodos, os educadores conseguem fazer um trabalho muito dinâmico e de alta qualidade”, destacou. 

Ampliando debates

Entre os projetos apresentados no 31º Núcleo (Ijuí), “A influência da Barbie na produção do estereótipo feminino”, da EEEM Ruy Barbosa, buscou refletir sobre o papel da tradicional boneca na autoestima de mulheres.

“A Barbie foi criada em 1959, para mostrar às meninas uma imagem de empoderamento. Mas, além disso, a boneca também deu a entender que as mulheres deveriam ser submissas aos homens”, explicou a estudante Helena Fagundes. No passado, uma das primeiras invenções da marca foi a personagem Midge, uma boneca grávida. Para atenuar o incômodo causado nos pais das crianças consumidoras, a empresa lançou o boneco Allan, seu marido. 

Outra discussão fundamental trazida pelos trabalhos expostos na “Ruyzão”, foi a importância de relembrar os horrores da ideologia nazista no século XX. “Fizemos maquetes para retratar sobre o nazismo, a 2ª Guerra Mundial e o Holocausto, que foi o genocídio de quase 6 milhões de pessoas nas câmaras de gás e nos campos de concentração”, comentou Arthur Rebello, aluno das Séries Finais do Ensino Fundamental da EEEM São Geraldo e um dos autores do projeto “A repercussão do nazismo no ambiente escolar: compreendendo o passado para prevenir o futuro”. 

Orientadora desta e de outra iniciativa, a professora Tatiana Fabrin, da EEEM São Geraldo, esclarece que o objetivo do trabalho “Eu e o mundo: o que tem a ver?” é de que os estudantes possam conhecer a realidade local, regional e federal e, assim, analisá-las diante do resto do mundo. “É um comparativo entre o Brasil e outros países, trazendo a realidade crítica e a questão socioeconômica, de forma que os alunos se coloquem num lugar de agentes do seu próprio conhecimento”, elucida. 

Antenadas nos obstáculos impostos à comunidade escolar, alunas da EEEM Ruy Barbosa desenvolveram uma pesquisa sobre “Smartphones em sala de aula: o que pensam os estudantes”, com o intuito de entender o lado dos educandos e fomentar o diálogo sobre o tema na escola.

“A gente descobriu que 100% dos alunos usam o celular em sala de aula, que 70% deles sabem que usam de forma excessiva e que 60% está ciente de que isso prejudica o desempenho nos estudos”, revela Yasmin Pastorello.  

Celebrando a educação pública

A 5ª Mostra Pedagógica do CPERS, realizada em Ijuí, aconteceu das 9h às 16h e contou com a presença dos diretores do núcleo, Teresinha Mello e Ademir Severo, da vice-diretora Daniela Marckevitz, da secretária, Noemi da Silva, e da tesoureira, Antonia Gobbo.

A exposição, que celebrou a educação pública através de 14 projetos, foi brindada ainda com as apresentações musicais da estudante Alicia Basso e do diretor da EEEM Ruy Barbosa, Paulo Barcellos. 

 

Composto inteiramente por aposentadas, o júri teve a participação de Maria Romi Bazzan, Teresinha Tondello, Solange Manzoni, Vera Machado, Rosa Jaeschke e Ilma Rodrigues, que definiram os trabalhos selecionados para a etapa estadual da Mostra.

>>> Confira a seleção: 

– Séries Iniciais Ensino Fundamental
Projeto: Dramatizando a leitura: transformando palavras em ação
Escola: Colégio Estadual José Lange
Categoria: Séries Iniciais Ensino Fundamental

– Séries Finais Ensino Fundamental
Projeto: A repercussão do nazismo no ambiente escolar: compreendendo o passado para prevenir o futuro
Escola: EEEM São Geraldo
Categoria: Séries Finais Ensino Fundamental

– Ensino Profissional
Projeto:  A falsa vida das redes sociais: pesquisa realizada entre alunos do Ensino Médio de uma escola pública
Escola: ETE 25 de Julho
Categoria: Ensino Profissional

– Ensino Médio
Projeto: A moda como expressão dos valores de uma sociedade
Escola: EEEM Ruy Barbosa
Categoria: Ensino Médio

Etapas Regional e Estadual

Os 42 núcleos do CPERS realizarão mostras regionais até novembro e os educadores(as) devem se inscrever com até cinco dias de antecedência ao evento na sua região. Os projetos e trabalhos mais significativos terão lugar na etapa estadual da Mostra. As experiências selecionadas também serão compiladas em uma publicação especial.

️ INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

1) Somente sócios(as) do CPERS terão suas inscrições validadas para a Mostra Pedagógica;
2) Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em PowerPoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers5@gmail.com;
3) As inscrições podem ser realizadas com até 5 (CINCO) dias de antecedência à Mostra Regional do seu núcleo. Clique aqui para conferir o cronograma das etapas regionais da Mostra;
4) Clique aqui para acessar o regulamento completo da Mostra Pedagógica;
5) Se tiver dificuldades no preenchimento do formulário ou outras dúvidas, entre em contato pelo e-mail secgeral@cpers.org.br ou pelo fone (51) 3254.6000.

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A etapa municipal da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024 já está ocorrendo e segue até 29 de outubro em todo o Brasil. Durante esses debates preparatórios, orientados pelo Documento Referência, será possível propor diretrizes, metas e estratégias para o novo Plano Nacional de Educação (PNE).

A etapa inclui a participação de representantes de segmentos educacionais, setores sociais, órgãos do poder público, entidades, organizações e movimentos comprometidos com a educação.

Segundo o Regimento Geral da Conae 2024, nesta fase podem ser realizadas conferências municipais e/ou intermunicipais, com dois ou mais municípios debatendo juntos. Esses eventos são conduzidos pelos Fóruns Municipais de Educação. Nos municípios sem Fórum estabelecido, é necessário formalizar uma Comissão Local de Organização da Conferência. 

Os desdobramentos das deliberações na etapa municipal serão encaminhados aos Fóruns Estaduais de Educação, encarregados de sistematizar propostas de emendas ao Documento Referência e de organizar as conferências estaduais. A etapa estadual está programada para ocorrer de 6 a 19 de novembro. Tanto as conferências municipais quanto as estaduais precedem a Conae, agendada para os dias 28, 29 e 30 de janeiro de 2024, em Brasília (DF).

Os desfechos dessas conferências contribuirão para o diagnóstico da situação educacional, bem como para a formulação de diretrizes, metas e estratégias do próximo Plano Nacional de Educação para a década seguinte.

A Conae 2024 é promovida pelo Ministério da Educação e organizada pelo Fórum Nacional de Educação (FNE).

O CPERS e as organizações integrantes do Fórum Estadual de Educação (FEE) convocam a sociedade a participar das discussões que ocorrerão em todas as regiões do estado. Contate o seu núcleo do Sindicato, a Secretaria de Educação ou o Fórum Municipal de Educação da sua cidade para participar!

>> Confira as datas das Conferências Municipais:

Parobé – 17 a 20/10

Sapiranga – 19/10

São José do Norte – 23/10 

Mato Leitão – 24/10 

Pelotas – 24 a 26/10 

Viamão – 25, 26 e 27/10

Carazinho – 26/10

Caxias do Sul – 26 e 27/10

Cachoeira do Sul: 26 e 27/10

Porto Alegre: 27 e 28/10

>> Confira as datas das Conferências Intermunicipais: 

AMUCSER – Vacaria –  20 e 21/10

CONAEE Intermunicipal Regional AMZOP, formato virtual, dia 18/10

Etapa Intermunicipal da Regional ASMURC –  26 e 27/10

Etapa Intermunicipal da Regional AMFRO – 26 e 27/10

Etapa Intermunicipal da Regional AMVARC – 24/10

Etapa Intermunicipal Pinheiro Machado e Pedras Altas – 23/10

 

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