A Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS) e seus sindicatos filiados, entre eles o CPERS, lançou, nesta quinta-feira (2), uma campanha emergencial para coletar doações e fornecer apoio às famílias que estão sendo atingidas pelas enchentes nos últimos dias no estado

Desde o último final de semana de abril, temporais vem atingindo diversas regiões, provocando alagamentos e enchentes, e fazendo com que diversas famílias tenham que deixar suas casas. Até o momento, 13 mortes foram confirmadas pela Defesa Civil e mais cinco por autoridades locais. Ao total, já são 21 desaparecidos, e o governo decretou estado de calamidade pública.

A orientação da CUT é que cada sindicato faça sua parte e realize suas campanhas. “A solidariedade, que é característica da classe trabalhadora, nesta hora, deve estar voltada ao socorro de tantos companheiros e companheiras, que perderam entes queridos e bens materiais, conquistados com muito esforço”, destaca Amarildo Cenci, presidente da CUT-RS.

A Defesa Civil está orientando as pessoas a não sair de casa para fazer doações. A prioridade agora é salvar vidas e evacuar famílias de zonas de risco, como regiões da Serra e do Rio Taquari, por exemplo. Por isso, as doações devem ser feitas através do PIX ou via depósito bancário.

>> Dados bancários da CUT-RS para doações:
Banco: Cresol (133)
Agência: 5607
Conta corrente: 18.735-6
CNPJ: 60.563.731/0014-91

>> Você também pode doar através do PIX da CUT-RS: 51996410961

>> Confira as principais orientações da Defesa Civil:

  • Se você mora ou está em alguma área de risco, próximo a rios ou encostas, deixe o local imediatamente;
  • Busque as autoridades do município para receber orientações e encaminhamento a abrigos;
  • Diversas rodovias do Estado foram danificadas ou estão bloqueadas. Não é recomendado viajar nessas condições. Evite atravessar áreas alagadas, seja como for;
  • Se estiver em risco, ligue para 190 (Brigada Militar) ou 193 (Corpo de Bombeiros);
  • Se cadastre para receber os alertas da Defesa Civil via SMS, pelo número 40199, ou pelo WhatsApp.

>> Mais informações podem ser obtidas junto aos sindicatos de regiões atingidos:

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Encantado) – 51 3751.1458

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Lajeado) – 51 3710.1313

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Estrela) – 51 3720.3088

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Roca Sales) – 51 3753.2220

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Montenegro) – 51 3632.2101

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (São Sebastião do Caí) – 51 3635.1282

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Serafina Corrêa) – 54 3444.1202

Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação (Marau) – 54 3342.4546

Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Passo Fundo) – 54 3312.1555

Sinpro (Ijuí) – (55) 3332-8028

Sindserv (Caxias do Sul) – (54) 3228-1160

Sindicato dos Moveleiros (Bento Gonçalves) – 54 3223.2192

Sindicato dos Municipários (Bento Gonçalves) – 54 3055.2007

Assufsm Sintest (Santa Maria) – (55) 3220-8123

Sindicato dos Bancários (Santa Rosa) – (55) 3512-6575

Sindicato dos Bancários (Porto Alegre) – (51) 3030.9400

Fonte: CUT-RS, GZH e Sul21

Foto: Lauro Alves/Secom

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É HORA DE PRESSIONAR! O Supremo Tribunal Federal (STF) retomará a votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 6254), que trata sobre o Desconto Previdenciário. O pleito, que estava interrompido desde dezembro do último ano, será julgado a partir do dia 8 de maio. Até o momento, os votos são favoráveis às(aos) aposentadas(os).

Para garantir que sairemos vitoriosas(os), contamos com o apoio e a pressão de todas(os). Já estivemos em Brasília e, agora, estaremos presentes no plenário virtual para barrar essa medida inconstitucional!

✉️ Copie a mensagem abaixo e dispare para os e-mails dos Ministros: 

Vossa excelência, o confisco de pensões e aposentadorias é uma grande injustiça contra os servidores que contribuíram a vida inteira. Nós, aposentadas e aposentados, pedimos encarecidamente que vote pela inconstitucionalidade desse ataque ao direito à aposentadoria digna. Contamos com o seu voto, obrigada!

❓ Ficou com dúvida? Clique aqui para saber como enviar as mensagens aos ministros!

➡ Ministro Gilmar Mendes:
E-mail: audienciasgilmarmendes@stf.jus.br 

➡ Ministro Dias Toffoli:
E-mail: gabmtoffoli@stf.jus.br 

➡ Ministro Luiz Fux:
E-mail: gabineteluizfux@stf.jus.br 

➡ Ministro Alexandre de Moraes:
E-mail: gabmoraes@stf.jus.br 

➡ Ministro Kassio Nunes Marques:
E-mail: gmnm@stf.jus.br 

➡ Ministro André Mendonça:
E-mail: agenda.gmalm@stf.jus.br 

➡ Ministro Cristiano Zanin:
E-mail: gabinete.mcz@stf.jus.br 

➡ Ministro Luís Roberto Barroso (Presidente) – JÁ VOTOU A FAVOR DO CONFISCO
➡ Ministro Edson Fachin (Vice-Presidente) – JÁ VOTOU CONTRA O CONFISCO
➡ Ministra Carmen Lúcia – JÁ VOTOU CONTRA O CONFISCO

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O CPERS, representando pelo Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, obteve uma importante decisão favorável do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) nesta semana.

O órgão deferiu pedido liminar para suspender os efeitos da Lei Estadual 16.088/2024, que impede a participação de membros de entidades sindicais no processo de eleição de diretores de escola da rede estadual, atacando a Gestão Democrática e a liberdade sindical.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), movida pelo CPERS, pedia a suspensão dos efeitos da Lei até o julgamento da demanda.

Na decisão, o Desembargador Relator Luiz Felipe Brasil Santos apontou os dispositivos da Constituição Federal que vedam atos de discriminação sindical e asseguram o desempenho do mandato de classe sem qualquer prejuízo à situação funcional.

“Releva asseverar que é legítimo ao servidor público desempenhar mandato junto de entidade classista, inclusive com atuação garantida constitucionalmente. Com efeito, o Poder Público não está autorizado a impor restrições à liberdade sindical”, afirma o magistrado.

Além de determinar a suspensão imediata dos efeitos da Lei, O TJ-RS também íntima o governador Eduardo Leite (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Adolfo Brito (PP), a prestarem informações no prazo de 30 dias.

Para o CPERS, esta é uma vitória significativa para a defesa dos direitos trabalhistas e da democracia no estado. A Gestão Democrática foi um direito conquistado através de muita luta e é essencial para a defesa de uma escola pública, laica e de qualidade.

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Neste mês de abril, a Comissão de Educação (CE) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3.385/21, que institui a Política Educacional de Emergência (Pede). Com medidas para o enfrentamento de emergências públicas de saúde e mitigação dos possíveis efeitos na educação, o plano busca a garantia do acolhimento, da permanência e do aprendizado dos estudantes em meio a problemas graves, como a pandemia de Covid-19.

Segundo o texto do PL, caberá ao Distrito Federal, aos estados e aos municípios que aderirem formalmente à Pede apresentar seus planos de ação à União. Esta deverá priorizar ações focadas na recomposição da aprendizagem da alfabetização nos anos iniciais, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da rede pública, tendo como referência a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A União também será responsável pela avaliação e divulgação dos resultados alcançados com as ações.

O projeto determina que a Pede seja financiada com recursos vinculados à educação pela Constituição, e também com verbas dirigidas ao combate a emergências de saúde pública.

“Interessante batalharmos pela aprovação deste projeto desde que, tanto a União como os estados e municípios, se comprometam verdadeiramente a cumprir a lei, promovendo todos os investimentos que a educação pública necessita para que o processo educativo se desenvolva plenamente, ouvindo todas as partes interessadas”, avalia a secretária de Saúde do(a) Trabalhador(a) da CNTE, Francisca Seixas.

Para ela, a política conseguiria evitar desastres na educação como os que aconteceram com os das aulas remotas durante a pandemia de Covid-19. “Junto a isso, é importante também evitarmos o colapso econômico promovido pelo governo de então. É fundamental atacarmos a evasão escolar e trazer todos os jovens de volta para a escola. Além disso, é preciso investirmos na saúde pública como um direito de todas e todos, e termos mecanismos e políticas de Estado para evitarmos desastres de todos os tipos em períodos emergenciais”, completa.

Ainda segundo Francisca, se os princípios do projeto forem bem adequados, com governantes comprometidos, será possível amenizar significativamente os impactos de pandemias na educação pública. “Há de se considerar as necessidades de todos os entes envolvidos e principalmente dos mais vulneráveis. Para isso, é fundamental termos acesso gratuito à internet e que esse projeto de lei se configure de maneira a permitir que as educadoras e educadores não fiquem à deriva e tenham o suporte necessário para atuar de todas as formas”, finaliza.

O texto aprovado apresenta as seguintes diretrizes:

I – O fomento à colaboração entre os entes federativos;
II – A normalização da frequência escolar das crianças e dos adolescentes;
III – A promoção do acolhimento socioemocional dos alunos e profissionais da educação;
IV – O combate à evasão;
V – A garantia de alimentação escolar;
VI – A participação das famílias no processo de retorno às atividades presenciais e recomposição de aprendizagens;
VII – A adoção de referenciais de políticas públicas exitosas no enfrentamento dos efeitos adversos de emergências de saúde pública na educação;
VIII – O mapeamento dos objetivos de aprendizagem não trabalhados adequadamente no período de emergência de saúde pública, com reordenamento curricular;
IX – A prioridade aos objetivos de aprendizagem essenciais;
X – As avaliações diagnósticas para nortear o processo de recomposição de aprendizagens; e
XI – O aprimoramento dos recursos de conectividade nas escolas.

A Pede tem como objetivo:

– Reforçar a aprendizagem, com atenção para as desigualdades educacionais e foco nos alunos com deficiência, transtornos globais de aprendizagem e altas habilidades, da educação escolar indígena, quilombola e do campo;
– Realizar busca ativa para enfrentar o abandono e a evasão escolares;
– Proporcionar ações de acolhimento à comunidade escolar no momento do retorno às atividades presenciais;
– Apoiar a adequação da trajetória escolar dos alunos;
– Obedecer aos protocolos sanitários para definir e organizar o retorno de atividades presenciais;
– Oferecer formação continuada às equipes escolares com foco nas ações de busca ativa, acolhimento socioemocional, atuação intersetorial e recomposição de aprendizagens;
– Incentivar e divulgar pesquisas científicas sobre boas práticas para melhorar os índices educacionais no retorno às aulas presenciais e a recomposição de aprendizagens;
– Utilizar tecnologias da informação para manter o vínculo aluno-escola; e
– Garantir conectividade para permitir a continuidade das atividades escolares.

Busca ativa

Segundo o texto aprovado do PL, o período 2024-2025 será o “Biênio da Busca Ativa”, em que a busca ativa de crianças e adolescentes em idade escolar com vistas à matrícula na educação básica; à promoção do acolhimento dos estudantes na escola; a garantia da permanência dos estudantes na escola; e a recomposição de aprendizagens, serão prioridades.

Durante este período, a União, estados, Distrito Federal, municípios e sociedade deverão garantir a matrícula de todas as crianças e adolescentes em idade escolar, preservando o direito de opção da família em relação a crianças de até três anos de idade.

Próximos passos

O projeto segue em tramitação na Câmara dos Deputados, onde será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; de Constituição e Justiça e de Cidadania, e depois seguirá para o Plenário.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

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Durante sua campanha eleitoral em 2022, o presidente Lula (PT) se comprometeu a ajustar a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), visando isentar trabalhadores com renda de até R$ 5 mil da contribuição.

Desde 2015, sob a presidência de Dilma Rousseff (PT), o limite de isenção estava congelado em R$ 1.903,98. Somente em 2023, com Lula (PT) presidente, houve uma correção para R$ 2.640,00, e em fevereiro deste ano, esse valor foi elevado para R$ 2.824,00. Essa medida beneficiará mais de 35 milhões de brasileiras(os), devido à progressividade da tabela do Imposto.

Apesar das atualizações recentes, a defasagem na tabela do IRPF persiste, o que resulta que os contribuintes de renda mais baixa paguem uma proporção maior de impostos em relação aos mais ricos. Isso torna a carga tributária brasileira profundamente desigual.

É precisamente essa injustiça tributária que o CPERS e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) buscam combater, incluindo a correção da tabela do Imposto de Renda como uma de suas principais demandas neste 1º de Maio, Dia Internacional da Trabalhadora e do Trabalhador.

Apesar de reconhecer as limitações impostas pelas condições econômicas nas contas governamentais, a redução da carga tributária para trabalhadoras(es) com renda de até R$ 5 mil proporcionaria um alívio financeiro significativo, colocando mais recursos nas mãos das trabalhadoras(es), fortalecendo seu poder de compra e contribuindo para uma distribuição mais equitativa da renda.

1º de Maio e a luta das trabalhadoras

A CUT-RS e suas regionais em todo o estado, juntamente com suas entidades filiadas, como o CPERS, estão mobilizadas para mais um 1º de Maio de luta e celebração em homenagem às trabalhadoras(es). As atividades foram cuidadosamente planejadas para celebrar as gaúchas(os) que contribuem para o desenvolvimento do estado e, ao mesmo tempo, reforçar o debate em torno dos direitos assegurados por Lei.

>> Confira, abaixo, a lista de atividades programadas em diversas regiões do RS.

Porto Alegre

A capital terá um ato na Casa do Gaúcho, às 14h e contará com a presença de lideranças políticas e sindicais, como o senador Paulo Paim (PT) e o economista João Pedro Stedile. A estimativa é que cerca de 2 mil pessoas estejam presentes no ato.

Caxias do Sul

Na serra gaúcha, o ato acontecerá nos Pavilhões da Festa da Uva localizados na rua Ludovíco Cavinato n° 1431, a partir das 13h30. O evento contará com atrações da Banda Rosa, San Marino, Banda GDO, Tchê Garotos, Cleiton Borges e Andri e Hector. A entrada é franca e haverá um ônibus gratuito para o transporte.

Santa Maria

Regional central do estado adiou a programação do dia 1 de maio devido aos estragos causados pelo temporal desta terça-feira (30).

Pelotas

No sul do estado, acontece o 1° de maio unificado no Sofá na Rua, na rua José do Patrocínio esquina com a Conde de Porto Alegre, a partir das 15h. O evento terá atrações de samba da Dani e Dena e do grupo Renascença.

Santa Rosa

Santa Rosa terá um almoço festivo no dia 1° de maio, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos.

Erechim

Na região do Alto Uruguai, a comemoração do Dia do Trabalhador terá um almoço festivo para celebrar os trabalhadores.

*Com informações da CUT RS

 

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“Dignidade para quem faz o estado”. Esse é o mote que levará servidores e servidoras da educação pública de todo o país à Brasília, para a Marcha da Classe Trabalhadora, no dia 22 de maio. Convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, a mobilização se sustenta em três eixos de luta: a revogação das reformas trabalhistas, das reformas previdenciárias e pelo fim da lei das terceirizações.

Entre seus objetivos, a marcha busca apresentar uma agenda ao Congresso Nacional que garanta o pleno emprego, melhores salários e desenvolvimento econômico e social para o país.

Herança do governo anterior e um dos principais alvos da manifestação, a PEC 32/20, da reforma administrativa promovida por Bolsonaro e Paulo Guedes, segue ameaçando os direitos dos(as) servidores(as) públicos(as) e de toda a população brasileira. Considerada por especialistas como a pior proposta sobre administração pública já enviada ao Congresso Nacional, a mobilização irá cobrar a ação de parlamentares para que eles não permitam o desmonte do serviço público.

Dentro do bloco dos(as) servidores(as) federais, estaduais e municipais, trabalhadores(as) da educação de sindicatos filiados à CNTE irão endossar a luta por uma perspectiva de carreira e de aposentadoria dignas.

“Todas as pessoas que defendem, promovem e acreditam na educação pública devem marchar em Brasília no dia 22 de maio, na Marcha da Classe Trabalhadora. A educação pública é uma reivindicação estratégica e fundamental”, reforça o presidente da CNTE, Heleno Araújo.

Além da PEC 32, a marcha luta pela:

I- Regulamentação da Convenção 151, que garante aos servidores o direito à negociação coletiva;

II- Por um reajuste salarial digno aos servidores;

III- Pela reestruturação de carreiras e realização de concursos públicos;

IV-Pelo piso salarial e carreira da educação;

V- Pela aprovação da PEC 555, fim do confisco dos aposentados e pensionistas; e

VI- Contra a Lei Complementar 173, que congelou direitos da categoria.

A concentração dos(as) trabalhadores(as) está marcada para às 8h, no estacionamento da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Eixo Monumental, em Brasília.

Fonte: CNTE

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Na tarde de segunda-feira (29), dirigentes do CPERS e representantes da Secretaria de Educação (Seduc) se reuniram para buscar soluções diante dos desafios que afligem as educadoras(es) gaúchas.

Assédio moral nas escolas, sobrecarga de trabalho, questões pedagógicas e a defasagem salarial foram alguns dos pontos debatidos no encontro, que ocorreu na sede da Seduc, em Porto Alegre.

Na ocasião, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou que o papel do Sindicato é pressionar pela resolução das questões mais urgentes das(os) professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os).

“É fundamental que avancemos nas demandas apresentadas hoje, especialmente diante da defasagem salarial, sobrecarga de trabalho e denúncias de assédio moral que recebemos da categoria. Precisamos elevar o padrão da educação no Rio Grande do Sul e isso passa pela valorização das educadoras”, asseverou.

>> Confira, abaixo, os principais temas debatidos na reunião:

  • Assédio moral nas escolas: o CPERS encaminhou à Seduc graves denúncias de assédio moral sofrido por funcionárias(es) de escola e professoras(es) e cobrou por soluções urgentes. É importante estabelecer claramente os limites dos direitos das servidoras(es), já que, lamentavelmente, tem sido um problema recorrente nas escolas;
  • Exigência de preenchimento de planilhas: o preenchimento de planilhas não deve ser realizado por professoras(es); apenas supervisores pedagógicos devem estar envolvidos nesta tarefa;
  • Escolas de turno integral com excesso de carga-horária: escolas de turno integral não devem exceder o horário previsto na legislação. A Seduc está investindo para que escolas desta categoria cumpram com requisitos mínimos, como acessibilidade, Plano de Combate a Incêndio (PCCI), acesso à internet Wi-Fi e sala de professoras(es) equipada com espaço para computadores. A orientação é clara: a carga-horária deve ser cumprida conforme a Lei; caso excedida, a Secretaria deve ser notificada.

>> Acesse, abaixo, os principais canais de denúncia e atendimento:

▶ As denúncias de irregularidades em escolas podem ser encaminhadas à Seduc pelo site ou telefone (51) 3288-4700;

▶ O Serviço de Atendimento às Sócias(os) (SAS) do CPERS também está disponível para auxiliar com questões funcionais pelo WhatsApp (51) 9569.0465 ou (51) 9663 5699, de segunda a quinta, das 9h às 17h;

▶ Você pode, ainda, entrar em contato com o seu núcleo. Confira os contatos aqui!

▶A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, também poderá te atender por e-mail atendimento@buchabqui.adv ou telefone (51) 3073.7512.

O fechamento de turno da EEEF Dr Miguel Tostes, que levou à retirada de projetos de proteção a crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, os 100 minutos semanais de cursos on-line a professoras(es), além da solicitação de liberação da categoria para participar da Assembleia Geral do CPERS, agendada para o dia 10 de maio, na Praça da Matriz, na Capital, também foram temas debatidos na reunião.

O CPERS permanecerá firmemente engajado, mantendo a pressão por soluções imediatas diante das demandas apresentadas.

Além da presidente Helenir, estiveram presentes na reunião o 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, o 2° vice-presidente, Edson Garcia, a secretária-geral, Suzana Lauermann, a tesoureira, Rosane Zan, e as diretoras(es) Sonia Solange Viana, Carla Cassais, Sandra Régio, Juçara Borges, Amauri Pereira da Rosa, Vera Lessês e Cássio Ritter.

Também participaram o advogado da assessoria jurídica do Sindicato (escritório Buchabqui e Pinheiro Machado), Raphael Chlaem, além da secretária de Educação, Raquel Teixeira, o subsecretário de Desenvolvimento da Educação, Marcelo Jeronimo Rodrigues Araújo, entre outros membros da Seduc.

>> Confira abaixo mais fotos da reunião:
 

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O último sábado (27) marcou a inauguração da nova sede do 33º Núcleo do CPERS, em São Luiz Gonzaga, na região das Missões. O evento foi prestigiado por dezenas de trabalhadoras e trabalhadores em educação, lideranças políticas, além da presidente da entidade, Helenir Aguiar Schürer, a tesoureira do Sindicato, Rosane Zan, e o diretor do núcleo, Joner Alencar Marchi Nascimento.

O novo espaço está estrategicamente localizado no coração da cidade, próximo à Praça Cícero Cavalheiro e à Coordenadoria Regional de Educação (CRE), facilitando o acesso e a mobilização das associadas(os) e da comunidade educacional.

Durante o evento, a presidente Helenir enfatizou a relevância da luta pela educação e a importância do Sindicato ter suas próprias sedes pelo Rio Grande do Sul. “Educação não tem partido, educação deve ser uma luta de todos, porque é através dela que o Estado se desenvolve, que o país se desenvolve e que o município se desenvolve. Por isso, a nossa luta sempre foi muito consciente”, asseverou.

Já a tesoureira Rosane Zan, que é natural da região das Missões, relembrou a participação de colegas e a constante defesa do 33º Núcleo por um ensino público de qualidade. “Nós estamos inaugurando o nosso sonho. É muito importante, considerando que, infelizmente, ainda precisamos fazer muita luta para conquistar os avanços que queremos”, destacou.

A inauguração também contou com a participação da professora Ilda Catellan, uma das associadas mais antigas do CPERS, que aos seus 100 anos de idade, fez questão de comparecer ao evento.

Na ocasião, o diretor do 33º Núcleo, Joner Alencar Marchi Nascimento, expressou sua gratidão à Direção Central e compartilhou a história de fundação do Núcleo. “Este evento de inauguração da tão sonhada sede é graças a uma gestão competente, que colocou o Sindicato com as contas em dia”, defendeu Joner.

A atual gestão do CPERS já contabiliza a aquisição de 16 sedes próprias para os núcleos do Sindicato, espalhadas por todo o estado. Entre 2015 e 2024, os seguintes municípios conquistaram seu ambiente para organizar a luta das trabalhadoras e trabalhadores da educação:

  1. Santa Maria
  2. Pelotas
  3. Erechim
  4. São Leopoldo
  5. Ijuí
  6. Santa Cruz do Sul
  7. Santiago
  8. Uruguaiana
  9. Caxias do Sul
  10. Santo Ângelo
  11. Taquara
  12. Palmeira das Missões
  13. Cerro Largo
  14. Santana do Livramento
  15. Cruz Alta
  16. São Luiz Gonzaga

>> Confira abaixo mais fotos da inauguração:

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Na tarde desta segunda-feira (29), 18 hospitais de referência anunciaram a suspensão dos atendimentos eletivos para seguradas(os) do IPE Saúde, a partir da próxima segunda-feira (6).

Cerca de 25 mil seguradas e segurados terão seus agendamentos cancelados a partir de 6 de maio, enquanto os mais de 6,8 mil pacientes que tinham consultas marcadas até o dia 5 de maio manterão seus atendimentos conforme planejado.

Nas unidades de emergência, será priorizado o atendimento exclusivo a casos de risco de vida iminente. As instituições também se comprometeram em continuar o tratamento dos mais de 2,4 mil pacientes já internados ou em radioterapia, quimioterapia e hemodiálise.

Lamentavelmente, o arquiteto deste desastre cruel e insustentável tem nome: Eduardo Leite (PSDB). Em 2023, o governador e sua base aliada aprovaram o projeto de reforma da autarquia, um golpe devastador para aquelas e aqueles que já lutam para sobreviver.

Sob seu comando, a alíquota das servidoras(es) titulares (ativas, inativas e pensionistas) foi elevada sobre o salário de 3,1% para 3,6%. Não satisfeito, Leite (PSDB) impôs a contribuição de dependentes, definiu que a contribuição do plano de optantes seria estabelecida por resolução interna do IPE Saúde, aumentou a coparticipação das usuárias(os) em consultas e exames de 40% para 50% e instituiu a tabela de referência de mensalidade levando em conta a idade.

Enquanto os reajustes são negados a professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), quem paga o ônus de sua má gestão são os cidadãos.

No auge de sua ganância e indiferença, mais uma vez, o governador Eduardo Leite (PSDB) está sacrificando quem dedica a vida pelo serviço público. É uma injustiça flagrante que os serviços do IPE Saúde, essenciais para tantas trabalhadoras e trabalhadores, estejam se deteriorando, deixando aquelas e aqueles que mais precisam ainda mais vulneráveis.

Inúmeras educadoras(es) aposentadas(os) contam com esses hospitais para suas consultas, e não podemos permitir que continuem sendo prejudicadas.

Eduardo Leite (PSDB) precisa ser responsabilizado por sua má gestão. As servidoras(es) não podem pagar essa conta! Levanta da cadeira, governador! Tens a responsabilidade de fazer com que as trabalhadoras e trabalhadores estaduais tenham assistência médica e hospitalar!

>> Confira, abaixo, os hospitais que suspenderam procedimentos eletivos, como exames diagnósticos, consultas, internações e cirurgias:

Porto Alegre
Hospital Divina
Hospital Ernesto Dornelles
Hospital Mãe de Deus
Hospital São Lucas da PUCRS
Santa Casa de Porto Alegre

Demais cidades
Hospital Tacchini (Bento Gonçalves)
Hospital de Caridade de Cachoeira do Sul
Hospital Santa Lúcia (Cruz Alta)
Hospital de Caridade de Erechim
Hospital Dom João Becker (Gravataí)
Hospital de Clínicas de Ijuí
Hospital Bruno Born (Lajeado)
Hospital de Clínicas de Passo Fundo
Hospital São Vicente de Paulo (Passo Fundo)
Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo (Santa Maria)
Hospital Vida e Saúde (Santa Rosa)
Hospital Ivan Goulart (São Borja)
Hospital Sapiranga

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“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Essa reflexão de Paulo Freire traz à tona o poder transformador do ensino. No Dia Mundial da Educação, celebrado neste 28 de abril, unimos forças para reconhecer o papel vital do ensino na construção de um futuro próspero e igualitário para todas e todos em nossa sociedade.

Há 24 anos, líderes de 164 países, incluindo o Brasil, uniram-se no Fórum Mundial de Educação, comprometendo-se a promover um movimento global pela educação até 2030. Desde então, esta data tornou-se um lembrete do compromisso coletivo com o desenvolvimento humano e a igualdade de oportunidades.

Diante de tantos desafios enfrentados na atualidade, a educação é mais do que uma ferramenta; é a força propulsora que impulsiona indivíduos e comunidades em direção ao progresso. Ela desafia mentes e inspira corações a alçarem voos mais altos. É através dela que construímos sociedades mais justas, equitativas e inclusivas.

Neste Dia Mundial da Educação, o CPERS reafirma o seu compromisso com a defesa de uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade. Reconhecemos e valorizamos o trabalho incansável de todas as professoras(es) e funcionárias(os) de escolas, tanto da ativa quanto aposentadas(os), para a construção de um futuro onde cada indivíduo tenha acesso a um ensino inclusivo e igualitário.

#DiaMundialDaEducação

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