Entidades do funcionalismo público debatem mobilização no dia 13 de agosto


Lideranças de entidades representativas do funcionalismo estadual, da comunidade universitária, institutos federais e educadores(as) da rede pública e privada reuniram-se no CPERS na manhã desta tarde desta terça-feira (6) para aprofundar o debate sobre as atividades do dia 13 de agosto, data da paralisação nacional em defesa da educação e contra a Reforma da Previdência, convocada pela CNTE e centrais sindicais.

O dia de lutas será marcado com um ato público na Praça da Matriz, denunciando o desmonte do Estado e os ataques protagonizados pelos governos Eduardo Leite e Bolsonaro. O dia 13 também é a data a partir da qual a folha de julho começa a ser quitada, representando o maior período sem pagamento desde o início dos atrasos, que já somam 44 meses.

O ato terá início às 14h, e a programação deve contar com uma aula pública sobre democracia e mercantilização da educação e da saúde, bem como atrações artísticas. Às 16h, as centrais sindicais se somam ao ato e, às 17h30, os manifestantes saem em caminhada, passando pela esquina democrática e chegando à Faculdade de Educação da UFRGS.

“Somente uma mobilização extraordinária pode colocar os planos de Eduardo Leite e Bolsonaro em xeque. A educação e a previdência são pautas que nos unem e dialogam com o presente e o futuro de cada trabalhador. Vamos juntos enfrentar esse período nefasto da história do país e do nosso estado”, afirma Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS.

Assim como na capital, educadores(as) de toda a rede devem cruzar os braços em protesto contra a situação de miséria e a escalada de ataques à educação pública. O CPERS disponibilizará ônibus para os núcleos.

Além da direção central do CPERS, participaram da reunião representantes da ADUFRGS, ASSUFRGS, CEAPE,  SINASEPE, SINDJUS, SINDSEPE/RS, SEMAPI, SENERGISUL, SINDICAIXA, SINDPERS, SMPG/Gravataí e UGEIRM,

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