Foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, de 29/12/2023, a Portaria Interministerial MF/MEC no 7, atualizando as estimativas de custos per capita do FUNDEB para o ano de 2023. De acordo com o parágrafo único do art. 5o da Lei Federal no 11.738/2008, a atualização do piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica é definida pela diferença percentual do Valor Aluno Ano do Ensino Fundamental Urbano – VAAF do FUNDEB, de dois anos anteriores.

Em 2023, as receitas do FUNDEB sofreram forte retração em função da medida eleitoreira do ex-presidente Jair Bolsonaro, que preferiu desonerar o ICMS sobre combustíveis, energia, comunicações, transporte e outras atividades e serviços prestados em âmbito dos estados e municípios, ao invés de alterar a política de preços da Petrobras e de reduzir o apetite do acionistas da empresa. E essa medida irresponsável, que não impediu a derrota do ex- presidente nas urnas, resultou na aprovação da Lei Complementar no 194/2022, que por sua vez reduziu drasticamente o financiamento das políticas públicas de educação, saúde, entre outras áreas sociais.

Em âmbito do FUNDEB, as receitas que haviam crescido mais de 33% em 2021, e quase 15% em 2022, despencaram para pouco mais de 3% em 2023, tendo se recuperado um pouco mais no último quadrimestre desse ano. A estimativa do VAAF, em agosto, projetava a atualização do piso em 1,62% para 2024, com crescimento de receitas do FUNDEB em 1,99%. Nesta última estimativa, publicada em 29/12/23, houve uma pequena melhora nos indicadores do FUNDEB e do piso salarial do magistério, conforme seguem abaixo:

Embora o critério de atualização do piso esteja sendo alvo de ações judiciais em várias localidades, numa tentativa para não cumprir os reajustes de 2022 e de 2023, vale destacar que a Procuradoria Geral da República ingressou com nova Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI no 7516) no Supremo Tribunal Federal, agora pedindo a plena vigência do critério de atualização do piso e a aplicação dos percentuais de 33,24%, em 2022, e de 14,95%, em 2023, nos termos do § único do art. 5o da Lei no 11.738/2008. A CNTE espera que o STF acate o pedido da PGR e mantenha seu histórico de defesa da lei do piso do magistério, que por duas vezes foi julgada constitucional pela Corte maior brasileira (ADIs 4.167 e 4848). E sendo que esse novo julgamento é essencial para manter a segurança jurídica do piso, que foi praticado na maior parte do país, em 2023, ao valor de R$ 4.420,55, independentemente da luta por sua vinculação aos planos de carreira da categoria.

Paralelamente a essa disputa jurídica, a CNTE passou a reintegrar o “fórum permanente paraacompanhamento da atualização progressiva do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica”, previsto na estratégia 17.1 do atual Plano Nacional de Educação (Lei 13.005/2014) e que havia sido desativado durante o governo anterior. Além de pleitear a vinculação da atualização anual do piso do magistério à reposição inflacionária e a um percentual extra de ganho real (inflação + ganho real), com o intuito de evitar situações como as que ocorreram em 2021, em que o piso não teve reajuste, e em 2024, quando a reposição anual ficará abaixo da inflação, a CNTE também luta pela vinculação do piso nacional às carreiras de magistério em todo o país e por sua extensão aos demais profissionais da educação.

Sobre as pautas em discussão no Fórum do Piso, que congrega, além da CNTE, o MEC, o Consed e a Undime, ainda não houve definição de uma proposta que contemple as pautas da CNTE, razão pela qual o MEC se comprometeu em publicar o anúncio do piso para 2024 baseado no atual critério da Lei no 11.738. Quanto ao piso para os demais profissionais da educação, a CNTE tem pressionado pela aprovação do PL no 2.531/2021, que tramita na Câmara dos Deputados.

Tal como aconteceu em 2021, quando o percentual de reajuste do piso foi 0% e a inflação medida pelo INPC ficou em 10,16%, a CNTE orienta suas entidades filiadas e demais sindicatos que representam os/as trabalhadores/as da educação básica pública a requererem junto às administrações públicas a reposição da inflação (em novembro o INPC registrou alta de 3,85%) e de preferência com ganho real. Apesar de a Lei do Piso definir o percentual de 3,62%, para 2024, nada impede que os vencimentos de carreira nos estados, DF e municípios superem a referência mínima nacional, especialmente à luz do art. 2o § 1o da Lei no 11.738, assim disposto:

“O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

A CNTE aguarda o anúncio do MEC sobre a atualização do piso do magistério – válido a partir de 1o de janeiro de 2024 – e, desde já, reitera seu compromisso em defesa do piso, da valorização das carreiras dos profissionais da educação e da qualidade da educação pública para todos/as.

Brasília, 30 de dezembro de 2023
Diretoria da CNTE

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O governo decretou, na última terça-feira (19), que todos os servidores(as) públicos que não estivessem em férias, poderiam parar no período de festas e depois recuperar esses dias.

A direção do CPERS procurou a Secretária de Educação, Raquel Teixeira, e ponderou que não dar o recesso aos professores(as) e funcionários(as) que estão extenuados seria desumano, já que os estudantes não estarão nas escolas.

Depois dos argumentos apresentados, a Secretaria de Educação (Seduc) fez uma nota concedendo recesso aos professores(as) e, às direções das escolas, a possibilidade de dispensar os funcionários(as) mediante a compensação desses dias até 31 de maio de 2024. Orientou, também, que as escolas deverão ficar abertas ao público, em um único turno, para atender às demandas, fazendo rodízio de plantão.

>> Confira, aqui, a nota da Seduc.

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Um dos projetos do Ministério da Educação (MEC) para o próximo ano é o lançamento de um programa que visa engajar mais jovens em atividades extracurriculares nas escolas. A iniciativa foi anunciada durante o 4º Webinário Nacional e Intersetorial do Programa Saúde na Escola (PSE) do MEC, em novembro.

O evento foi promovido em conjunto com o Ministério da Saúde e trouxe o tema “Protagonismo juvenil na construção da cidadania”. O objetivo foi reconhecer a importância da participação dos estudantes no ambiente escolar, enfatizando as necessidades e o seu potencial para a promoção do protagonismo juvenil.

De acordo com o coordenador-geral de Políticas Educacionais para Juventude da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Yann Furtado, o projeto nasce com o pressuposto de que é impossível pensar a educação brasileira sem assegurar espaços para a incidência da juventude.

“A ideia é que, a partir dessa política, nós consigamos induzir a criação de grêmios estudantis, centros e diretórios acadêmicos, mas também a construção de novos espaços, como coletivos e clubes de leitura”, destacou Yann.

Segundo a secretária de Assuntos Educacionais da CNTE, Guelda Andrade, o Programa Nacional de Participação Estudantil também será um rico aliado na promoção da gestão democrática nas escolas.

“Não existe gestão democrática sem a participação da comunidade escolar nesse processo, e os estudantes são os principais envolvidos, considerando o que o exercício da gestão democrática reflete na qualidade da educação ofertada para os alunos”, ela afirma.

O programa

Yann explicou que o projeto tem caráter de indução direta e é voltado para a participação de estudantes. Com previsão de execução já em janeiro, ele reforçou  que primeiro será feita uma política de adesão entre os estados e municípios. Desta forma, as unidades federativas que manifestarem interesse poderão aderir ao Programa sem que o pacto federativo e a autonomia sejam feridos.

“(O Programa) é uma das políticas que nós estamos apresentando para os próximos 3 anos. Tiramos o ano de 2023 para produzir essa modulação e nós vamos começar a executar já em janeiro, porque precisamos constituir essa rede de estudantes”, relatou.

Guelda considera ainda que a participação dos estudantes em projetos e outras atividades na escola é um exercício democrático e emancipatório para os mesmos.

“É muito importante ter a participação de alunos em todos os projetos desenvolvidos no espaço da escola. Sem esse processo de escuta e de participação ativa dos estudantes, nós profissionais da educação não conseguimos atingir o nosso objetivo de aprendizagem no espaço da escola e de despertar o aluno para construção do conhecimento, da pesquisa, leitura etc.”

Um projeto apresentado no seminário pela estudante de bacharelado em Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC, em São Paulo, Sabrina Oliveira dos Santos, mostrou como a inclusão da juventude em atividades de pesquisa tem contribuído para a comunidade além dos portões das escolas.

O grupo de pesquisas De Olho na Quebrada – Quebradas seguras para crianças – Protagonismo juvenil na construção da cidadania, formado por 24 jovens, desempenha um trabalho de resgate das memórias locais da cidade de Higienópolis, em São Paulo. Segundo ela, o objetivo do grupo é tentar desconstruir narrativas que trazem estigmas para os territórios onde os membros habitam.

“Tentamos dar visibilidade aos potenciais conflitos que existem em nosso território. Dessa forma, disputamos e subsidiamos políticas públicas”, declarou.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MEC e da Secretária de Educação Básica (SEB).

Fonte: CNTE

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Nas últimas semanas, o CPERS tem recebido diversas denúncias sobre a obrigatoriedade de presença das educadoras(es) nas escolas durante o recesso de fim de ano, o que causou indignação entre a categoria. Como esclarecimento, informamos que nesta terça-feira (19), conforme o Decreto 57.374, publicado no Diário Oficial, é permitido, sim, o afastamento durante este período, com a condição de recuperação das horas.

Ainda de acordo com o decreto, cada escola tem autonomia para organizar seus plantões.

>> Confira aqui o documento completo

Segundo o artigo 2º do documento, o recesso abrangerá os períodos de 26 a 29 de dezembro de 2023 e de 2 a 5 de janeiro de 2024. Os agentes públicos escolhem um dos períodos, mas é preciso assegurar a continuidade dos serviços essenciais nas escolas, principalmente o atendimento ao público.

O texto estabelece ainda que a compensação do recesso deve ocorrer entre a data de publicação do Decreto (19 de dezembro) e 31 de maio de 2024. Fica estabelecido também que a compensação de horário é limitada a duas horas diárias, sendo que o não cumprimento acarretará desconto proporcional na remuneração do agente público.

Para os órgãos e entidades que adotarem o expediente em regime de revezamento, o artigo 3º apresenta diretrizes específicas. Destaca-se a necessidade de elaboração de escala de revezamento pela chefia, garantindo o número suficiente de servidores para a manutenção dos serviços essenciais. Além disso, fica proibido beneficiar pelo regime de revezamento aqueles em gozo de férias ou licença-prêmio nos períodos estabelecidos.

A opção por não aderir ao recesso fica a critério dos agentes públicos, os quais devem manter suas jornadas ordinárias de trabalho, conforme estipulado pelo artigo 4º do Decreto.

Vale destacar que, ainda segundo o decreto, não poderá ser beneficiado pelo regime de revezamento o servidor(a) que estiver em gozo de férias ou licença prêmio, em algum dos períodos referidos.

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O CPERS informa que entre os dias 23 de dezembro de 2023 a 7 de janeiro de 2024, os atendimentos às(aos) sócias(os), na sede e nos núcleos do Sindicato, estarão suspensos devido às férias coletivas dos funcionários(as) da entidade.

Para a realização da manutenção no setor de alojamento, na sede do Sindicato em Porto Alegre, as atividades desse serviço serão encerradas no dia 21 de dezembro de 2023 e retornam no dia 9 de janeiro de 2024. As reservas para o período de 09/01/24 a 14/01/24, primeira semana de retorno, podem ser realizadas até às 18h do dia 22/12/23.

Os 42 núcleos do CPERS estarão de recesso no mesmo período da sede (23 de dezembro de 2023 a 7 de janeiro de 2024), retornando os atendimentos no dia 8 de janeiro, em seus horários normais.

Neste período, o prédio da sede do Sindicato será sanitizado, com limpeza profunda dos alojamentos e das caixas d’água.

Para mais informações sobre o recesso de fim de ano, entre em contato com o seu núcleo. A Direção Central do CPERS segue à disposição das(os) associadas(os) e atenta aos movimentos do governo. Desejamos boas festas e um 2024 repleto de avanços e conquistas!

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A mobilização de centenas de estudantes, trabalhadores(as) da educação e entidades filiadas à CNTE, nesta terça-feira (19), em Brasília, surtiu efeito. A votação do PL 5.230/2023, do deputado Mendonça Filho (UNIÃO)/PE), que altera o Ensino Médio, deformando a proposta do MEC construída após ampla consulta pública e em diálogo com estudantes e educadores(as) e que estava prevista para ser votada esta semana na Câmara dos Deputados, foi adiada para 2024. Segundo a CNTE, o momento agora é essencial para debater o Projeto de Lei com mais atenção.

De acordo com o presidente da Confederação, Heleno Araújo, após um encontro do Ministro da Educação (MEC), Camilo Santana, com o relator da proposta, ficou acordado que a reforma do Novo Ensino Médio (NEM) será votada no próximo ano, após a realização da Conferência Nacional Educação (Conae 2024): “A Conae vai discutir o tema e nós vamos trazer o debate para o Congresso, com interlocução do MEC”, informa Heleno.

Entretanto, ele reforça a importância das mobilizações e da pressão em prol das reivindicações dosas trabalhadores(as) em educação continuar até lá. “Precisamos continuar mobilizados e atentos a todo o momento para garantir aquilo que foi construído”, afirmou.

Organizados em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados, a mobilização pressionou parlamentares da casa contra o relatório do Deputado Mendonça Filho, que redefine a Política Nacional do Ensino Médio. Desde 2017, quando a Lei 13.415 foi aprovada, o NEM tem sido repudiado por diferentes setores da sociedade devido aos prejuízos do mesmo para os estudantes da rede pública.

>CONFIRA AS FOTOS DO ATO EM DEFESA DO ENSINO MÉDIO 

Prioridade para o PL

Entre as alterações consideradas prioritárias para a reforma do NEM, a CNTE destaca:

  1. Elevação da carga horária da formação geral básica para 2.400 horas, agregando todos os conteúdos disciplinares previstos na legislação;
  1. Oferta obrigatória da língua espanhola no ensino médio, podendo integrar o currículo do ensino fundamental a partir do sexto ano, a depender das condições estruturais dos sistemas e redes de ensino;
  1. Maior articulação entre a formação geral básica e a parte diversificada do currículo, prevendo a oferta interdisciplinar e presencial de ao menos dois percursos por unidade escolar, conforme proposto no PL no 5.230/23;
  1. Prioridade da oferta integrada de educação técnica profissional ao ensino médio; e
  1. Exclusão do notório saber do art. 61 da LDB, como forma de qualificar e valorizar a docência.

Informações: CNTE

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Nesta terça-feira (19), a Câmara dos Deputados deve votar o projeto do deputado Mendonça Filho (UNIÃO)/PE), que altera o Ensino Médio, deformando a proposta do MEC construída após ampla consulta pública e em diálogo com estudantes e educadores(as).

A proposta de Mendonça reduz a carga horária para disciplinas básicas prevista no texto original do governo Lula (PT), mantém o notório saber para contratação de professores(as) e desobriga o ensino de língua espanhola, entre outros retrocessos.

>> Clique aqui para conferir a carta da CNTE aos deputados!

Nossa pressão será fundamental para barrar este ataque! Pressione os deputados contra o PL 5.230 e em defesa de um Ensino Médio de qualidade mandando a seguinte mensagem nas redes dos parlamentares:

Sr. deputado, queremos tempo de debate! Não aceitamos o relatório do deputado Mendonça Filho sobre o Novo Ensino Médio e queremos que o projeto seja retirado de urgência novamente. #EMDecente e #RetiraUrgenciaNovo

ou

Sr.ᵃ deputada, queremos tempo de debate! Não aceitamos o relatório do deputado Mendonça Filho sobre o Novo Ensino Médio e queremos que o projeto seja retirado de urgência novamente. #EMDecente e #RetiraUrgenciaNovo

>> Acesse as redes dos deputados nos links abaixo:

➡️ Afonso Hamm (PP-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/depafonsohamm
Instagram: https://www.instagram.com/afonsohamm/
Twitter: https://twitter.com/DepAfonsoHamm 

➡️ Afonso Motta (PDT-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/AfonsoMottaOpina
Instagram: https://www.instagram.com/afonsomottaoficial/
Twitter: https://twitter.com/afonso_motta 

➡️ Alceu Moreira (MDB-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/depalceumoreira
Instagram: https://www.instagram.com/alceu_moreira/
Twitter: https://twitter.com/Alceu_Moreira 

➡️ Alexandre Lindenmeyer (PT-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/alexandrelindenmeyer
Instagram: https://www.instagram.com/alexandre.lindenmeyer/
Twitter: https://twitter.com/alxlindenmeyer 

➡️ Any Ortiz (CIDADANIA-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/anyortizrs
Instagram: https://www.instagram.com/ortizany/
Twitter: https://twitter.com/anyortiz 

➡️ Bibo Nunes (PL-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/bibonunes
Instagram: https://www.instagram.com/bibonunes1/
Twitter: https://twitter.com/bibonunes1 

➡️ Bohn Gass (PT-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/bohngass13
Instagram: https://www.instagram.com/bohn_gass/
Twitter: https://twitter.com/BohnGass 

➡️ Covatti Filho (PP-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/covatti.filho
Instagram: https://www.instagram.com/covattifilho/
Twitter: https://twitter.com/CovattiFilho 

➡️ Daiana Santos (PCdoB-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/daianasantospoa
Instagram: https://www.instagram.com/daianasantospoa/
Twitter: https://twitter.com/daianasantospoa 

➡️ Daniel Trzeciak (PSDB-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/danieltrzeciak45
Instagram: https://www.instagram.com/danieltrzeciak45/
Twitter: https://twitter.com/TrzeciakDaniel 

➡️ Denise Pessôa (PT-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/denise.pessoa.7
Instagram: https://www.instagram.com/denise_pessoa/
Twitter: https://twitter.com/denisespessoa 

➡️ Fernanda Melchionna (PSOL-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/fernandapsol
Instagram: https://www.instagram.com/fernandapsol/
Twitter: https://twitter.com/fernandapsol 

➡️ Franciane Bayer (REPUBLICANOS-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/francianebayer
Instagram: https://www.instagram.com/fran.bayer/
Twitter: https://twitter.com/franciane_bayer 

➡️ Giovani Cherini (PL-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/deputadogiovanicherini
Instagram: https://www.instagram.com/deputadogiovanicherini/
Twitter: https://twitter.com/giovanicherini 

➡️ Heitor Schuch (PSB-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/heitorschuchoficial
Instagram: https://www.instagram.com/heitorschuch/
Twitter: https://twitter.com/HeitorSchuch 

➡️ Lucas Redecker (PSDB-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/LucasRedecker
Instagram: https://www.instagram.com/lucasredecker/
Twitter: https://twitter.com/LucasRedecker 

➡️ Luciano Azevedo (PSD-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/prefeitolucianoazevedo
Instagram: https://www.instagram.com/luciano_passofundo/ 

➡️ Luiz Carlos Busato (UNIAO-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/lcbusato
Instagram: https://www.instagram.com/lcbusato/
Twitter: https://twitter.com/lcbusato 

➡️ Marcel van Hattem (NOVO-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/marcelvh
Instagram: https://www.instagram.com/marcelvanhattem/
Twitter: https://twitter.com/marcelvanhattem 

➡️ Marcelo Moraes (PL-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/oficial.marcelomoraes
Instagram: https://www.instagram.com/depmarcelo.moraes/ 

➡️ Márcio Biolchi (MDB-RS) 

Facebook: https://www.facebook.com/deputadobiolchi
Instagram: https://www.instagram.com/dep.biolchi/ 

➡️ Marcon (PT-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/deputadomarcon
Instagram: https://www.instagram.com/deputadomarcon/
Twitter: https://twitter.com/deputadomarcon 

➡️ Maria do Rosário (PT-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/DeputadaMariaDoRosario
Instagram: https://instagram.com/_mariadorosario/
Twitter: https://twitter.com/mariadorosario 

➡️ Mauricio Marcon (PODE-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/mauriciobmarcon
Instagram: https://www.instagram.com/mauriciomarcon/
Twitter: https://twitter.com/Maubmarcon 

➡️ Osmar Terra (MDB-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/DeputadoOsmarTerra
Instagram: https://www.instagram.com/terra.osmar/
Twitter: https://twitter.com/OsmarTerra 

➡️ Pedro Westphalen (PP-RS) 

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Instagram: https://www.instagram.com/pedrowestphalen/
Twitter: https://twitter.com/pedrowestphalen 

➡️ Pompeo de Mattos (PDT-RS) 

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Instagram: https://www.instagram.com/pompeodemattospdt/
Twitter: https://twitter.com/PompeodeMattos 

➡️ Reginete Bispo (PT-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/RegineteSouzaBispo
Instagram: https://www.instagram.com/reginetebispo/
Twitter: https://twitter.com/reginetebispo 

➡️ Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/ronaldonogueirarnoficial
Instagram: https://www.instagram.com/ronaldonogueirarnoficial/
Twitter: https://twitter.com/ronaldornrn 

➡️ Sanderson (PL-RS)

Facebook: https://www.facebook.com/deputadosanderson
Instagram: https://www.instagram.com/deputadosanderson/
Twitter: https://twitter.com/DepSanderson 

➡️ Zucco (REPUBLICANOS-RS)

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Twitter: https://twitter.com/deputadozucco 

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Nesta terça-feira (19), a CNTE e suas entidades filiadas realizarão uma grande mobilização em defesa de um ensino médio de qualidade. O ato está marcado para acontecer às 14h, em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A votação do PL 5.230/2023, prevista para ocorrer nessa semana na Câmara, tem causado preocupação entre estudantes, trabalhadoras(es) e estudiosas(os) da educação. Isso porque a proposta do deputado federal Mendonça Filho, que redefine a Política Nacional do Ensino Médio, desconsidera aspectos importantes destacados por membros da comunidade escolar em consulta pública, causando prejuízos aos estudantes e aumentando a desigualdade entre alunas(os) da rede de ensino pública e privada.

“A ‘casa do povo’ (Congresso) tem a obrigação de atender as demandas dos segmentos da comunidade escolar. Estudantes e professoras(es) reclamam da estrutura do ensino médio imposta em 2017 e exigem alterações urgentes. “Não ao relatório do deputado Mendonça Filho!”, salienta o presidente da CNTE, Heleno Araújo.

Em uma carta endereçada aos parlamentares, como forma de sensibilizá-los sobre o tema, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) reforçou que, desde 2017, com a aprovação da Lei 13.415, o Novo Ensino Médio (NEM) já era motivo de discordância em diferentes setores da sociedade.

> LEIA AQUI A CARTA EM DEFESA DO ENSINO MÉDIO COMPLETA 

Segundo o documento, além das dificuldades de implementação da reforma na rede pública, há questões do NEM que trazem prejuízos à ascensão de jovens de grupos minoritários na educação. “Um apartheid socioeducacional imposto à juventude pobre, negra e periférica, por meio de currículos rebaixados que prejudicam o acesso das classes populares às universidades públicas”, destacou a carta.

Entre as alterações consideradas prioritárias a CNTE destaca:

  1. Elevação da carga horária da formação geral básica para 2.400 horas, agregando todos os conteúdos disciplinares previstos na legislação;
  1. Oferta obrigatória da língua espanhola no ensino médio, podendo integrar o currículo do ensino fundamental a partir do sexto ano, a depender das condições estruturais dos sistemas e redes de ensino;
  1. Maior articulação entre a formação geral básica e a parte diversificada do currículo, prevendo a oferta interdisciplinar e presencial de ao menos dois percursos por unidade escolar, conforme proposto no PL no 5.230/23;
  1. Prioridade da oferta integrada de educação técnica profissional ao ensino médio; e
  1. Exclusão do notório saber do art. 61 da LDB, como forma de qualificar e valorizar a docência.

Para a CNTE, o momento é a chance de o Congresso Nacional reverter parte das incoerências do NEM, ampliando as oportunidades estudantis para a juventude brasileira, em sintonia com um projeto de desenvolvimento inclusivo e soberano que o Brasil almeja.

Fonte: CNTE

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Na última quarta-feira (13), o governador Eduardo Leite (PSDB) reuniu deputados(as) e entidades empresariais para apresentar “alternativas” à recomposição das receitas do RS nos próximos anos. Na ocasião, Leite apresentou um plano de revisão dos benefícios fiscais, sem alternativas e sequer uma revisão de benefícios adequada.

Para pressionar os parlamentares a aprovarem o aumento do ICMS de 17% para 19,5%, Leite ameaça todos(as) os(as) trabalhadores(as) com uma alteração na alíquota da cesta básica, tirando incentivos fiscais concedidos às empresas. No total, segundo a ameaça do governador, as extinções e reduções de benefícios da cesta básica chegarão a R$ 1,3 bilhão.

Mas, chama a atenção, que no final do primeiro semestre de 2023, a Secretaria da Fazenda divulgou que as desonerações para produtos da cesta básica somavam R$ 613,7 milhões.

Vale ressaltar que, em 2022, as desonerações recebidas pelas empresas no RS totalizaram R$ 13,4 bilhões. A cesta básica representa 4,5% deste total, micro e pequenas empresas 10%, ou seja, 85,5% são OUTRAS desonerações que nenhum gaúcho sabe exatamente do que se trata e qual o retorno.

Então, por que o governador opta por onerar o bolso dos trabalhadores(as) e alivia para os grandes empresários? Afinal, para quem Eduardo Leite (PSDB) governa?

Em recente entrevista à Rádio Acústica FM, a economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Anelise Manganelli, lembra que existe uma reforma tributária tramitando e que deve a manter a cesta básica desonerada – o governador, optando por esse caminho, pega a contramão das prioridades das renúncias razoáveis de existirem. Clique aqui para conferir a entrevista completa!

Segundo dados do Departamento, com o aumento da alíquota do ICMS de 17% para 19,5% e considerando os preços médios (IEPE/UFRGS) em Porto Alegre, o consumidor pagará, a mais de imposto, cerca de R$ 662 ao ano (somando energia, água, telefone, aluguel e condomínio).

O governo Eduardo Leite (PSDB) espera até esta sexta (15) uma posição formal de associações empresariais e de classe, antes de editar os decretos que encaminham o plano alternativo do Palácio Piratini ao aumento da alíquota geral de ICMS. Resta saber quem mais perderá com essa proposta!

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O CPERS acompanhou, na tarde da última quarta-feira (13), uma audiência realizada na Secretaria de Educação (Seduc) para debater demandas escolares e o processo de municipalização de instituições de ensino estaduais. A reunião contou com a participação do 1º vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt, da deputada estadual, Sofia Cavedon (PT), e representantes das comunidades escolares. 

Na tentativa de reivindicar direitos e garantir que novas turmas de primeiro ano do Ensino Fundamental fossem abertas para o ano letivo de 2024, a diretora da EEEM Jacob Hoff, localizada na cidade de Harmonia, Veranice Berwanger Schneider, compareceu à audiência, mas saiu desapontada. “Foi uma reunião desmotivadora. Ao meu entender, ontem eu perdi as esperanças de conseguir reverter isso”, desabafa.

Em agosto deste ano, a escola recebeu um comunicado da Seduc informando que, a partir de 2024, não teriam mais o direito de realizar matrículas de estudantes do primeiro ano do EF, já que os alunos(as) seriam repassados para a rede municipal. Mesmo já tendo debatido o tema com a comunidade escolar e se posicionando contra o processo de municipalização, as demandas da instituição não foram ouvidas e, agora, a escola teme que a não abertura das matrículas inviabilize a médio prazo a manutenção das séries iniciais.

Apesar de a Seduc afirmar que o que acontece com a Escola Jacob Hoff não se trata de um processo de municipalização, fica clara a tentativa de sucateamento da instituição por parte do governo Eduardo Leite (PSDB). Trata-se, mais uma vez, de uma  investida mascarada, por parte do governo estadual, para terceirizar a responsabilidade de oferecer uma educação gratuita e de qualidade, passando a gestão dessas escolas para as prefeituras.

“Nós não aceitamos esse processo de não matrículas, porque a nossa escola, hoje, é bem-quista. As pessoas pedem matrículas, as crianças saem alfabetizadas nos primeiros anos. Nós temos um índice bom e a comunidade está solicitando muito, é uma reivindicação de todos: nós queremos continuar com essas matrículas”, explica a diretora. A instituição chegou a realizar uma assembleia e um abaixo-assinado para manter as turmas das séries iniciais, mas a Secretaria seguiu na negativa. 

“A diretora da escola, professora Veranice, foi enfática na defesa daquilo que a comunidade escolar aprovou por unanimidade e reivindicou o cumprimento das decisões e exigências”, explica Alex Saratt, 1º vice-presidente do CPERS. “A responsável da Seduc que acompanhou a audiência declarou que o tema será levado até a secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, e deverá tomar uma decisão ainda esse ano”, completa. 

“O Sindicato tem acompanhado e apoiado as iniciativas e posicionamentos das comunidades escolares desde o princípio, porque eles estão alinhados à luta contra a municipalização e à luta por uma educação pública que merece respeito e valorização”, explicou Alex. “É dessa forma, unindo todos os segmentos da escola, que nós conseguiremos enfrentar essa política de desmonte da educação promovida por Eduardo Leite e Raquel Teixeira. O CPERS e a comunidade escolar seguem firmes, unidos e fortes nessa luta”, completou. 

Além de debater as demandas da EEEM Jacob Hoff, a reunião também tratou da situação das escolas EEEF Alcydes Maia, de Sapucaia do Sul, e EEEF Bahia, de Porto Alegre, que estão passando pelo processo de municipalização.

Municipalização das escolas

Mesmo acontecendo desde o governo de José Ivo Sartori (MDB), entre os anos de 2015 e 2019, o processo de municipalização das escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul vem se acentuando nos últimos anos com a gestão de Raquel Teixeira à frente da Seduc. Essa medida tem sido mais uma tentativa de desmonte do serviço público, realizado pelo governo Eduardo Leite (PSDB), que transfere a responsabilidade do governo, de garantir um ensino fundamental gratuito e de qualidade, para os municípios, terceirizando o compromisso do Estado.

Muito antes de um processo de municipalização, a administração pública deveria investir na infraestrutura das escolas, na valorização dos professores(as) e funcionários(as), assim como dos aposentados(as). Uma medida como essa, fere diretamente a gestão democrática das instituições de ensino, acarretando descontinuidade do processo pedagógico, rompendo vínculos e desestimulando os estudantes(as), gerando uma maior evasão escolar.

Mobilizar a comunidade é fundamental

O CPERS orienta as comunidades de escolas ameaçadas de municipalização a mobilizarem-se para impedir a continuidade do processo.

Audiências públicas, reuniões com pais e estudantes para a organizar o apoio da sociedade, abaixo-assinado e pressão nos deputados(as), vereadores(as), secretários(as) de educação e prefeitos(as) são alguns dos movimentos recomendados.

Solicitamos também que casos semelhantes de desmonte sejam comunicados aos núcleos do Sindicato.

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