Em reunião, CPERS cobra do MP a manutenção de turmas e preservação do prédio histórico do IE


Nesta quinta-feira (28), representantes do Instituto de Educação General Flores da Cunha (IE), o CPERS, a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e a Frente Parlamentar em Defesa do IE apresentaram evidências, ao Ministério Público (MP), que sustentam a necessidade de manter todas as vagas e turmas do Instituto em seu prédio histórico original.

O governo Eduardo Leite (PSDB) demonstrou intenções de não proporcionar a abertura de vagas para o 5⁰ ano e para a educação infantil no prédio do IE, realocando os alunos(as) em outra escola, que carece de condições infraestruturais adequadas para receber de maneira satisfatória o contingente de estudantes, cujas famílias matricularam no Instituto por diferentes razões, e não estão tendo suas expectativas atendidas.

Por conta disso, pais, responsáveis e comunidade em geral têm estado apreensivos, uma vez que essa etapa inicial da educação desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das crianças.

“A decisão de amontoar os alunos em uma escola que não possui a infraestrutura necessária para acomodá-los de forma adequada é mais um retrato do descaso do governo Leite com a educação pública. A qualidade do ambiente educacional é fundamental para o aprendizado e o bem-estar dos alunos, e qualquer decisão que afete isso deve ser tomada com extrema cautela e consentimento da comunidade escolar”, frisou Edson Garcia, 2º vice-presidente do CPERS, que acompanhou a reunião no MP.

Além disso, o Sindicato sustentou a necessidade de preservar o projeto original de manutenção do Instituto e o acesso a uma educação pública e de qualidade.

A comunidade espera que essa questão seja debatida de maneira transparente e está unida na busca por respostas claras sobre o futuro do IE, visto que o Instituto é tradicionalmente reconhecido por sua excelência acadêmica e seu foco na integração da tecnologia no ensino.

A preservação do prédio histórico da entidade e a manutenção de todas as suas vagas são garantias de que a educação de qualidade com foco na tecnologia permanecerá acessível a todos os alunos(as).

O CPERS e a comunidade escolar exigem que sejam feitos esforços para fortalecer a escola, em vez de enfraquecê-la, como costumeiramente o governo Eduardo Leite (PSDB) tem agido.

Estavam presentes, na ocasião, a promotora do MP/RS, Luciana Moraes Dias, da Promotoria de Justiça Regional da Educação de Porto Alegre (Preduc-POA), a presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e da Frente Parlamentar em Defesa do IE 100% Escola Pública, deputada estadual Sofia Cavedon (PT), a integrante do Movimento do em Defesa IE, Maria da Graça Morales, entre outras representações.

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