Direção do CPERS reúne-se com secretária-adjunta da Seduc para tratar dos descontos das equipes diretivas


Nesta quarta-feira (30), a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, a vice-presidente, Solange Carvalho, o 2º vice-presidente, Edson Garcia e o advogado Raphael Chlaem reuniram-se com a secretária-adjunta da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Ivana Flores, para tratar dos descontos de salário referentes ao mês de outubro, aplicados às equipes diretivas de diversas escolas de Porto Alegre. Os descontos apareceram somente no contracheque de dezembro.   Em alguns casos o desconto salarial chega a ser de 31 dias, ou seja, todo o mês de outubro.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, expôs à Ivana a dificuldade dos educadores, que mesmo com todos os problemas enfrentados durante a pandemia se desdobram para oferecer um trabalho de qualidade para os estudantes.

“Diante de um ano de tanto sofrimento, pressões e trabalho estafante, não é possível que as direções, que se desdobraram para atender aos alunos diante de todas as dificuldades impostas pela pandemia, sejam penalizadas por não colocarem na frente das escolas os cartazes informando dias e horários dos plantões”, destacou.

Durante a reunião ficou acertado que as escolas deverão apresentar para a Seduc, até o dia 10 de janeiro, as justificativas dos dias trabalhados no mês de outubro como ponto, trabalho desenvolvido, e-mails enviado para a secretaria e tudo que comprove os dias trabalhados. As justificativas devem ser encaminhadas para o e-mail gab-drh@seduc.rs.gov.br, com os nomes,  Identidade Funcional (ID) e os comprovantes.

As escolas também devem colocar um cartaz em frente às instituições com os dias e horários dos plantões.

Na ocasião os representantes do CPERS também cobraram os descontos altíssimos do vale-transporte. A Seduc ficou de verificar se foi erro na informação passada pela escola.

Enquanto ocorria a reunião entre o sindicato e a secretaria adjunta, dezenas de educadores realizaram ato na rampa da Seduc para denunciar a arbitrariedade e o autoritarismo do governo Leite.

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