Assembleia Geral Extraordinária aprova Reforma Estatutária do CPERS


Nesta sexta-feira (21), centenas de professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), participaram de um momento decisivo e histórico para o CPERS.

A Assembleia Geral Extraordinária de Reforma Estatutária reuniu 776 votantes para deliberar sobre a mudança no Estatuto Social do Sindicato. Após intensos debates, 465 (60%) sócias(os) votaram a favor da Reforma, 301 (39%) contra e 10 (1%) se abstiveram.

A alteração aprovada diz respeito ao inciso I do Artigo 9º, Capítulo IV, que trata da administração e das competências no Estatuto Social do Sindicato.

A nova redação aumenta a composição da diretoria estadual para a próxima gestão de 15 para 21 membros, sendo: “Presidente, 1⁰ Vice-presidente, 2⁰ Vice-presidente, Secretário-Geral, Tesoureiro-Geral, mais 16 diretores, cujas atribuições serão definidas pelo conjunto da Diretoria.”

Processo de decisão

Antes da votação, houve a leitura do edital de convocação e um sorteio para definir a ordem das falas, com cinco defesas a favor da Reforma e cinco contra; cada intervenção foi limitada a quatro minutos, conforme deliberação do Conselho Geral realizado ontem (20). Os nomes foram apresentados previamente no início da Assembleia.

A Assembleia, originalmente prevista para maio, precisou ser transferida para esta sexta-feira (21), de forma online. A mudança foi necessária devido às enchentes que começaram no final de abril e ainda afetam o estado. 

Contexto e importância

A mobilização das educadoras e educadores ocorre em um cenário desafiador para a educação, marcado por intensos ataques do governo Eduardo Leite (PSDB) às educadoras(es) e ao ensino público no Rio Grande do Sul.

A participação e o engajamento das(os) profissionais da educação demonstram a importância que a categoria atribui à organização e à luta sindical. 

O CPERS continuará a se organizar e promover debates, buscando sempre a participação ativa de suas bases para enfrentar os desafios e lutar por uma educação pública de qualidade, por valorização salarial e respeito a quem educa. Avante, educadoras(es)!

  

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