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Trabalhadores dizem não às reformas de Temer no dia Dia Nacional de Mobilização

Após a Assembleia Geral Extraordinária, professores e funcionários de escola saíram em caminhada do Parque da Harmonia até a sede do Tribunal de Justiça para juntarem-se aos trabalhadores de diversas categorias no Ato do Dia Nacional de Lutas.
Logo depois, os manifestantes seguiram em caminhada até a Esquina Democrática. Por volta das 18h, representantes de centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais pronunciaram-se contra as reformas trabalhista e da Previdência.
“Esse governo golpista de Michel Temer (PMDB), rejeitado por quase 90% da população, está provocando um retrocesso sem precedentes na história do país. Congelou investimentos em saúde e educação por 20 anos e aprovou uma lei que retira direitos trabalhistas, conquistados com muita luta pela classe trabalhadora, além de tentar enfraquecer os sindicatos e acabar com o acesso gratuito à Justiça do Trabalho”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo
A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, reiterou que o Dia Nacional de Lutas é um dia importante para a defesa dos direitos dos trabalhadores. “Temos que trazer toda a população para a rua, temos que lutar juntos contra as reformas de Temer, contra os ataques de Sartori e Marchezan. Somente quando todos os trabalhadores unirem-se e ganharem às ruas, vamos chegar à vitória. Não vamos aceitar nenhum direito a menos”, concluiu.

Manifestações em todo o país
As manifestações ocorreram por todo Brasil, a mais numerosa foi em São Paulo, na Praça da Sé, que terminou com uma votação aprovando um dia nacional de paralisação, ou uma greve geral, se o governo insistir na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de reforma da Previdência. Centrais sindicais e movimentos sociais também repudiaram a Lei 13.467, que muda a CLT e entra em vigor amanhã (11), e querem eleger em 2018 uma maior representação parlamentar aliada dos trabalhadores para, inclusive, reverter medidas do governo Temer.

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