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Nota de repúdio a privatização da Carris

O CPERS vem a público manifestar seu apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da empresa Carris e afirmar seu repúdio a privatização da empresa, já cogitada pelo prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior.
Se a empresa for privatizada, mais de 2 mil trabalhadores ficarão sem emprego. Será que esta é a única saída para solucionar os problemas da empresa? A quem realmente interessa esta privatização?
Por que deixar que serviços essenciais à população sejam privatizados? Qual a justificativa para a entrega ao setor privado?
Marchezan, com seu já conhecido discurso de “fazer o novo”, demonstra claramente sua feroz defesa do empresariado.
Historicamente, constata-se que os únicos beneficiários com as privatizações têm sido o setor financeiro privado e as grandes empresas.
Privatizar e entregar tudo nas mãos de poucos definitivamente não é a solução.
É urgente unir as lutas contra a privatização do que ainda resta de patrimônio público no Brasil, pois é para pagar a dívida pública e preservar este modelo de “Estado Mínimo” para o Social – e “Estado Máximo” para o Capital – que as riquezas nacionais continuam sendo privatizadas.

A Carris
A Carris foi fundada em 1872, na época em que o transporte público de Porto Alegre era realizado por meio de bondes. Em 1999, foi considerada a melhor empresa de transporte público do Brasil pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

 

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