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Educadores trancam acesso à Secretaria da Fazenda para conseguir audiência com o governo

Ás 6h30 desta terça-feira, os educadores trancaram as portas de acesso à Secretaria da Fazenda para exigir uma audiência com o governo, desta vez coma presença do secretário Giovani Feltes. No decorrer da manhã,  chegavam mais professores e funcionários de escola de diversas regiões do Estado. As portas foram bloqueadas com correntes e cadeados e cada uma foi vigiada por centenas de educadores. Ninguém entrou no local. Antes das 10h, já eram quase 3 mil educadores na manifestação que marcava os 42 dias de greve da categoria e o descaso do governo.
Diante da força da mobilização, um forte aparato do BOE e a cavalaria foram enviados pelo governo para tentar intimidar a categoria. O efetivo posicionou-se próximo às entradas principais do local.
No decorrer da manifestação, os servidores da saúde, os bancários e os municipários uniram-se a manifestação em apoio aos educadores.
Para pressionar ainda mais o governo, todos os servidores trancaram o trânsito na Avenida Mauá. Minutos depois, o governo marcou a audiência com o Comando de Greve do CPERS na Secretaria da Educação – Seduc.
Na audiência, que mais um vez não contou com a presença de Feltes, o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, adotou o mesmo discurso que vem repetindo desde  a primeira reunião com o CPERS, afirmando que a única solução para pagar em dia e de forma integral os salários é efetivar a renegociação da dívida do Estado com a União. Mesmo com a insistência do Comando de Greve do CPERS para que houvesse um esforço por parte do governo para apresentar alguma proposta concreta à categoria, não houve nenhuma resposta que contemplasse às reivindicações dos educadores. Diante da inércia do governo, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, afirmou que a categoria continuará em greve.
“Estamos e continuamos na resistência. Este governo ainda não nos conhece, ainda não entendeu que esta categoria é aguerrida e  não dobra a coluna diante do desrespeito aos seus direitos. Seguimos firmes em nossa justa greve até que o governo abra uma real mesa de negociação com propostas que contemplem as exigências que apresentamos”, afimrou Helenir.

Fotos: Carol Ferraz

 

 

 

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