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Educadores e estudantes do Colégio Coronel Pilar fazem ato para exigir reforma da instituição, atingida por temporal

Educadores e estudantes do Colégio Coronel Pilar, localizado em Santa Maria, realizaram na manhã desta quinta-feira (18) um protesto em frente à 8ª Coordenadoria Regional de Educação – CRE, exigindo que o governo do Estado tome as providências necessárias para viabilizar a reforma da escola, atingida por um vendaval em outubro do ano passado. Com o risco eminente de desabamento e sinistro elétrico, os mais de mil estudantes da instituição foram realocadas para a Escola Estadual Padre Rômulo Zanchi.
O grupo levou um bolo de aniversário ao protesto, para marcar os três meses em que a escola aguarda por reformas. Portando cartazes que denunciavam o descaso do governo Sartori, professores e estudantes percorreram as ruas da cidade.
Segundo o professor Narendranath Martins Costa, representante do Pilar no 2º Núcleo do CPERS, por conta dos estragos no telhado da instituição é impossível colocar alunos nas salas de aula devido ao mofo e aos danos na estrutura. “A preocupação da comunidade acadêmica é de que os pais não possam matricular os seus filhos, ou até que não queiram matriculá-los lá, ao ver a escola destruída. Nós pedimos à 8ª CRE que peça ajuda à imprensa para divulgar que a escola estará em condições de receber os alunos após o início e a conclusão das obras”, destacou Narem.
A direção do colégio, que completa 80 anos neste ano, chegou a fazer Vakinha virtual e campanhas nas redes sociais para arrecadar os recursos necessários para o conserto, porém mas não conseguiu atingiu o valor.
Desde o ocorrido, já foram realizadas diversas reuniões com a 8ª CRE. A escola chegou a ser informada que uma empresa de Gravataí havia sido contratada para executar as obras emergenciais no Colégio, mas nada foi feito até o momento. Após a pressão do ato desta manhã, o governo afirmou que o contrato com a empresa vencedora da licitação já foi assinado e que na próxima segunda-feira (22) o trabalho de recuperação da escola deverá iniciar, com prazo de 30 dias para conclusão.
O CPERS, através da diretora Sandra Terezinha Severo Régio, continuará acompanhando a luta dos educadores do 2 Núcleo do Sindicato até que o governo realmente cumpra com o seu dever de deixar a escola em condições de receber os alunos novamente.

Fotos: Maiquel Rosauro

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