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Dia 26: todos na Assembleia Geral do CPERS

Somente a união de todos poderá romper com o ciclo de ameaças e retrocessos que o governo do Estado tenta impor.
O governo tem um grande débito com os educadores gaúchos. Atualmente, recebemos apenas 48% do que deveria ser o nosso salário. Os reajustes de 13,01%, fixado em janeiro, e de 34,67%, equivalente ao que ficou dos governos anteriores, não foram pagos e nem houve a apresentação de propostas sobre como sanar esse débito. Há ainda a necessidade de garantir a continuidade das nomeações e de novos concursos para professores e funcionários de escola, especialmente para servente e merendeira; a crescente precariedade dos atendimentos prestados pelo IPE e as ameaças de mexerem no Plano de Carreira da categoria.
A crise do Rio Grande do Sul, a qual o governo alega para não realizar incentivos na Educação e em áreas essenciais para a sociedade, parece existir apenas da porta do Piratini para fora. Ao mesmo tempo em que afirmam não ter dinheiro para pagar o Piso do Magistério, o governo se auto concedeu reajustes de até 64%, não cobra os 6 bilhões de dívida dos empresários sonegadores e ainda dá 13 bilhões de isenções fiscais. Que crise é essa?
Na Mesa de Negociação realizada entre o governo e o CPERS, por solicitação do Sindicato, não houve a apresentação de nenhuma proposta para atender as reivindicações entregues ao governo desde o início do ano.
O Decreto de corte de gastos, imposto por Sartori logo no início de seu mandato, impede a implementação dos planos de carreira no que se refere às mudanças de nível, que não estão ocorrendo.
Como se não bastasse, o governo anunciou a prorrogação do Decreto por, pelo
menos, mais seis meses. Com isso, ficam suspensas, até o prazo mencionado, a realização de novos concursos e nomeações.
Diante desse cenário de incertezas, é preciso que a categoria esteja unificada para realizar mobilizações que impeçam a retirada de conquistas históricas dos educadores.
Convocamos todos a somarem-se a essa luta! Não podemos deixar que o governo continue a desvalorizar os professores e os funcionários de escola e prejudique a qualidade da educação pública gaúcha.

Dia 26, às 13h30min, todos no Gigantinho para mostrar a força e a união da nossa categoria!

 

 

 

 

 

 

 

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