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CPERS repudia violência de Marchezan contra os servidores municipais

Violência e repressão marcaram a sessão realizada ontem na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, durante a discussão de três projetos de lei apresentados pelo prefeito Nelson Marchezan Jr. (PSDB) e que retiram direitos dos servidores, entre eles o projeto da Previdência e o que ataca o regime dos servidores.
Logo após um grupo de servidores entrar na galeria do plenário para acompanhar a votação, as portas de acesso foram trancadas. Ao protestarem, os servidores foram agredidos pela Guarda Municipal com spray de gengibre. Em seguida, outro grupo que conseguiu entrar no plenário foi recebido pelo pelotão do choque da Brigada Militar, chamado pelo presidente da Câmara de Vereadores, Valter Nagelstein. Os servidores foram agredidos com sprays de pimenta, bombas de gás lacrimogêneo, chutes e empurrões e, assim, impedidos de acessar o local.
A sessão foi interrompida e seria retomada hoje com votação a portas fechadas. Porém, os municipários entraram com uma liminar que garante a sessão seja aberta ao público.
Evitar o diálogo e restringir a entrada dos servidores, com o agravante da violência, é a forma que Marchezan encontrou para tentar calar a voz dos trabalhadores e das trabalhadoras que lutam pelos seus direitos. E esta não é a primeira vez em que a justa luta dos municipários é reprimida com agressões. Desde que assumiu a gestão da capital, Marchezan, através de Guarda Muncipal e do BOE, trata com descaso, desrespeito e truculência os servidores. Esta é a sua política!
O prefeito Marchezan, através de sua conduta autoritária, governa contra a população e ataca física e psicologicamente os servidores. O CPERS presta sua total solidariedade aos colegas municipários e repudia de forma veemente a lamentável conduta do prefeito de Porto Alegre. Somos absolutamente contra qualquer tipo de violência e faremos sempre a defesa intransigente dos direitos de cada trabalhador e trabalhadora e o respeito à democracia.
Força, colegas municipários!

Fotos: Guilherme Santos / Sul21

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