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Comando de greve reúne-se com governo e conquista garantia das propostas já apresentadas e outros avanços

O Comando de Greve do CPERS reuniu-se nesta manhã com o secretário da Educação, Luis Alcoba, e o chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi, para retomar as negociações sobre a pauta de reivindicações da categoria. Reunidos na Seduc, o grupo repassou com os representantes do governo Sartori (PMDB) todos os pontos da última versão do documento entregue pelo governo e que não foi aceito pelos educadores na última Assembleia da categoria, no dia 24 de junho.
Entre as questões abordadas, o Comando exigiu a garantia, explícita de forma clara no documento, de que o governo revogará a portaria do Difícil Acesso, não descontará os dias parados dos educadores que aderiram à greve e a não criminalização de estudantes, professores e funcionários de escola que participaram de ocupações ou de movimentos grevistas. “Essas questões já estavam no documento apresentado pelo governo, mas colocamos a necessária reformulação do texto para que o compromisso do governo com a categoria ficasse mais claro”, afirmou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.
Além disso, o Comando colocou a importância do governo atender a pontos importantes da pauta dos educadores como estabelecer uma Mesa de Negociação para discutir a questão salarial, nomear professores e funcionários aprovados no último concurso, realizar concurso para funcionários de escola e professores, não mexer nos Planos de Carreira da categoria e no IPE.
Na ocasião, ficou firmado pelo governo que não haverá proposta unilateral de mudança nos planos de carreira. “Conquista importante, pois esta gestão do CPERS não dará acordo a nenhuma mudança em nossos planos”, afirma Helenir.
Alcoba afirmou que ainda hoje dará retorno ao CPERS sobre os pontos apresentados pelo Comando. Helenir lembrou ao secretário que a posição do governo será levada ao Conselho Geral da entidade, hoje à noite, e à Assembleia Geral da categoria, que ocorre amanhã, às 12h30, na Casa do Gaúcho, em Porto Alegre. “Abrir uma Mesa de Negociação para discutir a questão financeira dos educadores seria uma demonstração de boa vontade do governo. O documento que o governo nos apresentar hoje será levado para a aprovação da nossa categoria na Assembleia e irá determinar os rumos da nossa mobilização”, observou Helenir.

 

 

 

 

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