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CNTE toma posse no Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT

O secretário de Funcionários da Educação da CNTE, Zezinho Prado, e o secretário de Direitos Humanos da CNTE, Christovam de Mendonça Filho, tomaram posse, na manhã desta terça-feira (19/12), no Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT), como titular e suplente, respectivamente. A CNTE foi reeleita por unanimidade (14 votos), para o mandato 2018/2019.
Para Christovan, essa aproximação com os movimentos sociais colabora para retomar a democracia no país. “As políticas de restrição de direitos que o atual governo golpista impõe ao trabalhador atinge de maneira ainda mais nefasta a população LGBT, que já está à margem de todo e qualquer direito, então essa parceria da CNTE com o Conselho nos impulsiona a lutar pelos direitos dessa população”, analisa.
De acordo com Zezinho Prado, ocupar esse espaço é uma forma de combater os retrocessos. “O corte orçamentário é muito grande. Nós temos o desafio duplo de fazer política de direitos humanos sem recursos e ainda enfrentar o legislativo conservador”, ressalta. Zezinho explica que os projetos de lei que criminalizam a homofobia não têm força para avançar no Congresso e que as entidades que fazem parte do Conselho estão unidas para impedir a destruição de direitos que já foram conquistados.

CNCD/LGBT

O Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT) é um órgão colegiado que integra a estrutura básica da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), atendendo uma demanda histórica do movimento LGBT brasileiro. O CNCD/LGBT é composto por trinta membros, sendo quinze representantes da Sociedade Civil e quinze do Governo Federal, e tem por finalidade formular e propor diretrizes de ação governamental, em âmbito nacional, voltadas para o combate à discriminação e para a promoção e defesa dos direitos LGBTs.

Fonte: CNTE

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