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Ato Unificado de servidores municipais e estaduais denuncia o descaso dos governos Sartori e Marchezan com a educação pública

Na manhã desta segunda-feira (6), a Direção Central do CPERS e os educadores e educadoras dos 38º e 39º Núcleos participaram do Ato Unificado em defesa da Educação Pública, juntamente com os servidores municipários de Porto Alegre. Também participaram da mobilização estudantes da União Brasileira do Estudantes Secundaristas (UBES) e União Estadual dos Estudantes do Rio Grande do Sul (UEE/RS).
A concentração iniciou por volta das 8h, na Praça da Matriz. Às 10h os servidores partiram em caminhada até a Secretaria Municipal de educação – SMED, onde entregaram um documento para a chefe de gabinete, Adriana Carvalho, já que o secretário municipal de Educação, Adriano Castro dos Santos, não estava. No documento, os educadores denunciaram o descaso do governo Marchezan com a educação pública municipal.
O diretor-geral do Simpa, Jonas Reis, disse que os municipários estão lutando para receber seus salários em dia e para derrubar o pacote de projetos do governo Marchezan que acaba com o plano de carreira do funcionalismo
A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou as políticas de destruição dos governos Sartori, Marchezan e Temer. “O desmonte do serviço público é nacional, estadual e municipal. É importante que cada vez mais possamos estar unificando as nossas lutas. Também estamos nos preparando para o grande dia de luta, dia 10, dia da Greve Geral dos trabalhadores. Neste dia, temos que dar a resposta e mostrar a nossa capacidade de resistência aos ataques destes governos”, afirmou.
Helenir também parabenizou os municipários que já somam 34 dias de greve contra os ataques de Marchezan. “Nós estamos 61 dias em greve, resistindo aos ataques do governo Sartori. Quero parabenizar aos municipários que também estão paralisados há mais de 30 dias, na luta pelos seus direitos e pelo serviço público. A nossa luta é por todos nós, é pelo Brasil, por Porto Alegre e pelo Rio Grande do Sul”.
No fechamento do Ato, os servidores queimaram um caixão com os nomes de Sartori e Temer, simbolizando o luto pela educação pública estadual e municipal.


Foto: Maia Rubims/Sul21

Foto: Maia Rubims/Sul21
Foto: Maia Rubims/Sul21
Foto: Maia Rubims/Sul21

 

 

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