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Adeus a Sartori: ato marca o fim do pior governo da história do RS e acena para o futuro

Centenas de educadores(as) se reuniram em frente ao Palácio Piratini, na manhã desta quinta-feira (20), para celebrar o fim de um governo que não deixará saudades. Reprovado nas urnas, Sartori se despede da chefia do Executivo gaúcho após governar como um déspota, sem qualquer diálogo com o funcionalismo público e deixando o Rio Grande do Sul ainda mais endividado e empobrecido. Foram quatro anos sem reajuste ou reposição salarial, 36 meses de salários atrasados, três anos de 13º parcelado, filas mensais no Banrisul para “comprar” o próprio salário, aumento do ICMS, 46 escolas e mais de 6,6 mil turmas fechadas, redução de investimentos em saúde, educação e segurança, humilhação, miséria, adoecimento e um aumento alarmante no índice de suicídios entre educadores(as).

O dia escolhido para a despedida relembra os dois anos da extinção de fundações do Estado, quando milhares de servidores(as) foram violentamente agredidos na Praça da Matriz. Para Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS, não se trata apenas de marcar a passagem do pior governo da história do RS, mas de um aviso para o futuro. “Não ousem nos atacar. Essa categoria tem história, tem força e não aprendeu a vergar a coluna. Seremos resistência se formos atacados, seremos diálogo se formos chamados para o diálogo, sempre na defesa intransigente da educação pública, de qualidade e para todos(as)”, declarou.

A mobilização contou com a presença de representantes de entidades sindicais, estudantis e centrais, além de performances teatrais e artísticas, a exemplo da apresentação do grupo de dança do Núcleo de Cachoeira do Sul, “Luz do Sul”, vencedor do Desafio da Dança no Encontro Estadual de Aposentados do CPERS. Ao término do ato, os(as) participantes almoçaram um “polentaço”, preparado e servido na própria praça.

Nesta sexta-feira (21), o CPERS realiza o último Conselho Geral de 2018 e paralisa suas atividades em recesso até o dia 4 de janeiro.

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